segunda-feira, 17 de novembro de 2014

RESENHA ESPORTIVA

FLUMINENSE VENCE O CLÁSSICO E AMPLIA CRISE NO BOTAFOGO

 

O Fluminense vai brigar até o fim pela Libertadores. Este foi recado deixado neste sábado, no Maracanã, contra o Botafogo. O time de Cristóvão Borges sofreu para superar o bloqueio alvinegro, mas venceu o clássico, por 1 a 0, com gol de Edson.
A situação do Botafogo preocupa, e muito. Com 33 pontos, o time de General Severiano passará mais uma rodada, ao menos, na zona de rebaixamento. O Fluminense, com 57, ainda não entrou no G4, mas encostou no Internacional, que tem o mesmo número de pontos.
 
CRICIÚMA 0 X 3 GRÊMIO: TRICOLOR FAZ BOA APRESENTAÇÃO E MANTÉM O ADVERSÁRIO NA LANTERNA DO BRASILEIRÃO


O Grêmio mostrou sua força e bateu o Criciúma, no Heriberto Hülse, por 3 a 0, neste sábado. Em jogo válido pela 34ª rodada, o Tricolor conquistou a terceira vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Dudu, Barcos e Ramiro marcaram gols no confronto.
 
O time da casa somou mais uma derrota no Brasileirão - a 18ª em 34 partidas - e permanece com 30 pontos. Na próxima rodada, o time encara o Bahia, em casa. A partida é um confronto direto contra o rebaixamento em 2014.
Já o Grêmio subiu para 60 pontos e segue na luta por uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores. Na próxima quinta-feira, a equipe enfrenta o Cruzeiro, na Arena.
 
CRUZEIRO BATE SANTOS NA VILA BELMIRO E FICA A DUAS VITÓRIAS DO TÍTULO
O Cruzeiro venceu o Santos na Vila Belmiro, na tarde deste domingo, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, por 1 a 0, com gol de Ricardo Goulart. Agora com 70 pontos, os mineiro precisam de apenas duas vitórias para poder comemorar o bicampeonato (sem considerar resultados de outros) - faltam quatro rodadas para o fim da competição. Já o clube paulista, com a derrota, segue no meio da tabela, com 46 pontos, na nona posição. 
O São Paulo, segundo na classificação, ainda joga nesta noite, clássico contra o Palmeiras, no Morumbi. Com 63 pontos, a equipe de Muricy Ramalho tenta fazer sua parte para alcançar o líder e ainda tem de torcer por escorregões para seguir na briga pelo título. Se o time de Rogério Ceni perder ou empatar hoje, no entanto, o Cruzeiro pode ser campeão na próxima rodada, se vencer o Grêmio no meio da semanaCaptura de Tela 2014-11-16 às 21.46.17
 
FLAMENGO SE DESPEDE DO MARACANÃ NO ANO COM VITÓRIA; CORITIBA SEGUE DESESPERADO

O Flamengo se despediu do Maracanã em 2014 com vitória. Diante de quase 30 mil torcedores, o Rubro-Negro venceu o desesperado Coritiba, por 3 a 2. 
Com o resultado, o time da Gávea ganhou posições na tabela e alcançou a oitava colocação. Já a equipe do Alto da Glória pode voltar ao Z-4, dependendo dos resultados da noite. 
despede do Maracanã no ano com vitória; Coritiba segue desesperado
Para tentar alegrar a galera
 
A partida era a última do ano para o Flamengo no Maracanã. A torcida compareceu em bom número, e o time tentava jogar empurrado por ela, mesmo sem ter muito o que fazer nessa reta final de Campeonato Brasileiro. 
Um dos destaques da primeira metade foi Anderson Pico. O lateral se dedicava muito, tinha muita movimentação e buscava criar jogadas até mesmo chutando de fora. 
O Coritiba não estava bem. Pouco aparecia na frente e encontrava dificuldades na marcação. Acabou castigado sofrendo um gol na primeira metade. 
A jogada começou na direita. Nixon foi ao fundo e mandou para a área, a defesa errou e Lucas Mugni acabou com liberdade para finalizar e inaugurar o marcador.
Marquinhos Santos sabia que o Coxa não poderia continuar atrás do placar. No intervalo, colocou Dudu e Zé Eduardo em campo. Zé não demorou muito para chegar perto de marcar, em arremate de fora, mas a bola saiu. 
 
