domingo, 18 de janeiro de 2015

COLUNA DA DONA JUJU






Aureliano Campo Vazio – Saradíssima Dona Juju, agora que o Germano Braga pediu o campo  e os bacabalenses ficaram sem lugar para jogar nos domingos, qual seria a solução paliativa e imediata?

Resposta – Falei com alguns dos meninos e eles disseram que estão sem opção. Na minha opinião, apesar deles não gostarem de futebol de praia, eu acho que o campo do Bar do Louro seria essa solução paliativa. Veja bem, o dinheiro que eles pagavam para jogar no campo do Germano, entraria na tesouraria da entidade e em seis meses já tinham um bom caixa para dar entrada em um terreno próprio. Dá pra fazer se quiserem.
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Pêdim da Marca de Légua – Prezada dona Juju, a sinhora qui çabe di tudo puderia mim dizer si é verdade qui o veriador Rogério Santo rompeu com a sua famia e o seu irmão Jorje é candidato a veriador?

Resposta – Bom candidato para o ENEM. O bom, meu amigo Pêdim, é se fazer entender e eu entendi a sua pergunta. Liguei para uma fonte e soube que nada disso é verdade. Em relação a  família SANTOS e COHAB, o que me disse o informante é que na COHAB nas próximas eleições, as duas famílias Santos terão candidatos. O primeiro é o próprio Rogério, que vem fazendo um grande trabalho e é candidato a reeleição, a segunda é Lindoracy Santos, que com o apoio do Dr. Guerreiro, vem forte rumo a Câmara Municipal.
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Very Ador Dacy Dade – sabida dona Juju, a Patrícia Vieira tentou por duas vezes e não conseguiu uma vaga na política, agora vem o seu irmão Ramom candidato a vereador. Ele tem chance?

Resposta – A convite do empresário Osvaldino Pinho, fui a auma confraternização do pessoal de Bacabal e lá conheci o Ramom. Todas essas pessoas que estão nesta foto prometeram apoio a ele. Se derem, não tenha dúvidas, Ramom será um jovem vereador em Bacabal.
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Casa de Praia de Lambal
Joaquina Pai D’égua – Sabida dona Juju, eu não sou fofoqueira, longe de mim, mas eu estou sabendo que o Lambal comprou uma casa de praia ao lado da casa de praia de Waltinho Carioca. Isso é verdade?

Resposta – É verdade. O casal, Lambal e Helena, comprou uma casa de praia sim, só que não é ao lado da casa de praia do Waltinho não. A casa de praia de Waltinho é na Enseada de Ponta Verde em Panaquatira e a casa de praia de Lambal e Helena é no Caúra, praia paradisíaca em São José de Ribamar.
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Poliana Alfa Beta – Amável Dona Juju, a que a senhora atribui mais de meio milhão de pessoas tirarem zero na redação do ENEM.

Resposta – É... Nem mesmo Freud explicaria. Eu acho que a galera ta mais ligada nesse tal de WatsAap. Se você for ler o que se escreve nas mensagens, do zap zap, do face book, meu Deus. Ainda foram poucos os que tiraram zero.
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Estive, a convite do titular deste blog, Zé Lopes, na quarta-feira no Teatro Arthur Azevedo para assistir a entrega do Prêmio Universidade, e na hora do show do Vander Lee, fui para a galeria falar com um casal amigo meu e de lá pude constatar que muitas pessoas “tavam nem aí” para a apresentação do cantor. Fiz essas fotos e vejam quantas pessoas estavam vidradas nos seus zaps zaps. É o fim.



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Estou com uma amiga que veio do Rio de Janeiro para conhecer a nossa Ilha do Amor. Ontem ela pirou no carnaval da Bicicletinha, hoje a levarei para saborear uma gostosa caranguejada preparada pelo nosso querido Louro, regada a uma boa caipirinha.
Fui.


AABAC - SEM RUMO






No dia 31 de dezembro de 2014, escrevi e postei este artigo:

AABAC - HISTÓRIA OU ESTÓRIA

“Há dois domingos atrás, depois da pelada matinal no Centro de Treinamento São Patricio, o popular Campo do Germano, na rua do Aririzal em São Luis, ficamos eu, Lambal, Azul, Jackson Borges, Waltinho Carioca, Itaguacy Coelho, Henrique Franklin e Baiano discutindo sobre a AABAC – Associação dos Amigos de Bacabal.

Vendo o seu enfraquecimento e emperramento, até tentamos achar culpados por essas mazelas, citamos nomes, motivos e no final chegamos a um consenso que a culpa é da falta de organização e de pulso dos próprios membros.

Como associação a AABAC só tem o nome, não existe legalmente, é apenas um grupo de amigos que se encontram aos domingos para jogar, beber, conversar e dividir as despesas “nem todos participam”, mas no final não há prejuízos para ninguém. 

No nosso papo, houve controvérsias, alterações, bate-boca, insultos e mais entreveros, falamos sobre o tempo que bacabalenses se reúnem, se arrastam e essa tão sonhada associação não passa de mero projeto, sem nenhuma base, sem nenhum apoio, e olhem, Bacabal tem senador, deputados estaduais e federais, empresários importantes e filhos, que sócios, poderiam botar a boa terrinha entre outras cidades que tem associações em nossa Capital.

