quarta-feira, 28 de maio de 2025

ELIZIANE GAMA EM DEFESA A MARINA SILVA

 

A ministra do Meio Ambiente do Governo Federal, Marina Silva, participou na tarde de ontem, terça-feira (27) de uma audiência na Comissão de Infraestrutura do Senado, mas deixou o evento antes do final, pois se sentiu desrespeitada por alguns senadores de oposição.

Num dos momentos mais tensos, o presidente da comissão, Marcos Rogério (PL-RO), ao rebater a ministra, que insinuou que ele estava sendo sexista, destacou: “Me respeite, ministra, se ponha no teu lugar”.

A senadora maranhense Eliziane Gama (PSD) rebateu a fala, pedindo respeito a ministra Marina Silva. “O que é isso, presidente? Que desrespeito é esse com a ministra? Ponha-se o senhor no seu lugar”, destacou.

O ponto crucial para Marina deixar a comissão foi o senador Plínio Valério (PSDB-AM) ter afirmado que “a mulher merece respeito, a ministra, não”. O senador já havia dito em março: “Imaginem o que é ficar com a Marina seis horas e dez minutos sem ter vontade de enforcá-la.”

Nas redes sociais, Eliziane saiu em solidariedade a Marina Silva. “NOSSO LUGAR É DE FORÇA, DE FALA E DE RESPEITO. Mulheres são três vezes mais interrompidas do que homens nos espaços de poder, mas nós seguimos firmes! Solidariedade à ministra Marina Silva”, afirmou.

SERTAO DO MARANHAO RECEBE DO ITERMA O PROGRAMA MAI GENETICA

O presidente do ITERMA, Anderson Ferreira, no dia de ontem,  terça-feira (27), deu mais um passo para o desenvolvimento da pecuária familiar no Maranhão

Anderson Ferreira participou, na cidade de Barreirinhas, do lançamento oficial do Programa Mais Genética no Sertão para toda a região dos Lençóis Maranhenses.

O presidente do ITERMA explicou a importância do evento e ressaltou que é mais uma grande conquista liderada pelo nosso governador Carlos Brandão em parceria com CONAFER.

“Com o mais completo catálogo de raças voltado para caprinos e ovinos, essa grande iniciativa leva tecnologia de ponta e inseminação artificial para alavancar o desenvolvimento rural e fortalecer a pecuária no nosso estado”, afirmou Anderson Ferreira.

O Programa Mais Genética, implementado pelo Iterma, visa aprimorar a qualidade genética dos rebanhos de bovinos, caprinos e ovinos de pequenos produtores rurais do Maranhão

INTENSIFICACAO DA VACINAÇÃO CONTRA GRIPE

 


OPINIAO --A SOPA, A ONÇA E O PRESIDENTE LULA - POR SARA GOES

 

A SOPA, A ONÇA E O PRESIDENTE LULA

Por  Sara Goes                      

                 Lula carrega nas costas um país que finge não depender mais dele, mas que não sabe andar sem sua bússola* (Sara Goes) 

Uma onça parda foi encontrada morta na beira de uma estrada no interior do Ceará. Moradores, sem hesitar, recolheram partes do corpo do animal e levaram para casa. Com os restos, fizeram sopa. Sim, sopa de onça. A cena, ao mesmo tempo grotesca e reveladora, escancara um modo de sobrevivência que beira a barbárie, mas também simboliza algo maior, algo que atravessa o sertão e chega direto à Praça dos Três Poderes.

No Brasil de agora, não é só a fome literal que assombra. É a fome simbólica. A fome política. Uma espécie de canibalismo discursivo, onde todos os grupos parecem disputar pedaços do mesmo corpo. Lula se tornou essa carcaça exposta. Presidente em exercício, mas também entidade devorada. Alimenta a extrema direita, que precisa dele como inimigo onipotente. Alimenta o centrão, que mastiga sua governabilidade. Alimenta a esquerda acadêmica, que exige dele pureza doutrinária. Alimenta a esquerda mística, que quer ver lágrimas e profecias. Alimenta até setores do próprio campo progressista, que não o perdoam por ser humano em vez de mito.