Coxa tenta voltar ao jogo
 
Mas o  Rubro-Negro não deu chance de reação para os paranaenses. Aos 12 minutos, Gabriel fez grande jogada e deixou Éverton tranquilo para empurrar para as redes: 2 a 0. 
Pouco depois disso, a chance do golpe final: Luccas Claro cometeu pênalti em Éverton. Vanderlei tentou recolocar os visitantes no jogo, ao defender cobrança de Chicão. Lá na frente, Joel marcou e o fantasma do último jogo assombrou o Fla. 
Na última peleja, os comandados de Luxemburgo venciam o Sport, por 2 a 0, mas acabaram sofrendo o empate. Só que Nixon não quis saber dessa história novamente. O atacante, mais uma vez muito bem, recebeu de Canteros e fez 3 a 1. Joel voltou a assombrar, mas o placar ficou em 3 a 2. 
 
NADA DE 'ROBIN HOOD': COM ASSISTÊNCIA DE CÁSSIO, CORINTHIANS BATE BAHIA E VOLTA AO G4
Prenda a respiração: Anderson Martins, Elias, Lodeiro, Romero e Guerrero. A lista de desfalques era grande, mas, mesmo sem praticamente metade de seu titulares, o Corinthans conseguiu deixar para trás a fama de Robin Hood, vencer o Bahia por 2 a 1 fora de casa, neste domingo, e voltar mais uma vez ao G4. A quatro rodadas do fim do Brasileiro, o resultado deixa o time tricolor em situação complicada na briga contra o rebaixamento.
O primeiro gol foi marcado em lance que atesta a evolução de Cássio. O goleiro alvinegro, que sempre enfrentou problemas na reposição de bola, passou a trabalhar praticamente todos os dias a deficiência nesta temporada e melhorou.
 
Aos 24 minutos do primeiro tempo, ele defendeu com facilidade cobrança de falta e, em seguida, acionou Malcom, sozinho, em um lançamento sensacional. O atacante de 17 anos arrancou antes da linha do meio-de-campo, e ajeitou apenas com um toque de cabeça antes de mandar a bola para o fundo das redes.
JOINVILLE VENCE PONTE EM 'FINAL' E RETOMA LIDERANÇA DA SÉRIE B

Em partida tensa e emocionante, com todos os ingredientes de final, o Joinville fez valer o mando de campo, venceu a Ponte Preta por 3 a 1 na Arena neste sábado, pela 35ª rodada do Brasileiro Série B, e ficou mais perto do título. Com os três pontos, o time catarinense retomou a liderança da competição, deixando os paulistas na segunda colocação.
 
A vitória fez o Joinville chegar a 69 pontos, dois a mais que a Ponte Preta, restando três rodadas para o final da competição. O time catarinense agora só depende de suas forças para conquistar a taça. No fim do jogo, ainda houve tempo para uma confusão no meio da torcida campineira, que criou tumulto e ameaçou invadir o gramado. A polícia foi obrigada a intervir e o jogo acabou paralisado nos acréscimos. Os visitantes foram obrigados a deixar o campo antes mesmo do apito final.
 
O jogo - Jogando em casa, o Joinville se sentiu na obrigação de se antecipar ao adversário e iniciar as ações ofensivas. O primeiro lance claro de gol veio logo aos dois minutos, quando Rogério cruzou na área e Fernando Viana desviou de cabeça, obrigando Roberto a fazer uma grande defesa para salvar o time paulista
No lance seguinte, a Ponte Preta respondeu de maneira semelhante, mas a arbitragem anulou a jogada por impedimento. Na sequência, a Macaca passou a ser mais aguda em seus avanços, levando mais perigo, até que, aos 13, devolveu o susto à torcida da casa. Em cobrança de escanteio a bola sobrou na entrada da área para Bryan, que mandou um chute forte no ângulo. O gol, contudo, foi anulado, pois o árbitro já havia marcado falta dentro da grande área.
 
Depois disso, o clima esquentou em Santa Catarina. Com a partida mais truncada, os atletas passaram a protestar veementemente com o árbitro a cada falta. Restou ao juiz distribuir cartões amarelos aos jogadores de ambas as equipes. Aos 36 minutos, a situação ficou mais difícil para a Ponte: o goleiro Roberto, capitão do time, sentiu lesão nas costas e acabou substituído por Daniel.
 
Na volta do intervalo, as duas equipes seguiram mostrando nervosismo em campo. Discussões com a arbitragem e jogadas individuais sem sucesso predominaram, deixando o jogo ainda mais truncado. Mas tudo mudou aos 12 minutos. Em cobrança de escanteio de Marcelo Costa, Bruno Aguiar desviou na primeira trave e Rogério, de frente para o gol, abriu o placar, para explosão dos torcedores do JEC.
 
