O prefeito afastado de Turilândia, Paulo Curió, vai a prisão domiciliar e com tornozeleira eletrônica. A decisão é da desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim e foi tomada na tarde de ontem, segunda-feira (11).
Além de Paulo Curió, os outros investigados apontados pelo Ministério Público como integrantes do suposto esquema de corrupção investigado no município através da Operação Tântalo II.
Paulo Curió e os demais investigados estavam presos preventivamente desde o dia 22 de dezembro de 2025. O MP aponta que o grupo seria responsável por fraudes em licitações, corrupção, lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos em Turilândia, que teriam gerado um prejuízo de mais de R$ 56 milhões aos cofres públicos.
De acordo com a decisão, os investigados deverão cumprir uma série de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, restrição de deslocamento e proibição de contato com outros envolvidos no processo. O descumprimento das condições pode resultar na retomada da prisão em regime fechado.
Vale destacar que Turilândia, desde fevereiro de 2026, está sob intervenção do defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macedo.


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