sexta-feira, 7 de março de 2025
quinta-feira, 6 de março de 2025
NOVA LICITAÇÃO NO TRANSPORTE PÚBLICO NA GRANDE ILHA É PRIORIDADE
Uma nova licitação para o transporte público coletivo na Grande Ilha, tanto no semiurbano, quanto no urbano, não só se faz necessário, como precisa ser prioridade nas gestões do governador do Maranhão, Carlos Brandão, e do prefeito de São Luís, Eduardo Braide.
Onten, Quarta-feira de Cinzas, dentro do Terminal da Integração da Praia Grande, na capital maranhense, tivemos um ônibus do semiurbano, linha Parque Vitória, que foi totalmente consumido pelo fogo, após uma pane elétrica.
O novo episódio, que não deixou ninguém ferido, deixa claro que não tem mais como seguirmos com esse serviço precário oferecido por boa parte das empresas de transporte público que atuam na Grande Ilha. Não tem como ficar apostando na sorte para evitarmos uma tragédia, deixando os usuários do transporte público com suas vidas em risco.
Brandão e Braide já sinalizaram com a realização de uma nova licitação. Braide, depois do aval da Câmara de São Luís, já esteve no Ministério Público solicitando que o órgão acompanhe e fiscalize todo o processo da nova licitação do transporte público de São Luís. Brandão, sem perder tempo, já abriu Edital, que vai até o fim de março, para que empresas se habilitem para o novo processo licitatório.
PONTE SOBRE O RIO PIBDARE NA BR 316 CONTINUA INTERDITADA
Uma equipe técnica do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realizou, na tarde de ontem, quarta-feira (05), uma vistoria na estrutura da ponte sobre o Rio Pindaré, conhecida como Ponte dos Índios, no km 250 da BR-316, que foi interditada na última segunda-feira (03).
A interdição da ponte, entre Santa Inês e Bom Jardim, fez-se necessária para que fosse realizada uma avaliação técnica mais detalhada para a definição de um plano de ação para a reabilitação da Obra de Arte Especial (OAE).
De acordo com o diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Fábio Nunes, que esteve no local, o departamento fará, por um período de 15 dias, uma avaliação topográfica da ponte para identificar possíveis movimentações da estrutura. A princípio, segundo ele, visualmente é possível observar que houve um rompimento na laje, mas que não foram registradas movimentações. “Por ora, não há risco iminente de desabamento”, declarou.
A partir deste monitoramento, a autarquia montará um plano de trabalho emergencial para a reabilitação da estrutura.
A ponte, então, segue totalmente interditada para o tráfego de qualquer veículo motorizado, ficando permitida apenas a travessia de pedestres e ciclistas.
A orientação aos motoristas é que sigam pelas rotas alternativas.
MARLI FARIAS REALIZA O SONHO DE ABRIR A LOJA MFMAMA, MESA E BANHO EM BACABAL
Marli Farias realiza o sonho de abrir a loja MF Cama, Mesa e Banho em Bacabal
O que antes era um desejo no coração, agora se tornou realidade. No último dia 26/02 [data da inauguração], Bacabal ganhou um novo espaço dedicado ao aconchego e à elegância do lar: a MF Cama, Mesa e Banho, fundada pela empresária Marli Farias.
Com uma trajetória marcada pelo amor e dedicação ao bem-estar dos clientes, Marli começou levando seus produtos de porta em porta, atendendo poucos e fiéis clientes que reconheciam a qualidade e o carinho em cada peça escolhida. Agora, com a inauguração de sua própria loja, esse cuidado se estende a muito mais pessoas, proporcionando a oportunidade de transformar cada casa em um verdadeiro lar.
A MF Cama, Mesa e Banho chega ao mercado com um conceito diferenciado, oferecendo produtos que unem conforto, sofisticação e bom gosto. A empresária acredita que o lar é o nosso refúgio, um espaço de paz e aconchego, e por isso selecionou com carinho cada item disponível na loja, garantindo que seus clientes encontrem tudo o que precisam para deixar seus ambientes ainda mais especiais.