Desde os anos 80, a esquerda tenta produzir um herdeiro político para Lula. Já tentaram forjar um sucessor que o superasse no carisma, na experiência ou na retórica. Nenhum resistiu. Uns afundaram no tecnocratismo. Outros se perderam na vaidade. Nenhum sobreviveu à comparação com a figura que eles próprios ajudaram a construir como insuperável. A mesma esquerda que o chama de pai fundacional sonha com sua aposentadoria. Mas sonha com medo. Porque se Lula ainda está vivo, é porque ninguém foi capaz de ocupar seu lugar.

E talvez seja essa a tragédia. Lula virou a sereia estendida na areia, descrita em A Novidade, dos Paralamas. Metade milagre, metade banquete. Objeto de desejo e de fome. Beleza suspensa entre o sagrado e o utilitário. Os que um dia o exaltaram por suas conquistas agora duelam para decidir se ainda merece crédito. Uns querem seus beijos de deusa. Outros só querem o rabo para ceia. O mesmo corpo que antes inspirava canções agora é estraçalhado por quem precisa sobreviver à própria frustração.

No meio dos esmerados em desossá-lo, há ainda os que preferem conservá-lo. Desde que empalhado. São os que o reduzem a uma fábula edificante, sempre apelando ao passado de retirante nordestino, como se sua intelectualidade fosse um subproduto instintivo, e não uma elaboração crítica e política sofisticada. Transformam sua trajetória em um enredo biográfico sem conflito, domesticado, ornamental. O mesmo expediente que meu colega Mário Vitor Santos observou na construção simbólica de Pepe Mujica, convertido em ídolo velhinho, conselheiro fofo, desprovido de tensão histórica. Lula, nesse enquadramento, não precisa mais pensar nem governar. Basta existir como lembrança.

Enquanto isso, o presente arde. Lula viajou à China e selou acordos comerciais históricos. Tratou de soberania, tecnologia, multipolaridade. Falou como um líder do Sul Global. Mas ninguém prestou atenção. A manchete foi outra. Uma fake news grosseira sobre Janja virou pauta central. Espalhou-se a história de que ela teria causado desconforto com Xi Jinping ao mencionar o TikTok. Nenhum vídeo, nenhum áudio, nenhum indício. Mas bastou. Em poucas horas, a suposta gafe da primeira-dama eclipsou os tratados firmados entre duas potências. Era como se a sereia abrisse a boca para falar e todos se concentrassem apenas no movimento de sua cauda.

É o projeto deliberado da velha imprensa de impedir que o país enxergue o próprio avanço. Globo, Folha e Estadão não erram por distração. Sabem exatamente o que fazem. Como apontado em editorial recente do Brasil 247, essas casas editoriais se converteram nos maiores entraves ao desenvolvimento nacional. Não porque neguem os fatos, mas porque os omitem com método. Sabotam o debate com silêncio. Esvaziam com editoriais. E quando não podem ignorar, preferem ridicularizar.

Foi o poeta que sonhava em cantar o milagre risonho. Mas o esfomeado venceu. Despedaçou a imagem, escarneceu do gesto, descartou o conteúdo.

No meio desse ritual antropofágico, Lula segue. Carrega nas costas um país que finge não depender mais dele, mas que não sabe andar sem sua bússola. É cobrado como um jovem em início de carreira e esvaziado como um velho que já não serve. O que ele faz nunca basta. O que ele não faz vira acusação. A novidade era ele. Ainda é. E justamente por isso, precisa ser sacrificado de novo e de novo. Em praça pública. Em mesa de jantar. Em feed de rede social.

Enviado ao Blog pelo empresário e advogado Dr. Raimundo Emiliano Vieira,  o popular Meló 



terça-feira, 27 de maio de 2025

DEPUTADO FEDERAL PEDRO LUCAS CONTRA O AUMENTO DO IOF

O deputado federal e Líder do União Brasil na Câmara Federal, Pedro Lucas, deixou claro que deve votar para derrubar o aumento de IOF, promovido pelo Ministério da Fazenda, na semana passada.

O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que ouvirá os líderes sobre projeto de decreto legislativo (PDL) que pretende barrar o aumento do IOF.

Se depender do deputado maranhense Pedro Lucas Fernandes o debate sobre o PDL será travado o quanto antes.

