sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PELOS BLOGS DE BACABAL



PROS VAI SE REESTRUTURAR EM BACABAL VISANDO ELEIÇÕES MUNICIPAIS


Por Abel Carvalho

Empresário Ramón Braga pretende disputar uma das 17 vagas da câmara de vereadores


Esse será um ano de profunda reformulação e restruturação no Partido Republicano da Ordem Social (PROS), em comissão executiva municipal provisória de Bacabal. A legenda tem metas ousadas como o objetivo de realizar um bom papel nas próximas eleições municipais.

Para tanto pretende mobilizar  eleitor bacabalense através da realização de encontros e seminários políticos, além de campanhas de filiação partidária que engrossem as fileiras de suas hostes.
Uma das principais mudanças será a transformação da comissão executiva municipal provisória, hoje presidida pelo empresário Antônio Veloso, em diretório municipal efetivo. Fato que também deve acontecer no campo estadual.

Força eleitoral
Com essa reestruturação o PROS de Bacabal pretende chegar ao ano da campanha com um grupo formado, coeso e forte tanto politicamente, como eleitoralmente. A ideia é lançar candidaturas próprias à prefeitura e a câmara de vereadores, sem, entretanto descartar a possibilidade de realizar alianças eleitorais que possam contribuir ainda mais para que o partido cumpra os objetivos aos quais de propõe.

Um exemplo da determinação eleitoral do PROS de Bacabal se mostra na determinação do empresário Ramón Braga em candidatar-se a concorrer a uma das 17 vagas da câmara de vereadores de Bacabal. Ramón já anunciou ser essa a sua intenção. E tem lastro para isso.

O empresário é uma das principais peças dentro da estrutura do partido, desfrutando de livre trânsito dentro dos diretórios estadual e nacional. No momento atual opera como um dos articuladores da legenda junto ao novo governo do Maranhão e em Bacabal tem história política consolidada.


MOTORISTA FICA PRESO NAS FERRAGENS DE CAMINHÃO EM ACIDENTE REGISTRADO NA BR 316, EM BACABAL


Por Sérgio Mathias

Acidente registrado na madrugada desta sexta-feira (16), por volta de 1 hora, na rodovia BR 316, nas imediações do povoado Vila Nova, em Bacabal, envolveu dois caminhões.

Segundo informações, Edycarlos Silva, de 44 anos, conduzia o veículo de uma empresa distribuidora de gás de cozinha que colidiu na traseira de outro que diminuiu a velocidade para atravessar um quebra-molas.

Com o impacto, a frente do caminhão que Edcarlos dirigia ficou quase que totalmente destruída e ele preso nas ferragens. O mesmo foi socorrido por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU e Corpo de Bombeiros, em seguida, encaminhado para o Pronto Socorro Municipal.

De acordo com informações, a vítima machucou a cabeça, penas e braços, porém, não corre risco de morte. É provável que Edcarlos tenha dormido ao volante e por essa razão causado o acidente.

SOLENIDADE DE TROCA DE COMANDO: MAJOR MIGUEL NETO É O NOVO COMANDANTE DO 15º BPM DE BACABAL

Por Falando Sério Bacabal

Foram dois anos a frente do 15º Batalhão de Polícia Militar de Bacabal, e nesse tempo o agora coronel Egídio Amaral, foi mais que um comandante de batalhão, logo que assumiu o 15º BPM, o na época Tenente Coronel Egídio travou uma luta intensa contra a criminalidade, nos últimos dois anos foram mais de 6 (Seis) mil pés de maconha destruídos, 420 (Quatrocentos e vinte) pessoas ligadas ao tráfico de drogas presas e mais de 2.500 (Dois mil e quinhentos) crianças formadas pelo “Proerd”.

O Proerd é um bom exemplo disso, somente nos últimos dois anos, milhares de alunos de escolas da rede pública, foraformados pelo programa, que visa mostrar aos nossos jovens e crianças o caminho correto a ser seguido, longe das dragas, onde cada aluno formado funciona como multiplicador no combate às drogas.