 Entre desconfortos, embates, sugestões, discordância, o sentimento maior entre todos foi unânime, pela primeira vez, apesar da desorganização, não houve sequer confraternização, mas valeu pelo que foi feito durante o ano de 2014. Amanhã é 2015 e domingo começa tudo de novo.”


Pois é, nem completou um mês e a AABAC – Associação dos Amigos de Bacabal já amarga mais um problema, mais uma desagregação. O proprietário do CTSP – Centro de Treinamento São Patricio, Germano Braga, pediu o campo, isto é, despejou a AABAC de mais uma sede provisória.

Quando reuni, há alguns anos atrás, vários bacabalenses para fundarmos uma associação, fui taxado de trapalhão pois a outra já estava fundada e até ouvi a seguinte frase por parte de um membro: “- Quem é Zé Lopes, ele é formado em que?. Parei por aí e até refleti: - Lula não é formado e governou o Brasil por dois mandatos. Esperando que algo acontecesse fiquei de longe observando as coisas acontecerem, e nada. Via que a política partidária estava latente no meio, vários políticos buscando votos, interesses próprios e nada acontecia. Me reaproximei e quando fui falar que a Associação, em vez de pagar por um aluguel, com aquele dinheiro poderia pagar a prestação do seu próprio terreno,fui xingado, novamente taxado de trapalhão e sofri até ameaça.

Hoje vejo que não é tão difícil, basta que haja uma regularização, depois sim, chamem os políticos, os empresários bacabalenses, os filhos da terra para se associaram. 

Se Arquimedes, Ezrael, Reinaldo, Kim, George, Itaguacy, Joacy, Jackson, Paulo, Waltinho, Bola, Riquinho e outros mais que estão sempre reunidos, quiserem botar a coisa pra frente, com certeza botarão. Basta apenas que se regularizem, aí sim, o poder de barganha, a ajuda dos políticos, os sócios contribuintes e a sede própria. Nesse caso, querer é poder.

PRÊMIO UNIVERSIDADE 2014 - UM ESPETÁCULO QUE SALTOU AOS OLHOS E SEDUZIU OS OUVIDOS




Estive no Teatro Arthur Azevedo na quarta-feira passada, até porque estava concorrendo, para ver a entrega do Prêmio Rádio Universidade de Música, versão 2014. 

Não quero falar aqui nos vencedores, nem em critérios usados para a escolha, não compete a mim, toda disputa tem os dois lados, o vencido e o vencedor, o vencido sempre se acha injustiçado e aparece um monte de por quês, é normal.

O que quero, é parabenizar a organização do evento pela brilhante idéia de mostrar para um teatro lotado, as nossas verdadeiras raízes culturais, nossa música na origem, na gema.

Produzido pelo compositor e múltiplo músico instrumentista Erivaldo Gomes, usando 10 percussionistas um banjo e um violão, o show passou de um simples show, foi um verdadeiro espetáculo onde, pela primeira vez, o Teatro Arthur Azevedo pode sentir a verdadeira sonoridade das nossas batidas, as vozes marcantes dos nossos cantadores onde o baião cruzado, o boi de matraca, o boi de zabumba, o boi da baixada, o chorado, o cacuriá, o tambor de mina e o tambor de crioula na sua forma mais original, deram o tom da festa.

Que a Rádio Universidade amplie mais esse universo musical maranhense, tocando as músicas produzidas aqui. Por essa iniciativa, os idealizadores do Prêmio merecem todo o elogio. Nota mil.

Depois do espetáculo, Vander Lee com seu violão, fez aqui mais um show.

QUANDO TUDO É IMPORTANTE - RÁDIO: DO MARIMBONDO ABELHUDO AO SMARTPHONE!!!




RÁDIO: DO MARIMBONDO ABELHUDO AO SMARTPHONE!!!