“Política social de verdade não se faz com aumento de imposto, e sim com responsabilidade e visão de futuro. Precisamos discutir o corte de gastos, modernizar o Estado e aprovar medidas estruturais que sustentem o crescimento do Brasil a longo prazo. A bancada está pronta para esse debate. Não tenho dúvida, disso. Imposto é uma das formas mais injustas de buscar justiça social, porque recai justamente sobre quem mais precisa”, destacou Pedro Lucasse 

Se depender do União Brasil, através do posicionamento de Pedro Lucas, o aumento do IOF não terá vida 

NOVA SELEÇÃO VELHOS NOMES

No dia de ontem,  segunda-feira (26), o técnico italiano Carlo Ancelotti não apenas foi apresentado como novo treinador da Seleção Brasileira de Futebol, como fez a sua primeira convocação para o trabalho que vai se estender até a Copa do Mundo de 2026.

A convocação apresentou algumas novidades, alguns “veteranos” retornando ao Brasil, mas não convocou Neymar, apesar de ter dito que espera contar com o jogador para o Mundial do ano que vem.

Os 23 convocados foram: Goleiros: Alisson (Liverpool); Bento (Al-Nassr); Hugo Souza (Corinthians); Zagueiros: Alexsandro Ribeiro (Lille), Beraldo (PSG); Marquinhos (PSG); Léo Ortiz (Flamengo); Laterais: Alex Sandro (Flamengo); Carlos Augusto (Inter de Milão); Danilo (Flamengo); Vanderson (Mônaco); Wesley (Flamengo); Meio-campistas: Andreas Pereira (Fulham); Andrey Santos (Strasbourg); Bruno Guimarães (Newcastle); Casemiro (Manchester United); Gerson (Flamengo); Ederson (Atalanta); Atacantes: Antony (Real Betis); Estêvão (Palmeiras); Gabriel Martinelli (Arsenal); Matheus Cunha (Wolves); Raphinha (Barcelona); Richarlison (Tottenham); Vinícius Júnior (Real Madrid).

O Flamengo, com cinco jogadores, foi o time que mais teve atletas convocados e mesmo assim nem convocou o atacante Pedro, um dos principais nomes do clube, mas que se recupera de uma lesão.

O Brasil vai enfrentar o Equador, no dia 5 de junho, e o Paraguai, no dia 10 do mesmo mês

SAO JOAO DO GOVERNO COMECA NA SEXTA FEIRA

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), seguirá apostando na fórmula de apoiar o turismo e cultura, para, consequentemente, fomentar a economia, gerando emprego e renda.

O próximo grande evento realizado pelo Governo do Maranhão será o “Maior São João do Mundo”, que terá seu início na próxima sexta-feira (30), como o tradicional Cortejo Junino.

Brandão fez questão de iniciar a semana convidando a população para o evento que marcará o início das festas juninas no Maranhão.

‘Vamos dar oficialmente as boas-vindas ao maior São João do mundo com nosso Cortejo Junino, no próximo dia 30/05, saindo da Praça Deodoro até a Praça da Fé. Já prepara a matraca e o chapéu! Espero a presença de todos vocês”, convidou.

A tendência é que o ” Maior São João do Mundo” seja, mais uma vez, um grande sucesso.


COM A PALAVRA - JA ESCREVI SOBRE ISSO EM 2019- POF JOAQUIM HAICKEL

 

Por Joaquim Haickel

Em 2002, 2006 e 2010 fiz pronunciamentos na Assembleia Legislativa, e em 2019 escrevi um texto semelhante a este que torno público hoje. Naquelas ocasiões eu comentava que precisávamos urgentemente de uma reforma política e eleitoral. Ainda estamos precisando disso.

Parece que uma reforma, de maneira ampla, como eu havia proposto, não acontecerá, mas a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, aprovou esta semana uma Proposta de Emenda à Constituição  que, entre outras coisas, estabelece que em nosso país não mais haverá reeleição para prefeitos, governadores e presidentes da república. Porém,  existem outras mudanças interessantes inclusas nessa PEC, como por exemplo a unificação das eleições, acabando com a insensatez de termos eleições de dois em dois anos, o que causa um prejuízo financeiro enorme ao país e gera um desserviço ao nosso sistema eleitoral, pois cria uma interdependência entre os poderes legislativo e executivo, fazendo com que um interfira no pleito do outro, infelizmente, sempre de maneira prejudicial e danosa para o cidadão e para a sociedade.

Outra mudança que me parece ser boa é a unificação do tamanho dos mandatos para todos os cargos eletivos dos poderes legislativo e executivo, criando não só uma natural coincidência entre seus inícios e términos, mas consequentemente estabelecendo uma maior coerência entre as ações políticas de um determinado partido ou grupo de candidatos, o que de certa forma promoverá uma maior unidade e fidelidade entre eles.

