domingo, 7 de setembro de 2014

COLUNA DA DONA JUJU



 
Juca Beça Grande Lindérrima Juju, a senhora poderia me diazer o que Zé Vieira está dizendo para Dr. Lisboa e o que Dr. Lisboa está dizendo para Zé Vieira?

Resposta – um está dizendo para o outro: - Eu não fui, mas tu também não foi. Só isso.
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Sheylla Tipá Nelada Saudável Juju, por que a Léa Waldilena está tão sorridente?
Resposta – O caso é que, depois de uma longa dieta, depois de perder trinta e oito quilos, a nossa nêga Léa fez um novo chek up e todas as taxas estão no lugar, então, ela resolveu quebrar a dieta e saborear um bom mocotó e beber uma cerveja bem gelada, sem falar na camaroada da sexta-feira. Só isso.
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Mustafá Lamal Davy da Lheia – Quentissima Juju, sei que senhora não gosta de fofocas e nem eu, mas estou sabendo que o nosso blogueiro Serginho Mathias separou-se da atual esposa?

Resposta – É verdade, o nosso Serginho agora está livre, leve e solto, mas, pode ter certeza que não é por muito tempo, outra, logo vem aí.
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Cemi Dauma Volta – Refrescante donas Juju, estava eu na sexta-feira, no restaurante Colher de Pau curtindo o show do Zé Lopes e do Perboire, quando me deparei com Walcilena e sua mãe Chica, tomando, comendo e comemorando. A senhora sabe o motivo de tanta alegria e comemoração?

Resposta – O caso é que a nossa Walcilena comprou um carro zerinho e aproveitou afesta para comemorar. Ela disse que a sua moto, vai ficar com seu esposo, Seu Nona.
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Fui a Bacabal na sexta a convite de um politico amigo meu. Conversei com muitas pessoas, aproveitei e fiquei anônima no show de Zé Lopes e na manhã do sábado peguei o jatinho do meu amigo, demos uma carona pro Zé Lopes  e rumamos para São Luis. Agora vou beber um bom vinho e aproveitar que amanhã é feriado. Feliz Dia da Pátria, feliz feriado e um bom domingo. Fui
 

 
 

ENTREVISTA 10 COM EZRAEL NUNES - UM ANO NA FRENTE DA AABAB


 
“Um dia pensei: vou embora, vou trabalhar, preciso ter minha profissão. Fui para Brasília morar com minhas irmãs Jane Eire, Ana Cleyde e Regina Celi, foi lá que Ana me colocou na empresa que ela trabalhava. Sempre gostei de eletrônica e lá comecei a trabalhar como técnico de microfilmagem, a firma cresceu e passou a ser de informática. Me mandaram para São Paulo fazer cursos de micros e impressoras, me dediquei tanto que depois pensei: - vou montar uma empresa de manutenção em São Luis. Veio eu e Ana, montamos a empresa e começamos a trabalhar, sofremos bastante para consolidar os nossos serviços, mas hoje somos reconhecidos”. 
Rael, Lulubas, Lubá, são apelidos que os amigos chamam carinhosamente  Ezrael Fernando de Carvalho Nunes. Nascido na cidade de Bacabal, ele é empresário e proprietário da UNIKA TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA LTDA e também Assessor técnico do Desembargador Marcelo Carvalho Silva.

Filho de Raimundo Martins Nunes (em memória) e Nancy Luz de Carvalho Nunes, ele é casado com a contabilista Glair de Jesus Silva Nunes com quem tem duas lindas filhas, Larissa Silva Nunes, que cursa o segundo ano do ensino médio e Isabela Fernanda Silva Nunes que faz o maternal, ambas no Upaon- Açu. 
 
O mais novo de oito irmãos, Raimundo Nunes Filho, Jane Eire, José Antonio, Regina Celi, Cladna Marinéia, Péricles Augusto, Henrique Franklin e Ana Cleyde de Carvalho Nunes, Ezrael comecou a estudar no Colégio Nossa Senhora da Conceição de Dona Alice Mendes, onde  aprendeu  o ABC e a contar com a velha tabuada, saindo para o colégio Nossa Senhora dos Anjos, onde passou os melhores momentos da sua infância e adolescência e conheceu os grandes amigos que ele cultiva até hoje.