 No meu tempo de menino peralta, caçador de ninho de galinhas em canavial, para colheita dos ovos, de ficar xeretando garapa e pinga no alambique, de ficar admirando o pessoal socando arroz na mão de pilão ou de ver o monjolo se encher de água, levantar o pau a pique e dar aquela cacetada no pilão. E, matuto, e caboclão (como chamam caipira aqui no Maranhão), gostar de rádio fazia parte. Rádio, naqueles tempos, era ligado na eletricidade do gerador. O radinho de pilha surgiria mais adiante trazendo mais conforto e acessibilidade para quem "nutria", "curtia", era fanático, e fazia parte do clube da radiomania de então. O rádio de pilha, aqueles tamanho tijolão, exigia pilhas das grandes (daquelas que abasteciam lanternas), com aquele som inconfundível de enxame (marimbondo, mais agudo, e abelha, "zumbindo"), que praticamente impediam uma sintonia razoável, satisfatória. Mesmo chiando muito, valia a pena ouvir de qualquer maneira! O som ia e voltava, oscilando que era uma beleza! Maníaco por rádios, já tive mais de cem, entre os perdidos, roubados, e que a natureza se encarregou de dar um fim, por salmora ou ferrugem. Esquecer pilha dentro do compartimento por muito tempo, já era! E andei caindo nesta esparrela! Eu tinha ciúme dos meus rádios, achava que outra pessoa manuseando não teria os mesmos cuidados! Guardava a sete chaves! Procurava os melhores para comprar, de melhor qualidade, sempre achando que os mais caros eram os de primeira linha! RCA Victor, Aiwa, Panasonic, Mitsubishi, Motorádio, Sharp, Polivox, Philco e Midi, estão entre os que consigo lembrar. Vendi um polivox para minha irmã Graci, seus filhos ainda crianças adoravam ficar na janela da casa lá em Mariana. Graci trabalhava na UFOP, e ficava ausente na maior parte do dia. Certa vez,um ladrão, destes bem espertinhos, foi lá e disse pras crianças que sua mãe mandou pegar um rádio para consertar. Foi deste jeito que o Polivox foi embora e nunca mais voltou! Morando sozinho em Pinheiro, eu tinha um Aiwa, pretinho, meu xodó, sintonizava tudo e com muita qualidade. Num sábado, saí para ir à feira, deixei a janela dos fundos aberta, que dava para o quintal. O ladrão foi lá, fez a limpa, não só me roubou o Aiwa como também levou minhas 3 camisas que estavam no varal, bem carinhas por sinal, da Lacoste. É mole??? Nas minhas andanças, quando fui a Manaus, naquela época era "top" ir lá, peregrinei procurando um rádio mais potente, e, queria um impossível, até hoje não fabricado, que "pegasse" via satélite, queria poder, mesmo morando longe, sintonizar as rádios de minha terra, do meu estado, por onde andei!!! Rádios que não transmitissem somente em "ondas médias" (somente sintonizadas à noite) ou em "ondas curtas" (somente durante o dia). Tinha de tudo lá, menos este; algo mais sofisticado, nem pensar!!! Aproveitei e comprei uma raridade musical: cds de Paul Anka e Neil Sedaka, gostava de colecionar discos destes dois! Esqueci no balcão de uma loja e quando dei falta e voltei lá, já era!!! Hoje, esse "negócio" de comprar cd virou passado com o Mp3, Mp4, Mp5, com os computadores, notebook, ipad, ipod, iphone, essas coisas futurísticas, onde a tecnologia tem feito das suas, basta acionar um "botão", uma tecla e tudo vem à mão, a vivo e a cores!!! Música, agora, é só ir no youtube e tudo se resolve! Em Brasília, consegui comprar dois rádios da Sony, um digital e um comum, muito bons. O digital permitia memorizar as estações, fora o som estéreo e tudo o mais. Quando deu ladrão aqui em casa, levaram os dois (ladrão gosta de rádio, né - é dinheiro garantido nas mãos dos atravessadores e receptadores de furto!). Neste afã de tentar conseguir uma maneira de sintonizar rádios de longe, nesta procura sem fim, apareceu a internet, e, com alguma dificuldade e atraso, com aquelas picotagem nas transmissões, a gente consegue sintonizar algumas. Quer dizer, satisfação um pouco garantida, mas nem tanto! Já sem esperança, adquiri recentemente um smartphone, e, buscando aqui e ali, remexendo em seus "apps", cheguei nas rádios. E não é que a gente consegue sintonizar rádios de tudo quanto é lugar desde que tenham o programa necessário, o aplicativo!!! Necessário, apenas,o wifi", e, lógico, com boa (ou ótima) velocidade. Pois é! Agora consigo sintoniza rádios de Raul Soares, minha terrinha, Ponte Nova, Mariana, Caratinga, Ipatinga, Belzonte, Santa Maria do Suaçuí, Governador Valadares, Jeremoabo, Itaberaba, Santo Estêvão, Brasília e do exterior!!! Que surpresa boa!!! Aqui não "pegam" (não pegavam!) CBN, Tupi-Rio, Rádio Globo, Itatiaia, Inconfidência. Bandeirantes, Jovem Pan AM o dia todo, Antena 1. Agora, posso sintonizá-las como locais. Quem diria!!

HISTÓRIA DE BACABAL - DOIS APARELHOS DE DVDs




DOIS APARELHOS DE DVDs

Um rapaz, usuário de drogas, achando a casa da irmã do então, Capitão M. Neto aberta, entrou e de lá subtraiu um aparelho de DVD. Visto por várias pessoas com o eletrodoméstico em seu poder, o meliante foi logo dedurado. O capitão enraivecido agarrou o infeliz, deu-lhe uma tremenda surra e falou:

- Eu não vou te prender, eu só quero o aparelho de DVD da minha irmã.

O pobre rapaz saiu em desabalada carreira e em menos de dez minutos chegou trazendo dois aparelhos de DVDs e entregou para o capitão M. Neto, que falou:

- Mas por que dois, se o da minha irmã é só um?

Nervoso, trêmulo, cheio de hematomas, o meliante finalizou:

- Capitão, um é da sua irmã, o outro é lá de casa que eu estou lhe dando de presente.