domingo, 21 de setembro de 2014

DESEMPREGO SOBE PELA PRIMEIRA VEZ DESDE A CRISE DE 2009



A taxa de desemprego nacional, medida anualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou em 6,5% em 2013, acima dos 6,1% registrados em 2012, a primeira alta desde 2009, quando a economia ainda sofria os piores efeitos da crise mundial de 2008. O dado foi revelado nesta quinta-feira, com a divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Embora a taxa do ano passado ainda esteja abaixo da de 2011 (6,7%), foi quebrada a sequência de recordes de baixas, ainda mantida na taxa mensal de desemprego, calculada apenas nas seis principais regiões metropolitanas do País, mas cuja divulgação foi afetada pela greve no IBGE.

A última taxa mensal conhecida se refere a abril e foi de 4,9%, abaixo dos 5,8% de igual mês de 2013 e a mais baixa para meses de abril de toda a série histórica. Tradicionalmente, a taxa mensal fica abaixo da taxa anual medida pela Pnad. São duas as principais diferenças: a abrangência da taxa anual é muito maior e a taxa mensal é medida mês a mês, enquanto na Pnad a pesquisa é feita apenas em uma semana.

Como o IBGE não divulgou a taxa mensal fechada para as seis regiões metropolitanas de maio para cá, não se sabe se a sequência de recordes de baixa tem sido mantida. Em 2013, a média da taxa mensal ficou abaixo de 2012, mas a alta do desemprego em regiões não captadas pela pesquisa mensal poderia explicar as diferenças.

A taxa de desemprego anual subiu de 2012 para 2013 porque o número de desempregados avançou mais do que o número de empregados e mais do que o da população em idade ativa (PIA, o total de pessoas com mais de 15 anos).

"Embora tenha havido um aumento da população ocupada, com mais pessoas trabalhando, houve uma pressão no mercado de trabalho de pessoas se inserindo, procurando trabalho, que teve reflexo na taxa de desemprego", afirmou Maria Lucia Vieira, gerente da Pnad.

O instituto calculou 95,9 milhões de pessoas trabalhando em 2013, 0,6% acima do ano anterior. O total de desempregados somou 6,7 milhões de pessoas, 450 mil a mais, ou 7,2% acima de 2012. Aí estão incluídas tanto pessoas que perderam seus empregos quanto gente que chegou ao mercado de trabalho e não encontrou o primeiro emprego.

Disparidades. A taxa de desemprego subiu mais na região Norte, de 6,3% em 2012 para 7,3% em 2013. Pará (de 5,8% para 7,3%), Acre (5,8% para 7,6%) e Amapá (9,9% para 12,1%) puxaram a alta. Nenhuma região metropolitana do Norte está incluída na taxa mensal calculada pelo IBGE.

No Nordeste, a taxa de desemprego avançou de 7,6% em 2012 para 8,0% em 2013, mas o Rio Grande do Norte viu um avanço bem maior, de 7,1% para 11,0%. No Sudeste, a taxa de desemprego subiu de 6,1% para 6,6% (São Paulo foi de 6,2% para 6,6%), com destaque para a piora no emprego na indústria. Segundo o IBGE, houve redução de 3,5% (ou 470 mil empregados) no contingente de trabalhadores da indústria.

Na contramão, a taxa de desemprego na região Sul passou 4,2% para 4,0%, com queda de 2,2% no contingente total de desocupados, para 637 mil pessoas.

Formalização. Se o desemprego subiu no ano passado, pelo menos o processo de formalização no mercado de trabalho foi retomado. O porcentual de empregados que possuíam carteira de trabalho assinada atingiu nível recorde em 2013, de 65,2% do total de empregados (sem contar trabalhadores domésticos).

Em 2012, tinha havido uma estagnação, com 64,1%, mas ano passado o processo de formalização, iniciado em 2003, foi retomado. A partir de 2003, houve crescimento do emprego com carteira de trabalho assinada, alcançando 65,2% em 2013, expansão de 9,9 pontos percentuais frente a 2001.

"Os empregados com carteira no setor privado vêm crescendo. A gente já acompanha isso desde 2004", comentou Maria Lucia.

DAVY FARAY, UM ASTRO EM BUSCA DE UM CÉU DE SOM.



