quinta-feira, 2 de outubro de 2014

SALTA PARA 41 NÚMERO DE CASOS AUTÓCTONES DE CHIKUNGUNYA CONFIRMADOS NO BRASIL


 

O número de casos autóctones de chikungunya no Brasil saltou 156,25% em apenas uma semana, desde os 16 reportados há sete dias, até os 41 confirmados no balanço divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde.


As autoridades da área de saúde confirmaram com exames de laboratório 79 casos da doença no país, dos quais 38 em pessoas que a contraíram em viagens para a República Dominicana, Haiti, Venezuela, Guiana Francesa e algumas ilhas do Caribe, segundo o balanço.
 
Os restantes 41 casos se referem a pessoas que contraíram a doença sem sair do Brasil, dos quais 33 em Feira de Santana, cidade no estado da Bahia, e oito em Oiapoque, o município mais setentrional do Brasil, situado na fronteira com a Guiana Francesa.
 
Os números se referem aos casos confirmados desde que, em janeiro passado, o Ministério da Saúde iniciou um plano de contingência para controlar a chikungunya após o registro de casos autóctones em vários países da América.
 
Os dois primeiros casos autóctones no Brasil foram confirmados em meados de setembro em Oiapoque, estado amazônico do Amapá, e se referem a uma professora e seu pai, que apresentaram os primeiros sintomas da doença no final de agosto.
 
O Ministério da Saúde informou que enviou equipes aos estados do Amapá e da Bahia para trabalhar com as autoridades regionais em campanhas para evitar que a doença se propague e para combater os focos de Aedes Aegypti, o mosquito que transmite tanto o vírus da chikungunya como o do dengue.
'Foram constituídos equipes com técnicos das secretárias regionais de Saúde para orientar a busca ativa de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades', segundo um comunicado do Ministério.
 

JANOT ABRE AÇÃO PARA INVESTIGAR DECLARAÇÕES DE LEVY FIDELIX




O procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot, abriu nesta quarta-feira (1º) investigação preliminar para apurar o conteúdo das declarações do candidato à Presidência da República Levy Fidelix (PRTB).
 
Fidelix foi acusado de homofobia por defensores dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), que acusam o candidato de ter incitado o ódio contra eles durante o debate entre os presidenciáveis, no último domingo (28), na TV Record.
 
Janot abriu a investigação preliminar após receber reclamações de cidadãos e uma representação da Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil. O procurador deu prazo de 24 horas para que o candidato apresente sua manifestação à Ptocuradoria-Geral da Republica.
 
Segundo o procurador, as declarações de Levi Fidelix ultrapassaram os limites da liberdade de expressão. “Ser contra homossexuais e suas práticas, ou contra a união entre eles, é opinião que se insere na proteção da liberdade de expressão. Todavia, da fala de Levy Fidelix decorre convite à intolerância e à discriminação, permitindo, em princípio, sua caracterização como discurso mobilizador de ódio.
 
Após o debate, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu três representações contra Levi Fidelix, por homofobia, durante a campanha eleitoral.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

ELEIÇÕES 2014: JUÍZES ELEITORAIS DE BACABAL PROFEREM PALESTRA NO 15º BPM




Por Sérginho Mathias

Marcelo Silva Moreira e Joscelmo Sousa Gomes, Juízes Eleitorais de 13ª e 66ª Zonas Eleitorais, respectivamente, estiveram a convite do tenente-coronel Egídio Amaral, no Quartel do 15º Batalhão de Polícia Militar, onde palestraram e tiraram dúvidas sobre o pleito eleitoral do próximo domingo (5). 

Cada Destacamento Policial Militar esteve representado por dois policiais que serão os multiplicadores de conhecimentos sobre o debate.

Os Juízes focaram na legalidade das eleições conforme determinam as diretrizes e como o policial militar deverá proceder sob as mais diversas situações que poderão se apresentar no dia da eleição.

Durante a conversa com os policiais militares os juízes repassaram algumas informações sobre a legislação que rege o processo eleitoral no país, nos estados e municípios.

O tenente-coronel Egídio Amaral, comandante do 15º BPM, se colocou à disposição do Cartório Eleitoral de Bacabal para que as eleições na região aconteçam dentro da lei e da ordem.