Infelizmente a PEC aprovada não inclui outras medidas, que se aprovadas, trariam grande melhoria para nosso sistema eleitoral e político, como por exemplo o fim do voto proporcional, colocando em seu lugar o voto majoritário em uma de suas formas e aplicabilidades, tais como o voto distrital simples, onde os municípios e estados seriam divididos em regiões eleitorais chamadas de distritos e de onde cada um deles sairia um representante eleito.

Outra possibilidade é adotar-se o voto distrital misto, onde parte dos representantes seriam eleitos pelos distritos e outra parte através de uma lista escolhida pelos partidos. Particularmente eu não gosto desta modalidade, que é muito complicada, de difícil explicação para o eleitor e principalmente porque ela dá aos partidos uma força imensa, ao possibilitar que eles estabeleçam listas e nelas incluam, em ordem de precedência quem eles desejem privilegiar, o que não me parece algo democrático.

Há ainda uma outra modalidade de votação, com a qual eu mais me identifico, que é o voto majoritário simples, onde os candidatos mais votados nos municípios e nos estados seriam os eleitos em cada pleito.

Nessa PEC também foi incluída a diminuição do tempo de mandato dos senadores, o que em minha opinião é uma boa medida, pois acaba com as eleições desencontradas para um terço e dois terços dos membros do Senado.

Melhor ainda seria se tivessem incluído nela também uma nova forma de eleição para os senadores, unificando a eleição para o Congresso Nacional, fazendo com que os três parlamentares mais votados em cada uma das unidades da federação, fossem designados para representar seus estados no Senado Federal e os demais eleitos fossem designados para representar o povo desses estados na Câmara Federal, o que acabaria com uma aberração eleitoral que há em nosso país, os suplentes – não votados – de senadores. Neste caso os suplentes de senadores seriam os deputados dispostos em ordem decrescente na lista dos eleitos para aquela legislatura. Isso seria um imenso avanço em nossa legislação eleitoral.

Existem outras coisas que precisam ser revistas no tocante a esse delicado setor de nosso país, tais como tipos de financiamento de campanhas eleitorais, candidaturas avulsas, fidelidade partidária, cláusulas de barreira, obrigatoriedade do voto e até mesmo a possibilidade de termos um comprovante de voto, o famigerado e polêmico voto impresso.

O processo legislativo é lento. As mudanças acontecem lentamente, principalmente no que diz respeito aos costumes políticos e eleitorais, mas as mudanças aprovadas pela CCJ do Senado me parecem boas.



VARIEDADE - BRASIL

 

A ideia de que o Brasil foi "feito" para ser um país subdesenvolvido é uma interpretação histórica e política que envolve diversos fatores econômicos, sociais e internacionais. Em 1822, quando o Brasil declarou sua independência de Portugal, o país já possuía uma economia baseada na exportação de produtos primários, como açúcar e café, e dependia fortemente da mão de obra escravizada. 

O modelo econômico implantado desde a colonização, voltado para beneficiar a metrópole portuguesa, contribuiu para a perpetuação de desigualdades e dificuldades no desenvolvimento industrial e tecnológico. Após a independência, a elite política brasileira manteve muitos dos interesses econômicos que favoreciam as antigas potências coloniais e, posteriormente, países europeus e os Estados Unidos.

O conceito de subdesenvolvimento do Brasil não se resume a uma decisão específica de 1822, mas sim a um processo histórico complexo. O país enfrentou dificuldades estruturais, como a manutenção de uma economia agrária exportadora, a concentração de renda e poder, e a falta de investimentos em educação e tecnologia ao longo dos séculos.

Não há evidências históricas de que os Estados Unidos e a Europa tenham pressionado o Brasil a ser um país subdesenvolvido em 1822. No entanto, o contexto da independência brasileira envolveu interesses internacionais que influenciaram o desenvolvimento econômico do país.

Os Estados Unidos foram o primeiro país a reconhecer a independência do Brasil, em 1824, motivados pela Doutrina Monroe, que defendia a não interferência europeia nas Américas. Já a Grã-Bretanha, interessada no mercado brasileiro, intermediou o reconhecimento por Portugal, impondo condições como o pagamento de uma indenização de dois milhões de libras esterlinas, o que deu início à dívida externa brasileira.

