sábado, 7 de fevereiro de 2015

DEU NA IMPRENSA! 50 KM DE ASFALTO PARA AS RUAS E AVENIDAS DE CAXIAS. BACABAL CONTINUA ESQUECIDA!



As ruas e avenidas do centro, e de alguns bairros de Caxias, estão em festa. “Agora, com a ajuda do Governo do Estado, estamos dando à cidade aquilo que nossos moradores sempre desejaram: uma cidade bem cuidada e asfaltada, melhorando ainda mais a qualidade de vida dos caxienses.

Justificativa
Essa postagem é só para ajudar a fazer com que o governador Flávio Dino (PCdoB) não se esqueça que Bacabal, cidade com mais de 100 mil habitantes onde ele obteve 76,55% dos votos na última eleição, também aguarda por esse mesmo tratamento.

Afinal, os bacabalenses, assim como a população das demais cidades do Estado, também desejam e merecem viver em um ambiente bem cuidado e asfaltado. Mas, vale lembrar também que essa missão de reivindicar cabe, principalmente, aos nossos representantes políticos que pelo menos por enquanto estão se satisfazendo com "tapinhas nas costas".

Do Blog do Sérgio Mathias

SEIS DESAFIOS DO NOVO PRESIDENTE DA PETROBRAS



"Bendine (Reuters)"

A nomeação do ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine para a presidência da Petrobras foi apresentada pelo governo como reconhecimento pelo seu trabalho à frente de uma das maiores instituições financeiras brasileiras. Mas também pode ser vista como uma espécie de presente de grego.

Bendine assume a estatal no que é provavelmente o ponto mais baixo da sua história e não será fácil conduzi-la em meio a crise desatada pelas repercussões da Operação Lava Jato. Para piorar, seu nome foi mal recebido por alguns analistas do setor e pelos mercados - as ações da estatal na bolsa caíram mais de 7% nesta sexta-feira, após sua indicação "vazar" para a imprensa.

"A nomeação de Bendine é frustrante porque ele é um funcionário de carreira do Banco do Brasil próximo ao governo - ou seja 'mais do mesmo'", opina Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura.
"Provavelmente a presidente não conseguiu que alguém do mercado topasse o desafio de tirar a empresa desse imbróglio. Mas Bendine não terá a autonomia necessária para tomar decisões que priorizem a saúde financeira da Petrobras em vez de interesses do governo."

Em Belo Horizonte, onde participou de um evento em comemoração aos 35 anos do PT, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, minimizou a importância da má recepção do nome do ex-presidente do Banco do Brasil pelo mercado. "Às vezes (o mercado) faz avaliações que depois não se confirmam", disse.

Abaixo, confira quais serão os principais desafios a serem superados pelo novo presidente da Petrobras:

'Choque' de credibilidade

Desde setembro, a estatal perdeu dois terços de seu valor na bolsa de São Paulo em função da crise em que está mergulhada.

Bendine precisará restaurar a confiança de parceiros e investidores - o que não será tarefa fácil, a julgar pela queda no valor das ações da empresa provocada pelo anúncio de sua nomeação, nesta sexta-feira.

Essa reconstrução da credibilidade passa, em parte, por evitar que a empresa perca o grau de investimento, o que dificultaria a captação de recursos para grandes projetos.

Analistas dizem que o novo presidente precisará ter uma postura firme de colaboração com a investigação da Lava Jato, mas também deve ser rápido em sinalizar que o escândalo não continuará a 'paralisar' as atividades da empresa.

Também há certa apreensão sobre como ele responderá às pressões políticas. Para alguns analistas, as finanças da Petrobras sofreram nos últimos anos em função de a companhia ter subordinado sua política de preços ao interesse do governo de segurar a inflação.

O fato de Bendine ter afirmado, em algumas ocasiões quando era presidente do Banco do Brasil, que o papel do banco público "não é dar lucro", alimenta algumas dúvidas sobre se ele priorizará a saúde financeira da Petrobras em suas decisões, como ressalta Pires.

Restaurar a moral dos funcionários

Por muito tempo, trabalhar para a Petrobras foi motivo de orgulho. Hoje há funcionários que escondem símbolos da empresa ao sair de sua sede, no centro do Rio, para evitar comentários desagradáveis.

Há um desânimo entre técnicos que, aos olhos da sociedade, deixaram de ser parte de uma das empresas mais eficientes do país para serem funcinários de uma "máquina de desviar recursos".

O novo presidente precisará reverter esse pessimismo para conseguir os melhores resultados dos quadros da estatal.