 

MAIS UMA ONDA DE BANDITISMO - INCENDIÁRIOS ATACAM NOVAMENTE



 Atualizado por Zé Lopes as 16.54h

O ataque foi no Recanto dos Vinhais, um ônibus da empresa Primor foi incendiado na avenida principal do bairro.

 Ninguém ficou ferido. Todos os passageiros desceram antes do ataque.
Policiais militares estão na região tentando prender os incendiários.  Nem à PM sabe com precisão quantos bandidos participaram do atentado. É o primeiro depois da chegada da Força Nacional de Segurança, que realiza em parceria  com o CPM1 e CPM2 da Polícia Militar, operações na Região Metropolitana de São Luís. Outras fotografias mostram que ônibus foi completamente destruído.

INCENDIÁRIOS SUSPEITOS NA PRISÃO

Informações da Polícia Militar confirmam duas prisões, os irmãos Alan Delgado Sousa 19 anos e Gilmar Delgado Sousa, 20 anos, estão  na  sede   da Superiintendência  Estadual  de Investigações Criminais(SEIC) no Bairro de Fátima.

Os dois  foram presos na Rua da Vitória Vila Progresso, um terceiro suspeito está sendo procurado. Prisões efetuadas pelo 8º  Batalhão de Polícia Militar(BPM). 
As pessoas da comunidade podem contribuir com às investigações ligando para o 190 ou para o 3223-5800(não precisa se identificar). 

NOTA DO SETOR DE TRANSPORTES

O SET – Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de São Luis e o STTREMA – Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário no Estado do Maranhão informam que houve na manhã desta quarta-feira (01.10) dois casos de incêndio a ônibus em São Luis.

A Secretaria de Segurança e a Força Nacional já foram informadas, e estão tomando as providências para a captura dos vândalos envolvidos.

Porém, visando a segurança dos usuários, bem como dos operadores do sistema de transporte de São Luis, o SET e o STTREMA informam que a frota de veículos está sendo totalmente recolhida de forma imediata.

O retorno da operação deverá ocorrer somente quando houver uma reunião com o sistema de segurança e a governadora do Estado do Maranhão, para dar garantia aos veículos e aos usuários.

SET – Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de São Luís

STTREMA – Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário no Estado do Maranhão