O gol acabou mexendo com os jogadores da Ponte, que se mostraram abatidos em campo. Mesmo na frente, o Joinville teve melhor movimentação no ataque que o adversário, embora fossem poucas as chances claras de gol. Curiosamente, a melhor chance de gol saiu para os alvinegros, quando Rafael Costa não desviou de cabeça na pequena área um cruzamento para o fundo da rede por questão de centímetros.
 
Na base da raça, Rafael Costa se redimiu minutos mais tarde. Utilizando a força, o atacante invadiu a área e chutou forte. Ivan rebateu e a bola acabou sobrando para Cafu, com a sola do pé, empurrar para o gol e empatar o duelo.
Mas a festa pontepretana duraria pouco. Mais uma vez em cobrança de escanteio, o Joinville voltou a ficar em vantagem depois de um desvio certeiro de Bruno Aguiar, que não deu chance de defesa ao goleiro Daniel. Já aos 45, ainda haveria tempo para decretar de vez a vitória, para delírio da torcida. Fabinho rolou na entrada da área para Edigar Junio balançar a rede e fechar o placar em 3 a 1.

PAULÃO FAZ GOLAÇO DE BICICLETA, INTER VENCE O GOIÁS E SEGUE NO G4

Dos pés de quem menos se esperava saiu um lance espetacular, que definiu a vitória do Internacional sobre o Goiás, neste domingo, no Beira-Rio. Esqueça a magia de D'Alessandro, a presença de área de Rafael Moura ou a velocidade de Jorge Henrique. O que garantiu a vitória colorada foi um golaço de bicicleta do zagueiro Paulão. Isso mesmo. O defensor protagonizou um lance que guardará por toda a carreira e fez o Inter vencer por 1 a 0, pela 34ª rodada do Brasileirão.
Com isso, o time gaúcho se mantém no G4, empatado com o rival Grêmio nos 60 pontos, mas com um jogo a mais. Já o Goiás estacionou nos 44 pontos, na zona intermediária da tabela. Na próxima rodada, o Goiás visita o Corinthians, quarta-feira. O Inter folga no meio de semana porque a partida contra o São Paulo foi antecipada e já aconteceu. O time gaúcho só volta a campo no sábado, contra o Atlético-MG, de novo em casa.
O time de Abel Braga poderia ter aberto o placar no primeiro tempo. Afinal, foi grande o domínio colorado, aproveitando um Goiás propositalmente entrincheirado na defesa. D'Alessandro, por exemplo, travou um duelo acirrado com o latera
Só que faltou pontaria e sorte nas melhores chances criadas pelo Inter durante os 45 minutos iniciais. Duas oportunidades foram emblemáticas. A primeira delas caiu no pé do zagueiro Ernando, dentro da área, que já tinha batido o goleiro Renan, mas inexplicavelmente acertou a trave.
Por falar em Renan, que foi formado no próprio Inter, ele mostrou estar em ótima forma técnica ao fazer uma defesa muito difícil na segunda chance clara do Inter, quando Rafael Moura deu uma forte cabeçada, mas não marcou.
No segundo tempo, o Goiás continuou com a proposta cautelosa. O Esmeraldino jogou por uma bola, uma brecha que o Inter desse. Mas ela não veio. A marcação do time visitante estava sendo eficiente mesmo quando Abel deixou o Colorado com dois centro-avantes - colocando Wellington Paulista em campo.
O Inter foi ficando sem jogadas, sem espaço e sem tempo. Mas aí o imponderável apareceu. Paulão, que tinha entrado nos primeiros minutos da etapa final, aproveitou como nunca a bola espirrada na zaga após cobrança de escanteio. O zagueirão mandou uma bicicleta certeira, pegando em cheio na bola e deixando Renan sem reação. O mesmo não dá para dizer dos colorados, que foram ao delírio com a pintura do defensor.
Depois do golaço, marcado aos 33 minutos, o Inter não teve muito trabalho para segurar o bom resultado dentro de casa, fundamental para a pretensão de jogar a Libertadores em 2015.


SÃO PAULO VENCE PALMEIRAS E AINDA SONHA COM TÍTULO DO BRASILEIRO

 
O São Paulo segue sonhando com o título brasileiro. Apesar da vitória do Cruzeiro mais cedo, o Tricolor venceu o clássico contra o Palmeiras, por 2 a 0, e segue na briga pela conquista. 