Calcular as perdas

A Petrobrás ainda não conseguiu calcular com exatidão como o esquema de corrupção afetou seu patrimônio. Na quinta-feira, por exemplo, o ex-gerente de serviços da Petrobras, Pedro Barusco, disse em delação premiada que só o PT teria embolsado US$ 200 milhões em propina - o que foi negado pelo partido.

Segundo analistas, a posição de Maria das Graças Foster na presidência da empresa teria ficado insustentável depois que ela apresentou uma estimativa preliminar de que seus ativos estariam superestimados em R$ 88 bilhões.
Essa conta, porém, não distingue quanto desses recursos foram desviados e quanto diz respeito a problemas na execução de projetos ou a mudança no câmbio.

Na ausência de uma estimativa do estrago, a auditoria PricewaterhouseCoopers se recusou a assinar o balanço da empresa. E, sem resultados auditados, fica difícil para a Petrobras captar recursos e atrair investidores. Parte dos seus credores também pode pedir o vencimento antecipado de suas dívidas e a empresa pode perder o grau de investimento.
"Fazer esse cálculo do estrago o mais rápido possível é essencial para que a Petrobras deixe esse escândalo de corrupção de lado e se concentre no que sabe fazer melhor: explorar petróleo. A Lava Jato é assunto para a polícia, não pode paralisar as atividades da empresa", diz Wilber Colmerauer, diretor do Emerging Markets Funding em Londres.

Redefinir investimentos

Além do aumento da dificuldade para captar recursos, a Petrobras também está tendo de lidar com a queda dos preços do petróleo - dois fatores que contribuem para que seja necessária uma redefinição dos atuais planos de investimento da empresa.

A estatal também terá de procurar novos parceiros para concluir seus projetos agora que proibiu a contratação de 23 empresas envolvidas na Lava Jato - lista que inclui boa parte das grandes construtoras brasileiras.

Para Paulo Paiva, da Fundação Dom Cabral, é possível que o marco regulatório do Pré-Sal tenha de ser revisto.

"A Petrobras acabou ficando com uma parcela muito grande dos projetos e, agora que sua situação financeira se complicou, deve precisar de mais parcerias para avançar em seus planos de investimento", diz.

Lidar com investigações nos EUA

O novo presidente terá de conduzir a defesa da Petrobras frente a tribunais e instituições reguladoras americanas.

A estatal está sendo processada por acionistas minoritários e detentores de seus títulos no Tribunal Distrital de Nova York e investigada pela Securities Exchange Comission (SEC) - a Comissão de Valores Mobiliários americana - e pelo Departamento de Justiça dos EUA.

Para evitar multas e a responsabilização de seus executivos a empresa terá de provar que foi "vítima" do esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato, e não conivente com ele.

Nos últimos anos, companhias estrangeiras como a alemã Siemens, a francesa Total e a japonesa JGC Corporation, receberam multas milionárias nos Estados Unidos após serem acusadas de corrupção.

Aprimorar a governança corporativa

O escândalo da Lava Jato lançou uma nuvem de incertezas sobre os mecanismos de governança corporativa da Petrobras ao sugerir que seus controles não são suficientes para evitar fraudes e abusos.

O novo presidente terá de fazer uma apuração para entender como um esquema de corrupção dessa escala conseguiu se instalar na empresa e o que deve ser feito para que isso não volte a acontecer no futuro.

"O pior é que essas suspeitas sobre a governança corporativa da Petrobras prejudicam também outras empresas brasileiras listadas em bolsa", diz Michael Viriato, professor do Insper.

"Se nem os controles da estatal funcionaram, porque os investidores vão acreditar que os de outras empresas brasileiras funcionam?"

MISSA DE SÉTIMO DIA DE SEU JUSTINO




A família Nogueira convida todos os  amigos, parentes e demais queridos daquele que em vida se chamava Justino Nogueira – Seu Justino, para a celebração da missa de sétimo dia de seu falecimento.


O ato religioso realizar-se-á no día de hoje, as 19:00 horas na Igreja de São Francisco. 


A família enlutada de já agradece a todos que comparecerem a esse ato de solidariedade, fé e piedade cristã..

