quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

PELOS BLOGS DE BACABAL



ACUSADOS DE TENTAR APLICAR 'GOLPE DO ENEM' SÃO AUTUADOS POR CRIME DE ESTELIONATO



Por Sérgio Mathias

O caso envolvendo dois homens acusados por um Cabo da Polícia Militar de tentarem aplicar o ‘golpe do Enem’ em uma de suas filhas continua tendo seus desdobramentos e, de acordo com o delegado Luígi Contes, titular do 2º DP da Regional de Bacabal, foram lavrados autos de prisão em flagrante por crime de estelionato, na modalidade tentada, em desfavor do vendedor de livros Alexandre Antônio da Silva, de 38 anos, e o motorista Nelson Sousa Silva, de 39.

Também foi arbitrada fiança no valor de um salário mínimo para cada um, e, em seguida, ambos foram postos em liberdade.

Segundo o delegado, Alexandre alegou em depoimento que sua lábia de vendedor talvez tenha causado má impressão nos pais da menor.

Luigi Conte deixou claro que foi constatado que o material didático vendido pela dupla em Bacabal foi entregue aos clientes, e que as investigações estão focadas nas circunstâncias que levavam as pessoas a efetuarem a compra e, se de fato, ambos se apresentavam como servidores do Inep.

O delegado afirmou que se, por ventura, houver outras pessoas se sentindo lesadas que se dirijam a delegacia para registrarem um boletim de ocorrência ou procurem a Defensoria Pública do Estado do Maranhão-Núcleo de Bacabal, localizada na rua 15 de Novembro, 139, Centro.

Na entrevista o delegado também relatou que o responsável pela distribuidora dos livros, sediada em Caxias, se comprometeu a aceitar a devolução do material didático e a devolver o valor já pago para os clientes que se acharem prejudicados.

Entenda o caso: 

Dois homens são detidos em Bacabal acusados de tentar aplicar o 'golpe do Enem'; vítima é menor

 


JOÃO ALBERTO TENTA MANTER CARGOS DO GOVERNO FEDERAL NO MARANHÃO PARA O PMDB


 
O senador João Alberto está tentando junto ao governo federal manter alguns cargos para o PMDB no Maranhão abrigar políticos aliados. Na mira do partido estariam a Codevasf e as Superintendências da Pesca e dos Correios.

A briga interna pelos postos está feia e poderá ser motivo de mais uma crise no que restou do partido após a fragorosa derrota nas eleições 2014.

CASAL É MORTO A TIROS POR HOMENS ENCAPUZADOS NA CIDADE IGARAPÉ GRANDE/MA


Por Cabo Brito

Na noite de ontem (27), dois homens encapuzados invadiram uma casa no bairro do Mutirão localizado na cidade de Igarapé Grande (MA) e mataram um casal; o homem identificado por  Glauberson foi morto com quatro tiros na cozinha; a mulher, Leandra, mais conhecida pelo apelido de Leínha, recebeu três tiros no quarto do casal. 

Os criminosos fugiram tomando rumo ignorado. Ainda não ha informações sobre o que estaria relacionado aos assassinatos; Neste momento, a população de Igarapé Grande está chocada com o duplo assassinato.
 



 

DEPUTADOS TOMAM POSSE E ELEGEM PRESIDENTE DA CÂMARA NESTE DOMINGO (1º)




 Agência Câmara

A posse dos candidatos eleitos para ocupar as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados ocorre no próximo domingo (1º). Às 10 horas, em sessão preparatória no Plenário Ulysses Guimarães, o deputado Miro Teixeira (Pros-RJ), o mais idoso entre os com maior número de mandatos, proclamará o nome dos eleitos e tomará deles o compromisso de “defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

Entre os que tomarão posse, 289 são deputados reeleitos, 26 já tiveram mandato em algum momento e 198 são novos deputados – que chegam à Câmara Federal pela primeira vez. A grande maioria dos eleitos é homem (462), possui ensino superior completo (410) e tem entre 51 e 60 anos (187). Há predomínio de brancos (80,1%), com 15,8% de pardos e apenas 4,1% de negros. As mulheres representam 10% da Casa – 51 deputadas.

