quinta-feira, 17 de setembro de 2026

DIMAS CASEMIRO TEM IBDEFERIDA CANDIDATURA PARA GOVERNADOR

 O Tribunal Regional Eleitoral indeferiu, por unanimidade, o pedido de candidatura de Dimas Cassimiro ao Governo do Maranhão, pelo Partido da Causa Operária (PCO) nas eleições de 2026.

O relator do processo, desembargador Sebastião Bonfim, votou pelo indeferimento por entender que Dimas Cassimiro não comprovou a condição de alfabetização até o julgamento. O entendimento do relator foi seguido por todos os juízes do TRE-MA e foi o mesmo entendimento já manifestado pelo Ministério Público Eleitoral.

De acordo com Bonfim, Dimas Cassimiro foi comunicado mais de uma vez sobre a necessidade de apresentar documentação que comprovasse a condição exigida para o registro. O relator afirmou ainda que o candidato poderia ter comparecido a uma zona eleitoral para demonstrar a capacidade de leitura e escrita.

Vale ressaltar que Dimas Cassimiro, assim como o candidato do PRTB ao Governo do Maranhão, Roberto Rocha, que também teve o pedido de candidatura indeferido, pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

E TEM MAIS PESQUISA REGISTRADA NO MARANHÃO

 


Vem aí mais uma pesquisa para avaliar o atual cenário eleitoral no Maranhão. O detalhe é que o levantamento será feito por um instituto que costumeiramente não faz pesquisas no estado.

O Instituto Viva Voz, que foi contratado por ele mesmo, irá ouvir 1.320 eleitores maranhenses, entre os dias 15 e 20 de setembro, com previsão de divulgação da pesquisa para segunda-feira, dia 21.

A pesquisa do Viva Voz vai querer saber do eleitor maranhense o seu voto para a Presidência da República, Governo do Maranhão e o Senado.


CANDIDATURA DE SIMPLICIO ARAUJO É INDEFERIDA PELO TRE

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão indeferiu, por unanimidade, o pedido de registro de candidatura de Simplício Araújo, para disputar o Senado, pelo Democracia Cristã (DC), nas eleições de 2026.

O relator do processo, o juiz Neian Milhomem Cruz, seguindo o entendimento da Procuradoria Regional Eleitoral, indeferiu o pedido de Simplício Araújo e foi acompanhado por todos os juízes do TRE-MA.

O indeferimento ocorreu pelo fato de Simplício Araújo não ter apresentado certidão criminal da Justiça Federal de 2º grau e a falta de quitação eleitoral.

Simplício Araújo  pode recorrer da decisão junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

JOSÉ SARNEY JA ESTÁ EM CASA

O ex-presidente José Sarney, na tarde de ontem, quarta-feira (16), recebeu alta hospitalar da UDI e vai seguir o tratamento contra a pneumonia em sua residência, na capital maranhense.

De acordo com boletim médico divulgado nesta quarta-feira, Sarney apresentou evolução satisfatória durante o tratamento e seguirá sendo acompanhado de forma ambulatorial, além de receber cuidados em casa.

José Sarney utilizou as redes sociais para informar que estava realizando exames e recebendo tratamento contra a pneumonia. Ele também agradeceu as mensagens e manifestações de apoio.

O ex-presidente, de 96 anos, ficou internado durante três dias na UDI Hospital, já que deu entrada na unidade de saúde no último domingo (13)

CRÔNICA - INDEPENDÊNCIA OU MASTER - POR ZEZINHO CASANOVA


INDEPENDÊNCIA OU MASTER

Dizem que, às margens do Ipiranga, Dom Pedro puxou a espada e resolveu o problema com uma frase que cabia inteira num quadro de escola: “Independência ou Morte!”. A História gosta dessas cenas arrumadinhas. Um cavalo bonito, o príncipe no centro, meia dúzia de homens levantando chapéu e pronto: nasceu um país. Na vida real provavelmente havia poeira, cansaço, roupa suada, cavalo menos fotogênico e gente sem entender direito o tamanho daquilo.

Mais de duzentos anos depois, o Brasil continua discutindo sua independência. Só mudou o cenário. Não tem riacho do Ipiranga. Tem Brasília. Não tem espada. Tem celular apreendido. E, em vez de “Independência ou Morte”, talvez o grito mais apropriado para estes tempos fosse outro:

Independência ou Master!

O Banco Master era pequeno quando comparado ao tamanho do sistema financeiro brasileiro. O próprio Banco Central informou que o conglomerado representava 0,57% dos ativos do Sistema Financeiro Nacional quando decretou sua liquidação, em novembro de 2025, apontando grave crise de liquidez, comprometimento econômico-financeiro e graves violações às normas do setor. Pequeno no tamanho. Enorme na sombra que deixou.