LAVA JATO NÃO INTIMIDOU ESQUEMA DE PROPINAS NA PETROBRÁS, DIZ JUIZ




SÈrgio Fernando Moro

O esquema de intermediação de propinas a agentes da Petrobrás ou de suas subsidiárias ainda persiste, avalia a Justiça. Ao decretar a prisão do lobista Mário Frederico Mendonça Goes, apontado como operador do ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque, o juiz federal Sérgio Fernando Moro advertiu que nem mesmo a deflagração da Operação Lava Jato "dissuadiu" a corrupção na petrolífera."Em especial, perturba este Juízo a existência de provas de que Mario Goes, na intermediação de propinas, teria atuado para Pedro Barusco (delator da Lava Jato) e Renato Duque no passado e persistiria atuando, na intermediação de propinas periódicas, agora da Arxo para a Petrobrás Distribuidora, de 2012 até pelo menos o final de 2014", destaca o magistrado.A BR Distribuidora é uma subsidiária da Petrobrás.Mário Goes é procurado pela Polícia Federal, que lhe atribui papel central na Operação My Way. Deflagrada nesta quinta feira, 5, a My Way é mais um passo da Lava Jato e mira, agora, negócios e pagamentos suspeitos de empresas com relações na BR Distribuidora.Sérgio Fernando Moro é o juiz que conduz todas as ações penais da Lava Jato sobre fraudes em licitações, cartelização das maiores empreiteiras do País e corrupção na Petrobrás.Em seu despacho, o juiz anota que restou "constatado que persiste, em novos esquemas, a intermediação de propinas a agentes da estatal ou de suas subsidiárias".Mario Goes, segundo o Ministério Público Federal, teria o mesmo papel do doleiro Alberto Youssef e do lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, operador do PMDB na Petrobrás - Youssef e Baiano estão presos."Um intermediador profissional do pagamento de propinas por empresas privadas a dirigentes ou empregados da Petrobrás", assim é rotulado Mario Goes pela força tarefa da Lava Jato.


Goes teria atuado para Renato Duque e também para Pedro Barusco, ex-gerente executivo da Diretoria de Serviços, que fez delação premiada e apontou o universo de desvios na companhia."Também perturbadora a informação da negociação recente de pagamento de propina em contrato da Petrobrás Aviation com a Arxo, aparentemente ainda em curso de pagamento", assinala o juiz federal.Pedro Barusco, o delator, afirmou que parte da propina no âmbito da Diretoria de Serviços da Petrobrás teria sido paga através de contas secretas controladas por Mario Goes no exterior.Para o juiz Moro, "os fatos revelam não só a antiguidade, mas também a duração prolongada e a atualidade do esquema criminoso, ainda que agora em subsidiárias da Petrobrás (Petrobrás Distribuidora e Petrobrás Aviation), e autorizam a prisão cautelar (de Mario Goes) para prevenir crimes em andamento, além de reiteração delitiva_No despacho em que mandou prender Mario Goes, o magistrado argumenta, ainda. "Se tudo o que foi feito até o momento na Operação Lava Jato, com a notoriedade que a investigação e a persecução alcançaram, ainda não foi suficiente como elemento dissuassório da prática de novos crimes contra a Petrobrás, sendo ao contrário constatado que persiste, em novos esquemas, a intermediação de propinas a agentes da estatal ou de suas subsidiárias, então é forçoso reconhecer pela necessidade do remédio amargo da prisão preventiva."Para Sérgio Moro, o País experimenta "uma cultura da corrupção que reclama reação imediata". O juiz considera que "a persistência de crimes da espécie até a atualidade representam, no contexto, uma afronta ao Judiciário e à lei"."Não é possível ainda olvidar a elevada gravidade em concreto dos fatos que constituem objeto da Operação Lava Jato", alerta Moro. "Nas ações penais já propostas, há a descrição de esquema criminoso que teria perdurado por anos e lesado a Petrobrás, só com pagamento de propinas, em valores da ordem dos bilhões de dólares. A dimensão em concreta dos fatos delitivos, jamais a gravidade em abstrato, também pode ser invocada como fundamento para a decretação da prisão preventiva."O juiz federal assinala que "a credibilidade das instituições públicas e a confiança da sociedade na regular aplicação da lei e igualmente no Estado de Direito restam abaladas quando graves violações da lei penal não recebem uma resposta do sistema de Justiça criminal".Ele pondera que "não se trata de antecipação de pena, nem medida da espécie é incompatível com um processo penal orientado pela presunção de inocência".O juiz reputa "presentes riscos à ordem pública, não só diante da necessidade de prevenir novas práticas delitivas e até mesmo crime em andamento por parte da Mario Goes, mas também diante da própria dimensão em concreto dos crimes que constituem objeto de imputação e de investigação e do consequente abalo à ordem pública".Sérgio Moro concluiu. "Havendo indícios de que o investigado mantém valores vultosos não declarados no exterior, especialmente contas secretas no exterior, há indicativo concreto de que não se pretende curvar-se à lei, havendo risco à aplicação da lei penal, podendo o investigado deixar o País e ainda fruir do produto de sua atividade delitiva, mantida a salvo das autoridades brasileiras em outros países."