sexta-feira, 23 de maio de 2025

CADÊ A BACABA. HINO CULTURAL DE BACABAL, SERÁ APRESENTADA COMO ESTUDO DE DOUTORADO SOBRE EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO

 

Por Abel Carvalho

O bacabalense Paulo Henrique Vieira de Macedo, Mestre em Ensino, professor na Secretaria Municipal de Educação de Santa Inês - Maranhão, e, Doutorando em Ensino pela Universidade do Vale do Taquari (Univates), Lajeado - Rio Grande do Sul, apresentará, de forma assíncrona, a musica Cadê a Bacaba, Hino Cultural de Bacabal, como tema de Estudo de Doutorado sobre Educação e Sustentabilidade, no congresso Colóquio de Educação e Sustentabilidade – 2025, Observatório de Educação e Sustentabilidade, da Universidade Federal de São Paulo.

O Estudo, e/ou Ensaio produzido pelo professor bacabalense tem o assessoramento da professora Maria Beatriz Pereira da Silva, Doutora em Ciências da Educação (UFLO/AR) e Professora do Curso de Enfermagem  da Universidade Estadual do Maranhão (Campus Bacabal), e da professora Jeanny Gomes Quixaba, Pós-Graduada em Neuropsicopedagogia Clínica e Institucional (Censupeg), Professora na Secretaria de Educação de Bacabal, que formam sua equipe de trabalho.

O Estudo

O presente ensaio crítico, diz o doutorando, "inicia-se com um trecho da canção Cadê a Bacaba, declamada por Zé Lopes, cantor e compositor maranhense. Olha a bacaba, cadê quem não bebeu, quem não provou, dançou. Não Conheceu! Roubaram da história o passado tiraram desse povo, o que é seu... Juçara, anajá e buriti há muito tempo habitaram por aqui. Porém, perderam a memória, quem sabe o fim dessa história, o povo na avenida quer ouvir.”

Paulo Henrique mostra que "no decorrer dos versos observa-se a saudade dos ambientes naturais repletos de espécies nativas que aos poucos foram sendo devastadas pela agropecuária e grandes latifundiários".

Revela que "o objetivo desta escrita é promover reflexão com base no poema descrito com maestria pelos compositores que retratam através da música suas inquietudes, que constantemente foram visualizadas em sua juventude. No ensejo, a iniciativa entrelaça-se com a diminuição dessa mata nativa da região central do Estado do Maranhão, especificamente, na cidade de Bacabal. Local este que atualmente compõe uma vasta quantidade de pastos para alimentação de bovinos, com uma insistente resistência de palmeiras do tipo babaçu. Em decorrência disso, existe uma acentuada derrubada dessas palmeiras e matas nativas para o alojamento de outras culturas distantes da realidade da região".

Dessa forma, contextua, "o ensaio parte de um apontamento qualitativo, com base no legado da canção. E tem como possíveis resultados as seguintes indagações para as futuras gerações: o que será das matas nativas? A bacaba fruto bastante conhecido pelos antigos moradores são raros de se ver. Que legado natural serão deixados para as crianças, estudantes e jovens, assim como eu, não provaram a fruta? E que às vezes, não conhecem a origem do próprio nome da cidade, Bacabal?"

"Diante dessas indagações que promovem várias inquietações, considera-se que é notável e essencial que além da valorização das matas nativas, aconteçam políticas educacionais e culturais que possam agir com metas reais para o reconhecimento de um bem material e até mesmo imaterial tão precioso em um processo de transvaloração de valores, para o que foi visto no passado, possa acontecer uma preservação efetiva que volte não a ser uma canção de despedida! E sim, uma canção que alargue o sentido da sustentabilidade e da preservação para um Planeta Terra equilibrado e repleto de tesouros para as futuras gerações", conclui em seu Ensaio Paulo Henrique Vieira de Macedo.

Cadê a Bacaba

A música Cadê a Bacaba é originalmente composta em ritmo de samba enredo para a Escola de Samba Unidos do Bairro da Areia. Defendeu a agremiação na avenida no carnaval do ano de 1988. De minha autoria, Abel Carvalho, jornalista, poeta e compositor; de Zé Lopes, cantor, compositor, poeta, trovador e radialista, e, de Paulo Campos, poeta e radialista, foi regravada por Zé Lopes em forma de canção para o CD Festa, lançado no ano de 2.000, com arranjos e violões do músico Júnior Barreto, e logo ganhou destaque na cidade, sendo oficializada, por proejto de  lei  do vereador Melquiades Neto, como Hino Cultural de Bacabal.

