sexta-feira, 13 de março de 2015

DEPUTADOS TRANSFORMAM AL EM CÂMARA DE VEREADORES DE BACABAL


Carlinhos Florencio

Para o Blog de Abel Carvalho
 
De maneira desnecessária, três deputados estaduais – Roberto Costa (PMDB), Rigo Teles (PV) e Carlinhos Florêncio (PHS) – conseguiram transformar, nesta quinta-feira (12), a Assembleia Legislativa em uma espécie de Câmara de Vereadores de Bacabal.
Pior é que o debate foi de péssimo nível. Os parlamentares se limitaram a trocarem acusações, inclusive sobrando até para familiares dos deputados envolvidos no debate, que foi totalmente improdutivo até para a bela e importante Bacabal.

Tudo começou quando o deputado Roberto Costa afirmou que a Comissão de Obras da Assembleia estará indo a Bacabal acompanhar o andamento de algumas obras que pela sua demora na execução estão prejudicando a população bacabalense. Em seguida, Florêncio subiu a Tribuna e pediu que a Comissão de Obras não faça política e investigue todas as obras em Bacabal e não apenas da atual gestão. A partir daí foi trocas de farpas e acusações de todos os lados.
O Blog selecionou algumas para demonstrar o nível que os parlamentares conseguiram transformar o debate em torno de Bacabal, que pareceu mais uma lavagem de roupa suja em pleno Plenário da Assembleia Legislativa.


“O deputado Carlinhos Florêncio afirmou que o Hemomar é fechado, é verdade, agora ele só esqueceu de dizer que o diretor do Hemomar de Bacabal, no governo de Roseana, era o irmão dele”, afirmou Roberto Costa, repetindo por diversas vezes que por ser o mais votado em Bacabal, tinha legitimidade para defender a cidade.

Ai foi a vez do deputado Rigo Telles participar do “debate” e o parlamentar do PV bateu forte no peemedebista.

“Eu não admito que o deputado Roberto Costa venha aqui criticar a gestão de Bacabal, se até ontem ele fazia parte. Isso é cuspir no prato que comeu.O hospital de Bacabal foi demolido pela circunstância da conjuntura da fortaleza dos políticos que ali fazem sua política no Maranhão, da qual Vossa Excelência faz parte. Não tinha necessidade de demolir o hospital, não tinha. Bacabal teve vários problemas nos últimos anos, inclusive numa má administração da Ciretran de lá, que eu não quero falar, mas se for preciso, eu falarei”, afirmou Rigo em toma ameaçador a Roberto Costa.



Carlinhos Florêncio retornou a Tribuna e aumentou o tom da “lavagem de roupa suja” e também fez duras críticas ao peemedebista.

“Ora, com a estrutura que ele tinha, eu acho que ele tirou pouco voto em Bacabal isso sim. Para vocês terem uma mínima ideia, o coronel comandante da polícia de Bacabal era cabo eleitoral dele (Roberto Costa) e ia de porta em porta pedindo voto. Eu cito aqui os 70 empregos que ele tinha no presídio, aí eu cito aqui os empregos do Ciretran, enfim. Vossa Excelência tinha um papel importante no governo passado, que era defender o governo. Eu acho que hoje está perdendo a legitimidade, porque está inscrito aqui na Casa como Líder da Oposição, mas jamais cumpriu esse papel estranhamente”, debochou Florêncio sobre a postura atual de Roberto Costa no parlamento maranhense, que, de fato, tem causado espanto em muita gente.

O peemedebista, depois do bombardeio, retornou a Tribuna e devolveu as críticas aos dois colegas.

“Curioso ver o deputado Rigo Telles atacando o governo Roseana, pois ele esqueceu de dizer que a esposa dele, pessoa muito querida, pessoa competente, era assessora da Governadora Roseana e trabalhava na sala ao lado. Se botar o deputado Rigo Telles no meio de Bacabal, ele se perde. Sobe na Tribuna para falar de Bacabal, mas nunca colocou um real para a cidade, o dinheiro todo vai para Barra do Corda”, afirmou.

