quarta-feira, 8 de abril de 2026

CARLOS BRANDAO VISITA ROSEANA SARNEY EM SAO PAULO

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), aproveitou uma visita institucional à VLI Logística, em São Paulo, para tratar da construção de uma pera ferroviária dentro do Porto do Itaqui, para visitar a deputada federal Roseana Sarney (MDB).

A ex-governadora está em fase final do tratamento contra o câncer de mama tripla negativo, diagnosticado em agosto do ano passado.

Aproveitei para reencontrar a ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney. Fico feliz em vê-la bem e deixo aqui meus votos de plena recuperação, muita saúde e força nesse momento”, afirmou Brandão.

Fatalmente na visita de ontem, terça-feira, um dos assuntos tratados foi a eleição de 2026, afinal Roseana dividia a liderança de todas pesquisas realizadas com o próprio Brandão para as vagas de senadores no Maranhão.

No entanto, Brandão, como permaneceu no cargo, não poderá mesmo disputar o Senado. Já Roseana ainda não anunciou se irá disputar a eleição deste ano e, caso dispute, para qual cargo. Ela pode tentar a reeleição para a Câmara Federal ou buscar um retorno ao Senado


BRAIDE JA ESCOLHEU SUA VICE


Fim do mistério. O pré-candidato do PSD ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, anunciou, como prometido, na tarde de ontem terça-feira (07), em Imperatriz, o nome da sua colega de chapa para o cargo de vice-governadora nas eleições de 2026.

A empresária Elaine Carneiro, também filiada ao PSD, será candidata a vice na chapa de Braide. Elaine é diretora da empresa Pneus Brasil e foi anunciada durante evento político na cidade de Imperatriz. Vale ressaltar que a empresária está filiada desde 27 de março no PSD.

Com a escolha, Braide tenta ampliar sua base de apoio no interior maranhense e escolheu uma mulher da segunda maior cidade do estado.

Falta agora Braide definir os nomes dos dois políticos que irão disputar o Senado na sua chapa. A ideia é com que as duas vagas o pré-candidato possa atrair outros partidos para o seu palanque

MANOEL GOMES DISPUTARÁ POR SAO PAULO, UMA VAGA PARA DEPUTADO FEDERAL

São Paulo pode ter mais um maranhense lhe representando na Câmara Federal. Além da deputada Sônia Guajajara (PSOL) que buscará a reeleição, o cantor Manoel Gomes anunciou que pretende disputar as eleições de 2026, quando tentará ser deputado federal por São Paulo.

Manoel Gomes, conhecido nacionalmente como o “Caneta Azul”, se filiou no Avante e se diz pronto para encarar as urnas neste ano.

Meu povo…Eu só estava esperando o tempo certo. Vocês me conheceram pela música…Mas agora essa caneta não escreve só canções…ela também vai trabalhar pelo povo. Porque eu venho de vocês. Sei o que a gente vive, e o que a gente precisa. E essa parte da história…a gente vai escrever juntos”, disse Manoel Gomes.

Vale ressaltar que não será a primeira vez que Manoel Gomes disputará uma eleição. Em 2022, ele disputou uma vaga de deputado estadual no Maranhão, mas não foi eleito. Na oportunidade, utilizou o nome eleitoral “Caneta Azul” e obteve pouco mais de 7 mil votos.

COM A PALAVRA - NENHUM ESPAÇO PARA QUEM MATOU UMA MULHER - POR DR. GILMAR PEREIRA


NENHUM ESPAÇO PARA QUEM MATOU UMA MULHER

Campanha pressiona por retirada de nomes de feminicidas em ruas

 

Em 12/03/2026, a jornalista Ângela Celeste, do Portal UOL, divulgou a notícia de que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei que propõe mudar o nome da Rua Peixoto Gomide, localizada na região da Avenida Paulista, para Sophia Gomide. A proposta ainda precisa passar por votação no plenário da Casa.

O projeto de lei é de autoria das vereadoras Silvia Ferraro (PSOL) e Luna Zarattini (PT), coautora da proposta. Segundo as parlamentares, o objetivo é reparar a homenagem e preservar a memória da vítima. A proposta é da Bancada Feminista do PSOL, com apoio de organizações como Minha Sampa e Instituto Polis.

Sophia Gomide foi assassinada em 1906 pelo próprio pai, o então senador Peixoto Gomide, que não aceitava seu casamento. Anos depois, em 1914, a Câmara deu o nome do ex-senador à rua, sem qualquer menção ao crime.

O projeto de lei faz parte da campanha “Feminicida não é herói”, que pretende retirar homenagens a feminicidas em ruas e espaços públicos de São Paulo. “Esperamos que o plenário da Câmara referende a proposta de alteração do nome da rua e faça a devida reparação a Sophia Gomide. Queremos que essa mudança sirva como exemplo de que nossa cidade não tolera mais violência contra a mulher”, disse Silvia Ferraro.