No primeiro semestre de 2026, o Fundo Garantidor de Créditos já havia desembolsado R$ 40,2 bilhões para 722 mil clientes ligados ao conglomerado Master. É dinheiro demais para tratar o episódio como uma simples história de um banco que fez negócios ruins.

E aí entra Daniel Vorcaro.

Vorcaro talvez venha a ser lembrado menos como banqueiro e mais como uma espécie de personagem que descobriu que, em Brasília, uma boa agenda de contatos pode valer quase tanto quanto um bom balanço. Seu celular virou uma espécie de mapa informal da República.

Ali aparecem políticos, ministros, empresários, advogados, intermediários, viagens, reuniões, mensagens, favores discutidos, contratos e aproximações que atravessam direita, esquerda e centro com uma desenvoltura que faria qualquer ideólogo ficar constrangido.

O Master conseguiu uma façanha tipicamente brasileira: unir adversários.

Não necessariamente no crime é importante dizer isso. Mas na fotografia desconfortável das relações de poder.

Alexandre de Moraes, por exemplo, passou a ocupar o centro de uma crise dentro do próprio Supremo depois da divulgação de mensagens e informações sobre sua relação com Vorcaro. Reportagens apontaram pelo menos seis encontros entre os dois, sendo que os primeiros teriam sido articulados pelo ex-ministro Fábio Faria. Também veio à tona o contrato milionário do Banco Master com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. O escritório sustenta que os serviços foram efetivamente prestados, e Moraes afirma que jamais julgou causa envolvendo o banco.

É exatamente aí que começa o problema brasileiro. Nem tudo que é legal parece normal.

E nem tudo que parece estranho é crime. Só que instituições públicas não vivem apenas da legalidade. Vivem também de confiança.

Dias Toffoli conhece bem esse desconforto. Foi o primeiro relator do caso Master no Supremo e deixou a condução do processo em fevereiro. Questionamentos surgiram em torno de negócios envolvendo empresa de sua família e fundos relacionados ao universo do Master. Toffoli afirmou que não conhecia os gestores do fundo e negou amizade ou recebimento de dinheiro de Vorcaro. Depois de sua saída, o processo foi para André Mendonça.

E então a novela ganhou outro capítulo.

Mendonça abriu documentos, manteve outros sob sigilo, entrou em choque com colegas de Supremo e com a Polícia Federal e chegou a determinar o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da PF, decisão que acabou entrando no centro de outra batalha institucional. Mendonça sustentou que determinados sigilos eram necessários para preservar investigações; outros ministros passaram a cobrar acesso mais amplo ao conteúdo apreendido.

Andrei Rodrigues, por sua vez, teve o nome citado em mensagens relacionadas ao caso e foi tragado pela guerra entre gabinetes. Até aqui, a simples menção de seu nome em mensagens de terceiros não demonstra, por si só, participação irregular. E essa diferença precisa ser lembrada, principalmente quando o noticiário corre mais rápido que os processos.

Mas a história não termina no Supremo. Longe disso.

Ciro Nogueira aparece num dos capítulos politicamente mais delicados. A Polícia Federal passou a investigar uma proposta apresentada pelo senador que ampliaria a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos. Segundo a investigação, o texto teria sido produzido pelo próprio Banco Master e encaminhado a Ciro, que o apresentou. Mensagens atribuídas a Vorcaro demonstram entusiasmo com a iniciativa. Ciro nega ter praticado conduta inadequada relacionada ao banco.

Antônio Rueda, presidente do União Brasil, também entrou no enredo. Documentos enviados pela Receita à CPI apontaram pagamentos do Master a escritórios ligados a ele. Rueda afirmou ter prestado serviços advocatícios legítimos ao banco. Seu nome também aparece ao lado de Ciro em episódios envolvendo deslocamentos de helicóptero ligados a Vorcaro.

Ibaneis Rocha aparece por outra porta.

O BRB, banco controlado pelo governo do Distrito Federal, tentou comprar parte relevante do Master. Vorcaro declarou à Polícia Federal ter conversado mais de uma vez com Ibaneis sobre a operação. Isso não significa, automaticamente, que o governador tenha cometido irregularidade. Significa, porém, que a discussão sobre o Master deixou de ser apenas bancária há muito tempo. Virou política de Estado, negócio público e problema institucional.

Fábio Faria, ex-ministro de Jair Bolsonaro, surge como personagem de bastidor, apontado em mensagens como articulador dos primeiros contatos entre Vorcaro e Alexandre de Moraes. De novo: apresentar duas pessoas não é crime. Mas, quando as duas pessoas são um banqueiro que depois protagonizaria um escândalo financeiro e um ministro do Supremo, aquilo que parecia apenas networking passa a ser examinado com uma lupa bem maior.

