quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CASO EIKE BATISTA


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CORREGEDORIA DA JUSTIÇA FEDERAL VAI APURAR USO DE VEÍCULO DE EIKE BATISTA POR JUIZ


Flagrado dirigindo o carro Porsche de Eike Batista, apreendido pela Polícia Federal na casa do empresário, o juiz titular da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Flávio Roberto de Souza, será alvo de uma sindicância. O processo foi instaurado pela Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região, por determinação do corregedor regional em exercício, desembargador federal José Antonio Lisbôa Neiva. O procedimento vai investigar a conduta do juiz.

Souza, que determinou a apreensão dos bens de Eike Batista, foi visto ontem pela manhã pela reportagem do Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, dirigindo o automóvel, um Porsche Cayenne turbo placa DBB 0002, no centro do Rio, próximo à sede do Tribunal Regional Federal. Ele afirma, porém, que levou o veículo para a garagem do seu prédio, na Barra da Tijuca, zona Oeste da cidade, por falta de vagas no pátio da Justiça Federal e por causa da lotação do depósito da Polícia Federal.

Além do Porsche, um Toyota também levado da casa de Eike, estava no prédio de residência do juiz. Ele explicou, no entanto, que enviou um ofício ao Detran pedindo que os carros blindados do empresário ficassem à disposição da 3ª Vara enquanto não vão a leilão. Segundo o juiz, não há irregularidade nisso, já que o Detran foi informado.



JUSTIÇA SUSPENDE LEILÃO DE VEÍCULOS DO EMPRESÁRIO EIKE BATISTA

 



A Justiça concedeu liminar na tarde de ontem,  terça-feira, 24, determinando a suspensão do leilão de cinco carros do empresário Eike Batista, avaliados em R$ 1,795 milhão. Os veículos foram apreendidos como consequência do bloqueio de bens do empresário determinado pelo juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio, em meio à ação penal em que Eike é réu sob acusação de crimes contra o mercado de capitais.

O leilão estava marcado para ocorrer na quinta-feira, 26. Caso não fossem feitas ofertas, tinha sido determinada uma segunda data de pregão, em 09 de março. A defesa do empresário ainda informou que irá entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz, após ele ter sido flagrado utilizando um dos carros apreendidos, um Porsche Cayenne turbo placa DBB 0002.

No documento obtido pelo Broadcast com a justificativa da decisão, é citado que o sequestro dos bens foi determinado, em síntese, para garantir eventual reparação do dano e custas processuais, "não se tratando de bens ilícitos ou utilizados para a prática de infração penal, pelo que se descarta a possibilidade de perdimento dos bens".

Além disso, é informado que a venda antecipada de bens apreendidos para garantir ressarcimento de dano, antes da sentença, é admitida para garantir a preservação do valor dos bens. No entanto, a avaliação é de que por se tratarem de automóveis, bens não perecíveis, a deterioração não é iminente. Ao mesmo tempo, a depreciação no mercado  não ocorre com a velocidade que justifique o leilão.

"A apreensão dos bens se deu há menos de 30 dias, não se justificando a designação de data para o leilão sem que o réu ou terceiros proprietários tenham tido a oportunidade da interposição dos recursos cabíveis quanto à medida constritiva que recaiu sobre seu patrimônio", diz o documento.

O carro mais valioso, uma Lamborghini Aventador, ano de fabricação 2011/2012, foi estimado em R$ 1,62 milhão - o veículo enfeitava a sala da casa do empresário. Já o automóvel mais em conta é um Smart Fortwo, ano 2009, de R$ 30 mil. Há ainda três Toyota Hilux blindadas. A mais barata foi estimada em R$ 45 mil, modelo 2005/2006. As outras duas são de 2006/2007 e estão avaliadas em R$ 50 mil cada. Os lances mínimos deveriam superar o valor de avaliação.

PROTESTO DE CAMINHONEIROS AFETA FLUXO DE MERCADORIAS, EXPORTAÇÕES E COLHEITA DE SOJA



Protesto de caminhoneiros na BR 381 em Betim, no Estado de Minas Gerais

Os protestos de caminhoneiros em importantes rodovias do país se espalharam nesta quarta-feira, oitavo dia de manifestação, chegando ao Estado de São Paulo e restringindo a oferta de combustíveis e matérias-primas para a indústria de alimentos em diversos Estados e impactando a colheita e a exportação de produtos chaves do país, como a soja.