Após a cerimônia de posse, os deputados terão até as 13h30 para registrarem a formação de blocos parlamentares na Secretaria Geral da Mesa Diretora (SGM). Às 14h30, ocorre a primeira reunião de líderes para definir quais partidos ou blocos ocuparão quais cargos na Mesa Diretora, que é composta pela Presidência da Câmara dos Deputados, duas vice-presidências, quatro secretarias e igual número de suplências. Todos têm mandato de dois anos.

Candidatos à presidência

Até o momento, quatro parlamentares anunciaram oficialmente suas candidaturas à Presidência da Casa: Arlindo Chinaglia (PT-SP), com apoio do PT, do Pros, do PCdoB e de parte do PR e do PSD; Chico Alencar (Psol-RJ), candidato oficial pelo Psol; Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apoiado por PMDB, PTB, Democratas, Solidariedade e PSC; e Júlio Delgado (PSB-MG), com apoio do PSB, do PSDB, do PV e do PPS. Os nomes para os demais cargos devem ser definidos na reunião de líderes de domingo. O prazo final para o registro das candidaturas na SGM se encerra às 17 horas, e a eleição da Mesa começa às 18 horas.

Nova composição

Após a terceira alteração do resultado das eleições de 2014, conforme decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PT continua com a maior bancada da Casa, mesmo tendo eleito 19 deputados a menos do que no pleito anterior. Serão 69 deputados em 2015 contra os 88 na legislatura passada.

O segundo maior partido será o PMDB, que elegeu seis deputados a menos e terá 65 representantes; seguido do PSDB, com 54 parlamentares – dez a mais do que tinha. Dos três grandes partidos com mais de 50 deputados, apenas o PSDB cresceu.

O número de partidos com representação na casa também aumentou, passando de 22 para 28. Seis partidos (PHS, PTN, PTC, PSDC, PRTB e PSL) que não tinham representação na Câmara passarão a ter neste ano.

Já os recém-criados PSD, Pros e SD tiveram as bancadas reduzidas após a eleição. O PSD, criado em 2011 pelo atual ministro das Cidades, Gilberto Kassab, teve a bancada reduzida de 45 para 37 deputados. O Pros, criado em 2013 e partido do atual ministro da Educação, Cid Gomes, perdeu 9 deputados e terá 11 na atual legislatura. O SD também perdeu representatividade ao eleger apenas 15 deputados, 7 a menos do que tinha.
A abertura dos trabalhos legislativos ocorre no dia 2 de fevereiro, em sessão do Congresso Nacional, com leitura da mensagem presidencial pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

MARTA VOLTA A ATACAR DILMA: 'VACA ENGASGA DE TANTO TOSSIR'



Ex-ministra acusa presidente de ‘falta de transparência’ na condução da economia.

No dia da primeira reunião ministerial do novo governo Dilma Rousseff, a ex-ministra e senadora Marta Suplicy (PT-SP) coloca mais lenha na fogueira da crise do partido e afirma que falta transparência ao governo. Em artigo publicado na “Folha de S. Paulo” e divulgado à imprensa por sua própria assessoria, a senadora escreve que, “se tivesse havido transparência na condução da economia no governo Dilma, dificilmente a presidente teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação de descalabro”.

Marta, que no começo do ano deu uma entrevista com fortes críticas a Dilma e ao PT, dizendo que ou o partido “muda ou acaba”, lembrou nesta terça-feira que a presidente afirmou em seu discurso de vitória que manteria seus compromissos de campanha. “Nem que a vaca tussa”, salientou Marta sobre expressão usada por Dilma para afirmar que não mexeria em direitos e conquistas trabalhistas.

Para a senadora, se tivesse havido transparência, “não estaríamos agora tendo de viver o aumento desmedido das tarifas, a volta do desemprego, a diminuição de direitos trabalhistas, a inflação, o aumento consecutivo dos juros, a falta de investimentos e o aumento de impostos, fazendo a vaca engasgar de tanto tossir”.