O bolsonarismo, claro não passou ileso.

Flávio Bolsonaro entrou formalmente no radar de uma investigação relacionada ao financiamento do filme Dark Horse, sobre seu pai, Jair Bolsonaro. A apuração conduzida no contexto do caso Master investiga suspeitas envolvendo a origem e a circulação desses recursos. Flávio nega irregularidade e afirma estar tranquilo com a abertura das informações.

Perceba a beleza quase perversa da coisa. Tem ministro indicado por governo de esquerda. Tem ministro indicado por Bolsonaro. Tem dirigente do Centrão. Tem bolsonarista. Tem empresário. Tem governador. Tem ex-ministro. Tem chefe da Polícia Federal. Tem senador. Se alguém ainda estiver procurando uma ideologia para o escândalo, talvez esteja procurando no lugar errado.

O idioma mais falado nesses ambientes nem sempre é esquerda ou direita.Às vezes é acesso. Acesso ao gabinete. Acesso ao telefone. Acesso ao jantar. Acesso ao jatinho. Acesso a quem decide.

E talvez seja justamente aí que nossa velha Independência de 1822 encontre a Independência de 2026. Dom Pedro queria romper a dependência de Portugal. O brasileiro de hoje precisa perguntar se o Estado consegue romper sua dependência das relações pessoais que rondam o poder. Porque independência institucional não significa ministro sem amigos, senador sem empresário conhecido ou governador proibido de conversar com banqueiro. Isso seria infantilidade.

Independência é outra coisa. É conseguir dizer “não” ao amigo quando o interesse público exige. É investigar aliado e adversário com a mesma disposição. É não transformar telefone pessoal em atalho para instituição pública. É não confundir advocacia com influência, influência com amizade, amizade com favor e favor com política de Estado.

Principalmente: independência é fazer tudo isso sem escolher previamente quem será culpado e quem será inocentado. O Brasil já sofreu demais com investigações que começaram pela conclusão.

O caso Master precisa terminar em provas, processos, defesa e julgamento, não em torcida organizada. Talvez essa seja a parte mais incômoda. Vorcaro pode acabar sendo apenas o personagem que abriu uma janela. E o que apareceu pela janela é maior do que ele.

Apareceu um Brasil em que poder político, sistema financeiro, advocacia, Judiciário e relações privadas circulam muitas vezes pelos mesmos salões. Gente que discursa como inimJiga durante o dia pode acabar dividindo os mesmos interlocutores à noite.

Enquanto isso, do lado de fora desse mundo, existe o brasileiro comum. Esse não pega jatinho. Pega fila. Não manda mensagem para ministro. Manda protocolo. Não conhece presidente de partido. Conhece o gerente do banco, quando consegue falar com ele. Se a aplicação quebra, ele descobre o significado de FGC. Se o salário não chega ao fim do mês, ninguém marca jantar em Brasília para resolver.

É por isso que o caso Master interessa tanto. Não é apenas sobre Daniel Vorcaro. Nem sobre Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Andrei Rodrigues, Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira, Antônio Rueda, Ibaneis Rocha ou Fábio Faria isoladamente.

É sobre a distância entre quem precisa bater na porta do Estado e quem aparentemente já tem o número do celular.

Em 1822, a pergunta era se continuaríamos dependentes de Portugal. Em 2026, a pergunta ficou mais complicada:

De quem a República precisa declarar independência?

Do dinheiro?

Dos amigos?

Dos partidos?

Dos banqueiros?

Dos próprios ministros?

Do Trump?

Talvez de todos, quando necessário. Porque uma República que só consegue ser independente de seus adversários não é independente. É apenas partidária. E uma Justiça que pesa a mão conforme o nome do investigado deixa de carregar uma balança para carregar uma bandeira.

Por isso, diante de tanta mensagem, contrato, reunião, investigação, helicóptero, gabinete e bilhão circulando por aí, talvez o Brasil esteja novamente diante do seu Ipiranga. Só falta decidir qual será o grito.

Independência ou Master? Ou Independência ou morte!

Eu ainda fico com a primeira. Mas independência de verdade. Inclusive dos nossos amigos

Zezinho Casanova

POESIA - ELEGIA - CRCILIA MEIRELES

Elegia


Neste mês, as cigarras cantam

e os trovões caminham por cima da terra,

agarrados ao sol.

Neste mês, ao cair da tarde, a chuva corre pelas montanhas,

e depois a noite é mais clara,

e o canto dos grilos faz palpitar o cheiro molhado do chão.


Mas tudo é inútil,

porque os teus ouvidos estão como conchas vazias,

e a tua narina imóvel

não recebe mais notícias

do mundo que circula no vento.