“Durante os quatro anos como deputado, o deputado Carlinhos Florêncio nunca subiu nesta Tribuna para defender os interesses da cidade de Bacabal e nem da população. O deputado Carlinhos fala com autoridade, mas de defender apenas os interesses familiares dele”, finalizou Costa.
Pelo visto, Bacabal e principalmente a Assembleia Legislativa merecem um debate melhor e mais produtivo. Vale lembrar que nenhum dos três deputados é um parlamentar de primeiro mandato.

APÓS RUMORES, DILMA COMBINA NOTA COM LULA PARA ACALMAR MERCADANTE



Foi tudo combinado. As informações dando conta de que Aloizio Mercadante estava na linha de tiro aborreceram de tal forma o chefe da Casa Civil que a presidente Dilma Rousseff decidiu telefonar para seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã de quarta-feira, pedindo ajuda. Dilma avisou Lula que divulgaria uma nota oficial para desmentir a notícia de que o ex-presidente não apenas fizera críticas a Mercadante como a havia aconselhado a dar uma 'chacoalhada' na articulação política do governo. Motivo: o ministro, capitão do time, tinha ficado muito abatido com os rumores sobre sua perda de poder.

Lula, então, também determinou à sua assessoria que redigisse uma nota. "Eu soube que o Mercadante está cabisbaixo, triste. Desmente aí (as críticas)", afirmou o ex-presidente, segundo relato de um interlocutor que presenciou a cena, no Instituto Lula, em São Paulo. Não é de hoje, porém, que o ex-presidente dá estocadas no ministro da Casa Civil, definido como um interlocutor sem jogo de cintura no trato com os aliados. "Mas Mercadante está na articulação política do governo? Eu não sabia", ironizou, na quarta-feira, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na prática, Dilma vai adotar um novo modelo de coordenação no Palácio do Planalto, na tentativa de melhorar o relacionamento com o PMDB e outros partidos da coalizão, além de evitar novas derrotas no Congresso. Lula, de fato, sugeriu que Mercadante cuidasse apenas da gestão do governo. Em 2004, antes de estourar o escândalo do mensalão, ele adotou a mesma estratégia. Tirou formalmente o então todo poderoso ministro José Dirceu (Casa Civil) da articulação política, mandou o petista se dedicar às questões administrativas e incumbiu Aldo Rebelo (PC do B) de fazer a "ponte" entre o Palácio do Planalto e o Congresso. Não deu certo.

Até mesmo aliados do governo dizem hoje que, por seu perfil centralizador, Mercadante nunca ficará fora da coordenação política, embora o "varejo" das negociações seja feito pelo titular de Relações Institucionais, Pepe Vargas. Agora, porém, Dilma foi convencida por Lula de que o ministro da Defesa, Jaques Wagner, deve ser cada vez mais escalado para missões espinhosas. É Wagner, por exemplo, quem tem tentado acalmar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em rota de colisão com o governo desde que apareceu na lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por suspeita de participação no esquema de desvio de recursos da Petrobrás. O ministro da Defesa e o chefe da Casa Civil são hoje os principais nomes do PT para a sucessão de Dilma, em 2018, caso Lula não queira disputar a eleição.  
Além de reforçar o poder de Wagner, Dilma também dará mais espaço ao PMDB e aos aliados PSD e PC do B na equipe. Chamará para um "rodízio" de tarefas no Congresso os ministros Eliseu Padilha (Aviação Civil), Gilberto Kassab (Cidades) e Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia). O objetivo do trio será jogar água na fervura da crise política. Lula adotou modelo semelhante, com outros personagens, quando eclodiu o escândalo do mensalão, em 2005

VEREADOR ROGÉRIO SANTOS PEDE A REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA A DISCUSSÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONSELHO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA





Por Abel Carvalho

A câmara municipal de Bacabal aprovou por unanimidade, em sessão realizada quarta-feira, 11, requerimento de autoria do vereador Rogério Santos solicitando ao prefeito municipal de Bacabal, José Alberto Oliveira Veloso, a imediata realização do audiência pública visando a discussão e implantação do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

O parlamentar popular socialista justificou sua proposição explicando que "todos os municípios brasileiros tem a obrigação constitucional de desenvolver ações e projetos visando possibilitar a inclusão de pessoas com deficiências diversas em sua sociedade, permitindo que os mesmos sejam alvo e possam desfrutar igualmente da vida em comunidade."