Simples e direto, Ezrael continua com seu jeito bonachão, jeito de menino levado, sempre sorrindo, rodeado de amigos e com a responsabilidade de cada vez mais, eternizar o bom nome da família Nunes, nos anais de Bacabal, do Maranhão e desse imenso Brasil. “Minha mãe com meu pai fizeram grandes esforços para que eu e o meus irmãos pudéssemos estudar em bons colégios. Estudei no colégio MENG ali na Deodoro próximo ao Liceu Maranhense. Veio o trabalho e a necessidade de uma universidade, cursei no COC a TI Tecnologia da Informação”, frisa ele.

Ezrael completa um ano como Presidente da AABAC – Associação dos Amigos de Bacabal, situada em São Luis e é o entrevistado deste domingo.
 
ENTREVISTA

01 - Blog do Zé Lopes – de quem e como o senhor recebeu a AABAC – Associação dos amigos de Bacabal?
Ezrael Nunes  – Estavam havendo muitas intrigas, o que proporcionou a formação de dois grupos onde sempre presenciava-se  discussões, daí houve um basta entre sócios fundadores que se reuniram em um determinado domingo e resolveram mudar a gestão da associação. Colocaram-me sem nem mesmo poder dizer não, estava em casa neste dia cuidando da minha filhinha quando recebi a ligação dos amigos Arquimedes e Kim formalizando que naquele dia eu estaria à frente da AABAC junto com a comissão, formadas assim: Ezrael Nunes como presidente, acompanhados de Arquimedes e George Arrais.
02 - Blog do Zé Lopes – Faz exatamente um ano que o senhor assumiu. Quais as mudanças mais importantes?
Ezrael Nunes A principal delas está sendo a paz entre os associados que neste caminhar de um ano de gestão não houve mais sequer uma desavença entre nós, estamos com um quadro de associados selecionados e  muitos querendo se associar.
03 - Blog do Zé Lopes – Vê-se, que apesar de muitos bacabalenses comparecerem as reuniões  de domingo, muitos deles ainda não se associaram. O que o senhor está fazendo para que eles ingressem na AABAC?
Ezrael Nunes  – O nosso regimento interno é bem claro em relação à bacabalense, tendo prioridades para se tornarem sócios. Nossa diretoria se encontra de portas abertas aos conterrâneos. O cartão de visita dos domingos é a nossa resenha regida de uma boa conversa saudável e cerveja bem gelada acompanhada de um belo churrasco, e  mais amigo Zé Lopes! Vejo sempre que quando somos visitados este sempre volta, e trás mais amigos com ele, isso significa que lá existe um bom relacionamento entre os associados.
04 - Blog do Zé Lopes – Notadamente, ainda se vê entre alguns associados, aquele toque de desconfiança, aquela cobrança indireta, principalmente quando se trata do lado financeiro. Como o senhor age com esses associados?
Ezrael Nunes  –  Este é um ponto crucial em todas as instituições criadas, sempre existem um ou outro que queira bagunçar e tentar mostrar que a gestão passada  teve uma prestação de contas melhor que a nossa. A nossa prestação de contas é com a amizade e união entre os associados e a maioria concorda.
05 - Blog do Zé Lopes – O senhor é homem de atingir metas, luta por ideais e atualmente trabalha em harmonia com o Dr. Itaguacy. Qual a meta que o senhor quer atingir até o fim do seu mandato?
Ezrael Nunes  – A nossa meta é construir a sede principal, estamos lutando e buscando meios para construção da sede, temos fé que logo faremos uma parceria seja com políticos da terra ou não.
06 - Blog do Zé Lopes – Agora que é época de política, muitos candidatos vão até a AABAC garimpar votos. O senhor como presidente,  a esse respeito, o que pede para os associados?
Ezrael Nunes  –Primeiramente a AABAC está de portas abertas a qualquer candidato que queira expor seus ideais, somos pacíficos, temos um objetivo caso queira assumir faremos uma parceria.
 07 - Blog do Zé Lopes – Há uma grande harmonia entre a sua Associação e outras associações, e com a cidade de Bacabal não é diferente. Fale da ida do time da AABAC que jogou em Bacabal na semana da Pátria?
Ezrael Nunes  –Eis aí a felicidade maior, é participar dessa união e voltando a nossa querida Bacabal se reunir em um domingo ou feriado alegre ao lado dos amigos de sempre.
08 - Blog do Zé Lopes – O senhor é bastante organizado, gerencia a Associação com firmeza, o que se chama no popular, “mão de ferro”. Hoje a AABAC já tem um bom dinheiro no caixa. Já dá para pensar em uma sede própria?
Ezrael Nunes- Não, sempre converso com membros da diretoria para buscarmos uma forma de criarmos a nossa sede, sabemos da dificuldade entre os associados, o aumento da mensalidade não iria nos dar a certeza que dali iriamos tirar o dinheiro para construção da sede.
09 - Blog do Zé Lopes – Bacabal tem um monte de políticos influentes, três deputados federais, Simplício Araújo, Zé Vieira e Zé Alberto Filho, que é filho do atual prefeito, tem o deputado estadual Carlinhos Florêncio, tem o senador João Alberto, o Secretário de Turismo Jura Filho. Algum deles já se prontificou em ajudar  a AABAC – Associação dos amigos de Bacabal?
Ezrael Nunes  – Se conhecem nossa instituição eu não sei, mas nunca algum deles se prontificou em conhecê-la, e acho que não seria agora que eles irão nos procurar, políticos são assim mesmo quando estão por cima da carne seca esquece quem os apoiou. Temos famílias enraizadas em Bacabal e líderes que assim acredito em mudanças e vejo um futuro promissor na nossa política e daí sairá um conhecedor de nossas causas e que nos dará todo apoio que precisamos.  
10 -Blog do Zé Lopes – O que o senhor pediria para esses políticos que dizem tanto, que amam Bacabal?
Ezrael Nunes  – Políticos nunca mudam, são farinha do mesmo saco, vivem dizendo que vão melhorar e nada acontece, veja o que acontece em nossa cidade, houve melhoras? Não! Então ficamos a mercê deles.
Eu não pediria aos políticos e sim aos eleitores, mudem, votem em outro, quem sabe acertamos um dia.

