quarta-feira, 1 de outubro de 2014

DEBATE MOSTRA QUE SE CORRER O BICHO PEGA E SE FICAR O BICHO COME



ÚLTIMO DEBATE


A TV Mirante realizou na noite de ontem, terça-feira (30), o debate com três dos seis candidatos ao governo do Maranhão. Participaram do debate os candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional: Flávio Dino (PCdoB), Lobão Filho (PMDB) e Luís Pedrosa (PSol). Este foi o último debate entre os cndidatos antes da eleição de domingo (5).
Mediado pelo jornalista Fábio William, da Rede Globo de Televisão, o debate teve três blocos. Nos dois primeiros os candidatos debateram sobre temas livres e determinados. No último cada candidato fez as suas considerações finais.
O debate sobre a segurança pública predominou o primeiro bloco do debate. Os candidatos discutiram sobre a crise do sistema prisional no Maranhão.
No segundo bloco, os candidatos debateram sobre o modelo de mudança política no Maranhão, agronegócio, abastecimento d’água, desenvolvimento humano, corrupção e saúde.
No último bloco, os candidatos fizeram as suas considerações finais.
“Levamos a bandeira da esperança, da fé e da mudança ao Maranhão…”, disse o candidato Flávio Dino.
“Tenho dentro de mim a convicção que estou preparado para mudar a vida dos maranhenses”, destacou Lobão Filho.
“Praticamos o debate com lealdade e em alto nível e apresentamos propostas”, finalizou Luís Pedrosa.
Os outros três candidatos que não participaram do debate concederão entrevista ao vivo no JMTV 1ª edição, nesta quarta-feira: Saulo Arcangeli (PSTU), Josivaldo Corrêa (PCB) e Zeluis Lago (PPL).

Resumo da ópera – Foi um debate frio, ninguém sequer falou de educação, cultura e os dois candidatos polarizados, se mantiveram cordeirinhos e as propostas relatadas não passaram de utopias. Se formos nos basear pelo debate, coitado de nós, estamos mais uma vez em maus lençóis. Ô Maranhão sem sorte. Infeliz “mente”, não temos uma terceira força. Mas vamos as urnas exercer a nossa cidadania.  Que vença quem tiver mais votos, não o melhor.

SAMPAIO TROPEÇA NO CASTELÃO E DÁ ADEUS AO SONHO DA PRIMEIRA DIVISÃO



Outra vez o Sampaio vacila em casa e deixa escapar a chance de encostar no G4. O time amargou na noite de ontem, mais um  empate de 0 a 0 com a Portuguesa, no Castelão, em São Luís pelo Campeonato Brasileiro Série D.
Com o resultado, o Sampaio permanece na sétima posição com 41 pontos. A Portuguesa com 21 pontos é o décimo oitavo.

Sem inspiração e aparentemente cansado, o Sampaio entrou em campo imaginando que a qualquer momento marcaria o gol que lhe daria mais uma vitória, mas desta vez não foi assim e o Sampaio deixou escapar dois pontos fundamentais para que a equipe pudesse encostar nos líderes.

Ao final da partida, o treinador Lisca tentou explicar o tropeço ao reclamar do gramado do Castelão que até então era a grande arma do Sampaio contra seus adversários.
O Sampaio agora terá dois jogos difíceis fora de casa. Vai enfrentar o Ceará, em Fortaleza, na terça-feira e o América, em Natal, no outro sábado.

IBOPE E DATAFOLHA - A GRANDE DISPUTA NA RETA FINAL


IBOPE MOSTRA DIFERENÇA MENOR DE MARINA SOBRE AÉCIO E VANTAGEM DE DILMA NO 2º TURNO

Pesquisa Ibope divulgada na noite de ontem,  terça-feira, mostrou queda da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, que viu sua diferença sobre o terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), cair a 6 pontos percentuais, enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) passou a ter vantagem numérica num segundo turno contra a ex-senadora.

Nas intenções de voto para o primeiro turno, Dilma passou a 39 por cento das intenções de voto, oscilando 1 ponto para cima em relação à pesquisa da semana passada, enquanto Marina caiu a 25 por cento (ante 29 por cento) e Aécio permaneceu com 19 por cento. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Em simulação de segundo turno entre as duas candidatas, Dilma foi a 42 por cento e Marina a 38 por cento, de modo que elas estão no limite do empate técnico. Na semana passada as duas estavam empatadas em 41 por cento.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 27 e 29, em 203 municípios.
 