O time do Morumbi, que tem um jogo a mais em relação a equipe mineira, está quatro pontos atrás da Raposa. Já a equipe do Parque Antártica voltou a figurar perto da zona do rebaixamento. 
Caminho pelas pontas
Para tentar continuar a sonhar com o título, Muricy Ramalho escalou na frente Luís Fabiano e Alan Kardec. Alexandre Pato, que estava voltando ao time, começou no banco. 
As jogadas eram criadas mais pelo meio do que pelas laterais, o que dificultou um pouco o início de jogo, que foi muito embolado, sem chances de gol. 
A primeira vez que uma equipe ficou perto de marcar veio exatamente quando o São Paulo resolveu jogar pelo flanco. Michel Bastos cruzou da esquerda, Kardec tocou de cabeça e Fernando Prass foi no canto fazer uma grande defesa. Bonito lance. 
Aos 21, quem cruzou foi Hudson, da direita, e Luís Fabiano não perdoou. O atacante pegou de primeira e não deu chance para o goleiro palmeirense: 1 a 0. 
A grande chance que o Alviverde teve na primeira etapa aconteceu aos 38 minutos. Henrique recebeu na área e completou de primeira, mas Rogério Ceni, com a perna direita, salvou. 
 
Uma bola para definir
 
Na segunda metade, o Verdão veio mais ofensivo. Se por um lado era bom, já que conseguia criar oportunidades de gol, por outro era ruim, já que dava espaços na defesa. 
Apesar disso, o jogo seguiu sem muitas participações dos goleiros. Até que, aos 33, Rafael Tolói aproveitou sobra de bola na área e bateu bonito para balançar as redes de Fernando Prass. 2 a 0, vitória são-paulina e sonho de título vivo. 

SAMPAIO VENCE E CONTINUA SONHANDO

A vitória foi do Sampaio por 3 a 0 contra o Boa Esporte, no Castelão, em São Luís, mas quem comemorou de verdade foram os torcedores do Ceará que após vencer o Vasco por 2 a 0, em Fortaleza retornou ao G4 e agora só depende de si para retornar à Série A faltando três rodadas para o fim da competição.

O Sampaio vinha de três derrotas consecutivas e precisava vencer para reafirmar a boa campanha na competição. Com gols de Eloir, Uillian Corrêa e Hiltinho, o Sampaio mostrou superioridade diante do time mineiro para chegar aos 50 pontos e permanecer na décima colocação. O Sampaio está a 4 pontos do G4 e mantém remotas chances de acesso.

A equipe hoje foi bastante eficiente e soube aproveitar as oportunidades que criou e venceu pela eficiência que mostrou. Tanto é que que o time fez um gol logo a dois minutos do primeiro tempo e quando o Boa Esporte pensava numa reação, o time maranhense fez 3 a 0, logo a um minuto do segundo tempo para acabar com qualquer pretenção do adversário.

O próximo confronto do Sampaio será contra o Santa Cruz, na terça-feira, às 20h50, no Estádio do Arruda. Este é um dos jogos da rodada que será completa.

O G4 tem o Joinville na primeira colocaçãoo com 69 pontos, após a vitória por 3 a 1 diante da Ponte Preta que agora está na segunda colocaçãoo com 67 pontos. O Vasco é o terceiro com 59 pontos e o Ceará, o quarto com 54 pontos.

No Z4, Portuguesa e Vila Nova já estão rebaixados. O Icasa-CE e o América-RN com 39 pontos completam as quatro equipes que estariam rebaixadas se a competição terminasse hoje.



 
 


 

domingo, 16 de novembro de 2014

PACOTE DE FIM DE ANO


Estamos lançando o nosso pacote de mensagens para o fim de ano. O Blog do Zé Lopes sai na frente e está convidando os comerciantes, políticos, empresários, pessoas físicas, famílias e afins, para anunciarem aqui. Produzimos a sua mensagem e ela ficará exposta na lateral direita do seu vídeo.

E o preço?