Postos e distribuidoras de combustíveis no interior do país, bem como indústrias de alimentos, como a BRF, estão sendo diretamente afetados pelos bloqueios dos caminhoneiros, que reivindicam menores custos com combustível e pagamento de impostos.

As manifestações, além de interromperem o transporte interno de mercadorias, estão impactando a chegada de produtos de exportação aos portos, com reflexo no mercado externo. Os contratos futuros da soja fecharam em alta de mais de 1 por cento nesta terça-feira na bolsa de Chicago, referência internacional para os preços da commodity, com operadores preocupados com a oferta do Brasil, líder global na exportação do grão em 2014. 

No início da tarde de ontem, manifestantes bloquearam o acesso e a saída no porto de Santos, o principal do país e o mais importante para a exportação de soja, café, açúcar e suco de laranja do país, além de produtos manufaturados.
A ALL, maior operador ferroviário do país, informou que a paralisação de caminhoneiros está afetando as operações da empresa, devido à falta de produtos nos terminais.

Os protestos se espalharam ontem, terça-feira para cerca de 70 pontos em estradas federais, em seis Estados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais), segundo o último boletim Polícia Rodoviária. Mas há protestos também em rodovias estaduais, como no caso da Anchieta, que liga a Baixada Santista à região metropolitana de São Paulo.

Enquanto isso, a Justiça determinou a liberação de estradas federais bloqueadas por caminhoneiros no Rio Grande do Sul e Minas Gerais, informou a Advocacia-Geral da União na noite de ontem, terça-feira.

As decisões pelo desbloqueio das estradas em Minas e no Rio Grande do Sul são as primeiras obtidas pela AGU, órgão responsável por defender os interesses do governo federal, que entrou com ações na Justiça para desbloquear rodovias em sete Estados.

Os protestos ocorrem em um momento em que o país vive um momento complicado, em meio ao escândalo de corrupção em sua maior empresa estatal, a Petrobras.

Uma das principais reivindicações dos caminhoneiros é a redução do preço do diesel, que sofreu elevação no fim do ano passado, após a Petrobras sofrer anos com a defasagem entre os preços internos e externos dos combustíveis. 

COLHEITA AFETADA

A colheita de soja em diversas fazendas do norte de Mato Grosso, maior produtor de grãos do Brasil, foi paralisada ontem, terça-feira, em um momento que seria de trabalhos intensos, devido à falta de diesel para abastecer o maquinário, em uma das consequências mais visíveis dos bloqueios nas estradas do Estado. 

Há risco de perdas de parte da safra em função da paralisação dos trabalhos no campo, já que as chuvas previstas para o fim da semana poderão estragar os grãos maduros que restarem nas lavouras. 

Os protestos de caminhoneiros afetam também o fluxo de soja em um momento em que o mercado internacional aguarda a oferta brasileira. A situação é preocupante também porque, antes do início dos protestos, a colheita já estava atrasada.

"Podemos perder parte da colheita... Sem diesel não se faz nada em propriedade nenhuma", disse nesta terça-feira à Reuters o presidente do Sindicato Rural de Sinop (MT), Antônio Galvan, que já recebeu relatos de paralisação em diversas lavouras na região.

A região do médio-norte concentra cerca de um terço da produção de soja de Mato Grosso.

A BR-163, um dos alvos dos protestos, responde por 70 por cento do escoamento da produção agrícola de Mato Grosso. A rodovia também é a única rota de abastecimento de diesel e outros insumos para os municípios da região.
O trânsito de veículos de carga está totalmente interrompido desde o final de semana em diversos pontos da estrada por empresários do setor de transporte e caminhoneiros que reclamam também do baixo preço recebido pelo frete.

O produtor João Marcos Bustamante pretendia colher 50 hectares nesta quarta-feira, mas não terá diesel para movimentar as máquinas. "Nas distribuidoras não tem diesel. Vou ver se consigo um pouco no posto", disse ele, ressaltando que diversas outras fazendas vizinhas, no município de Santa Carmem, no Mato Grosso, também estão paradas.
 
Outro setor bastante prejudicado é a avicultura, na qual o Brasil tem destaque internacional, liderando as exportações de carne de frango.

Duas fábricas da empresa de alimentos BRF, maior produtora de carne de aves do Brasil, interromperam o processamento por falta de matéria-prima, devido aos protestos de caminhoneiros que atingem o Estado, informou a empresa na segunda-feira. As unidade em Francisco Beltrão e Dois Vizinhos continuavam paradas.