Assegurou também na justificativa que "em Bacabal já existem várias entidades ligadas a esse tipo de movimento inclusivo. Eu destaco aqui que entidades como a Asdebal, a Ama, e a Sociedade Pestaloze já trabalham sem o necessário apoio ações de inclusão dessas pessoas na sociedade. A criação do Conselho permitirá que essas ações hoje trabalhadas por organizações não governamentais sem torem ações de governo o que permitira melhor planejamento e maior desenvolvimento."

Aulas de música na periferia

Rogério Santos fez tramitar na mesma sessão Indicação sugerindo ao secretário municipal de cultura, empresário José Clécio, que o mesmo providencie, de forma urgente, a implantação de projeto que ministre aulas práticas e de teoria musical nas comunidades do Novo Bacabal, Tresidela, Vila Frei Solano, Alto da Assunção, Cohab I, II e III; Vila da Paz, Vila São João, Vila Santos Dumont, Vila Jurandir Lago, Vila Pedro Brito, Alto Bandeirante, Bairro Mangueira, Vila Coelho Dias e Satuba.

Na justificativa ele mostrou que "a implantação de projetos dessa monta, nesses bairros, se faz necessária em razão da necessidade da descentralização desse tipo de trabalho, hoje restrito apenas a Escola de Música Maestro Almir Garcez Assaí, da melhor formação e qualificação para os nossos músicos e cantores, onde não existe cinemas e teatros, além de valorizar, divulgar e difundir o trabalho dos nossos artistas, essas atividades podem ser desenvolvidas através de parcerias com entidades organizadas, governamentais e não governamentais a exemplo de associações e uniões de moradores, clubes de mães e outras entidades de caráter e cunho educativo e social.

Ao usar a tribuna o vereador Rogério Santos agradeceu aos colegas a aprovação do seu requerimento e lembrou que o governo do município está realizando obra de recuperação do mercado público da Vila São João, destacando a sua importância, assim como explicou que, além da reforma do mercado, a prefeitura também construirá na área o Restaurante do Povo 3, obra de cunho social que o carro chefe da atual administração.

1. DECRETO DA ÉPOCA DE FHC ABRIU PORTA PARA CORRUPÇÃO NA PETROBRAS, DIZ CUNHA

Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) depõe na CPI da Petrobras
Em depoimento à CPI da Petrobras, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou da noite de ontem, quinta-feira que decreto editado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso permitiu a instituição de esquema de corrupção na estatal.

Segundo Cunha, o decreto que modificou a lei de licitações na empresa foi o “fato motivador” que resultou na formação de cartel e de irregularidades em contratos da estatal.

“No meu ponto de vista pessoal, a razão do esquema de corrupção na Petrobras se deu pela mudança da regra de licitações”, afirmou.
“Foi exclusivamente por decreto da Presidência da República, não foi na Presidência atual, foi ainda na época do governo de Fernando Henrique”, disse o presidente à CPI, acrescentando que o conceito da mudança visava dar agilidade para que a Petrobras pudesse competir internacionalmente.

“(O decreto) foi a porta aberta para que se permitisse instalar uma possível lista de privilegiadas na execução de obras e serviços na Petrobras”, acrescentou.
A CPI, assim como a Justiça, apuram a existência de esquema de corrupção na Petrobras envolvendo pagamento de propina em contratos de três diretorias, em benefício de políticos e partidos.

Cunha, assim como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), figura em lista de 49 pessoas  --47 deles políticos, com ou sem mandato--, que passaram a ser investigadas a partir de autorização do STF após pedido de abertura de inquérito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na última semana, para apurar suposto envolvimento em esquema.
Cunha aproveitou seu depoimento para questionar o que considera uma condução política do caso pelo procurador-geral, afirmando que sua inclusão na lista ocorreu de foma "irresponsável e leviana”. 