Ligue para (98) – 98862-2940/ 99111-6048/98159-4114

Watssap – (98) 98231-1312

Não deixe o natal sem mensagem
Veja algumas mensagens de patrocinadores

 
 





COLUNA DO DODÓ ALVES - VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL


 
VIOLÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

Com base em observação, pergunto a Violência tem crescido e aumentado no Brasil? Em minha opinião sim, basta assistir e ouvir todas as manchetes de TVs, Portais de internet e outros meios de comunicações, segundo o IPEA, 2012, pesquisa feita se mais da metade sentem muito medo de sofrer agressão? O percentual de nenhum medo em todos os quesitos assalto à mão armada, assassinato e arrombamento da residência, é em torno de 10%, resta à população 90% de alguma forma de medo, sendo esta a realidade do cidadão brasileiro, morando em Belágua Ma, Cidade petista, ou São Paulo Capital.

No mesmo seguimento da pesquisa feita pelo IPEA, 2012, a cada grupo de dez brasileiros, pelo menos seis têm muito medo de assalto à mão armada, assassinato e arrombamento da residência, conforme apurado.

Sabemos então da necessidade de união de todas as instituições que formam a conjuntura do Estado brasileiro, juntamente com a sociedade para combater a Violência e melhorar a Segurança Pública no Brasil. Veio à ideia de procurar pessoas influentes que formam a estrutura do Poder. Faço a primeira pergunta ao padre, é possível o controle de natalidade nas camadas mais pobres para diminuir a Violência? Resp. Eu não permito o controle de natalidade de forma alguma.

Fui ao pai de família pobre que falta dinheiro e educação para todas as necessidades exigidas da sociedade moderna, em relação ao filho ansioso e peralta que ele tem, perguntei se ele dá amor e carinho para que o filho seja melhor? Resp. Não dou nem amor e nem carinho, ele é um moleque sem jeito.

Ando dois passos à frente encontro com toda classe política a qual tenho bons relacionamentos e pergunto senhores políticos vocês são capazes de dá educação a todos que precisam para amenizar a Violência no Brasil? Resp. Isto é impossível, apesar do escasso recurso que recebo e como vou pagar o meu financiamento de campanha.

Resolvi construir uma carta à Presidenta da República perguntando se ela tem condições de dá emprego a todos para amenizar a Violência no Brasil? Resp. Não meu querido, primeiro cuida da inflação, que é um mal que afeta a todos, tenho a corrupção interna do PT, fiscalizar quase todas as Licitações, dirigidas por Gestores Públicos e Empreiteiros viciosos, que estão levando o dinheiro da União, e mais, sustentar a grande Mídia, está pensando que minha vida é fácil.

Não lembrando a quem recorrer encontro o Coronel Chefe da Guarda Militar e Comandante geral do Poder Coercitivo do Estado e pergunto o senhor é capaz de dá um basta nesta Violência absurda que afeta o nosso pobre Estado do Maranhão? Resp. Caro amigo Claudson você quer que eu resolva tudo sozinho. Então fiz replica ao Coronel, é verdade que estamos à deriva e ele falou que sim.

As chances de uma criança ou adolescente brasileiro morrer assassinado são maiores hoje do que eram há 22 anos atrás, colocando o país na quarta pior colocação numa comparação com outros 100 países.

Feito o nosso lazer Dominical vamos conhecer os Sujeitos da Violência, ou seja, os verdadeiros atores, neste sentido vêm exprimir um sentido imoral, libertino, desaparecido, destruindo e por fim sumido e irrecuperável, e mais, pervertido e violento, por simplesmente não ter a capacidade de fazer valer as suas demandas sociais ou suas expectativas perante a vida social, cultural, política. Segundo ele, porque não existe tratamento político para essas demandas ou expectativas.  Tristeza de ator desta vida.

A OMS aduz que a tipologia por ela adotada não pretende ser universal, tal como outras não conseguem incluir a totalidade dos casos e atos de Violência, cujos padrões variam segundo diferentes variáveis.

A natureza dos atos Violentos na visão adotada pela OMS pode ser de diferentes naturezas, as quais interagem com as categorias e subcategorias tipológicas da violência.

Assim, os atos violentos podem ser de natureza física, sexual, psicológica e, ou de privação ou negligência. Já a violência interpessoal, por exemplo, poderá estar se caracterizar por atos que tenham natureza física, sexual e psicológica, como nos casos de abusos contra crianças integrantes da família. Também pode estar presente aí a negligência, tanto com crianças quanto com idosos.

Por outro lado a violência comunitária pode estar traduzida, por exemplo, em agressões entre jovens de diferentes grupos na comunidade, ou assédio sexual no trabalho.

Enquanto a violência política, enfim, pode se configurar em abusos físicos e sexuais contra pessoas durante conflitos entre países.