As ações promovidas pelo Coronel Egídio a frente do 15º BPM, foram além do trabalho ostensivo no combate à criminalidade. Sem contar com as inúmeras ações desenvolvidas junto a comunidade promovendo cidadania.

 Por todo esse trabalho o comando do 15º Batalhão ganhou destaque em todo o estado do Maranhão, e por merecimento o seu comandante chegou a um dos postos mais altos da policia militar do Maranhão, Ao ser promovido a Coronel da PM.

Além desse trabalho preventivo o então comandante, promoveu um trabalho de valorização de policiais, sendo muitos deles condecorados com medalhas, outros promovidos, sem contar com a reforma do 15º Batalhão e a criação da Unidade Falcão, policiamento ostensivo sobre motos, além de outras unidades como a Patrulha Rural.

Com a saída de Egídio Amaral, quem assume o comando do 15º BPM, é o major Miguel Neto, que estava à frente do policiamento da cidade de Colinas onde se destacou como, o melhor comandante do estado do Maranhão. O major Miguel Neto disse que às ações contra o tráfico de drogas e armas será uma de suas prioridades à frente do Batalhão.

JUSTIÇA BLOQUEIA RECURSOS DA PREFEITURA DE VITORINO FREIRE

Por Cabo Brito

A juíza Lícia Cristina Ferraz Ribeiro de Oliveira determinou ontem o bloqueio dos recursos da Prefeitura de Vitorino Freire.

O prefeito José Leandro Maciel é acusado de atrasar o salário dos professores e de funcionários da rede de ensino.

Dede novembro, o sindicato da categoria reivindica o pagamento dos salários, 13º e também o recolhimento das contribuições sindicais.

– Defiro o pedido formulado pelo Ministério Público e concedo tutela antecipada para: determinar o bloqueio de todas as contas do município de Vitorino Freire mantidas no Banco do Brasil – diz o despacho da magistrada.
O objetivo da decisão judicial é bloquear 50% dos recursos do FPM e 60% do Fundeb, “necessários para pagamento de funcionários”.

José Leandro Maciel faz uma administração considerada aquém das expectativas do eleitorado.

E o clima de tensão no município aumenta mês após mês.

O prefeito vive sitiado na prefeitura e passa a maior parte do tempo em São Luís, onde tem negócios.


DISPUTADA A PRIMEIRA COPINHA DE FUTEBOL DE CAMPO DE SÃO LUIS GONZAGA, ORGANIZADA E PROMOVIDA PELO SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS

Por Cláudio Cavalcante

São Luis Gonzaga do Maranhão foi a sede da Primeira Copinha de futebol de campo, organizada e Promovida pelo serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, programa ligado ao CRAS local. O palco do evento desportivo Estádio gonzagão, onde participaram crianças de 7 a 12 anos de idade, em dois times de futebol, sendo o time do Serviço de Convivência e o outro formado por garotos da rua Gomes de Sousa, bairro Ramal, da cidade de Bacabal. Um microônibus foi enviado à Bacabal pela prefeitura de São Luis Gonzaga, para fazer o transporte das crianças. A ação visa proporcionar a integração intermunicipal de atividades desportistas, com uma maior participação de crianças e adolescentes no esporte.

A partida aconteceu nesta quinta, 15, às 9 horas da manhã e o time da casa sagrou-se campeão, recebendo a taça de 1º lugar, além de medalhas de ouro. O time visitante recebeu a taça de vice e medalhas de prata. Após a premiação foi oferecido almoço, que teve como prato principal feijoada, regada a refrigerantes. O prefeito Dr. Emanoel Carvalho disse que essas atividades são fontes de integração e conscientização para que as crianças gonzaguenses não se aproximem das drogas ou de outras atividades que corroem o crescimento intelectual e físico dos jovens e ratificou o evento com o apoio necessário para a sua concretização. 