A Doutrina Monroe, estabelecida pelos EUA em 1823, buscava afastar a influência europeia na América Latina, mas também serviu para expandir os interesses comerciais norte-americanos na região. Ao longo dos séculos, tanto os EUA quanto países europeus exerceram influência sobre a economia brasileira, muitas vezes favorecendo modelos que mantinham o país dependente da exportação de produtos primários.

A **Doutrina Monroe**, proclamada em 1823 pelo presidente dos Estados Unidos, James Monroe, teve um impacto indireto no Brasil, mas influenciou a política externa da América Latina como um todo. Seu princípio central, **"A América para os americanos"**, visava impedir a recolonização europeia no continente e reforçar a influência dos EUA na região.

No Brasil, a Doutrina Monroe não teve um efeito imediato, pois o país já havia garantido sua independência em 1822 e mantinha relações próximas com a Grã-Bretanha. No entanto, ao longo do século XIX e XX, os Estados Unidos usaram essa doutrina para justificar intervenções políticas e econômicas na América Latina, consolidando sua influência na região. 

Com o tempo, a Doutrina Monroe evoluiu para uma ferramenta de dominação imperialista, sendo usada para respaldar intervenções militares e econômicas dos EUA em diversos países latino-americanos. No contexto atual, países como a China criticam essa doutrina e buscam fortalecer parcerias estratégicas com a América Latina, incluindo o Brasil.

Durante a **Guerra Fria**, os Estados Unidos e a União Soviética travaram uma intensa disputa ideológica, econômica e militar, cada um promovendo seu próprio sistema: o **capitalismo** e o **socialismo**. A propaganda foi uma ferramenta essencial nesse conflito, com ambos os lados utilizando narrativas para fortalecer sua posição e deslegitimar o adversário.

Os EUA, por exemplo, investiram fortemente em campanhas anticomunistas, associando o socialismo à falta de liberdade e ao autoritarismo. Essa estratégia ajudou a consolidar o modelo capitalista e justificar intervenções em países que adotavam políticas socialistas. Por outro lado, a União Soviética também usou propaganda para criticar o capitalismo, destacando desigualdades sociais e exploração econômica.

Além da propaganda, os EUA implementaram políticas econômicas e diplomáticas para expandir sua influência, como o **Plano Marshall**, que ajudou a reconstrução da Europa Ocidental e fortaleceu economias capitalistas. A União Soviética, por sua vez, buscou expandir sua esfera de influência por meio do **Pacto de Varsóvia** e do apoio a revoluções socialistas ao redor do mundo.

 A **Doutrina Monroe**, proclamada em 1823, foi inicialmente apresentada como uma política de proteção contra a recolonização europeia na América. No entanto, ao longo dos séculos XIX e XX, os Estados Unidos usaram essa doutrina para justificar intervenções políticas e militares na América Latina, consolidando sua influência na região.

Durante a **Guerra Fria**, os EUA intensificaram seu intervencionismo na América Latina, apoiando golpes militares contra governos considerados alinhados ao socialismo. No caso do **Brasil**, os Estados Unidos tiveram um papel significativo no golpe militar de **1964**, que derrubou o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura que durou **21 anos**. Documentos históricos indicam que os EUA forneceram apoio financeiro e estratégico para os militares brasileiros, preocupados com a possibilidade de um governo de esquerda no país.

Além do Brasil, os EUA também apoiaram golpes em países como **Guatemala (1954)** e **Chile (1973)**, sempre com o objetivo de conter a influência socialista na região. A **Operação Condor**, uma campanha de repressão política coordenada entre regimes militares sul-americanos, também contou com suporte dos EUA.

 A relação entre Brasil, Estados Unidos e Europa no contexto da dívida pública é complexa e envolve fatores históricos e econômicos. O Brasil acumulou dívidas externas ao longo dos séculos devido a empréstimos e acordos financeiros com países desenvolvidos, incluindo os EUA e nações europeias. 

Historicamente, a dependência econômica do Brasil em relação a potências estrangeiras começou ainda no século XIX, quando o país contraiu empréstimos para financiar sua independência e infraestrutura. No século XX, especialmente durante a ditadura militar (1964-1985), o Brasil recebeu investimentos e empréstimos dos EUA e instituições internacionais, como o FMI e o Banco Mundial, o que contribuiu para o aumento da dívida externa.