CLARO, TIM E VIVO ARREMATAM OS TRÊS LOTES NACIONAIS OFERECIDOS NO LEILÃO DO 4G




As operadoras Claro, TIM e Telefónica/Vivo arremataram nesta terça-feira (30) os três lotes nacionais oferecidos no leilão do 4G, promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Esses lotes são chamados de nacionais porque permitem à vencedora oferecer o serviço de banda larga de quarta geração em todo o país.
A Algar arrematou o lote 5 (regional) do leilão, que permite oferta do 4G justamente na área em que a empresa, ex-CTBC, possui concessão de telefonia. Dois lotes regionais não tiveram ofertas, e chegaram a ser oferecidos fracionados na segunda fase do leilão, mas permaneceram sem interessados. O governo arrecadou, com o leilão, R$ 5,85 bilhões – abaixo dos R$ 7,7 bilhões previstos caso todos os lotes fossem arrematados pelos valores mínimos.
Na abertura dos envelopes para o primeiro lote, a Claro apresentou a maior oferta (R$ 1,947 bilhão), ágio de 1% em relação ao mínimo exigido pelo governo (R$ 1,927 bilhão). Ela foi seguida pela TIM (R$ 1,928 bilhão) e Vivo (R$ 1,927 bilhão, valor mínimo). A Algar não apresentou proposta para esse lote. TIM e Vivo foram classificadas e chamadas para apresentar proposta substitutiva na fase de disputa, mas abdicaram do direito. Assim, a Claro levou o primeiro lote sem disputa.
O edital previa, após abertura dos envelopes, classificação das propostas, da maior para a menor. As empresas que tivessem oferecido valor equivalente a pelo menos 70% da primeira colocada teriam direito a participar da fase de disputa pelo lote, em que elas poderiam elevar suas ofertas. A Oi, quarta grande operadora de telefonia do país, não participou do leilão.
A empresa vive um momento difícil, com sua fusão com a Portugal Telecom enfrentando problemas depois que a segunda levou "calote" de um empréstimo feito a outra empresa do grupo.
TIM leva lote 2
A TIM foi a vencedora do segundo lote, também nacional, ofertado pela Anatel. A empresa ofereceu R$ 1,947 bilhão, ágio de 1% em relação ao mínimo exigido no edital (R$ 1,927 bilhão), mesmo valor oferecido pela Claro no primeiro lote. A Algar novamente não apresentou proposta para o segundo lote. Já a Claro não pode disputá-lo porque arrematou o primeiro. A Vivo apresentou proposta de R$ 1,927 bilhão, mínimo exigido no edital pelo lote 2. A empresa foi chamada a participar da fase de disputa, mas recusou. A TIM, portanto, arrematou o segundo lote sem disputa.
Vivo fica com lote 3
Como previsto, a Vivo ficou com o terceiro lote que dá direito à oferta nacional do serviço de 4G. A empresa ofereceu proposta de R$ 1,927 bilhão, mínimo exigido no edital. A Algar novamente não apresentou proposta. Já a Claro e a TIM não puderam disputá-lo por terem arrematado, respectivamente, o primeiro e o segundo lotes do leilão. Lotes regionais A Algar arrematou o lote 5 do leilão, que permite oferta do 4G em 87 municípios do interior de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A proposta da Algar foi de R$ 29,567 milhões, R$ 7 mil acima do valor mínimo exigido no edital por esse lote (R$ 29,560 milhões). Assim como nos outros lotes, não houve disputa com as outras empresas que participam do leilão. Sem oferta e queda na arrecadação Não houve interessados para o lote 6, que abrange a área de concessão da Sercomtel no Paraná (cidades de Londrina e Tamarana), e para o lote 4, que permite oferecer o serviço do 4G em todo o país exceto as áreas de concessão da Sercomtel e da Algar (87 municípios no interior de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais). Como previsto no edital, esses dois lotes voltaram a ser oferecidos às quatro empresas participantes, em uma segunda fase onde eles foram fatiados em pedaços menores (5 + 5 MHz, ao contrario dos 10 + 10 Mhz da primeira fase). Mesmo assim, não houve proposta.
O “encalhe” desses dois lotes vai reduzir a arrecadação do governo com o leilão. Além do valor pago pelas licenças, as vencedoras se comprometem a investir na chamada “limpeza” da faixa de 700 MHz, ou seja, a retirada das centenas de canais de tv analógico que hoje transmitem sua programação nessa frequência. O investimento, estimado em R$ 3,6 bilhões, vai servir para comprar equipamentos que permitirão a essas emissoras transmitir em outra frequência, digital. De acordo com o edital, o valor será rateado entre as vencedoras dos seis lotes. E, no caso de algum lote não ser arrematado, o que de fato ocorreu, as empresas vencedoras têm que assumir a parte que cabia a eles na limpeza. Os lotes 4 e 6, que não foram arrematados, traziam atrelados obrigação de investimento de, respectivamente, de R$ 887,6 milhões e R$ 2,5 milhões, na limpeza da faixa.

Segundo o edital, esses valores serão assumidos por Claro, TIM, Vivo e Algar mas, também, descontado do valor que elas vão pagar pelas licensças. Assim, ao invés dos R$ 5,85 bilhões o governo pode arrecadar, na verdade, cerca de R$ 5 bilhões. A ausência de interessados nos dois lotes não prejudica a oferta do 4G nas áreas, já que as três empresas que arremataram os lotes nacionais vão prestar o serviço em todo o país. Governo pretendia arrecadar R$ 7,7 bilhões Foram colocados à venda 6 lotes ou “pedaços” da faixa de frequência de 700 MHz (megahertz). O governo fixou em edital o mínimo que aceitava receber por cada um dos lotes. A soma dos preços mínimos dos seis lotes era R$ 7,7 bilhões. O governo Dilma Rousseff conta com esse dinheiro para reforçar o caixa num momento de queda de arrecadação de impostos e risco de não cumprir a economia a que se comprometeu para pagar dívidas, o chamado superávit primário. Quatro empresas – Claro, Algar (CTBC), Telefónica/Vivo e TIM – participaram da disputa. Elas foram as únicas que entregaram propostas para os lotes, em 23 de setembro. No mesmo dia, a operadora Oi surpreendeu o setor ao informar, por meio de fato relevante, que havia desistido do leilão. A Nextel também optou por ficar de fora da disputa.