RESTABELECIMENTO DEMORADO 

Um empresário do setor de combustíveis de Sinop (MT) disse que, mesmo que as estradas sejam liberadas nesta quarta, demoraria pelo menos quatro dias para que o diesel começasse a chegar na cidade. "Só começaria a amenizar o problema no sábado", relatou Jonas de Paula, proprietário de um grande posto e atacadista de combustíveis de Sinop. 
 
A empresa dele tinha, nesta quarta, pedidos não atendidos para 800 mil litros de diesel.
Até sábado, as encomendas de diesel não atendidas deverão chegar a 1,2 milhão de litros, disse. O volume equivale a uma semana de vendas da empresa, que tem 17 caminhões tanque parados nos bloqueios, tentando sair de Mato Grosso para buscar diesel nos fornecedores.

A escassez de combustíveis também afeta o Estado do Paraná, o segundo produtor de soja do Brasil. Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais também enfrentaram problemas em alguns postos de abastecimento, segundo o sindicato nacional dos distribuidores de combustíveis.

POLÍCIA INTERVÉM PARA CONTER VIOLÊNCIA ENTRE MANIFESTANTES NO CENTRO DO RIO



Policiais militares precisaram intervir para conter a violência entre manifestantes em um ato em defesa da Petrobras.

Ontem a noite, policiais militares precisaram intervir para conter a violência entre manifestantes em um ato em defesa da Petrobras, no centro do Rio. A confusão começou quando sindicalistas usando camisetas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) rechaçaram com agressividade outro grupo de ativistas que protestavam contra a corrupção na estatal.

O confronto aconteceu em frente à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), onde foi marcado um ato em defesa da Petrobras, com as presenças de acadêmicos, artistas e lideranças políticas, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por causa da confusão, a Rua Araújo Porto Alegre teve de ser interditada, causando um grande engarrafamento no trânsito naquela região do centro da cidade. 

Os policiais militares formaram um cordão de isolamento entre o grupo de sindicalistas e o de ativistas contrários, e que tiveram suas faixas retiradas à força. Várias brigas foram registradas, e até profissionais de imprensa foram hostilizados pelos sindicalistas, que, inclusive, arrancaram o crachá de um cinegrafista da TV Brasil.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

S. 0. S. FLÁVIO DINO! VIGILANTES DE ESCOLAS ESTADUAIS OCUPAM PRÉDIO DA UNIDADE REGIONAL DE EDUCAÇÃO, EM BACABAL




Por Sérgio Mathias

As dores de cabeça do atual governador vão perdurar por muito tempo em virtude da avalanche de problemas que foram deixados por sua antecessora. No que tange a Bacabal a situação ainda é mais agravante.

Colocado em terceiro plano nas gestões da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), o município, por enquanto, também não vem sendo olhando com carinho por Flávio Dino (PCdoB).

Não há absolutamente nenhum órgão do Estado funcionando a contento e o blog já citou alguns exemplos, como o Viva Cidadão e a 5ª Ciretran.

Na Regional de Educação não é diferente. Funcionando Na base do improviso enquanto aguarda que a Seduc resolva nomear os novos gestores, a unidade que funciona em um prédio localizado na rua 28 de Julho, centro de Bacabal, foi ocupado na manhã desta terça-feira (24) por parte dos servidores da Colt Brasil Segurança Privada, empresa com sede em São Luís e que tem contrato de terceirização com o Governo do Estado para prestar serviço de vigilância nas escolas estaduais em Bacabal, Pedreiras, Olho D’Água das Cunhãs, Bom Lugar e Vitorino Freire.

De acordo com os servidores, eles são em torno de 130 vigilantes, 85 só em Bacabal, e há sete meses não veem a cor do dinheiro correspondente a seus salários.

Durante todo esse tempo foram inúmeras as promessas de pagamento por parte da empresa, mas até aqui só aconteceu um jogo de empurra-empurra entre a direção da Colt Brasil e a Secretaria de Estado da Educação que, desde o governo anterior, afirma ter feito o repasse à empresa, que por outro lado nega.

Cansados de tantas promessas e de esperar por uma solução os servidores ocuparam o prédio da Unidade Regional de Educação (URE) e dizem que só deixam o local quando receberem pelo menos parte de seus vencimentos.