A iniciativa também propõe a mudança do nome de outras duas ruas da cidade. A Rua Moacir Piza, no centro, passaria a se chamar Nenê Romano, mulher assassinada por ele em 1923. Já a Rua Alberto Pires, na zona norte, teria seu nome alterado para Dona Leonor de Camargo Cabral, pelo mesmo motivo.

Outro projeto ligado à iniciativa, que proíbe atribuir nomes de pessoas que cometeram feminicídio a ruas e espaços públicos, já foi aprovado pela Câmara em primeira votação. A segunda votação deve ocorrer ainda em março e, se aprovado, o projeto de lei seguirá para sanção do prefeito Ricardo Nunes.

A iniciativa das parlamentares paulistas deveria servir de exemplo a ser seguido pelas Câmaras dos municípios maranhenses.

É inaceitável que, nos dias atuais, figuras masculinas e femininas que cometeram crimes associados à violência ou à opressão sejam homenageadas em logradouros públicos, como ruas, escolas, hospitais e outros.

O primeiro passo seria identificar os nomes das pessoas que cometeram crimes, especialmente aqueles envolvidos em violência de gênero, crimes passionais envolvendo pessoas de prestígio, ou figuras coloniais ligadas à escravidão ou à violência.

A iniciativa para a mudança desses nomes de logradouros públicos pode ser feita por meio de iniciativa popular, pelo Ministério Público e pelas Câmaras Municipais.

A pesquisa desses nomes pode ser realizada em arquivos do Tribunal de Justiça e dos municípios, bibliotecas, jornais antigos como Pacotilha, Publicador Maranhense, Diário do Maranhão e O Vianense, além de livros que tratam do assunto.

Um caso emblemático, ocorrido recentemente, deu-se por meio de iniciativa popular que contou com a atuação da Defensoria Pública da União, sugerindo a mudança do nome do Hospital Nina Rodrigues. O pedido foi no sentido de que o nome da unidade hospitalar, que homenageia o médico maranhense Nina Rodrigues, configura racismo científico, sob a alegação de que o referido médico seria defensor de teorias de eugenia e racismo científico no Brasil, defendendo a existência de raças superiores e inferiores e a criação de códigos penais distintos para brancos e negros.


                                                     Gilmar Pereira Santos é advogado

POESIA - AOS METAFÍSICOS - ALEX BRASIL

 


AOS METAFÍSICOS


Um poema

não é um problema.

Uma canção

não é uma equação.

Eis o dilema

entre o teu esquema

e o meu coração.

Escrevo para pessoas

feitas de emoção.

Não escrevo aos computadores

que não têm registro

para a voz do coração.


Alex Brasil 

terça-feira, 7 de abril de 2026

MORRREU DONA TEREZINHA SANTOS

Morreu nesta madrugada  aos 86 anos,  a senhora,Terezinha de Jesus Rodrigues Santos 

 Pessoa bastante querida, alegre e conhecida por todos, ela escreveu uma linda história de amor e vida.

Viúva do ex-vice prefeito de Bacabal, o saudoso Zé dos Santos, ela deixa os filhos, o advogado Dr, Jefferson Santos, o popular " Corró", Maria Tereza, Gracinha, Aparecida, Zó, Telma, netos, bisnetos esobrinhos.

Seu corpo está sendo velado na sua residência que fica na Praça Chagas Araújo, 15,  centro 

Seu uepultamento esta marcado para hoje, as as 17 h no Cemitério do Axixá.

A família enlutada agradece a todos que enviaram mensagens de condolência e pesar e também aos que participam do velório neste momento de profunda tristeza.

Vá na paz e que a terra lhe seja leve.

Saudades eternas

VEM AÍ A PRIMEIRA PESQUISA INOP NO MARANHÃO

Após o prazo de desincompatibilização ter sido finalizado, com o governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), ficando no cargo, enquanto o então prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), ter renunciado ao cargo e se lançado pré-candidato ao Palácio dos Leões, teremos o primeiro levantamento no estado.

O Instituto INOP registrou pesquisa nesta segunda-feira (06), com data de divulgação para o dia 12 de abril, ou seja, no próximo domingo. O levantamento registrado no MA-04274/2026, foi iniciado no dia 04 e vai até o dia 09 de abril.

O levantamento, como esperado, já não tem mais o nome do governador Brandão na disputa pelo Senado e mantém o cenário com quatro nomes para o Governo do Maranhão. Além de Braide, Orleans Brandão (MDB), Lahesio Bonfim (Novo) e Felipe Camarão (PT).

O último levantamento registrado do INOP foi feito em março (MA-01277/2026). Naquela oportunidade foi registrado um empate técnico, com Orleans aparecendo com 37,52%, contra 36,50% de Braide. Na sequencia veio Lahesio com 11,97% e Camarão com 6,91%. Tivemos ainda 1,92% para nenhum e 5,18% não souberam/não responderam.

A última pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 11 de março de 2026, com 2.548 entrevistados, possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais (reveja).