Davy Faray
     Dono de uma das mais belas vozes do Brasil e também um compositor fenomenal, Davi Farias Nôu, é um artista que, se perseverar mais um pouco, ganhará as manchetes dos principais jornais do país, aparecerá nos mais glamorosos e populares programas de televisão e todas as rádios tocarão suas músicas, pois o seu talento e a qualidade das suas composições, estão no topo, entre as melhores. 
Fazendo música e jogando bola, Davi desde muito pequeno já se destacava entre os músicos de sua geração pois com seu violão, sua voz e cantando os sucessos dos seus ídolos maiores como Tim Maia, Roberto Carlos, Cassiano, Claudio Zolli, Lulu Santos, Hildon e Fábio Júnior, de quem é fã incondicional, ele levava ao delírio as meninas e formava um público que lhe acompanha até hoje. 100% pop, suas canções falam de amor e sua batida 100% festa, dá o tom da festa entre as batidas funk e o colorido das luzes das pistas de dança que se embaçam sob a ação da fumaça de glicerina. Participante do CD coletânea “Nós”, onde ganhou o nome artístico de Davi Faray, junto com Marco Boa Fé, Marcus Maranhão, Perboire Ribeiro, Assis Viola e Zé Lopes, ele é compositor de poucos parceiros e apesar de ter um CD inédito, produzido por Pepê Junior, lançou uma coletânea onde interpretou grandes sucessos nacionais. 
Davy Faray também se aventura nos festivais de música e já foi premiado em vários, entre eles o Festival de Música João do Vale em São Luis. Parceiro de Zé Lopes, ele tem participação nos discos “Festa”  e “Todos os Junhos”– cantando, e “Decalque”- compondo. Tem músicas no CD de “Tânia Tomaz”, no CD “Sexta Cultural” e no CD “Todos Cantam Sua Terra” em comemoração aos 90 anos de Bacabal. Davi Faray é de uma família gospel e não nega as suas origens, a sua essência de temer a Deus e as suas composições são inspiradas no verdadeiro amor, na felicidade de se dizer iluminado assim como é iluminada a voz que lhe acompanha.
Davy Faray, um astro em busca de um céu de som. Hoje, a sua voz é ouvida em todo o Brasil cantando jingles para políticos

 

   

HISTÓRIA DE BACABAL - COMENDO PEBA



Bracinho convidou Kalil Trabulsi para comer um peba no almoço que daria em sua casa. Deu meio dia e Kalil tomou duas doses de cachaça e rumou para a casa de Bracinho. Ao ver o convidado, Bracinho gritou:
 
-Mulher, bote o almoço que o convidado chegou!!!
 
A mulher levou para a mesa uma travessa com arroz branquinho, sobre o arroz, quatro rodelas de tomate. Em outro prato, dois ovos fritos.
Bracinho se serviu do arroz, colocou um ovo e começou a comer. Kalil olhou para ele e espantado perguntou:
 
-  Bracinho, cadê o peba???
 
E Bracinho mastigando, respondeu:
 
- E tu quer comida mais peba do que essa, arroz com ovo.

FOTOS DO DOMINGO


Betto Pereira, Carmem, Ourinho, Zé Lopes, Louremar, Paulo Campos
Zé Lopes, Sílvio, Abel, Paulo Campos

FRASE DO DOMINGO


 
“Quando um bandido mata um policial, vira estatística, mas quando um policial mata um bandido, vira um inferno, vem os Direitos Humanos e detona com a classe”
Sargento Sá.
 

 

sábado, 20 de setembro de 2014

FIFA DETERMINA QUE RELÓGIOS DADOS PELA CBF DEVEM SER DEVOLVIDOS E DOADOS



O Comitê de Ética da Fifa determinou que os 65 relógios distribuídos pela CBF à dirigentes da entidade máxima do futebol deve ser devolvidos até o dia 24 de outubro. O dinheiro gasto na compra dos ‘presentes' irregulares - cerca de R$ 1,3 milhão, pelas contas da própria CBF - não voltará aos cofres brasileiros e terá que ser revertido em doações para instituições de caridade.