DATAFOLHA MOSTRA DISPUTA FORTE PELO 2º LUGAR ENTRE MARINA E AÉCIO; DILMA VENCE 2º TURNO

Já pesquisa Datafolha mostrou também na noite de ontem, uma forte disputa pelo segundo lugar da corrida presidencial entre Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), enquanto simulações do segundo turno apontam para vitória da presidente Dilma Rousseff (PT) contra os dois adversários.
Nas intenções de voto para o primeiro turno, Dilma permaneceu nos mesmos 40 por cento de intenções de votos registrados na pesquisa divulgada na última sexta-feira, seguida por Marina, com 25 por cento (ante 27 por cento), e por Aécio com 20 por cento, (ante 18 por cento). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
Em simulações de segundo turno, Dilma vence Marina por 49 a 41 por cento e Aécio por 50 a 41 por cento.
O Datafolha ouviu 7.520 pessoas em 311 municípios entre segunda e terça-feira.

 

 


terça-feira, 30 de setembro de 2014

OS FAVORITOS PARA A ELEIÇÃO DE DEPUTADO FEDERAL



Por Jorge Aragão
Conforme prometido, o Blog divulga a segunda lista com nomes dos principais candidatos a deputado federal no Maranhão. A lista volta a ser publicada após conversar com alguns analistas políticos e fazer uma média entre análises recebidas. O Blog fez o levantamento por coligação e dividiu em aqueles que estariam “eleitos” e aqueles que brigam por “vagas”. No entanto, é bom lembrar que tivemos algumas modificações com relação a primeira lista divulgada.
Coligação “Pra Frente Maranhão” (PMDB – PV – PRB – PTB – DEM e PR) – 6 ou 7 vagas

Eleitos: Hildo Rocha (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Sarney Filho (PV) e Cléber Verde (PRB);

Brigando: Victor Mendes (PV), Sétimo Waquim (PMDB), Alberto Filho (PMDB), João Marcelo (PMDB), Chiquinho Escórcio (PMDB), Davi Júnior (PR) e Paulo Marinho Júnior (PMDB);

 Coligação “Democrata Trabalhista” (PRP – PRTB – PTN – PSDC e PSL) – 3 vagas

Eleito: Juscelino Filho (PRP);

Brigando: Ricardo Archer (PSL), Pereirinha (PSL), Chico Coelho (PSL) e Aluísio Mendes (PSDC);

 Coligação “Por um Maranhão mais forte” (PEN – PTdoB – PSC – PMN e PHS) – 2 ou 3 vagas

Eleito: André Fufuca (PEN)

Brigando: Júnior Marreca (PEN), Costa Ferreira (PSC), Lourival Mendes (PTdoB), Penaldon Jorge (PTdoB) e Dalton Arruda (PTdoB)

 Coligação “Coligação pra seguir em frente com muito mais mudança” (PT e PSD) – 2 ou 3 vagas

Eleito: Zé Carlos (PT)

Brigando: Fábio Godin (PT) e Cláudio Trinchão (PSD)

 Coligação “Todos pelo Maranhão” (PCdoB – PSDB – PSB – PPS – PP e SD) – 5 ou 6 vagas

Eleitos: Rubens Júnior (PCdoB), João Castelo (PSDB) e Zé Reinaldo (PSB)

Brigando: Eliziane Gama (PPS), Waldir Maranhão (PP), Domingos Dutra (SD), Simplício Araújo (SD) e Luana Alves (PSB)

 Coligação “Todos pelo Maranhão 2” (PDT – PTC – PROS) – 1 ou 2 vagas

Eleito: Weverton Rocha (PDT)

Brigando: Julião Amin (PDT), Deoclídes Macedo (PDT) e Rosangela Curado (PDT)

 

FIDELIX MANTÉM DECLARAÇÃO SOBRE GAYS E SE DIZ ALVO DE PERSEGUIÇÃO



Candidato do PRTB nega homofobia e acusa OAB de ser antidemocrático por defender sua cassação
Atualizado às 16h10

O candidato do PRTB à Presidência, Levy Fidelix, afirmou nesta terça-feira, 30, em entrevista ao Estado que "não corre do pau" e que continua mantendo a posição sobre o casamento gay, defendida por ele durante o debate realizado pela TV Record no domingo. Fidelix disse que se sente perseguido pelas instituições que o processaram pelas declarações homofóbicas feitas no debate. O candidato disse ter recebido mensagem de solidariedade do deputado Jair Bolsonaro (PP), conhecido por também ser contrário ao apoio de causas do movimento gay.