DEBATE MOSTRA QUE SE CORRER O BICHO PEGA E SE FICAR O BICHO COME



ÚLTIMO DEBATE


A TV Mirante realizou na noite de ontem, terça-feira (30), o debate com três dos seis candidatos ao governo do Maranhão. Participaram do debate os candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional: Flávio Dino (PCdoB), Lobão Filho (PMDB) e Luís Pedrosa (PSol). Este foi o último debate entre os cndidatos antes da eleição de domingo (5).
Mediado pelo jornalista Fábio William, da Rede Globo de Televisão, o debate teve três blocos. Nos dois primeiros os candidatos debateram sobre temas livres e determinados. No último cada candidato fez as suas considerações finais.
O debate sobre a segurança pública predominou o primeiro bloco do debate. Os candidatos discutiram sobre a crise do sistema prisional no Maranhão.
No segundo bloco, os candidatos debateram sobre o modelo de mudança política no Maranhão, agronegócio, abastecimento d’água, desenvolvimento humano, corrupção e saúde.
No último bloco, os candidatos fizeram as suas considerações finais.
“Levamos a bandeira da esperança, da fé e da mudança ao Maranhão…”, disse o candidato Flávio Dino.
“Tenho dentro de mim a convicção que estou preparado para mudar a vida dos maranhenses”, destacou Lobão Filho.
“Praticamos o debate com lealdade e em alto nível e apresentamos propostas”, finalizou Luís Pedrosa.
Os outros três candidatos que não participaram do debate concederão entrevista ao vivo no JMTV 1ª edição, nesta quarta-feira: Saulo Arcangeli (PSTU), Josivaldo Corrêa (PCB) e Zeluis Lago (PPL).

Resumo da ópera – Foi um debate frio, ninguém sequer falou de educação, cultura e os dois candidatos polarizados, se mantiveram cordeirinhos e as propostas relatadas não passaram de utopias. Se formos nos basear pelo debate, coitado de nós, estamos mais uma vez em maus lençóis. Ô Maranhão sem sorte. Infeliz “mente”, não temos uma terceira força. Mas vamos as urnas exercer a nossa cidadania.  Que vença quem tiver mais votos, não o melhor.

SAMPAIO TROPEÇA NO CASTELÃO E DÁ ADEUS AO SONHO DA PRIMEIRA DIVISÃO



Outra vez o Sampaio vacila em casa e deixa escapar a chance de encostar no G4. O time amargou na noite de ontem, mais um  empate de 0 a 0 com a Portuguesa, no Castelão, em São Luís pelo Campeonato Brasileiro Série D.
Com o resultado, o Sampaio permanece na sétima posição com 41 pontos. A Portuguesa com 21 pontos é o décimo oitavo.

Sem inspiração e aparentemente cansado, o Sampaio entrou em campo imaginando que a qualquer momento marcaria o gol que lhe daria mais uma vitória, mas desta vez não foi assim e o Sampaio deixou escapar dois pontos fundamentais para que a equipe pudesse encostar nos líderes.

Ao final da partida, o treinador Lisca tentou explicar o tropeço ao reclamar do gramado do Castelão que até então era a grande arma do Sampaio contra seus adversários.
O Sampaio agora terá dois jogos difíceis fora de casa. Vai enfrentar o Ceará, em Fortaleza, na terça-feira e o América, em Natal, no outro sábado.

IBOPE E DATAFOLHA - A GRANDE DISPUTA NA RETA FINAL


IBOPE MOSTRA DIFERENÇA MENOR DE MARINA SOBRE AÉCIO E VANTAGEM DE DILMA NO 2º TURNO

Pesquisa Ibope divulgada na noite de ontem,  terça-feira, mostrou queda da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, que viu sua diferença sobre o terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), cair a 6 pontos percentuais, enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) passou a ter vantagem numérica num segundo turno contra a ex-senadora.

Nas intenções de voto para o primeiro turno, Dilma passou a 39 por cento das intenções de voto, oscilando 1 ponto para cima em relação à pesquisa da semana passada, enquanto Marina caiu a 25 por cento (ante 29 por cento) e Aécio permaneceu com 19 por cento. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Em simulação de segundo turno entre as duas candidatas, Dilma foi a 42 por cento e Marina a 38 por cento, de modo que elas estão no limite do empate técnico. Na semana passada as duas estavam empatadas em 41 por cento.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 27 e 29, em 203 municípios.
 