As investigações sobre o caso começaram ainda em junho e foram divulgadas no último final de semana. A CBF distribuiu relógios comemorativos na Copa do Mundo no Brasil de seus próprios patrocinadores (como parte das comemorações do centenário da entidade) para várias pessoas, incluindo os membros do comitê executivo da Fifa.
Segundo a decisão da Fifa, todas as partes estavam erradas no caso. Em primeiro lugar, a CBF não poderia ter oferecido os presentes. Depois, nenhum dirigente poderia ter aceitado um "presente que tenham mais do que um valor simbólico".
Segundo a CBF, cada relógio da marca Parmigiani teria custado 8.750 dólares (cerca de R$ 20.500,00). Pela Fifa, o relógio tem um valor de mercado de R$ 62.500.

ALEXANDRE BORGES E JULIA LEMMERTZ SE SEPARAM APÓS 21 ANOS, DIZ JORNAL


 
 

O casamento de Julia Lemmertz e Alexandre Borges chegou ao fim. De acordo com o jornal "O Dia", recentemente eles decidiram se separar de forma amigável após 21 anos de união. O casal ainda mora na mesma casa, mas, segundo a publicação, o ator vai começar a procurar um novo imóvel na próxima semana, quando ele voltará de viagem com a peça "Uma Pilha de Pratos na Cozinha".

Alexandre Borges já vinha sendo visto sozinho com frequência na noite do Rio de Janeiro. Ele costuma frequentar os bares do Baixo Gávea, na Zona Sul do Rio, apenas com amigos. Várias vezes o ator foi flagrado por paparazzi saindo sem a companhia de Julia. Foi o que aconteceu na última terça-feira (16), quando ele foi visto no Leblon. Juntos, eles são pais de Miguel, de 14 anos. A atriz ainda é mãe de Luiza, de 26 anos, fruto de seu relacionamento com o produtor Álvaro Osório.

Os rumores de que a união de Julia e Alexandre havia chegado ao fim não são de hoje. Em 2007, a atriz negou que tivesse se separado. Em 2010, o artista contou que seu casamento há havia passado por muitas crises, mas que eles nunca haviam se separado. Em 2012, Julia negou as crises confessadas por Alexandre.

Em entrevista recente à revista "Contigo!", a atriz afirmou que Alexandre Borges é seu ponto de equilíbrio. "Ainda está valendo a pena, por isso estamos juntos. É uma parceria de vida. Temos muita história. Somos independentes, com os filhos criados, se não valesse a pena não teria por que estarmos juntos. Tem de ter uma vontade para que a coisa aconteça", garantiu ela, mas admitiu que os anos transformam um relacionamento.

"Claro que muda. É de fases. Agora eu estou em um período em que ando trabalhando muito, gravando muito, então não vejo ninguém. Mas a gente entende que é um momento, uma fase, que logo mais isso passa, a gente viaja e retoma a nossa vida", disse ela durante o período de gravações da novela "Em Família", na qual interpretou a personagem Helena.

Já Alexandre Borges afirmou à revista "Caras" que seu casamento dava certo porque um torcia pelo sucesso do outro: "Julia, como sempre, é muito parceira, uma companheira que compreende profundamente meu momento e o trabalho que faço".

IRMÃ DEFENDE SAÍDA DE PATRÍCIA POETA DO “JORNAL NACIONAL”: “SÓ QUER VIVER FELIZ"


Paloma Poeta, irmã caçula de Patrícia Poeta, defendeu a saída da jornalista da bancada do “Jornal Nacional” para se dedicar a um projeto na área de entretenimento da TV Globo. A moça garantiu que o fato é um sonho antigo da apresentadora.

“Não sei ao certo como a gente aprende isso, mas, infelizmente a gente aprende: a se acomodar. Passamos a vida inteira construindo a felicidade, esperando chegar ao momento/lugar ideal e nunca mais sair dele. E temos que querer o que os outros também querem, estar onde os outros gostariam de chegar”, postou em seu Instagram.

E continuou: “Somos mais de sete bilhões de pessoas e ainda acreditam que um sonho não pode ser diferente do outro. Quando se muda a ordem das coisas, logo vêm as teorias, perguntas de o que deu errado, quem brigou, obrigou, desistiu. Quando, na verdade, a história é uma só: gente que quer viver feliz a vida toda, sem esperar”.