"Eu não corro do pau. A minha posição é a mesma, não é nada de homofobia. Ao contrário, defendo a posição do pai, da mãe, da família tradicional. E nem por isso é discriminação. Discriminação é o que fazem comigo, me chamar de nanico. Não me dão os espaços que preciso e mereço", afirmou o candidato do PRTB.

Após ouvir a pergunta da candidata Luciana Genro (PSOL), Levy afirmou: "Jogo pesado esse aí agora. Nesse, jamais eu poderia entrar". "Aparelho excretor não reproduz", afirmou, causando indignação em alguns integrantes da plateia. "Como é que pode um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos", disse ainda o candidato.

Fidelix disse também que as entidades que moveram ações contra ele por causa das declarações homofobias são pagas com dinheiro público. Acusou também o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Coelho, de instrumentalizar o órgão que, segundo disse, deveria ser imparcial e não posturas antidemocráticas. A Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB protocolou nessa segunda na Procuradoria-Geral Eleitoral e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido requerendo a cassação da candidatura de Fidelix. A entidade pediu ainda direito de resposta.

"Acho que ele (Marcus Vinicius Coelho) está instrumentalizando o órgão que deveria ser imparcial e não assumir uma postura contra a democracia. Ele  está defendo um segmento que está se sentindo ofendido e está tentando me emparedar", afirmou. 

"Estou defendendo a legitimidade de expressão. Eu não concordo com a questão homoafetiva. Ainda mais com essa forma a que eles se propõem, de fazer isso em público. Essas demonstrações de carinho poderiam ser feitas na intimidade. Eu sou a favor dos bons costumes e da família tradicional. Não estou com agressividade nenhuma. Jamais discriminei alguém". 

Fidelix afirmou ainda que está sendo perseguido pelas instituições.

A Ouvidoria de Direitos Humanos, ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, vai apresentar nesta terça ao Ministério Público Federal denúncia coletiva sob acusação de incitação ao ódio e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. O PSOL e o PV anunciaram que também vão recorrer à Justiça, alegando que houve incitação ao ódio.

O presidenciável disse que seus adversários estão fazendo uso eleitoral do tema para angariar votos, servindo-se de Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) de exemplo.

"A Luciana (Genro) quanto o Eduardo (Jorge) querem fazer voto. Eles querem o aborto, querem a maconha. São posições diametralmente opostas às minhas, mas que vou defender. Eu não estou atacando ninguém", afirmou. "Eles (Luciana e Eduardo Jorge) estão provocando as condições de heterofobia. Não pode. Do mesmo jeito que eu estou fazendo homofobia. E eu não estou. Eu não estou fazendo apologia dos heteros. Obedeçam as leis: vocês ficam para lá e eu fico para cá."

Nessa segunda, Fidelix disse ter sido procurado por Bolsonaro e pelo pastor Silas Malafaia, figura também polêmica pelas declarações contra as minorias. Ambos, segundo  o candidato do PRTB, telefonaram para manifestar solidariedade a Fidelix.

Processo. Fidelix passou o dia sem sair do seu comitê, localizado no bairro Moema, em São Paulo. Ele ressaltou por diversas vezes que não é contra os gays e que, inclusive, já teve funcionários homossexuais. "Eu já tive aqui no partido um rapaz que tinha essa 'característica'. Dei carinho, afeto e nunca deixei fazerem bullying com ele", disse. "Ninguém escutou nenhuma palavra minha dizendo: vamos bater, agredir os gays. Sou contra isso e defendo respeito para todos. Quem incitou isso foi a Luciana Genro", acusou.

O candidato do PRTB disse que já se reuniu com seus advogados e pretende processar a Luciana Genro pelas injúrias cometidas contra o seu nome. "Vou processar a Luciana Genro, o PSOL pela injúria que está cometendo e pela apologia às drogas. A melhor defesa é o ataque. E eu vou pro ataque", afirmou. 

Quando perguntando sobre o que ele faria se o seu filho ou algum membro fosse homossexual, Fidelix se manteve em silêncio e, no fim, se limitou a dizer: "Esse assunto está esgotado pra mim. Não quero mais pensar sobre isso".