DATAFOLHA MOSTRA DISPUTA FORTE PELO 2º LUGAR ENTRE MARINA E AÉCIO; DILMA VENCE 2º TURNO

Já pesquisa Datafolha mostrou também na noite de ontem, uma forte disputa pelo segundo lugar da corrida presidencial entre Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), enquanto simulações do segundo turno apontam para vitória da presidente Dilma Rousseff (PT) contra os dois adversários.
Nas intenções de voto para o primeiro turno, Dilma permaneceu nos mesmos 40 por cento de intenções de votos registrados na pesquisa divulgada na última sexta-feira, seguida por Marina, com 25 por cento (ante 27 por cento), e por Aécio com 20 por cento, (ante 18 por cento). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
Em simulações de segundo turno, Dilma vence Marina por 49 a 41 por cento e Aécio por 50 a 41 por cento.
O Datafolha ouviu 7.520 pessoas em 311 municípios entre segunda e terça-feira.

 

 


terça-feira, 30 de setembro de 2014

OS FAVORITOS PARA A ELEIÇÃO DE DEPUTADO FEDERAL



Por Jorge Aragão
Conforme prometido, o Blog divulga a segunda lista com nomes dos principais candidatos a deputado federal no Maranhão. A lista volta a ser publicada após conversar com alguns analistas políticos e fazer uma média entre análises recebidas. O Blog fez o levantamento por coligação e dividiu em aqueles que estariam “eleitos” e aqueles que brigam por “vagas”. No entanto, é bom lembrar que tivemos algumas modificações com relação a primeira lista divulgada.
Coligação “Pra Frente Maranhão” (PMDB – PV – PRB – PTB – DEM e PR) – 6 ou 7 vagas

Eleitos: Hildo Rocha (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Sarney Filho (PV) e Cléber Verde (PRB);

Brigando: Victor Mendes (PV), Sétimo Waquim (PMDB), Alberto Filho (PMDB), João Marcelo (PMDB), Chiquinho Escórcio (PMDB), Davi Júnior (PR) e Paulo Marinho Júnior (PMDB);

 Coligação “Democrata Trabalhista” (PRP – PRTB – PTN – PSDC e PSL) – 3 vagas

Eleito: Juscelino Filho (PRP);

Brigando: Ricardo Archer (PSL), Pereirinha (PSL), Chico Coelho (PSL) e Aluísio Mendes (PSDC);

 Coligação “Por um Maranhão mais forte” (PEN – PTdoB – PSC – PMN e PHS) – 2 ou 3 vagas

Eleito: André Fufuca (PEN)

Brigando: Júnior Marreca (PEN), Costa Ferreira (PSC), Lourival Mendes (PTdoB), Penaldon Jorge (PTdoB) e Dalton Arruda (PTdoB)

 Coligação “Coligação pra seguir em frente com muito mais mudança” (PT e PSD) – 2 ou 3 vagas

Eleito: Zé Carlos (PT)

Brigando: Fábio Godin (PT) e Cláudio Trinchão (PSD)

 Coligação “Todos pelo Maranhão” (PCdoB – PSDB – PSB – PPS – PP e SD) – 5 ou 6 vagas

Eleitos: Rubens Júnior (PCdoB), João Castelo (PSDB) e Zé Reinaldo (PSB)

Brigando: Eliziane Gama (PPS), Waldir Maranhão (PP), Domingos Dutra (SD), Simplício Araújo (SD) e Luana Alves (PSB)

 Coligação “Todos pelo Maranhão 2” (PDT – PTC – PROS) – 1 ou 2 vagas

Eleito: Weverton Rocha (PDT)

Brigando: Julião Amin (PDT), Deoclídes Macedo (PDT) e Rosangela Curado (PDT)

 

FIDELIX MANTÉM DECLARAÇÃO SOBRE GAYS E SE DIZ ALVO DE PERSEGUIÇÃO



Candidato do PRTB nega homofobia e acusa OAB de ser antidemocrático por defender sua cassação
Atualizado às 16h10

O candidato do PRTB à Presidência, Levy Fidelix, afirmou nesta terça-feira, 30, em entrevista ao Estado que "não corre do pau" e que continua mantendo a posição sobre o casamento gay, defendida por ele durante o debate realizado pela TV Record no domingo. Fidelix disse que se sente perseguido pelas instituições que o processaram pelas declarações homofóbicas feitas no debate. O candidato disse ter recebido mensagem de solidariedade do deputado Jair Bolsonaro (PP), conhecido por também ser contrário ao apoio de causas do movimento gay.