Agora é esperar a próxima pesquisa para saber se tivemos mudanças nos números após as definições

ATOS DE BOAS VINDAS DO PT DO MARANHÃO TEM PARTICIPAÇÃO DA SENADORA ELIZIANE GAMA


Depois de ter se filiado no PT, durante evento em Salvador-BA, onde o próprio presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, abonou sua ficha, a senadora Eliziane Gama participou de um ato de boas-vindas no PT do Maranhão, no dia de ontem , segunda-feira (06).

“Receber a confiança do presidente Lula é uma honra que carrego com responsabilidade todos os dias. Um novo capítulo na minha caminhada. Gratidão por esse momento tão emocionante. Chego com a mesma fé e firmeza de sempre, pronta para seguir lutando pelo povo e por um Brasil mais justo”, afirmou Eliziane.

O evento foi realizado na sede do PT e foi comandado pela presidente do partido no Maranhão, Patrícia Carlos, contou com a participação de outros petistas, inclusive do pré-candidato da legenda ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão

Além de petistas, quem compareceu ao evento foi o deputado federal e presidente do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry. Vale lembrar que PCdoB ao lado do PV e PT integra a Federação Brasil da Esperança.

Eliziane confirmou sua saída do PSD e chegada ao PT, no fim da janela partidária, já que recebeu o convite do próprio Lula para tentar a reeleição ao Senado pelo partido

VICE DE BRAIDE É UMA MULHER DE IMPERATRIZ

O pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo PSD, Eduardo Braide, anunciou, ns noite de ontem, segunda-feira (06), que sua vice-governadora será uma mulher e da cidade de Imperatriz.

Braide ainda assegurou que o anúncio será feito em viagem que fará para Imperatriz, hoje,  terça-feira (07).

Alô Imperatriz! Nessa terça-feira de manhã eu tô aí com vocês pra conversar, ouvir as pessoas, mas pra fazer um anúncio muito importante. Eu vou anunciar a minha companheira de chapa rumo ao governo do Estado. A nossa pré-candidata a vice-governadora do Maranhão vai ser de Imperatriz”, anunciou

COM A PALAVRA- CERCO POLITICO E JUDICIAL NO MARANHÃO ' POR JOAQUIM HAICKEL

 

Por Joaquim Haickel

O que está em curso no Maranhão deixou de ser uma simples divergência política para assumir contornos mais graves: trata-se de um cerco articulado, no qual decisões judiciais e movimentações políticas parecem convergir para um mesmo objetivo, enfraquecer o governador Carlos Brandão e reconfigurar o poder no estado.

Todo mundo sabe que houve uma ruptura entre Brandão e o grupo liderado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. O que não pode ser naturalizado é a extensão dessa ruptura para além do campo político, sobretudo quando se considera que a um ministro da Suprema Corte é vedado o exercício de atuação político-partidária. Transformar esse fato em algo trivial significa desvirtuar as relações institucionais que sustentam a República.

O que se observa, a partir dessa ruptura, é uma sucessão de medidas que, ainda que formalmente justificáveis, passam a gerar a percepção de influência de interesses alheios ao estrito dever funcional de quem ocupa a mais alta Corte do país.

É nesse ponto que a situação se torna preocupante e inaceitável. A atuação de agentes com forte influência institucional, somada a interesses políticos evidentes, cria um ambiente no qual o uso do aparato judicial passa a ser percebido como instrumento de pressão. E pressão política travestida de legalidade é uma das formas mais sofisticadas e perigosas de interferência no processo democrático.

Carlos Brandão pode ser contestado e combatido politicamente, como qualquer governante. O que não se pode admitir é que a disputa pelo poder se dê por meios indiretos, por atalhos institucionais ou por mecanismos que escapam ao crivo claro da vontade popular. Se há divergência, que ela se resolva no campo legítimo da política, no debate público e nas urnas, não por meio de um processo que enfraquece o governo pela via judicial.

No fundo, o que está em jogo não é apenas o destino de um governador, mas o equilíbrio entre política e Justiça. Quando essa fronteira se dissolve, o risco não é apenas para quem está no poder hoje, mas para qualquer governo amanhã. Porque, se esse método se consolida, ninguém governa de fato, apenas sobrevive sob constante ameaça.

Quando governar passa a depender menos do voto e mais da capacidade de resistir a pressões institucionais, é sinal de que algo profundamente errado está em curso, produzindo um desequilíbrio institucional incompatível com um regime democrático e com os fundamentos do sistema republicano.

Além disso, é impossível ignorar o fator temporal. Qualquer ação contra o governador do Maranhão, articulada por adversários políticos, ligados a um ministro da Suprema Corte de nosso país, tende a produzir efeitos mais intensos se ocorrer antes do prazo de desincompatibilização para as eleições de 2026. Isso confere à movimentação atual um caráter ainda mais sensível, pois sugere não apenas disputa de poder, mas cálculo estratégico quanto ao momento de agir. E, mesmo após esse marco temporal, não se pode descartar a continuidade de pressões institucionais que possam vir a acontecer contra o governo estadual.