Atualmente, tanto o Brasil quanto os EUA enfrentam desafios fiscais, com preocupações sobre endividamento e déficits públicos. A política econômica global, incluindo decisões dos EUA e da Europa, pode impactar a economia brasileira, mas o endividamento do país também é resultado de escolhas internas e políticas econômicas adotadas ao longo da história.

Os Estados Unidos aquele país filho da puta de lugar de lazarentos ajudou a foder o povo do Brasil na economia. Nunca foi parceiro mas os Estados Unidos é uns lazarentos que sempre fudeu com o povo brasileiro!

: O sufixo da palavra "brasileiro" é "-eiro". Este sufixo é normalmente utilizado para indicar profissão ou atividade, como em "madeireiro" ou "mineiro". No entanto, em "brasileiro", ele passou a ser utilizado para indicar a nacionalidade, ou seja, o que é natural ou habitante do Brasil.

Enviado ao blog pelo Eterno Senador e agora vereador licenciado João Alberto. 


segunda-feira, 26 de maio de 2025

COLUNA DO ZÉ LOPES BEC - UM LEAO FERIDO

 


Se o futebol profissional do Brasil vai mal, times grandes mal administrados, devendo quantias vultuosas, lutando  contra o tão temido rebaixamento, outros lá e se matando pra subir, o órgão maior, a CBF - Confederação Brasileira de Futebol,  vivendo uma crise sem precedentes, como tudo é relativo e proporcional, o Futebol do Maranhão   também agoniza a olhos nus e pouco, nada, ou quase nada, pode ser feito para atrair patrocinadores para as equipes, assim como público para os estádios.

Uma coisa um tanto quanto bizarra, está acontecendo com times registrados na FMF - Federação Maranhense de Futebol, que não tem como formar equipes para disputar o campeonato, alugam   suas marcas para que outras cidades apareçam e disputem o campeonato. A cidade de Bacabal, por exemplo, já ancorou o Americano Futebol Clube e o Babaçu. A coisa não vingou e nem mesmo o legítimo filho da terra, o BEC - Bacabal Esporte Clube, que já foi campeão maranhense, amarga uma divisão que jogará um seletivo para o honroso acesso à segunda divisão.

"A questão desses times que não tem condições de  bancar, pagar cadastro de anuidade, taxas na Federação, tem um tempo de carência. O Tupã é o Boa Vontade vão disputar a seletiva esse ano, porque não disputaram a segunda divisão ano passado, então não tiveram classificação  e  aí se caracteriza como terceira divisão". Explica o ex- atleta e professor Renato Braga 

O aluguel e a venda de times, virou uma boa opção para prefeitos que gostam do esporte e e que pensam no lazer do seu povo. O time do  Juventude Samas que era de Caxias.  foi comprado em 2016 por Dr. Miltinho Aragão, na época prefeito de São Mateus. O Babaçu que era de Bacabal foi comprado pela prefeitura de Tumtum, o Boa Vontade vai disputar a seletiva por Lago Verde, o Tupan fez uma parceria com o prefeito Zé Martim e vai pra seletiva representando a cidade de Cantanhede. Já o Timom, que mandava seus jogos em São Luís, em cumprimento a uma promessa de campanha do prefeito Rafael Leitoa, mandará seus jogos na cidade e o estádio está sendo reformado para receber os torcedores e ainda contratou o técnico Marlon, o Rei do acesso.

Rei do acesso, o atual técnico do Timon, que já levou à elite do futebol maranhense equipes como Bacabal, Cordino, Juventude  e Tuntum, Marlon vê  pontos antagônicos no futebol maranhense e com sua experiência, entende que se houver coerência e ajuda mútua, dá pra fazer um bom mercado

"O futebol de um modo geral tem que ter um bom planejamento, tem que ter o apoio, não só  do poder público, mas da classe empresarial, e temos como exemplo o time do Imperatriz que fez planejamento e manteve a sua base com atletas que sabem jogar o futebol maranhense. Muitas vezes se monta uma equipe e sobe, e logo em seguida a equipe se desfaz por não poder manter essa base e a prova viva é a dificuldade que está tendo o Sampaio Corrêa, pois quando teve no topo do futebol maranhense e do futebol nordestino, tinha uma base sólida.  O Futebol do Maranhão precisa também de um apoio maior da Federação  pois sabemos, no fundo, que deixa muito a desejar diante de outras federações. Se o futebol maranhense tivesse mais apoio, seria melhor hankiado e a prova disso é que caímos no hanking". Desabafa Marlon

O Leão do Mearim, o Bacabal Esporte Clube, por anos aluga a sua sigla para outras cidades e no ano passado, sob o comando do atual vice-prefeito, o Dr. Emílio, Carvalho, disputou a segunda divisão, mas com os estádios Correão e Merecão  interditados, o BEC mandou seus jogos na vizinha cidade de São Mateus, não obtendo nenhuma vitória e assim caindo para uma "imaginaria" Terceira Divisão que ganhou o nome de Seletiva.