Cadê a Bacaba foi o segundo samba enredo que eu, Paulo e Zé compusemos para a Unidos. Antes, no primeiro ano da escola, 1987, compusemos o samba D'Areia, eternidade e tradição, cujo enredo eram as "coisas" e a "cultura do próprio bairro. Nos dois anos seguintes fizemos Resgatando as tradições, e Papete, birimbal e percursão, transformando a escola em bi-campeã do carnaval bacabalense.

O "doutor" Francisco Soares Silva, empresário e administrador de empresas, ao lado do engenheiro Raimundo Nonato Chaves (in memorian), ambos integrantes da diretoria da escola de samba, foram os primeiros a perceber esse viés, hoje levantado pelo professor Paulo Henrique em seu estudo: a ecologia, o meio ambiente, a sustentabilidade como tema e, como protesto. Soares afirma, e mantém a afirmação, que fomos os primeiros a trabalhar essa ideia no país, hoje fato tão em voga e tão discutido.

Além de levantar a questão do desaparecimento da Bacaba, do Anajá, do Buriti, plantas que representam a flora nativa do município, Cadê a Bacaba, informo aqui ao professor Paulo Henrique Vieira de Macedo, também se preocupou, e denunciou, o processo de degradação por qual passava o Rio  Mearim à epoca, década de 80 do seculo XX, quando o governo federal implentou uma série de projetos e obras que culminaram com a retificação do Rio Mearim, cortando suas curvas e mudando o seu curso.

Por isso questionamos: - Como explicar cortar as curvas de um rio, e desviá-lo dos olhos do Pescador? Tomar da natureza é desafio, é contrariar o Criador. Tirar do Homem o sustento, e assim deixá-lo sedendo, é querer torná-lo sofredor...

Cadê a Bacaba também fez um duro questionamento político: - Mas, a Unidos canta forte na avenida, resgatando com orgulho o que seu. Fazendo da tristeza a alegria, pergunta - e o beco, quem comeu?... Isso é uma dura crítica ao sistema político vigente à epoca, que vendeu um bem público, uma rua, via conhecida como Beco da Bosta - por isso "o beco", para uma empresa privada, que fechou a artéria construíndo um prédio.

A denúncia produziu um fato: a comissão julgadora do desfile das escolas de samba daquele ano, puniu a escola com notas baixas, impedindo o seu primeiro título de campeã.

A lembrança proposta pelo professor Paulo Henrique Vieira de Macedo, em Estudo/Ensaio, confirma o 'doutor francisco Soares' e o engenheiro Nonato Chaves, como observadores futuros: Cadê a Bacaba foi o primeiro samba enredo desse pais a trabalhar o tema "sustentabilidade".

Veja o vídeo da apresentação do professor Paulo Henrique Vieira de Macedo:



SAO LUIS, A CAPITAL DO SAO JOAO

São Luís foi apontada como a capital brasileira das festas juninas e do reggae, segundo a pesquisa ‘Cultura nas Capitais’. A pesquisa é da JLeiva Cultura & Esporte, com patrocínio do Itaú e do Instituto Cultura Vale por meio da Lei Rouanet, Lei Federal de incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

O estudo traça o perfil dos hábitos culturais da população em todas as capitais do país e é voltado a pesquisadores, gestores, agentes culturais e demais interessados.

De acordo com os números, a capital maranhense lidera com folga a participação em festas juninas (38%, contra 28% na média das capitais) e é onde esse tipo de celebração é mais valorizado como principal evento cultural da cidade (53%). O reage, escutado por 22% da população, tem uma presença três vezes maior que a média das capitais (5%), reforçando sua importância na identidade musical local.

Outro destaque trazido pelo estudo é a valorização do centro histórico, citado como espaço cultural mais frequentado por 21% dos moradores – um índice dez vezes superior à média das capitais (2%). Na culinária, o arroz de cuxá ganha destaque: 24% dos entrevistados citaram receitas de arroz como típicas da cidade, percentual oito vezes maior que a média das capitais (3%).

Em relação ao acesso a atividades culturais nos doze meses anteriores à pesquisa, São Luís apresenta índices superiores à média das 27 capitais em relação à frequência em festas populares (45%, contra 36%) e circo (17%, contra 14%). A maioria das atividades culturais frequentadas pelos moradores da capital do Maranhão ocorre longe do bairro de residência, de acordo com 56% dos respondentes, enquanto 29% afirmaram que tais atividades ocorrem perto do bairro onde moram e 15% no próprio bairro.