A inauguração foi marcada por muita emoção e gratidão. “Sempre sonhei em levar mais conforto e beleza para os lares das pessoas. Comecei pequena, mas com um propósito muito grande. Hoje, ver essa loja de portas abertas é a realização de um sonho, e só tenho a agradecer a Deus, à minha família, aos amigos e a todos que sempre acreditaram em mim”, destacou Marli
A MF Cama, Mesa e Banho já está de portas abertas para receber os clientes de Bacabal e região. Com um atendimento especial e uma seleção incrível de produtos, a loja promete ser referência quando o assunto é transformar sua casa em um verdadeiro lar.
Se você ainda não conhece, não perca a oportunidade de visitar a MF Cama, Mesa e Banho e se encantar com tudo o que a loja tem a oferecer!
quarta-feira, 5 de março de 2025
JOSIMAR DE MARANHÃOZINHO E PASTOR GIL DEVEM VIRAR REUS POR VENDAS DE EMENDAS
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), no plenário virtual, segue julgando se acata ou não a denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República (PGR), ou seja, se há indícios para abrir uma ação penal e tornar réus três deputados federais, sendo dois do Maranhão.
Os três parlamentares são do PL – Josimar Maranhãozinho (MA), Pastor Gil (MA) e Bosco Costa (SE) – e estão sendo acusados pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva, envolvendo emendas parlamentares.
Pelo menos dois ministros já se posicionaram e ambos votaram por acatar a denúncia, transformando os deputados em réus. O primeiro a votar foi Cristiano Zanin, relator do caso, e que teve seu voto acompanhado por Alexandre de Moraes.
Os ministros entendem que há provas suficientes da Polícia Federal que justifica a abertura do processo penal contra os acusados, incluindo conversas interceptadas, depoimentos e registros bancários.
O julgamento vai até o dia 11 de março, mas com o fim do Carnaval, a tendência é que mais ministros se posicionem sobre o caso, que é o primeiro envolvendo emendas parlamentares. Ainda vão votar os ministros Carmen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino.
COM A PALAVRA - UM EU - POR JORGE PASSINHO
Por Jorge Passinho
Café com panqueca quente é Deus alimentando a gente.
Meio calmaria, meio furacão.
Meio louco , meio lúcido
Meio guerra, meio paz
Eu não seria eu se eu fosse totalmente normal, totalmente banal, depois dos golpes que recebi, depois das lutas que perdi, que ganhei, depois das quedas que sofri...
"Sou assim; não gosto de Lula, não gosto de Bolsonaro".
Mas sou!
Não estou nem aí para quem não pensa assim.
Não quero ser catequizado por nenhuma cartilha religiosa.
Só sei que aprendi a conviver comigo num silêncio ou grito necessário.
Já desisti de alguns tragos, já aderi a algumas receitas insossas, não desisti dos meus sonhos, nem eles desistiram de mim!
E mesmo que um tanto frágil, sempre digo para mim mesmo "sou samurai ", e sempre vou sacudir a poeira e dar a volta por cima; me por de pé, elegantemente relaxado, sempre atento para saber onde não pisar.
Mesmo com minha vista embaçada ainda vejo beleza nas flores, a beleza de nossas praias, a sujeira dos nossos rios, as mentiras dos políticos,
a verdade no sorriso das crianças, o sofrimento no olhar da miséria. Não tenho tatuagens, mas tenho cicatrizes que o tempo tratou de fechar. E ainda trago nas mãos sementes de amor, poesias e canções pra plantar.
Jorge Passinho
#vamostomarumas.
terça-feira, 4 de março de 2025
CHEGPU O GRANDE DIA, O DIA DO BLOCO ONDA DA ALEGRIA
Chegou o grande dia, o dia do bloco Onda da Alegria!
Vai ser um momento de unir todos os foliões pra encerrar nosso último dia de festa com chave de ouro.
Todos os blocos, vistam seus abadas e venham com a gente, que a partir das 16h a gente se encontra em uma concentração no posto Cunha ao som de Renan Castro, e logo após sairemos rumo ao Centro Cultural ao som de Tiachika.