O presidente da Câmara sugeriu ainda que o Legislativo mude as regras para vedar a possibilidade de recondução ao cargo de procurador-geral. Atualmente, o procurador-geral depende do poder Executivo para condução à sua reeleição.

“Caberia a nós, até, mudarmos a legislação para vedar a recondução. Para dar isenção. Para ele, no exercício de sua função, não ter que agradar a quem quer que seja. Seja quem vai reconduzi-lo ou seja quem aprová-lo na Casa competente.”

Embora o clima na CPI fosse de elogios a Cunha --tanto de oposicionistas quanto de governistas --, alguns, como a deputada Maria do Rosário (PT-RS) discordou e disse não acreditar em politização dos atos do procurador.
Já o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), em coro com os que teciam elogios a Cunha, apresentou requerimento, qua ainda precisa ser votado, pedindo a quebra dos sigilos telefônicos de Janot e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. 

Cunha, por sua vez, afirmou que não colocaria seus sigilos à disposição para não fazer “bravata” ou “constranger” outros investigados, que poderiam sentir-se na obrigação de fazer o mesmo. Ressaltou, no entanto, que sua declaração fiscal já é pública e que se a CPI assim entender, poderá quebrar os sigilos

COM 20 CARROS NOS BOXES, GP DA AUSTRÁLIA PODE TER GRID DE APENAS 16 COM PROBLEMAS DE SAUBER E MARUSSIA



MELBOURNE, AUSTRALIA - MARCH 12: Felipe Nasr of Brazil and Sauber F1 is seen in the pit paddock during previews to the Australian Formula One Grand Prix at Albert Park on March 12, 2015 in Melbourne, Australia. (Photo by Robert Cianflone/Getty Images): Nasr pode ficar de fora do GP da Austrália.
No lançamento do Guia F1 2015 do GRANDE PRÊMIO há três dias, uma das matérias falava a respeito da incerteza da quantidade de carros durante toda temporada. Naquele momento, a Manor Marussia estava por chegar a Melbourne  deveria conceber a toque de caixa seus dois carros, ainda que fossem utilizados apenas para um treino de luxo. Veio, então, a história toda de Giedo van der Garde e sua ação contra a Sauber, deixando um ponto de interrogação imenso no ar sobre a escolha dos pilotos.

Pois a poucas horas do início dos treinos livres, o fato é que os problemas das duas equipes podem fazer o grid de 20 carros ser reduzido a 16.

Diante do imbróglio que criou para si e se vendo na obrigação de colocar um carro na pista para Giedo van der Garde neste fim de semana, a Sauber já estuda a possibilidade de não correr na Austrália. A decisão do tribunal australiano, em concordância com o primeiro veredicto dado por uma corte da Suíça, significou que a equipe passou a ter três pilotos contratados para apenas duas vagas. 

Com pressão de todos os lados, aquele que for sacado certamente vai tomar as medidas legais cabíveis. A lista solta pela FIA nesta quinta-feira (12) continha o nome dos atuais titulares, Marcus Ericsson e Felipe Nasr. Esta situação foi a que fez Van der Garde entrar com uma nova ação: para garantir que a Sauber obedeceria à justiça. Ficou ameaçado, inclusive, o confisco dos itens do time em caso de descumprimento da ordem. Foi quando começaram a borbulhar os rumores de que a saída seria desistir da prova.

Ali do lado na garagem, a Marussia chegou quietinha, assinou a lista de presença, mas enfrenta uma situação que tende a ser irreversível: problemas no software do motor Ferrari. Assim, os carros de Will Stevens e Roberto Merhi não conseguiriam sequer deixar os boxes em Melbourne. O carro deu as caras no paddock.

Os treinos livres na Austrália têm início às 22h30, e o GRANDE PRÊMIO vai fazer o acompanhamento AO VIVO e em TEMPO REAL de tudo que acontecer em Melbourne, dentro e fora da pista.