"Assinei um documento passando todos os poderes de decisão sobre o BEC, ao meu vice Lambal, ele é quem resolve", explicou Rodrigo,  diretor e detentor de toda a documentação do time.

Sem nenhum movimento que inclua o nome do Bacabal Esporte Clube na seletiva 2025, a equipe do BEC Master faz campanha para que as autoridades competentes façam a devida reforma no Estádio José Nery Corrêa, o Correao e consequentemente recuperem o BEC.. 

"Mobilização em prol do Estádio Correão e do nosso Bacabal Esporte Clube.

     Precisamos nos unir e começar a fazer alguma coisa galera. Afinal de contas o estádio e o time do Bacabal é patrimônio nosso. Não podemos nos calar. Falamos em nome de todos que amam essa cidade. É muito triste ver a situação desse estádio. Muitos de nós já tivemos momentos de festa, alegria e confraternização, e hoje o que nos resta é a lembrança e um enorme monumento que nos traz tristeza e saudades, exatamente como o túmulo de um ente querido

Vamos nos reunir. fazer vídeos, fotos e divulgar nas redes sociais. Vamos pra cima. E nossa história e legado que está em jogo.

Assim diz a nota divulgada nas redes sociais.

Em uma viagem com o Eterno Senador e vereador licenciado João Alberto e seu filho, o ex-deputado federal e atual Superintendente do Denit João Marcelo,  ouvi deles a seguinte explicação. "Pelo que estamos sabendo e foi amplamente divulgado, o governador do MA vai entrar com 4 milhões e o Ministério dos Esportes com mais 4 milhões para a reforma do Correão".

Na última sexta-feira  eu, o jornalista e blogueiro Abel Carvalho,  o advogado e blogueiro Louremar Fernandes, nos reunimos com o Eterno Senador e vereador licenciado João Alberto e ficamos sabendo que a reforma do Estádio Correão está orçada em 20 milhões de reais e que o projeto está pronto.


BEC - Bacabal Esporte Clube, é uma marca, mas, enquanto nossos estádios não tiverem preparados para receber os jogos e o público, poderemos ver o nosso bem esportivo maior representar outra cidade,  e o pior, sem condições de competir com igualdade ou superioridade, colecionar mais uma decepção. 

O ex-atleta Renato Braga que faz parte do time da cidade de Cantanhede e que vai disputar o seletivo, ainda vê luz no fim do túnel e aponta soluções, mesmo dentro de um quadro caotico em que nosso futebol se encontra. "Agora na final do campeonato maranhense, o governo investiu RS 250 mil reais em premiação e ingressos baratos, a preços populares. Eu acho que se tivesse um programa como teve no passado de Nota na Mão,  o Cupom Fiscal, iam mais pessoas aos estádios e ajudariam os clubes, isso porque a Federação não ajuda ninguém, até as bolas são compradas, a arbitragem cara,    o nosso estado é muito grande em dimensões territoriais, tudo isso proporciona para que o nosso futebol não cresça. Temos o exemplo do Sampaio Corrêa,  praticamente sem série no ano que vem,  e é um time de expressão em todo lugar que se vá".lamenta Renato Braga.

Tudo isso que o futebol maranhense está enfrentando agora, quase todos oa estados, com pouquissimas excessoes, tammbem estão enfrentando e isso é reflexo do que está acontecendo na CBF.

"No campeonato Maranhense pra disputar a série C,  o seletivo, o  Lago Verde está  se arrumando o Tupan está se arrumando, o Timom está organizado e é  um sério candidato a conquistar a vaga", reitera Renato Braga.

Enquanto as equipes se organizam, o time do BEC - Bacabal Esporte Clube,  vê seu atual mandatário, o promoter Edmilson Santos,  o popular Lambal, voltar todas as suas atenções ao seu rentável comércio, o Bar do Bulão,  e pelo andar da carruagem, sem estadios pra mandar seus jogos, será mais um ano sem o futebol do tão querido Leão do Mearim