Espero por vocês, vem pro bloco Onda da Alegria, o bloco do povo.
https://www.instagram.com/reel/DGyQ7B2RT-F/?igsh=MTRkcDdvYTFkY2o0Mw==
COLUNA DO ZÉ LOPES - O QUE FIZERAM COM O NOSSO CARNAVAL?
Desde que comecei a assimilar as coisas, morando em uma rua de pessoas importantes como políticos, deputados, prefeitos, juízes, promotores, médicos, empresários, fazendeiros, professores, bancarios e grandes comerciantes, via Bacabal dividida em três castas sociais distintas. A elite 1 que era o Clube Recreativo Icaraí, a elite 2 que era a Associação Atlética Vanguard e a União Artística e Operária Bacabalense, clube povão. . A AABB - Associação Atlética Banco do Brasil, apesar de independente, fazia parte da casta 1 e 2.
Naquele tempo, o carnaval não passava por órgãos públicos, e acontecia da forma mais alegre e animada. Existiam dezenas de blocos de sujos que saiam bebendo cachaça, batendo latas e garrafas, e jogando pó em todo mundo. Os blocos tradicionais desfilavam fantasiados, batendo seus tambores de compensado cobertos com couro de bode e suas ritintas cobertas com couro de cobra, visitavam as casas e na terça-feira competiam entre si, com músicas próprias e arrastavam multidões.
O carnaval sempre fez parte da vida de Bacabal com os extintos blocos tradicionais, blocos de sujo, escolas de samba e até festivais de marchinhas.
Para quem não conhece a história de Bacabal, não conhece tambem a sua cultura, principalmente a carnavalesca. Completaremos cento e cinco anos e ainda não se sabe o que será feito para, pelo menos, avivar a memória do povo que um dia já brincou o melhor carnaval do estado.
A baluarte Iranise Lemos junto com Zezim Trabulsi, fizeram o Primeiro festival carnavalesco de Bacabal onde revelou artistas como Zé Jardim, Mário, Laurindo, Tchaka, dentre outros e essa tradição durou até a gestão Raimunda Loiola e outros nomes como Zeneide Miranda, R. Cavalcante, Josa, Perboire Ribeiro, Dalva Lopes, Masa Pagodinho, também se sobressaíram.
O festival passou um bom tempo sem acontecer, cerca de 24 anos, só tendo outras duas edições na gestão Zé Alberto, onde revelou uma gama de novos artistas como Frahn Almeida, Sarah Sarute, Tânia Tomaz, Manoel Baião de Dois, Erinaldo, esses em meio aos mais antigos. Infelizmente o evento não aconteceu mais.
Bacabal já viveu anos dourados em antigos carnavais. Já tivemos desfilando e disputando o título “Turma do Samba” do mestre Pinduba, “Águia do Samba” de Raimundo Marcelino e Pedro Paulo, “Turma de Mangueira” do mestre Duzinho, “Boêmios do Samba” de Dionézio e Dionízio, "Bloco dos Cangaceiros" do propagandista Neco Fininho, “Asas do Samba” de Zé Jardim, Zeca de Filuca e Telê, “Salgueiro do Samba” de Raimundin Gangá, Vandico e Durval, “Bloco das Casadas” de Luzia de Vavá, “Estrela do Samba” de Edilson, Zé Sampaio e Tôca, . "Reis do Ritmo", do ícone Lídio Cutrim, “Academia do Samba” de Calixto e Alberto Cardoso e "Bloco dos Comerciarios", .da Associação Comercial que era liderado por Walter Corrêa e por Otaviano Andrade.
Com a evolução, instrumentos de latão e pele de nylon, os blocos foram se tornando Escolas de Samba e o Carnaval cresceu tanto em Bacabal, chegando a ter sete agremiações: Asas do Samba, Salgueiro, Unidos do Bairro da Areia, Unidos do Satuba, Unidos do Juçaral, Estrela do Samba e Unidos da Esperança. Já fomos o melhor Carnaval de Passarela do Estado. De tão grande, o carnaval não teve como sobreviver.