Cecília Meireles 

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

VEM AÍ 19 FEIRA DO LIVRO DE SAO LUIS

A Praça Maria Aragão será transformada na Cidade do Livro a partir desta sexta-feira (18), com a abertura da 19ª Feira do Livro de São Luís (FeliS). Até o dia 27 de setembro, o espaço receberá leitores, escritores, livreiros, expositores e famílias em dez dias de programação dedicada à literatura, à cultura e à valorização dos autores maranhenses e nacionais.

A edição deste ano contará com 40 livreiros e 10 sebos, além de 100 lançamentos de livros. A programação inclui mesas, palestras, oficinas, contação de histórias e atividades voltadas ao público infantil, que terá programação diária. A feira também contará com o Café Literário/Casa do Escritor Maranhense, o Auditório Padre João Mohana e espaços destinados aos expositores da economia criativa.

Com destaque para a literatura maranhense, a FeliS promoverá o contato do público com autores, obras e referências literárias ligadas ao Maranhão. O patrono desta edição será Humberto de Campos e os homenageados são Mata Roma e Antônio Lobo. Durante os dez dias de evento, a feira também terá ações voltadas para estudantes e professores da rede municipal de ensino de São Luís, com a ampliação do vale-livro, que este ano chegará a 17 mil.

A programação foi organizada para reunir diferentes públicos em torno dos livros e da literatura. Crianças, famílias, estudantes, professores, escritores e leitores terão acesso a atividades ao longo dos dez dias de feira, que segue até 27 de setembro na Praça Maria Aragão

PASSE LIVRE PARA 60 MIL EDTUDANTES NO MARANHAO


O governador do Maranhão, Carlos Brandão, deu continuidade, na tarde de ontem, terça-feira (15), à entrega dos cartões do Passe Livre para estudantes da rede estadual. Ao todo, 60 mil alunos de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e Imperatriz serão beneficiados com transporte gratuito de ida e volta para a escola nessa fase.

A medida busca reduzir o peso da passagem no orçamento das famílias e contribuir para a permanência dos estudantes em sala de aula. Nos municípios que não contam com bilhetagem eletrônica, o Governo do Maranhão também está firmando convênios com as prefeituras para viabilizar o transporte escolar.

As entregas de hoje foram realizadas no Iema Gonçalves Dias, em São Luís, e Iema Pleno, em São José de Ribamar. Brandão também participou também da entrega de melhorias na infraestrutura das duas unidades de ensino.

NOVA PESQUISA APONTA LIDERANÇA DE BRAIDE PARA O GOVERNO E ROSEANA PARA O SENADO

O Instituto IPPI, contratado pelo Café Quente, divulgou na noite de ontem, terça-feira (15) mais um levantamento sobre o atual cenário eleitoral no Maranhão.

De acordo com a pesquisa, o candidato Eduardo Braide (PSD) é quem lidera a disputa com 44,5%, seguido por Orleans Brandão (MDB) com 27,8%. Ainda pontuaram na pesquisa: Felipe Camarão (PT) com 7,7%, Roberto Rocha (PRTB) com 3,8%, André Luis (Missão) com 1,3%, Reginaldo Lima (PCB) com 0,5%, Saulo Arcangeli (PSTU) com 0,3% e Dimas Cassimiro (PCO) com 0,2%. Não sabe/não respondeu alcançou 8,9% e Branco/nulo/nenhum chegou a 4,9%.

A pesquisa IPPI/Café Quente ouviu 1.500 eleitores em 80 municípios do Maranhão, entre os dias 10 e 14 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-09665/2026.

ROSEANA SARNEY CONTINUA FIRME NA DISPUTA PARA O SENADO

O IPPI, contratado pelo Café Quente,  divulgou, tambem, números sobre a disputa pelo Senado no Maranhão.

Na soma dos dois votos, a candidata Roseana Sarney (MDB) é quem lidera a corrida para o Senado com 35,5%. O candidato do PP, André Fufuca aparece em segundo com 25,3%. Na sequencia aparecem: Weverton Rocha (PDT) com 19,8%, Lahesio Bonfim (NOVO) com 18,7% e Eliziane Gama (PT) tem 15,3%. Os demais não alcançaram dois dígitos: Dr. Hilton Gonçalo (Avante) 6,3%, Cidônio Gonçalves (PL) com 4,8%, Wilson Leite (PSTU) com 2,4%, Raimundo Moreira (PCB) com 1,8% e Enilton Rodrigues (PSOL) tem 1,7%.

A pesquisa IPPI/Café Quente ouviu 1.500 eleitores em 80 municípios do Maranhão, entre os dias 10 e 14 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-09665/2026