 

A HISTÓRIA DO BRASILEIRO QUE SERÁ EXECUTADO NA INDONÉSIA



O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira (dir.) junto com seu advogado
 

Após onze anos no corredor da morte, o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira deve ser executado neste sábado na Indonésia. Moreira foi condenado à pena capital em 2004, por tráfico de drogas. Ele tentou entrar no país asiático com 13,4 kg de cocaína escondidos em uma asa-delta. 

Moreira é solteiro, não tem filhos e seus pais já morreram. Uma tia do brasileiro está a caminho da Indonésia para visitá-lo e deve chegar na sexta-feira. 

De acordo com a revista Época, ela leva presentes, cartas e lembranças de amigos para Moreira. Carrega ainda um bacalhau português, a pedido do sobrinho.

Moreira foi transferido ontem para outra unidade prisional, onde ficará isolado até a data marcada para sua morte. 

Instrutor de voo, ele afirma que tentou entrar no país com a droga pois precisava de dinheiro para pagar uma dívida com um hospital.
Desde a condenação, o governo brasileiro já fez os dois pedidos de clemência a que Moreira tinha direito. 

O primeiro pedido foi rejeitado em 2006, pelo então presidente Susilo Bambang Yudhoyono. O segundo, feito em 2008, levou mais de cinco anos para receber uma resposta. 

No final do ano passado, porém, o novo presidente do país, Joko Widodo, assumiu o cargo e anunciou que negaria todos os pedidos de clemência feitos por traficantes de drogas condenados à morte no país.

A Indonésia tem uma das legislações mais duras do mundo contra o tráfico de drogas. O argumento é que o crime prejudica as novas gerações do país.
A execução na Indonésia é feita por fuzilamento. Doze soldados atiram com rifles no peito do condenado, sendo que apenas duas armas são carregadas. Caso a pessoa sobreviva, leva um tiro na cabeça.

Segundo a Folha de S.Paulo, existem no país 64 presos no corredor da morte. Dentre eles há outro brasileiro, o paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, também condenado por tráfico. Na última sexta-feira, o pedido de clemência de Gularte também foi rejeitado pelo presidente Widodo.


CONDENADO À MORTE NA ÁSIA ESTARIA NO SEMI-ABERTO NO BRASIL
 

Se tivesse sido julgado no Brasil pelo crime de tráfico de drogas internacional, o piloto brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira já poderia estar cumprindo pena no regime semi-aberto.
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Na Indonésia, ele foi condenado à pena de morte em 2004 e pode ser executado no próximo sábado (17). Ele tentou entrar no país asiático com 13,4 kg de cocaína escondidos em uma asa-delta. Conheça a história.
No Brasil, a pena para tráfico de drogas varia de 5 a 15 anos de reclusão em regime fechado – que pode ser reduzida após um período para uma pena mais branda caso o condenado tenha apresentado bom comportamento.

Como o tráfico de entorpecentes é equiparado aos crimes hediondos, o regime de progressão de pena começa a valer após o preso cumprir 2/5 da pena, se for réu primário, ou 3/5 da condenação, se for reincidente. Neste caso, o condenado vai para o regime semi-aberto.

Supondo que Moreira tivesse sido condenado à pena máxima para este tipo de crime, como não há indícios de que ele seja reincidente no crime, após seis anos de reclusão em regime fechado, ele estaria apto para migrar para o semi-aberto – se tivesse apresentado bom comportamento, é claro.

“No regime semi-aberto, o preso trabalha durante o dia sob custódia do estado, em colônias penais agrícolas ou industriais, e dorme durante a noite na cela”, afirma Rodrigo Felberg, professor de Direito Penal na Universidade Mackenzie.

No entanto, existem apenas 73 unidades deste tipo no Brasil. Sem vagas suficientes para abrigar todos os condenados ao semi-aberto, a Justiça acaba liberando o detento para o regime aberto.

Neste caso, a pessoa fica livre durante o dia e passa a noite nas chamadas Casas de Albergados – destinadas a condenados à pena privativa de liberdade em regime aberto, ou pena de limitação de fins de semana.