Voltando aos clubes, o Icaraí e o Vanguard, duelavam pra ver quem fazia melhor, era uma disputa acirrada e as bandas eram as melhores, Brito Som Seis e Carlos Miranda Show. Já a AABB, fazia um Carnaval para funcionários do Banco e para seletos convidados. Nenhum dos três clubes aceitavam a presença de "pretos", tampouco as "moças faladas", aquelas que não eram "virgens" e nem casadas.
Já a União, que era clube de pretos, fazia um Carnaval muito bom para a massa menos abastada, mas, também não aceitava as tais "moças faladas"
O carnaval não precisava de máquina pública para acontecer, as ruas, as praças eram de todos e as músicas que faziam a folia acontecer, eram os sambas, os frevos e as marchinhas.
Bacabal também tinha como tradição, o Festival de Músicas Carnavalescas, que movimentava cantores, compositores, revelava talentos e lotava as praças.
Com a carnavalização dos baianos com suas micaretas, seus trios elétricos, seus abadás e seus axés, o poder público viu uma forma de agradar a "todos" e com a folia na praça, ficou inviável a permanência de clubes, chegando a fechar todos em Bacabal.
Hoje a coisa ficou pior, do Carnaval sobrou apenas os quatro dias na folhinha. Não se ouve mais as marchinhas, não se bate mais lata e nem garrafas, os dias são tristes e as ruas vazias, a noite a praça vira um espaço para cantores de seresta, forró, brega, arrocha e outros ritmos eletronicos que não dizem e nem condizem ao reinado de Momo.
As redes sociais fizeram muito mal para o movimento cultural. Os políticos se aproveitaram disso para fazer tudo acontecer em um só lugar e aquela multidão é exibida como um troféu em forma de fotos e vídeos. É um novo momento anticultural onde é mais divertido estar no meio da multidão vendo um celular do que se divertindo.
Para quem sobrou dos velhos tempos, o carnaval de hoje é uma tristeza, é o carnaval do adeus. Adeus aos clubes, adeus ao confete, adeus a serpentina, adeus ao pierrot, adeus a colombina, adeus ao mascarado, adeus ao fofão, adeus a porta bandeira, adeus a batucada, adeus ao pó, adeus a alegria. Anda bem que de tanto adeus, nos sobrou a saudade. Ah! Deus, quanta saudade.
Para: Abel Carvalho, Paulo Campos, Zé Jardim, Vale Neto, Perboire Ribeiro, Nilson Fazenda, Paulinho, Sotero, Zé Maria, Manim da Trizidela, Rachid, Kalil Trabilsi, Aquileia, Gilvanete, José de Ribamar Viana, Osvaldo Torneiro, Zé Maria, Jefferson Santos, Osmar Noleto e todos que fizeram de Bacabal, um celeiro de bambas em muitos carnavais em tempos passados.
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- É verdade que os diretóres dos clubes da elite saiam o ano todo com algumas meninas e no carnaval mandavam cartas proibindo elas de frequentarem os referidos clubes?
- É verdade, mas isso é assunto pra outro artigo.
COM A PALAVRA - OS BONS TEMPOS DAS SAUDOSAS ESCOLAS DE SAMBA DE BACABAL - POR JOSE DE RIBAMAR VIANA
Por José de Ribamar Viana - Do Blog do Louremar Fernandes
O Carnaval brasileiro, notadamente as manifestações exibidas através dos desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro; do Frevo, no Marco Zero em Recife; e os Trios Elétricos pelas ruas de Salvador, apenas para mencionar os mais comentados no período, os quais constituem momentos festivos de alegria e de visibilidade no exterior, atraindo turistas. Por tudo isso, o carnaval torna-se motivo de orgulho para o povo brasileiro.