A senadora, que foi ministra dos governos Lula e Dilma (Turismo e Cultura, respectivamente), queixou-se do silêncio da presidente sobre a escolha do ministro da Fazenda, Joaquim Levy: “sem nenhuma explicação, nomeia-se um ministro da Fazenda que agradaria ao mercado e à oposição. O simpatizante do PT não entende o porquê. Se tudo ia bem, era necessário alguém para implementar ajustes e medidas tão duras e negadas na campanha? Nenhuma explicação”.

Para Marta, no entanto, não fica claro ainda se Dilma apoia as decisões da equipe econômica, já que “ela logo desautoriza a primeira fala de um membro da equipe e depois silencia”. A senadora comenta ainda que a própria Fundação Perseu Abramo, entidade do PT, criticou as escolhas do econômicas do governo.

“O PT vive situação complexa, pois embarcou no circo de malabarismos econômicos, prometeu, durante a campanha, um futuro sem agruras, omitiu-se na apresentação de um projeto de nação para o país, mas agora está atarantado sob sérias denúncias de corrupção”, dispara a ministra, ressaltando que “nada foi explicado ao povo brasileiro, que já sente e sofre as consequências e acompanha atônito um estado de total ausência de transparência, absoluta incoerência entre a fala e o fazer, o que leva à falta de credibilidade e confiança”.

Para Marta, a esse cenário somam-se as crises hídricas e energéticas, o que deixa o “palco montado”: “A peça se desenrola com enredo atrapalhado e incompreensível. O diretor sumiu”, finaliza a ex-ministra.

O presidente nacional da legenda, Rui Falcão, não quis comentar as declarações da ex-ministra. Rui foi secretário de governo de Marta em São Paulo e era um de seus principais aliados. Ainda assim não escapou das críticas de Marta, que o acusou de fazer parte de um “complô” com o publicitário João Santana para inviabilizar uma eventual candidatura do ex-presidente Lula no ano passado.

CRISE COM O PT

Ex-prefeita de São Paulo, Marta tem se ressentido de falta de apoio do partido. Nas últimas campanhas, de 2012 e do ano passado, deu apoio protocolar aos candidatos a prefeito, Fernando Haddad, e a governador, Alexandre Padilha. No final do ano, foi implacável com o Padilha, seu ex-colega de ministério, que anunciou em primeira mão pelo Twitter o nome do sucessor de Marta na Cultura, Juca Ferreira. “Nada mais sintomático do que Alexandre Padilha, aquele que foi rejeitado pelo povo paulista, nas últimas eleições, para anunciar Juca Ferreira no Ministério da Cultura”, escreveu Marta, complementando que Ferreira, quando fora ministro da Cultura, havia promovido “desmandos” dos quais a população brasileira não “fazia ideia”.

Era o anúncio de que Marta, que pretende concorrer às eleições municipais de 2016, iniciava uma guerra contra seu próprio partido. Em seguida, em entrevista ao “Estado de S. Paulo”, a senadora fez críticas severas ao PT e ao governo. Até agora, a posição do partido tem sido de aguardar, sem causar mais fissuras na relação. O PT descarta a expulsão da ex-ministra e afirma que não há quebra de preceitos de seu estatuto.

Coordenador da Construindo um Novo Brasil (CNB), tendência majoritária do PT do qual Marta faz parte, Francisco Rocha, o Rochinha, rejeita a ideia de expulsar a ministra, mas não esconde a irritação com as declarações da petista. Para ele, “alguém precisa conversar com a Marta, que está magoada”. Ele, no entanto, não procurou a ex-ministra.

— Para expulsar a Marta pelo que ela fala, o PT teria de fazer uma lista enorme (de expulsões). Ela tem de parar. Alguém tem de sentar com ela e conversar. Não aceito que nenhum petista cuspa no prato em que comeu. Nem eu, Rochinha, nem ela, Marta.

Ex-marido de Marta, o senador Eduardo Suplicy foi surpreendido com o artigo da senadora nesta terça-feira. Apesar do nível de tensão entre ela e o partido, Suplicy diz acreditar que ainda exista um caminho de diálogo com a legenda.