CANTOR GIAN SOFRE AVC E É INTERNADO EM SÃO PAULO



Sertanejo disse que passou mal após saber que sua esposa estava sendo insultada nas redes sociais

Na última segunda-feira (29), o cantor Gian, da dupla com Giovani, foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O sertanejo segue no centro médico tomando remédios e aguardando o resultado de alguns exames, que devem sair na próxima quarta-feira (1º).

Os médicos, inclusive, ainda não descartaram a suspeita de que o artista, de 47 anos de idade, esteja com algum problema no coração.

Segundo Gian, o mal estar teve início no último domingo (28). “Procurei um hospital em Alphaville no domingo, com dores de cabeça, tontura, meio perturbado... Fiz uns exames no Clínico Geral e não constataram nada. Senti uma melhora, dormi, e quando acordei, voltei a me sentir mal. Voltei para o hospital ontem [segunda-feira] e foi constatado uma isquemia, que é um AVC, e uma suspeita de alteração no coração”, contou ao jornal “Extra”.

O cantor acredita que o mal súbito foi ocasionado por uma crise nervosa que ele teve ao saber que a sua mulher, a blogueira Tati Morato, estava sofrendo insultos no Instagram.

“Vi umas notícias na internet relacionadas ao Instagram da minha mulher e fiquei incomodado quando li algumas colocações inadequadas e mentirosas. Ela tem quase 200 mil seguidores e isso incomoda algumas pessoas. E isso tudo me aborreceu. Não sei se foi por isso, mas logo depois comecei a me sentir mal”, revelou.

Embora ainda esteja debilitado, Gian permanece confiante e acredita que se recuperará rapidamente. “Eu nunca tive problemas do coração e minha saúde sempre foi boa. Espero que tudo dê certo”, completou.

POLÍCIA INDICIA TORCEDORA GREMISTA E MAIS TRÊS POR INJÚRIA RACIAL CONTRA ARANHA



A Polícia Civil do Rio Grande do Sul apresentou nesta terça-feira o resultado das investigações sobre os atos racistas contra o goleiro Aranha na partida entre Grêmio e Santos, no.
 
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul apresentou nesta terça-feira o resultado das investigações sobre os atos racistas contra o goleiro Aranha na partida entre Grêmio e Santos, no último dia 28 de agosto, pela Copa do Brasil. O inquérito aponta que oito torcedores usaram comprovadamente gestos e palavras de cunho racista, mas só quatro foram identificados.

Além da torcedora Patricia Moreira da Silva, flagrada em imagens da ESPN ofendendo Aranha, também serão indiciados Éder Braga, Rodrigo Rychter e Fernando Ascal (acusado ainda de furtar o boné de um dos seguranças da Arena Grêmio). Todos vão responder por injúria qualificada e podem ser condenados a até três anos de prisão.

Durante a investigação, que continua em andamento, a polícia analisou três horas de vídeo e contou com a ajuda de especialistas em leitura labial.

A polícia ainda tentará confirmar o envolvimento de mais quatro pessoas no caso. "A investigação continua, e na medida em que encontrarmos estas pessoas, este trabalho será adicionado ao inquérito. Nós acreditamos que a divulgação das fotos pode nos ajudar muito", explicou o diretor regional da Polícia Civil, delegado Cleber Ferreira, em entrevista coletiva.

O caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que, em primeira instância, excluiu o Grêmio da Copa do Brasil. Na última semana, porém, o pleno decidiu pela perda de pontos do time tricolor e sua consequente eliminação.

Patrícia Moreira, a torcedora que mais foi exposta pela imprensa, perdeu o emprego depois do incidente e teve a casa apedrejada e parcialmente incendiada.
 