Em Bacabal, resguardadas as devidas proporções, nos anos de 91 e 92, graças ao empenho das Escolas, bem como às ajudas do então Prefeito, Jurandir Lago, e do então Governador, João Alberto (em 91), tivemos aqui os desfiles das saudosas Escolas de Samba: “Salgueiro do Samba”, que tinha como presidente o empresário Domingos Gangar; “Unidos do Bairro da Areia”, presidida pelo empresário Dr. Nonato Chaves; “Asas do Samba”, presidida por José Jardim; “Unidos do Juçaral”, presidida pela professora Maria José Mendes (Zezé do Sarney); e a “Estrela do Samba”, presidida pelo Senhor Edilson Carvalho.

Os referidos desfiles em Bacabal apenas chegaram àquele estágio de grandes desfiles das Escolas, graças a uma proposta formulada pela Escola Salgueiro do Samba, pelo fato de a mesma ter tomado conhecimento da existência da produção de uma Cartilha durante a exibição de um quadro denominado: “Esquentando os Tamborins”, exibido ao meio-dia, meses antes do Carnaval, na extinta TV Manchete. Cujo documento continha a consolidação dos regulamentos que disciplinavam as apresentações dos Blocos, Escolas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso no Carnaval do Rio de Janeiro.
Com essa informação, a Escola Salgueiro do Samba de Bacabal procurou obter um exemplar e fez uma adaptação do regulamento publicado pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (LIESA).

Depois de discutida internamente na escola, a proposta de como seria o Carnaval das escolas de samba de Bacabal, foi feita uma apresentação para o então diretor do Departamento de Cultura de Bacabal, o querido e saudoso Pedro Neto da Silva, o qual achou viável. No dia seguinte, Pedro Neto, na condição de amante da cultura, agendou logo uma reunião com a diretoria de todas as escolas, para que o Salgueiro fizesse a apresentação da proposta, a qual, após vários esclarecimentos, foi aceita por todos os representantes das agremiações.
Na fase seguinte, foram feitos os esclarecimentos para a sociedade de como seria o desfile das escolas de samba naquele ano. Desde a concentração até a dispersão, passando pela altura, largura e número de carros alegóricos, número mínimo de componentes por ala, número de jurados — sendo três julgadores para cada quesito — onde, na aferição dos resultados, desprezava-se a maior e a menor nota, ficando a nota intermediária nos 10 quesitos analisados (Comissão de Frente; Mestre-Sala e Porta-Bandeira; Bateria; Harmonia; Evolução; Samba-Enredo; Conjunto; Alegoria; Enredo; e Fantasia), bem como o que julgar em cada um deles.
Na divulgação daquela proposta, a Rádio Mirante FM não mediu esforços, concedendo espaço no jornal exibido ao meio-dia para que um representante da Escola Salgueiro fosse entrevistado para falar como seriam as apresentações das escolas na avenida.
Ainda por conta dessa efervescência e sempre mirando na divulgação cultural, a Rádio Mirante FM criou o programa 'Botequim 95' sob direção do jornalista Abel Carvalho e que serviu para divulgar o carnaval bacabalense e preparar os ouvintes para a transmissão ao vivo dos desfiles das escolas de samba.
Durante dois anos seguidos, as escolas tiveram o seu apogeu, cada uma fazendo apresentações primorosas. E como, a cada ano, as escolas queriam se apresentar de forma melhor, isso ficou muito caro e resultou na inviabilização das apresentações. Como visto à época e agora através desse relato, foi muito bom “enquanto durou”; porém, “tudo terminou no samba!”





Colaboraram cedendo as fotos de arquivo: Zé Lopes e Abel Carvalho
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José de Ribamar Viana é Advogado.
PRF INTERDITA PONTE ENTRE BOM JARDIM E SANTA INÊS E
A Polícia Rodoviária Federal e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) interditaram, nesta segunda-feira (03), a ponte entre Bom Jardim e Santa Inês, na BR-316.
A interdição total da ponte foi feita de forma cautelar, pois ela apresenta indícios de risco estrutural Segundo o DNIT, foi identificado problemas na infraestrutura que comprometem a passagem segura do fluxo de veículos sobre a ponte, conhecida como “Ponte dos Índios”, mas no momento é buscar as rotas alternativas.












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