Caro leitor do Blog como já falamos que o tema Violência é complexo e atua em diversos campos difusos, como exemplo no lar, nas ruas de nossa cidade, no campo de futebol e etc., de passo a passo é necessário os entendimentos e conceitos sobre os fatores da Violência, então vejamos os ensinamentos segundo Chesnais (1996): os fatores da violência, em sua maioria, têm suas origens na própria sociedade e na qualidade das interações em todos os níveis que nela se estabelecem, o que cobra do Estado e dessa mesma sociedade participação ativa na busca de soluções que alterem de forma satisfatória o quadro de violência e insegurança a que a população se vê submetida.

Crime e Criminalidade definição por Robert, 2010, p, 19 O crime é um comportamento penalizado e valorado pelo direito, que ameaça seu autor de uma pena. Portanto, o direito não penaliza todo tipo de violência, apenas certas formas de violência sob determinadas condições.

Por Christie, 2010, p, 28 define assim, o crime está em permanente oferta. Atos passíveis de criminalização são como recurso natural ilimitado. Pouco pode ser considerado crime ou muito. Atos não são, eles se tornam; seus significados são criados no momento em que eles ocorrem.

 Uma vez definido o universo do crime, a criminalidade violenta é um tipo de violência que tem face, que pode ser identificada e combatida. Ela não é uma evolução da criminalidade difusa, pois os dois tipos coexistem. A diferença é que a criminalidade difusa é transindividual e, como tal, indivisível, em que as vítimas são pessoas indeterminadas (Lucas, 2007).

E o leitor do blog pergunta é só Violência e Crime, afinal o que interessa é a SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL? em resposta, vamos inicialmente conhecer a Constituição Federal de 1988 determinou uma nova concepção de segurança pública com a ampliação de seus agentes.

A segurança passou a ser considerado dever de todo o cidadão, descaracterizando teoricamente a exclusividade dos órgãos policiais no tratamento do assunto, ou seja, cada polícia é uma polícia e não há interação entre elas. Conclusão, cada um por si e Deus por todos.

A violência e a criminalidade, em virtude das consequências desastrosas de seu crescimento, têm preponderado nesta sociedade medo e pavor. Por isso, mesmo com vinte e seis anos de promulgação da CF, a luta pela efetivação da disposição constitucional de uma política cidadã referente ao tema constitui a falta de eficiência e desta forma, nunca alcança a eficácia, ou seja, o objetivo pretendido.

Desta forma, cada vez é o aumento das taxas de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança, sobretudo nos grandes centros urbanos, a degradação do espaço público, as dificuldades relacionadas à reforma das instituições da administração da justiça criminal, a violência policial, a ineficiência preventiva de nossas instituições, a superpopulação nos presídios, rebeliões, fugas, degradação das condições de internação de jovens em conflito com a lei, corrupção, aumento dos custos operacionais do sistema, problema relacionados à eficiência da investigação criminal e das perícias policiais e morosidade judicial, entre tantos outros, representam desafios para o sucesso do processo de consolidação política da democracia no Brasil. Que Deus salve pelo menos o Maranhão. Abraços!

Referências Bibliográficas:
ROCHA, Alexandre, Violência e Segurança Pública no Brasil.
ADORNO, Sérgio, Entrevista com Sérgio Adorn
WIEVIORKA, Michel, O Novo Paradigma da Violência.
SOUZA, Luiz Antônio Francisco, Políticas Públicas e a área da segurança no Brasil. Debate em torno de um novo paradigma.

O NOME É ESTER MARQUES



Nem Joãozinho Ribeiro, nem Renato Dionísio, nem Padilha, nem Chico Gonçalves. O nome é  Ester Marques, a nova Secretária de Estado da Cultura.
Sem seu nome aparecer em nenhuma especulação, Ester foi a mais grata surpresa para gerir a cultura maranhense no governo Flávio Dino.
Bastante experiente, Ester chega com a dura missão de tocar a lei de incentivo, lei essa que ela mesmo elaborou e que a atual secretária Olga Simão botou para funcionar.
Outra missão árdua para a nova secretária, é resolver um problema que se estende desde a gestão Bulcão, o imbróglio entre compositores e ECAD, repasse de shows e apresentações que nunca mais caiu na contas dos artistas e com isso o fechamento das portas do escritório da AMAR/SOBRAS, associação que representava nossos compositores.
Além disso, Ester assume a secretaria a poucos dias do carnaval e a pressão vai ser grande, logo todas as escolas e blocos já ultimam detalhes para o período momesco.
Ester Marques foi aceita com alegria e respeito por todos os segmentos da cultura.