DORIVAL AINDA NÃO SABE SE TERÁ DOIS ZAGUEIROS PARA ESCALAR NA QUINTA-FEIRA

Após folgar na segunda, o Palmeiras retoma os trabalhos na tarde desta terça-feira na Academia de Futebol com uma incógnita na cabeça de Dorival Júnior: ter zagueiros para entrar em campo contra a Chapecoense, na quinta-feira. Com a expulsão e consequente suspensão de Nathan no domingo, o técnico depende do departamento médico.
"Não sei se terei dois zagueiros em campo. É difícil trabalhar", disse o treinador, que vê seu time na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro após a derrota para o Figueirense no domingo. No fim do jogo, Nathan, no campo de ataque, pisou em Marcos Pedroso e recebeu o cartão vermelho.
Em Santa Catarina, Dorival foi obrigado a escalar os dois únicos zagueiros que tinha à disposição e, agora, só tem certeza em relação a Gabriel Dias, jogador de 20 anos. Caso Lúcio, Victorino, Tobio, Thiago Martins ou Wellington não estejam recuperados fisicamente, a única solução será improvisar o volante Marcelo Oliveira.
O meio-campo também está cheio de desfalques, e o mais recente é Renato, que se machucou durante o jogo no Orlando Scarpelli. Wendel ficou no banco no domingo porque a ideia de Dorival era preservá-lo por ter acabado de curar lesão muscular. Por isso, o técnico colocou Bruninho no lugar de Renato contra o Figueirense.
Para quinta-feira, porém, é possível que, por falta de opção, Wendel jogue como volante, sua posição de origem. Outra possibilidade é aproveitar a volta do lateral esquerdo Juninho, que cumpriu suspensão no fim de semana, e recolocar Victor Luis no meio-campo, onde agradou no triunfo sobre o Vitória na rodada anterior.
Dos volantes machucados, quem parece mais próximo de voltar é Wesley, mas a diretoria tem dúvidas em relação a seu acerto com outro clube e o jogador alegou dor muscular exatamente quando ficou livre para definir sua saída de graça em fevereiro. Eguren, que seria uma alternativa, ainda não tem nem trabalhado no gramado.
Completando a lista de desfalques, há o goleiro Fernando Prass, o lateral esquerdo Mateus Muller, o meia Mazinho e o atacante Leandro, que pode até voltar a ficar à disposição por já fazer exercícios com bola. Com tantas incertezas, Dorival luta para evitar que o Verdão caia para a segunda divisão na temporada do centenário do clube.
"Não consigo repetir a equipe. Mas temos que encontrar o caminho. Sem ficar lamentando nem abaixar a cabeça, chorando, tem que levantar e ver que tem algo bom na frente", discursou o treinador, incentivando-se antes do confronto no Pacaembu.
 

FIDELIX VAI SER ACUSADO DE INCITAR O ÓDIO


Organizações de defesa dos direitos homossexuais e órgãos públicos vão apresentar denúncia coletiva contra declarações de candidato

Partidos, organizações de defesa dos direitos dos homossexuais e também órgãos públicos querem incriminar Levy Fidelix, candidato à Presidência da República pelo PRTB, pelas declarações que fez durante o debate promovido pela TV Record, no domingo à noite. A Ouvidoria de Direitos Humanos, ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, vai apresentar hoje ao Ministério Público Federal denúncia coletiva sob acusação de incitação ao ódio e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

“Tomamos a decisão depois que 300 pessoas recorreram a nós, pedindo providências. Organizamos um documento coletivo”, disse a coordenadora da Ouvidoria, Irina Karla. Ela contou que o texto também será enviado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo, Estado onde ocorreu o debate.

A Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou ontem na Procuradoria-Geral Eleitoral e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido requerendo a cassação da candidatura de Fidelix. A entidade pediu ainda direito de resposta.

O PSOL e o PV anunciaram que também vão recorrer à Justiça, alegando que houve incitação ao ódio. Em São Paulo, o Coletivo Feminista de Lésbicas e o Instituto Edson Néris preparam ações na mesma direção. Outro grupo de ativistas começou a organizar uma manifestação diante da casa do candidato, neste sábado. O endereço está sendo divulgado pelas redes sociais.

Silêncio. Procurado pelo Estado, o candidato do PRTB não quis se manifestar. No domingo, na saída do debate, ao ser entrevistado por um repórter do site Terra, ele sustentou as afirmações que havia feito. Mas não quis estender a polêmica. Diante da insistência do repórter, disse: “Chega desse negócio que está me enchendo o saco”.

Durante o debate, a candidata Luciana Genro (PSOL) fez uma pergunta a Fidelix sobre suas políticas para a defesa dos direitos da chamada comunidade LGBT, de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, no caso de ser eleito. Na resposta, o candidato do PRTB associou a homossexualidade à pedofilia e a doenças mentais e fez uma espécie de conclamação da maioria para o “enfrentamento” da minoria sexual.

“Aparelho excretor não reproduz”, disse Fidelix. “Como é que pode um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar - fez muito bem - do Vaticano um pedófilo.”

Mais à frente, afirmou: “Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer 'sou pai, uma mãe, vovô', e o mais importante é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá.”