COM A PALAVRA - COMEMORAÇÃO EM SILÊNCIO - POR PAUL GETTY

 



COMEMORAÇÃO EM SILÊNCIO: 60 dias de esquecimento

-----------------

Essa semana exatamente, faz 60 dias desde que fui submetido a uma cirurgia de prostatectomia. Uma data marcante, memorável… ao menos para mim. Afinal, quem não contaria os dias depois de um procedimento desses, não é mesmo? Mas, curiosamente, tenho refletido sobre algo ainda mais doloroso que o pós-operatório: o silêncio cirúrgico de certos “amigos”.

É interessante notar como algumas pessoas, que se autodenominam próximas, conseguiram a proeza de passar dois meses inteiros sem sequer digitar um “melhoras”, um “força aí” ou, ousando muito, um emoji de coração — afinal, até o WhatsApp oferece mais empatia que certos contatos da vida real. Visita então… ah, essa é exclusiva para os que ainda praticam a arte em extinção da verdadeira amizade.

Agora, troquemos o cenário. Imagine que em vez de uma cirurgia fosse uma festa de aniversário, com muita cerveja gelada, churrasco no ponto e aquele pagodinho animado. Nesse caso, a agenda se abriria magicamente, os compromissos evaporariam e ninguém esqueceria o “grande dia”. Milagres da sociabilidade seletiva.

Mas, sejamos justos: talvez essa atitude seja apenas uma peculiaridade do comportamento humano. Quem sou eu para exigir empatia ou consideração? Afinal, esquecer um amigo doente é quase um ritual social — acontece nas melhores famílias, dizem por aí. E quem sou eu para quebrar essa tradição secular?

Enfim, sigo contando os dias — não só da recuperação física, mas também do aprendizado emocional. Porque cirurgia a gente supera com o tempo. Já a ausência disfarçada de amizade, essa é mais difícil de cicatrizar.

------------------

@poetapaulgetty

Membro da APL - Academia Pedreirense de Letras



SEXTOU COM MUÇÃO

 

quinta-feira, 22 de maio de 2025

A CONDENAÇÃO DE JÚNIOR DO NENZIM

 


Na madrugada desta quinta-feira (22), depois de sete anos do crime ocorrido, foi concluído o julgamento de Manoel Mariano de Sousa Filho, mais conhecido com Júnior do Nenzim, no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís.

O réu foi condenado, através de júri popular, a 16 anos de prisão em regime fechado, pela morte do próprio pai, o ex-prefeito de Barra do Corda, Nemzim, que também era pai do atual prefeito da cidade, Rigo Telles.

Segundo as investigações, Júnior do Nenzim teria tramado a morte do pai por motivos financeiros, uma vez que estava com dívidas com agiotas e estaria começando a desviar dinheiro das propriedades de Nenzim, que teria descoberto. Júnior do Nenzim deve começar a cumprir a pena imediatamente, já que estava respondendo em liberdade.

OPINIAO - A GRANDE MARCHA DOS PREFEITOS" (E AS DIÁRIAS) ------------------

 


"A GRANDE MARCHA DOS PREFEITOS" (e das diárias)

------------------

Brasília, uma vez por ano, recebe o desfile mais ilustre da república: a Marcha Anual em Defesa dos Municípios, também conhecida, em círculos mais íntimos, como a "Excursão dos Prefeitos". O evento, de nobre intenção — debater pautas prioritárias e fortalecer a gestão municipal —, reúne verdadeiros heróis da pátria: prefeitos, vereadores, assessores, cabos eleitorais disfarçados de técnicos e, por que não, curiosos com crachá.

Durante essa epopéia cívica, delegações de todo o Brasil aportam na capital federal com uma pontualidade que só se vê quando há passagens aéreas pagas, hotéis confortáveis e generosas diárias. E o mais comovente é que, em sua grande maioria, tudo isso é custeado com a moeda sagrada do povo — o dinheiro público. Afinal, o compromisso com a eficiência começa pela escolha do hotel com melhor café da manhã.

É claro que os objetivos são sempre nobres: discutir repasses, distribuição tributária, saúde pública, infraestrutura. Tudo isso entre um coquetel e outro, entre uma “agenda técnica” e um passeio pelo Lago Paranoá. Há quem diga que até os encontros mais íntimos — que envolvem menos planilhas e mais lençóis — também entram no cronograma, tudo pela integração entre os entes federativos, claro.

Enquanto isso, os municípios de origem ficam à espera dos frutos dessa marcha gloriosa. Frutos que, curiosamente, nunca amadurecem. Mas tudo bem. O importante é o networking, os discursos, os registros nas redes sociais — e, principalmente, não deixar a diária vencer.

Ao fim, voltam todos para suas cidades com pastas cheias de “propostas”, selfies com senadores. A população, por sua vez, aguarda ansiosa pelas melhorias prometidas… na próxima marcha.