Novamente, não há vagas suficientes para este fim. Em todo o Brasil, são apenas 65 casas de albergados. “O preso é então liberado a dormir em casa. Do ponto de vista técnico, ele está livre”, afirma o professor. 

Em 2013, mais de meio milhão de pessoas lotavam os presídios brasileiros. Destes, 77.488 cumpriam pena no regime semi-aberto e 16.954 no aberto, segundo dados compilados pelo Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

DILMA TENTA EVITAR EXECUÇÃO DE BRASILEIRO PRESO NA INDONÉSIA
 
A presidente Dilma Rousseff tenta falar pelo telefone com o presidente da Indonésia, Joko Widodo, para pedir reversão da pena do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, condenado à morte, por tráfico de cocaína. O governo brasileiro corre contra o relógio, já que a execução do brasileiro está marcada para o próximo sábado e a conversa entre os dois presidentes teria de acontecer até esta sexta.

Apesar dos esforços do governo brasileiro, que foram iniciados ainda pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e se intensificaram nos últimos dias pela presidente Dilma, há um temor de que o pedido do Planalto não seja atendido. O primeiro ponto nessa perspectiva é que o novo presidente Widodo assumiu o cargo prometendo mais rigor e punição contra o tráfico de drogas. Também porque outras cinco pessoas estão com ordem de execução por pelotão de fuzilamento nas próximas 72 horas, junto com o brasileiro.

Dilma e o ex-presidente Lula já enviaram seis cartas pedindo clemência e comutação da pena. A última carta de Dilma foi enviada em dezembro, mas o governo indonésio não respondeu. O assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia, e o Itamaraty estão ampliando os esforços para assegurar a conversa de Dilma com o presidente Widodo o quanto antes e o governo brasileiro está "mobilizado e acompanhando atentamente" o desenrolar do caso.

O Planalto também não obteve resposta aos apelos feitos ao embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Ryanto. Em Jacarta, o caso está sendo acompanhado diretamente pela embaixada do Brasil naquele país e pelo consulado brasileiro. "As gestões são as de mais alto nível para tentar resolver a questão", disse um assessor palaciano. Mas não há previsão de outros funcionários do governo brasileiro se deslocarem para a Indonésia para atuar no caso.

A Indonésia negou todos os pedidos de clemência feitos pela defesa do brasileiro para que se evitasse a execução de Archer. O apelo da presidente Dilma diretamente a Widodo seria o último recurso do governo brasileiro. No Brasil não existe pena de morte e as informações são de que nunca um brasileiro foi executado para dar cumprimento a uma sentença deste tipo. O Planalto espera convencer o governo indonésio a não cumprir a execução de Archer, inclusive com base na lei da Indonésia que admite clemência. O governo indonésio, em gestões anteriores, aceitou a clemência de outros condenados.

O caso. O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, preso há 11 anos, é carioca, tem 53 anos e trabalhava como instrutor de voo livre. Ele foi preso quando tentava entrar na Indonésia com 13 quilos de cocaína escondidos dentro dos tubos de uma asa delta em 2003. A droga foi descoberta ao passar pelo aparelho de raio x, no Aeroporto Internacional de Jacarta. Ele conseguiu fugir do aeroporto, mas acabou preso duas semanas depois.

Marco Archer não é o único brasileiro que poderá ser executado na Indonésia. O surfista Rodrigo Gularte foi preso em 2004, também no aeroporto de Jacarta, com 12 pacotes de cocaína. A droga estava escondida em oito pranchas. O surfista estava a caminho da ilha de Bali, acompanhado de dois amigos, mas assumiu sozinho a autoria do crime de tráfico internacional de drogas. O surfista teve o pedido de clemência negado e também aguarda a execução.
Em nota, o Itamaraty informou que "o governo brasileiro continua mobilizado, acompanhando estreitamente o caso e avalia todas as possibilidades de ação ainda abertas". Acrescenta ainda que "de modo a preservar sua capacidade de atuação, o governo brasileiro manterá reserva sobre as decisões tomadas".