A reivindicação é mais do que justa e o Governo do Estado tem a obrigação de atendê-la o quanto antes.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

AMIGOS DA COMUNICAÇÃO - ABEL CARVALHO, SERGIO MATHIAS, LOUREMAR FERNANDES, JOTA ERRY, CLAUDIO CAVALCANTE, CABO BRITO, CASTRO DIGITAL, MÁRCIA GARDÊNIA, RANDYSON LAÉRCIO, JEREMIAS FOTÓGRAFO, LINDORACY SANTOS, DR. ROGÉRIO ALVES, NANDO SOUZA, RAY LIMA, SALOMÃO DUARTE, OSMAR NOLETO E DEMAIS COMUNICADORES, VAMOS DIVULGAR ESSA CAMPANHA


APAE DE BACABAL PRECISA DE TODOS

 

Apesar de receber uma ajuda substancial da Prefeitura através do seu gestor, José Alberto Veloso,  a APAE - ASSOCIACAO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS de Bacabal, está precisando da ajuda de todos, principalmente dos empresários.   

 
Banheiros precisando de portas
Precisando sanar uma dívida com a Receita Federal para poder alavancar recursos e ter direitos a ingressar em programas como APAE – ENERGIA através da CEMAR, o órgão necessita com urgência de implantar, para ajudar nas despesas, o carnê do Sócio Contribuinte. “ Temos ainda muitas dificuldades, a prefeitura nos ajuda muito, mas precisamos de muito mais, precisamos da ajuda de todos”, explica Dominguinhos Gangá, presidente da APAE de Bacabal.

INICIATIVA PRIVADA

Entidade precisando de forro
A APAE de Bacabal está conclamando a iniciativa privada a contribuir com a causa das crianças especiais, dando a sua parcela que pode ser em dinheiro ou em material de consumo e para isso, será destinado um certificado a cada contribuinte








RECONHECIMENTO  

Sala precisando de porta e janela
Um dos problemas para que a APAE de Bacabal tenha projetos e convênios aprovados através das secretarias Estadual e Federal de Educação, é o reconhecimento da entidade como escola, o que depende apenas de uma avaliação e certificado dado pela Secretaria Municipal de Educação. “Iremos chamar o Secretário, o professor Carlos Gusmão para que se solidarize com a nossa causa. Temos salas, computadores, professores e só estamos precisando que ele reconheça a nossa Associação como escola”, reitera o presidente Dominguinhos.

Secretaria precisando de porta
INSEGURANÇA

Com muitos materiais didáticos, livros, cadernos, um laboratório de informática com varios computadores, cozinha, carteiras e afins, a APAE não dispõe de uma segurança adequada e por isso precisa urgentemente de doação de portas e grades.


 OLIMPIADAS ESTADUAL DA APAE SERÁ EM BACABAL

Laboratório de informática precisando de porta

 Marcada para julho, a Olimpiadas Estadual da APAE será realizada em Bacabal. Centenas de atletas desembarcarão na terra em busca de medalhas nos mais diversos tipos de competições e para isso a entidade precisa estar com sua sede pronta

ATENÇÃO EMPRESÁRIOS, A APAE ESTÁ PRECISANDO URGENTE PARA A PARTE ESTRUTURAL
 
·        Grades e portões de ferro
·        Portas de 1x2,80
·        Cimento
·        Argamassa
·        Cerâmica
·        Brita
·        Areia
·        Cimento
·        Ferragens

Dominguinhos, Ricardo e Osvaldino Pinho
O empresário Osvaldino Pinho, proprietário da Lastro Engenharia, esteve com seu gerente Ricardo na APAE de Bacabal e já deu a largada para o melhoramento da sede social. "Precisamos olhar com carinho para essas crianças, precisamos nos mobilizar para melhorar a sede da APAE que está precisando de muita coisa. Se cada empresário contribuir com alguma coisa que a entidade precisa, logo tudo se resolverá. Eu já vou fazer a minha parte.", disse o engenheiro Osvaldino Pinho.

 ARTISTAS MOBILIZADOS

O compositor e cantor Zé Lopes, com apoio da Lastro Engenharia, produzirá um CD com artistas bacabalenses com um grande show de lançamento, envolvendo aí uma feijoada, com renda total para a APAE.

Aos empresários que fizerem doações, a APAE fornecerá um recibo para abatimento no Imposto de Renda.

Falar com Dominguinhos, presidente da APAE para fazer doações -   (98) 8141-8725