RAPIDINHAS DO DOMINGO


A escola de samba Império Serrano de São Luis fez ontem uma grande festa em sua sede social no Monte Castelo para escolher o samba enredo que desfilará na avenida no carnaval de 2015. Dez sambas foram apresentados e compositores do mais alto nível como Kelton, Tunay, Godinho, Alissom Ribeiro dentre outros, deram o tom da festança. Com o tema “A vida é uma festa” o grande vencedor foi o renomado Vovô da Favela.

**************************************

 Quem está com a bola toda, literalmente, é o bacabalense Rogério Jansem. Ele que é proprietário da escolinha de futebol “Meninos de ouro”, está em Barreirinhas com os seus meninos de ouro apresentando as três categorias.

**************************************

Atenção compositores. O produtor Carlinhos Bocaiuva anuncia para começo do ano um grande festival de samba. Comecem a compor pois o prêmio é muito bom, vai ter um CD e é mais um projeto aprovado pela Lei Estadual de incentivo a Cultura.

**************************************
Na calada da tarde de ontem começaram a ser vendidos os ingressos para o jogo do Flamengo contra o Criciuma. O mais barato fica em torno de R$80 (oitenta Reais) e, se você não correr, só vai ver pela televisão.
***************************************
Quem fez uma grande feijoada no dia de ontem foi o Bloco Carnavalesco As Rupinéias. Comandado por Seu Bi, Alisson Ribeiro e Manoel Baião de Dois, o bloco deu o seu primeiro grito de carnaval na Cidade Operária.

FRASE DO DOMINGO


“Problema, ele é do tamanho que você o faz”

Maria Laís da Cunha Pereira (Arquiteta)

HISTÓRIA DE BACABAL - ARARA



ARARA
Chico Fedora chegou no baixo meretrício e procurou uma mulher que era bastante falada por ter seu órgão sexual avantajado. Ao entrar no quarto ela tirou a roupa e Fedora olhando para aquela vagina enorme, ficou estático. A mulher perguntou:

- E aí, o que você achou da minha periquita?

E Fedora com os olhos vidrados, completou:

- Dona, uma mulher normal tem realmente uma periquita entre as pernas, mas a senhora tem é uma arara.

QUANDO TUDO É IMPORTANTE - FUTEBOL, DIFÍCIL DE ENTENDER (OU, ONDE FUI AMARRAR MINHA EGUINHA POCOTÓ!)


FUTEBOL, DIFÍCIL DE ENTENDER (OU, ONDE FUI AMARRAR MINHA EGUINHA POCOTÓ!)


No futebol há coisas que a própria razão desconhece, diria alguns. Que há algo de estranho, inexplicável, que ninguém consegue decifrar, isto nem se discute! 
Imagine um time de futebol com vantagem de 2 ou 3 gols tem o "disparate" de dar uma facilitada, um vacilo sem tamanho e "deixar" que o adversário faça a virada. Até parece "marmelada"!
Vi o Palmeiras vencer um primeiro tempo contra o Vasco, numa final de Mercosul (se não me engano, no ano 2000), de 3X0 e levar uma virada histórica de 4X3. Há inúmeros exemplos parecidos, desconcertantes!
Será que um treinador de renome não tem em sua cabecinha "ôca" privilegiada um esquema tático de defesa "fechada", linha de 5 zagueiros (hoje, predomina a linha suicida de 3 zagueiros - um buraco sem tamanho na defesa), para não permitir de modo algum que o adversário se organize e consiga vencer o ferrolho?
Na Copa do Mundo deste ano teve seleções "do resto do mundo" que se fecharam e as européias mal conseguiam um placar de 1X0.
É evidente que, para estabelecer um esquema rígido defensivo, o time todo tem de estar engajado, os jogadores dispostos a trocarem de posição, revezar defesa e ataque, de modo a impedir qualquer iniciativa ainda em seu meio campo.
Fazer uma marcação rigorosa, com abafa na saída, não dar espaço algum, agindo assim,"uníssono", compactado,não vai deixar "pedra sobre pedra", o clube do lado contrário não vai se sentir por cima da carne seca e nem tomar (de) conta.
Marcação na saída de bola é fatal, é onde o adversário se perde, se desconcentra, perdendo a calma, fica num estado de nervo de dar gosto e pode "perder" a cabeça. Não sabendo como agir, o time em desvantagem fica em "polvorosa"e acaba apelando.