ELEITORES ENTRE GATOS, CACHORROS E PAPAGAIOS



Uma boa campanha eleitoral, começa por um bom jingle, traduzindo para o linguajar eleitoreiro, começa por uma boa música.
Como moro xis com uma avenida de grande movimento, ouço diuturnamente uma confusão de prosódias e paródias, dignas da canção de protesto “Lingua”, do baiano Caetano Veloso.
Como tenho um estúdio de gravação e componho jingles para vários politicos, sou suspeito em criticar, mas vou fazer uma disertação em cima do mau gosto de muitos politicos que usam sucessos do momento e até do passado para  divulgarem seus nomes, seus numeros, seus projetos, suas ações, n’uma prova de falta de inteligência, de bom senso e de bom gosto.
Por coincidência, neste momento em que estou escrevendo este artigo, está passando em minha porta, um carro de som com a paródia da intragavel “Lepo lepo”, mesma que foi feita para um enorme numero de candidatos, uma prova total de mau gosto.
Sempre que sou procurado, procuro mostrar para o candidato que ele não precisa de música, ele precisa sim, é da música, aquela que tem a sua cara. Muitos me dizem: - eu quero uma música agitada, não sabendo eles, que isso é ilusão, a prova é que a canção politica mais famosa e mais cantada do país é uma bem lentinha: - Lula lá, brilha uma estrela...
Quando falo que a música tem que ter a cara do candidato, da pra ver que a grande maioria tem mesmo a cara de “Lepo lepo” e para piorar, acabou de passar por aqui, outro carro de som com outra paródia do mais extremo mau gosto, que diz: - em minha casa todo mundo é 15, o meu gato é 15, o meu cachorro é 15, até meu papagaio só fala no 15. Agora veja, o candidato aceitou uma paródia quem nem sequer fala em seu nome. Você votaria em um candidato que lhe coloca entre gatos, cachorros e papagaios? Aí vem a falta de senso, de compromisso e de respeito para com eleitor. Para esse candidato, o Waldik Soriano já antecipou: - Eu não sou cachorro, não. Seguiremos esse exemplo.

FRASE DO DOMINGO


“Ele era tão pobre, mas tão pobre, que a única coisa que ele tinha, era muito dinheiro”


Paulinho  “Sabugada” Barros
(Músico)

PAUL GETTY _ O PEDREIRENSE DA HORA




 
 
Uma vez um poeta apaixonado
Procurando por flores nos jardins
Encontrou onze horas e jasmins
E com elas enfeitou o seu legado
Um poema que nunca declamado
De repente ganhou vida e voz
Fez calar o bicho rude mais feroz
E deu cores a ave cantadeira
E mesmo que o mundo não queira
 “O matutês fala por nóis”
 
Ninguem canta mais Pedreiras do que ele, nem mesmo João do Vale, já que ele canta o novo, o antigo, o moderno, o tradicional, o povo e até o próprio João do Vale. Hoje a musica e a poesia estão juntas na caneta, no papel, na mente e no coração do pedreirense Paul Getty.
 