— Ela tem consciência de que, se em alguns momentos ela não se sentiu tão considerada, por outro lado, sabe o quanto o partido a acolheu_ disse ele lembrando que, antes mesmo de ser deputada, em 1994, seu nome havia sido cogitado pelo então presidente do PT, José Dirceu, para ocupar a vaga de vice na disputa pelo governo paulista.

Bem votada para a Câmara dos Deputados, Marta concorreu ao governo em 1998 e, na eleição seguinte, venceu a corrida à prefeitura de São Paulo, em 2000. Depois, foi derrotada por José Serra (PSDB) na reeleição. Para Suplicy, não falta a Marta reconhecimento do partido, tampouco de lideranças como o presidente da legenda, Rui Falcão, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que, mesmo depois de derrotas eleitorais, ele concorreu ao Senado e ocupou dois ministérios do governo petista.

— Acredito que haja uma possibilidade de diálogo, mas qualquer decisão será dela. A minha recomendação, que faço a mim mesmo, é a decisão de permanecer, de procurar prevenir e corrigir as falhas (do partido)_ disse o senador, salientando que Marta não pediu seu aconselhamento.

Antigo aliado de Marta, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) condenou o texto da senadora, em sua conta no Twitter. Ele considerou o teor do texto “inaceitável”. “ Não traduz o sentimento dos petistas nem do povo brasileiro”, escreveu o petista.

DILMA DEFENDE 'MEDIDAS CORRETIVAS' NO GOVERNO PARA MANTER 'PROJETO VITORIOSO NAS URNAS'



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 A presidente Dilma Rousseff disse na tarde de ontem,  terça-feira, 27, na primeira reunião ministerial do segundo mandato, que tomou medidas de "caráter corretivo" para consolidar um projeto "vitorioso nas urnas". Segundo a petista, a gestão será ao mesmo tempo de continuidade e de mudanças. 

A presidente defendeu que a tarefa é continuar o projeto de desenvolvimento criado a partir de 2003. “Nós precisamos garantir a solidez dos nossos indicadores econômicos”, afirmou Dilma aos 39 ministros, na Granja do Torto.

Dilma afirmou que o governo vai adequar seguro desemprego e o auxílio por morte em função das "novas condições" do País. Argumentou que o valor real do salário mínimo cresceu nos últimos anos, assim como a expectativa de vida. "Trata-se de aperfeiçoamento de políticas sociais", disse a presidente, ao justificar as mudanças, alvo de críticas de centrais sindicais e até de setores do PT. As medidas são vistas como uma contradição em relação ao discurso adotado pela então candidata à reeleição na campanha de 2014.

"Nós sempre aperfeiçoamos nossas medidas, a Bolsa Família é um exemplo", defendeu a presidente. Segundo Dilma, no ano passado, um total de 1,29 milhão de famílias deixou o programa por não mais enquadrar nos critérios para recebimento do benefício. "A razão de ser da gestão responsável da política econômica é estimular crescimento", comentou há pouco Dilma.

Ao comentar a conjuntura econômica, a presidente disse que o País passa por dois choques. Um seria externo, advindo da crise de economias importantes no mundo, da redução do preço de commodities e da apreciação do dólar frente ao real. No plano interno, disse a presidente, ocorre um choque no preço dos alimentos.

Dilma afirmou que a seca pela qual atravessa o País também teve impacto nos preços de energia e no fornecimento de água para a região Sudeste. Mas destacou que o Brasil fez o seu papel diante desses choques, ao conseguir preservar o emprego e a renda do trabalhador.

Segundo a petista, o governo absorveu a maior parte das mudanças dos cenários nas contas fiscais. Ela disse que foi reduzido o resultado primário para proteger a economia brasileira. “Estamos diante da necessidade de reequilíbrio fiscal”, destacou, ao frisar que tais medidas vão assegurar a queda da inflação e da taxa de juros no médio prazo.

A apresentação inicial de Dilma na reunião ministerial de hoje foi aberta e transmitida pela NRB, a rede oficial de televisão. O restante do encontro, no entanto, será fechado.