"Eu não corro do pau. A minha posição é a mesma, não é nada de homofobia. Ao contrário, defendo a posição do pai, da mãe, da família tradicional. E nem por isso é discriminação. Discriminação é o que fazem comigo, me chamar de nanico. Não me dão os espaços que preciso e mereço", afirmou o candidato do PRTB.

Após ouvir a pergunta da candidata Luciana Genro (PSOL), Levy afirmou: "Jogo pesado esse aí agora. Nesse, jamais eu poderia entrar". "Aparelho excretor não reproduz", afirmou, causando indignação em alguns integrantes da plateia. "Como é que pode um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos", disse ainda o candidato.

Fidelix disse também que as entidades que moveram ações contra ele por causa das declarações homofobias são pagas com dinheiro público. Acusou também o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Coelho, de instrumentalizar o órgão que, segundo disse, deveria ser imparcial e não posturas antidemocráticas. A Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB protocolou nessa segunda na Procuradoria-Geral Eleitoral e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido requerendo a cassação da candidatura de Fidelix. A entidade pediu ainda direito de resposta.

"Acho que ele (Marcus Vinicius Coelho) está instrumentalizando o órgão que deveria ser imparcial e não assumir uma postura contra a democracia. Ele  está defendo um segmento que está se sentindo ofendido e está tentando me emparedar", afirmou. 

"Estou defendendo a legitimidade de expressão. Eu não concordo com a questão homoafetiva. Ainda mais com essa forma a que eles se propõem, de fazer isso em público. Essas demonstrações de carinho poderiam ser feitas na intimidade. Eu sou a favor dos bons costumes e da família tradicional. Não estou com agressividade nenhuma. Jamais discriminei alguém". 

Fidelix afirmou ainda que está sendo perseguido pelas instituições.

A Ouvidoria de Direitos Humanos, ligada à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, vai apresentar nesta terça ao Ministério Público Federal denúncia coletiva sob acusação de incitação ao ódio e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. O PSOL e o PV anunciaram que também vão recorrer à Justiça, alegando que houve incitação ao ódio.

O presidenciável disse que seus adversários estão fazendo uso eleitoral do tema para angariar votos, servindo-se de Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) de exemplo.

"A Luciana (Genro) quanto o Eduardo (Jorge) querem fazer voto. Eles querem o aborto, querem a maconha. São posições diametralmente opostas às minhas, mas que vou defender. Eu não estou atacando ninguém", afirmou. "Eles (Luciana e Eduardo Jorge) estão provocando as condições de heterofobia. Não pode. Do mesmo jeito que eu estou fazendo homofobia. E eu não estou. Eu não estou fazendo apologia dos heteros. Obedeçam as leis: vocês ficam para lá e eu fico para cá."

Nessa segunda, Fidelix disse ter sido procurado por Bolsonaro e pelo pastor Silas Malafaia, figura também polêmica pelas declarações contra as minorias. Ambos, segundo  o candidato do PRTB, telefonaram para manifestar solidariedade a Fidelix.

Processo. Fidelix passou o dia sem sair do seu comitê, localizado no bairro Moema, em São Paulo. Ele ressaltou por diversas vezes que não é contra os gays e que, inclusive, já teve funcionários homossexuais. "Eu já tive aqui no partido um rapaz que tinha essa 'característica'. Dei carinho, afeto e nunca deixei fazerem bullying com ele", disse. "Ninguém escutou nenhuma palavra minha dizendo: vamos bater, agredir os gays. Sou contra isso e defendo respeito para todos. Quem incitou isso foi a Luciana Genro", acusou.

O candidato do PRTB disse que já se reuniu com seus advogados e pretende processar a Luciana Genro pelas injúrias cometidas contra o seu nome. "Vou processar a Luciana Genro, o PSOL pela injúria que está cometendo e pela apologia às drogas. A melhor defesa é o ataque. E eu vou pro ataque", afirmou. 

Quando perguntando sobre o que ele faria se o seu filho ou algum membro fosse homossexual, Fidelix se manteve em silêncio e, no fim, se limitou a dizer: "Esse assunto está esgotado pra mim. Não quero mais pensar sobre isso".