Maior poeta dessa nova geração ele é diferente na forma de escrever, além de não ter estilo e não cumprir as tais regras, a sua poesia, a sua prosa e a sua letra, viajam por céus desconhecidos e pousa nos ouvidos com a mesma sutileza de um beija-flor ao beijar a flor. Paul Getty é um poeta completo, é improvisador e tem na alma, a alma e o corpo do repente:

Tão cantado e chamado de pião

Foi um dia moeda de mercado

Hoje anda tão desvalorizado

Mas pra uns inda é o ganha-pão

Carregando água, lenha e carvão

Ele indica o caminho como seta

Relegado o coitado é um pateta

Mas seu coice desfaz qualquer prisão

O jumento esse artista do sertão
Se curvou diante da motocicleta

Rimador por natureza, ele conhece as linhas do repente e o matutês está presente em muitos dos seus textos e o seu primeiro livro "POES"RIA" COM PAUL GETTY", onde ele contou causos, estórias, histórias, foi romântico, áspero e humorista, lhe rendeu monções, menções e emoções com tanto sucesso.

Letrista centrado nas novidades, ele já assinou mais de duzentas canções, a maioria em parceria com Zé Lopes e outras com Pepê Junior, Paulo Piratta, Tutuca, Albert Abrantes, Tom Cleber, Manu Lopes, Nosly, Netto do Cavaco, Marquinhos Bill, Damião, Ruan, Edvaldo Santos, Moisés Abilio, Samuel Barreto, Nonato Matos, com esse último e com Zé Lopes ele compôs "Linha Imaginária", música que virou hino de Pedreiras e que hoje é a música mais gravada de compositores vivos. 

Titular do "Blog do Paul Getty", ele tem gravado com os seus intérpretes favoritos os CDs "Parcerias e canções", "Cabôco Filiz", "Marchinhas do PG", "Um Bloco que é só meu", "Hexamos Brasil" e produziu o CD "90 anos de Pedreiras

Se faltar alguma coisa, ele é capaz de inventar com uma rima terminada em "ade" assim como a nossa amizade.

Já que João do Vale é o Maranhense do Século, Paul Getty é o pedreirense da hora.
 

QUANDO TUDO É IMPORTANTE


O DIA QUE PERDEMOS UM SHOW POR CULPA DESSES PLANOS MALUCOS
 
Estávamos em 1992, mais ou menos. Eu e meus filhos Bruna e Ricardo, na companhia de Rita, que cuidava das crianças, fomos passar uma semana em Porto Seguro (BA). O Governo Collor, com todo o "gás", já havia surpreendido todo mundo com o confisco da poupança. Era um dia quente, ensolarado, convidativo para praia, o divertimento predileto naquelas cidades litorâneas da Bahia, e Porto Seguro estava no auge. Era o "point".

Na cidade, um burburinho, todo mundo agitado. E havia razão para ta l: programado para o estádio da cidade um 
show , à noite, lá pelas 21 horas, do Jimmy Cliff. Eu estava sem dinheiro no bolso. Bruna e eu e decidimos ir. Não preocupei. Havia pontos que a gente poderia trocar cheques do Banco do Brasil por moeda corrente, ou seja, por cédulas, dinheiro vivo`, afinal de contas estávamos num país tranquilo, sem tremores e terremotos, e que tudo corria dentro dos "conformes", sem altos e baixos, o presidente era duro na queda.

E não é que me aparece um bloqueio geral de tudo, bem à tarde, não sei se era mudança de moeda, se era corte nos zeros (de praxe, naquela época). Só sei que entrei em pânico. Ninguém queria trocar cheques, nenhum farmácia, nenhum ponto do Banco do Brasil, nada, nada mesmo. O pior é que não tinha saída. Fiquei num mato sem cachorro, sem eira nem beira. A única alternativa e última oportunidade era tentar na bilheteria do estádio comprar os ingressos com cheque.
Lá fomos eu e Bruna. Ávidos e motivados pelo show. Embora o Jimmy Cliff morasse em Salvador, naqueles tempos, tratava-se de um show internacional, que a gente não poderia perder por nada.
Bom, o resultado tudo mundo pode imaginar. Não consegui trocar o cheque, nem comprar os ingressos. Tivemos que ouvir os "trinados" e gritos característicos do Jimmy Cliff de longe, de fora do estádio, lamentando morar num país em que, a qualquer momento, uma autoridade monetária qualquer resolver mudar e trancar tudo, e deixar todo mundo a ver navios (no caso em Porto Seguro, barcos), o que sobrou para nós naquele dia fatídico, resultado desses planos mirabolantes, feitos sob medida para acabar com um programa que tinha tudo para dar certo.
 