Patrícia gostou da postagem da irmã e logo comentou na rede social: “A poetisa da casa. Ou melhor, a Poeta mesmo! [risos]. Valeu, Paloma”. 


MOVIMENTO EM BARES TEM QUEDA APÓS LEI SECA



As blitz da Operação Lei Seca - Vida no Trânsito já estão provocando mudanças no comportamento dos condutores da Região Metropolitana de São Luís. Além da redução no número de acidentes com mortes em decorrência da combinação álcool e direção, representantes de bares e restaurantes da capital enviaram documento ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) informando que houve redução no movimento noturno dos estabelecimentos, sobretudo nos fins de semana.

A mudança no comportamento dos condutores tem reflexos na rotina da cidade. De acordo com Marcos Jorge dos Santos, coordenador da Operação Lei Seca, em São Luís, o Detran recebeu um documento enviado por representantes de bares, restaurantes e casas noturnas de São Luís, segundo o qual o movimento aos fins de semana tem sido menor no período da noite, quando as ações da Operação Lei Seca são intensificadas. "Não é nosso objetivo causar queda no movimento de estabelecimentos comerciais, mas isso é reflexo das operações. O condutor está receoso de dirigir à noite e ser pego em uma blitz", comentou.

Com menos condutores dirigindo após consumir bebida alcoólica, o trânsito de São Luís começa a dar sinais de que está mais seguro e apresenta queda no número de acidentes com mortes. "O último acidente fatal foi o que vitimou um policial militar, que foi atropelado por um médico que dirigia embriagado", afirmou Marcos Jorge dos Santos, coordenador da Operação Lei Seca, em São Luís. No dia 17 de agosto, o 1º sargento da Polícia Militar (PM), João Eudes Barros Carneiro, de 57 anos, morreu após ser atropelado pelo médico Marco André Carneiro Salomão, de 27 anos, que dirigia alcoolizado pela Avenida dos Holandeses, no Calhau.

Autuações

Por causa do trabalho ostensivo realizado, de julho a agosto aumentou em 61% o número de condutores autuados por dirigir sob a influência de álcool, apenas em São Luís. Em julho, foram 21 registros contra 34 no mês seguinte. Desde o dia 25 de julho, a fiscalização foi intensificada nas avenidas e rodovias estaduais da Região Metropolitana de São Luís. Durante as 13 operações já realizadas, mais de 2.300 veículos e 3.500 pessoas foram abordadas.

Mais de 250 testes do bafômetro foram realizados, dos quais 29 resultaram em crime, sendo os condutores autuados em fragrante e encaminhados para as delegacias de Polícia Civil. Outros 120 condutores foram notificados com auto de infração por dirigir sob efeito de álcool e um total de 220 veículos foi removido para o pátio do Detran. "As 13 primeiras operações já realizadas mostram um saldo muito positivo, pois estamos coibindo também outras infrações, já que verificamos todas as possíveis irregularidades que o veículo possa ter", comentou Marcos Jorge Santos.

OBRAS DE RECUPERAÇÃO NA AV. LITORÂNEA SÃO INICIADAS


 

Após um longo impasse judicial, a base da via do calçadão da Avenida Litorânea, construída em 2012, começou a ser reconstruída. O trecho, que faz parte da obra de prolongamento da avenida, cedeu devido a ação do tempo e erosão. No entendimento da Justiça, essa explicação não é válida.

A Justiça decidiu que a responsabilidade pela execução das obras de reparo é de competência da empresa prestadora de serviço. O Município moveu a ação contra a empresa Serveng Civilsan S/A após a deterioração do local, apontado a baixa qualidade dos materiais empregados e execução dos serviços.

Os reparos na estrutura danificada começaram dentro do prazo estipulado pela Justiça de 30 dias. Caso não iniciasse a obra, a empresa seria multada em R$ 50 mil por dia de atraso. A decisão foi expedida pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), que negou o recurso da empresa contra liminar da 4ª Vara da Fazenda Pública de São Luís.

A empresa Serveng Civilsan argumentou, no recurso, que os danos à obra são decorrentes das chuvas e da amplitude da maré.

No local onde parte do calçamento cedeu, funcionários da empresa iniciaram o trabalho para eliminar maiores riscos