Num timinho de pelada mineira, num racha brasiliense, num baba baiano, os jogadores sabem como dominar quem está mal no "placar", os "peladeiros" sabem como nunca se prender, recuar e marcando por zona e homem a homem. E procura neutralizar o jogador que mais se destaca no lado contrário, aquele que pode decidir o jogo a qualquer momento.
Tudo isso que escrevi aqui é para dizer que meu clube de coração tem de ter muita raça sempre, sangue e suor, amor à camisa, jogar para ganhar sempre, não importando com quem e contra quem. Este seria o perfil do meu time dos sonhos, que nunca abaixaria a cabeça, nunca entraria derrotado em nenhuma situação adversa, jamais entregaria o jogo, sem essa do "importante é competir"!.
Torço para o Cruzeiro, Flamengo e Palmeiras (seria por acaso?), e pelo que vejo, esses clubes não correspondem à minha expectativa, ao meu "cadastro", como torcedor. São clubes "viciados" em tomarem virada dando a impressão que não sabem enfrentar adversidades e não sabem aproveitar quando estão em vantagem.
Na hora H não parecem nem competitivos, não se superam!
Nasci meio atleticano (sempre admirei a raça incontida e perserverante dos alvinegros). Certa vez, em Belo Horizonte, mais precisamente no Estádio do Horto (antigo Independência), fui a um jogo do Atlético, na época que estava em dúvida para quem torcer, mas presenciando uma selvageria da torcida do Atlético na arquibancada, acabei optando pelo Cruzeiro, mas parece que não fiz boa escolha, parece não tem muita coisa a ver comigo.
Quando criança, influenciado pelo Zeca Celeiro, flamenguista roxo, lá em Bicuíba, me simpatizei com o Flamengo, embora tenha sofrido forte influência da camisa rubro-negra, mas fiquei meio tentado a torcer pelo Vasco, principalmente por causa do time de 1958, que eu admirava muito, Vavá e Almir Pernambuquinho eram meus ídolos.
Não sei, até hoje, se fiz o que seria melhor, tanto Atlético quanto Vasco têm mais raça, mais gana, mais garra, seus jogadores são mais fiéis aos clubes, se entregam, são mais comprometidos, jogam com a alma e o coração, com o objetivo de vencer, ganhar sempre. Quanto ao Palmeiras, não sei explicar, mas minha simpatia, em segundo plano, sem foi pelo São Paulo, quer dizer, estes 3 clubes (Atlético, Vasco e São Paulo) têm mais a ver comigo do que Urubu, Raposa e Porco.
Quando vejo o Flamengo estar à frente, com 3 gols de vantagem contra o Atlético e perder, 2 gols de vantagem contra o Sport e ceder o empate, ver o Cruzeiro com vantagem na Libertadores e deixá-la escapar, em casa, e o Palmeiras, também, levando viradas fantásticas, me desanimo até de continuar "seguindo" futebol.
Existem tantas maneiras de travar, catimbar um jogo, retardar sem fazer cera, que não dá para entender estes vacilos! Uma gama de recursos tecnológicos permitem, hoje, saber tudo do oponente, as características de cada jogador, seu rendimento, suas qualidades - montar uma estratégia não é mais coisa do outro mundo!
Veja o caso da seleção brasileira "levando" de 7X1 da Alemanha. Qualquer jogador, simples e humilde, cabeça de bagre ou não, saberia que a hecatombe estava por vir, já os figurões não fizeram nada, não simularam nem se machucar, um cai-cai, qualquer coisa que pudesse paralisar, esfriar o time alemão e evitar o maior vexame de nossa história!
Não sendo vira casaca, não querendo trocar de time, fico aqui desanimado, não gosto de encarar times que não buscam a vitória do princípio ao fim, não aprecio times que jogam de salto alto, clubes que se entregam no primeiro revés, algumas vezes por culpa da incompetência de seus dirigentes, treinadores e jogadores.
Os fanáticos, torcedores doentes, dizem "troco de mulher, mas não troco de time", mas será que vale a pena tanto amor, tanta paixão "futebolística"???!!!
E esses clubes de hoje, atolados em dívidas, mal administrados, que ficam na "zona do agrião", sempre lutando para não cair? Clubes que não sabem administrar contratempos e, pior ainda, não sabem "usufruir" quando os "ventos" e tudo o mais estão a seu favor.
E vamos(?) que vamos(?)!!!

FOTOS DO DOMINGO


Serrão e Rennan
Guido Maranhão e dona Mercês