HISTÓRIA DE BACABAL _ COISA QUE ALMEIDINHA NÃO FAZ


 
COISA QUE ALMEIDINHA NÃO FAZ
 
          Sábado de junho, noite quente e o forró no Canecão, antigo clube de Bacabal, como se dizia na gíria, corria solto. No melhor da festa, um senhor chegou até o cantor e pediu que ele anunciasse que tinha perdido uma bolsa contendo a quantia de trezentos reais e quem achasse, lhe devolvesse que ele gratificaria com cem reais.No meio da festa, dançando coladinho com a namorada, Almeidinha falou:
- Taí, coisa que Almeidinha não faz, trocar trezentos por cem!!!
 

FOTOS DO DOMINGO


Zé Lopes e Demônios da Garoa
Zé Lopes, artur Moreira Lima, Sinhô


sábado, 6 de setembro de 2014

DILMA AGUARDA 'DADOS OFICIAIS' PARA COMENTAR DENÚNCIAS



A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, afirmou há pouco, em São Paulo, que é preciso ter "dados oficiais" para poder comentar as denúncias do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
"A própria revista que anuncia esse fato diz que o processo está criptografado, guardado dentro de um cofre e que irá para o Supremo", disse, referindo-se à revista Veja. De acordo com a publicação, na delação premiada, o ex-executivo da estatal citou deputados, senadores, governadores e um ministro em um suposto esquema de recebimento de propina em contratos da estatal. Entre os nomes estão do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) e do tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto.
Constam também do depoimento Renan Calheiros (PMDB-AL), Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o ministro Edison Lobão (PMDB-MA) e Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco morto no mês passado.
"Eu gostaria de saber direitinho quais são as informações prestadas nessas condições e eu te asseguro que tomarei todas as providências cabíveis", disse a presidente, em coletiva de imprensa, antes de participar de um encontro com mulheres na sede do sindicato dos bancários.
Dilma disse ainda que não poderia comentar o assunto "com base em especulação". "Eu quero as informações. Acho que as informações são essenciais e são devidas ao governo. Porque, caso contrário, a gente não pode tomar medidas efetivas", afirmou.

MARINA EMPATARIA COM DILMA EM 1º TURNO, DIZ SENSUS



Candidata do PSB venceria em caso de segundo turno

Pesquisa do Instituto Sensus, realizada entre 1 e 4 de setembro e publicada pela revista IstoÉ, mostra que a candidata Marina Silva (PSB) soma 29,5% das intenções de voto no primeiro turno. Está empatada tecnicamente com a presidenta Dilma Rousseff (PT), com 29,8%, e em caso de segundo turno, Marina venceria Dilma, com 47,6% contra 32,8% dos votos válidos. Aécio Neves, do PSDB, tem 15,2% das intenções de voto, contra 21,4% na pesquisa anterior, realizada entre 9 e 12 de agosto, quando ainda havia disputa com o candidato do PSB Eduardo Campos, morto em acidente aéreo. Em cenário de segundo turno entre Dilma e Aécio, os índices seriam de 39,3% e 35,4%.

Quanto a rejeição, 31,5% dos eleitores não votariam em Aécio, de 26% anteriormente. O número sobe para 44,3% para Dilma Rousseff e Marina Silva tem índice de 22,3%. A pesquisa também mediu o nível de aprovação do governo Dilma, que aumentou de 40,5% entre 9 e 12 de agosto para 46,3% na primeira semana de setembro. No mesmo período a intenção de voto na candidata do PT caiu quase 4% e sua rejeição cresceu 2%.

O levantamento aponta que 44,4% dos brasileiros aptos a votar admitem a possibilidade de mudar o voto até a eleição. Segundo a pesquisa realizada em 136 municípios de 24 Estados, quase 20% do eleitorado não conhece o senador mineiro. Já a presidenta Dilma é conhecida por 90,8% dos eleitores e Marina Silva por 89%.

A pesquisa foi realizada com dois mil eleitores, registrada na Justiça Eleitoral sob o número 00541/2014.