Omissão e conivência. A resposta provocou imediata reação nas redes sociais. No debate, nem Luciana Genro foi poupada. Afirmou-se que, em vez de dar uma resposta mais firme ao candidato do PRTB, preferiu usar o tempo disponível para falar de seu programa.

Ela disse ao Estado que essa não é a questão principal. Para Luciana, o que ficou evidente é que seu partido se destaca no debate por assumir abertamente a defesa dos direitos dos homossexuais: “Todos os outros candidatos têm sido omissos e coniventes com a homofobia”.

Após o debate, Luciana e o candidato Eduardo Jorge (PV), foram os primeiros a postar tuítes criticando Fidelix. Ontem, a Rede Sustentabilidade, liderada pela candidata Marina Silva (PSB), condenou as declarações do candidato, afirmando que ele se comportou de forma “homofóbica” e “segregacionista”.

A polêmica facilitou um encontro entre militantes LGBT do PT e a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição. Os ativistas foram recebidos à noite, em Campo Limpo, bairro da Zona Sul de São Paulo, minutos antes de um comício./ COLABOROU DAIANE CARDOSO

VOX POPULI MOSTRA DILMA COM 40%, MARINA COM 24% E AÉCIO COM 18%


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Pesquisa Vox Populi divulgada na noite de ontem, mostrou um cenário eleitoral praticamente estável, com as variações nas intenções de voto para o primeiro turno dos principais candidatos dentro da margem de erro.

Segundo o levantamento, realizado sábado e domingo, Dilma tem 40 por cento das intenções de voto para o primeiro turno, seguida por Marina com 24 por cento e pelo candidato do PSDB, Aécio Neves, com 18 por cento. A margem de erro da pesquisa, divulgada pela TV Record, é de 2,2 pontos percentuais.

Na simulação de segundo turno entre as duas candidatas, Dilma tem 46 por cento e Marina 39 por cento. No confronto entre a petista e o tucano, a presidente venceria por 48 a 38 por cento.

O levantamento do Vox Populi anterior a esse foi contratado pela revista Carta Capital e realizado terça(23) e quarta-feira (24) da semana passada. Divulgado pelo site da revista na quinta-feira, a pesquisa mostrava no primeiro turno Dilma com 38 por cento, Marina com 25 por cento e Aécio com 17 por cento.

Na simulação de segundo turno entre as duas, Dilma aparecia na pesquisa anterior com 42 por cento e Marina com 41 por cento.

Na última terça-feira, a TV Record divulgou outro Vox Populi, realizado nos 20 e 21 de setembro, mostrando Dilma com 40 por cento, Marina com 22 por cento e Aécio com 17 por cento. Num segundo turno, a presidente batia a candidata do PSB por 46 a 39 por cento e derrotava Aécio por 49 a 34 por cento.

As pesquisas mais acompanhadas pelos analistas são Ibope e Datafolha, que têm abrangência maior. O levantamento mais recente do Datafolha, divulgado na sexta-feira, tinha Dilma com 40 por cento das intenções de voto para o primeiro turno, seguida por Marina, com 27 por cento, e Aécio, com 18 por cento.

Na simulação de segundo turno, a presidente tinha 47 por cento e a candidata do PSB 43 por cento.

No levantamento divulgado nesta segunda-feira, o Vox Populi ouviu 2.000 eleitores em 147 municípios entre sábado e domingo

HOJE TEM DEBATE NA MIRANTE



Tudo pronto para o debate entre os candidatos ao governo do Maranhão que será realizado hoje, terça-feira (30), logo após a novela Império. O mediador será o jornalista Fábio William, da Rede Globo de Televisão.
Vão participar os três candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional: Flávio Dino (PCdoB), Lobão Filho (PMDB) e Luís Pedrosa (Psol). Os outros três candidatos que ficarão fora do debate Saulo Arcangeli (PSTU), Zeluís Lago (PPL) e Josivaldo Corrêa (PCB) concederão entrevista no dia 1º de outubro, dentro do JMTV 1ª edição.
O debate será dividido em três blocos. Nos dois primeiros, os candidatos responderão a perguntas de temas livre e determinados. No último bloco, cada candidato fará as considerações finais.
Para os temas determinados, a direção de jornalismo da TV Mirante e a assessoria dos candidatos definiu os assuntos através de sorteio. Os temas serão: segurança pública, saúde, educação, cultura e esporte, turismo, saneamento básico, empreendedorismo e emprego, mobilidade urbana, meio ambiente e desenvolvimento humano.