Autor desconhecido

DELEGADO CESAR FERRO MANDA RECADO À CRIMINALIDADE

 

Depois de ser o principal suspeito de ter furado os dois pneus da viatura da Polícia Civil em Tuntum, “Casca de Bala” acabou morrendo após troca de tiros com policiais maranhenses.

Diante do episódio, o delegado César Ferro gravou um vídeo com o duro e correto recado a criminalidade.

“Qualquer criminoso que tentar confrontar-se com a polícia terá resposta dura e imediata”, afirmou o delegado. Veja o vídeo completo acima.

Vale lembrar que em Itapecuru-Mirim aconteceu algo semelhante. A viatura da Polícia Civil de Vargem Grande foi incendiada e a polícia reagiu indo em busca dos dois suspeitos, um morreu, após confronto com os policiais, e outro se entregou.

A reação precisa ser dura e imediata, pois do contrário corre o risco de “a moda pegar

BRAIDE É O NOVO PRESIDENTE DO PSD NO MARANHAO

 

O acordo celebrado em março deste ano, agora foi oficializado e o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, é o novo presidente do PSD no Maranhão.

A situação passou a ser oficial a partir da terça-feira, 20 de maio, mas somente nesta quarta-feira (21) está registrada na Justiça Eleitoral.

Coube a Braide a montagem de toda direção estadual do PSD, que contará com nomes de confiança do atual prefeito de São Luís, como: Antonio Barata (segundo tesoureiro), Denise Gasparinho (vice-presidente), Emílio Murad (primeiro tesoureiro), Fábio Henrique (secretário geral), Josivaldo Melo (vice-presidente), Ricardo Seidel (vogal) e Márcio Andrade (vogal).

A decisão do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, confirma que Braide é uma prioridade para o partido em 2026 e caberá ao prefeito decidir se vai ou não disputar as eleições para o Governo do Maranhão.

NOVA DATA DO JULGAMENTO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO É MARCADA PIR ALEXANDRE DE MORAES

Depois de quase um mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, devolveu o processo da ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que questiona o critério de idade utilizado para desempatar a eleição da Assembleia Legislativa do Maranhão.

O STF, após a devolução de Alexandre de Moraes, marcou a nova data para retomada do julgamento virtual para o período de 30 de maio a 6 de junho.

Moraes chegou a apresentar seu voto contrário a reeleição, mas partiu de uma premissa falsa, de que o critério de desempate teria sido incluído recentemente no Regimento Interno da ALEMA. Diante da Fake News, Moraes recuou e retirou o voto.

O julgamento recomeçará com o placar de 4×0 contrário a ADIN e favorável a reeleição da presidente Iracema Vale, com os votos de Carmem Lúcia (relatora), Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Nunes Marques. Alexandre de Moraes será o próximo a se posicionar.



GOVERNO DO ESTADO É REPRESENTADO POR ORLEANS BRANDAO NA MARCHA DOS PREFEITOS EM BRASILIA

O secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, está participando ativamente da XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que acontece nesta semana no Centro Internacional de Convenções do Brasil, na Capital Federal. O evento é considerado o maior encontro municipalista da América Latina e reúne mais de 12 mil gestores públicos de todo o país.

Representando o Governo do Maranhão, Orleans tem fortalecido o diálogo com os prefeitos maranhenses presentes no evento, reafirmando o compromisso da gestão estadual com a pauta municipalista e com o desenvolvimento das cidades maranhenses.

“O Maranhão participou em peso. Eu estou me sentindo em casa, conversando com os amigos prefeitos do nosso estado. Aqui encontramos gestores que estão em busca de melhores investimentos e capacitação. Com o municipalismo forte o Brasil também seguirá forte”, destacou o secretário.

A Marcha a Brasília tem como objetivo central promover o debate sobre o fortalecimento dos municípios, buscando soluções concretas para questões como o pacto federativo, financiamento da saúde, educação, infraestrutura, reforma tributária, entre outras pautas prioritárias para os gestores locais.

Além da participação nos painéis e encontros com os gestores municipais, o secretário também esteve na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (20), ao lado de parlamentares maranhenses, da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem) e senadores, em uma reunião de articulação política. No encontro foram discutidas ações parlamentares estratégicas, como a extensão automática da reforma da previdência aos municípios, o aprimoramento das regras de pagamento de precatórios e a substituição do indexador da dívida previdenciária municipal.

Na ocasião, Orleans reforçou a importância da união entre o Estado, municípios e bancada federal para garantir avanços concretos em benefício da população. “Estamos aqui para somar forças. O Governo do Maranhão se coloca à disposição para trabalhar lado a lado com os deputados, senadores e prefeitos. Nosso compromisso é com quem mais precisa”, afirmou.