quarta-feira, 1 de julho de 2026

DIAGNOSE, 34 ANOS DE TRADIÇÃO, INOVAÇÃO E CONFIANÇA


Ao longo dessas mais de três décadas, acompanhamos gerações, investimos continuamente em inovação e consolidamos nossa missão de oferecer diagnósticos cada vez mais seguros e precisos.

E seguimos evoluindo. A mais nova tecnologia da Diagnose, a Ressonância Magnética com Inteligência Artificial, permite exames mais rápidos, com imagens de alta qualidade, auxiliando os médicos em diagnósticos ainda mais precisos e proporcionando mais conforto aos pacientes.

Dê um play e veja o recado do Dr. Otávio Pinho, nosso fundador, e saiba porque inovar faz parte da nossa história. E cuidar das pessoas sempre será o nosso maior compromisso.

 Obrigado pela confiança.

Seguimos evoluindo para cuidar ainda melhor de você.

Diagnose: 34 anos de tradição, inovação e confiança.


Diagnose

Diagnósticos por imagem

(98) 3232-4348 / 3221-9439 / 98235-1668

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL E MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DISCUTEM COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL PARA AS ELEIÇÕES



O procurador-geral de justiça, Danilo de Castro, recebeu na tarde de ontem, terça-feira, 30, em seu gabinete, a visita do procurador regional eleitoral no Maranhão, Tiago de Sousa Carneiro, acompanhado do promotor de justiça eleitoral auxiliar Pablo Bogéa Pereira Santos.

Na pauta do encontro, foi discutido o fortalecimento da cooperação institucional entre o Ministério Público Eleitoral e o Ministério Público Estadual para o acompanhamento e fiscalização das eleições em 2026.

O procurador-geral de justiça assegurou que o MPMA está à disposição do MP Eleitoral “para uma atuação conjunta em favor da sociedade”.

Participaram da reunião o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), Haroldo Paiva de Brito, a diretora da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Rita de Cassia Maia Baptista.

Também estiveram presentes os promotores de justiça Jerusa Capistrano (coordenadora de Assuntos Estratégicos e Inteligência), Gabriela Tavernard e Sandro Carvalho Lobato

OPINIÃO - A REVOLTA DOS ARTISTAS NORDESTINOS -LUIZ CARLOS DE BARROS FIGUEIRÊDO

O Brasil já viveu “Mascates” (Recife, 1710/11); ”Malês” (Salvador,1835); “Chibata” (Rio de janeiro (1910), revoltas surgidas no limite máximo da opressão, levando os oprimidos a resistirem a qualquer preço na busca de reverter a situação.

Neste ano de 2026, o São João nordestino vai ficar marcado na história não só pela excepcional qualidade e pela presença massiva de turistas, mas, principalmente, porque alguns dos seus grandes artistas assumiram a denúncia de fatos que, de uma certa forma, eram públicos e notórios, mas faltava quem atirasse a primeira pedra, quem denunciasse para que ficasse às escâncaras um problema de tanta gravidade.

Com efeito, os cachês pagos aos artistas locais, mesmo aqueles mais famosos e conhecidos, têm uma diferença abissal em relação a nomes que nada têm a ver com a cultura popular nordestina, que não sabem qual é a diferença de um forró, de um xote, de um baião, de um simples arrasta-pé. Nada disso sabem, mas vêm aqui, ganham milhões e vão embora.

Pior ainda: muito mais até do que esses artistas, recebem os intermediários: empresas que captam recursos públicos e conseguem destinar diretamente para esses artistas, ou através de empresas promotoras de eventos. Estas, por sua vez, nos locais públicos, principalmente nos dois maiores desses eventos — Caruaru e de Campina Grande, onde ambos alardeiam ser o maior São João do mundo — têm área VIP, área separada para autoridades, camarotes, e o povão lá atrás. Fora do palco os grandes nomes da música regional, reconhecidos nacional e internacionalmente.

Esses camarotes e área VIP ou são cobrados a preços muito altos, ou são cedidos exatamente a grandes autoridades, empresários que podem pagar perfeitamente por esse divertimento, por esse lazer, mas que podem também facilitar o acesso a esse dinheiro público. Nunca se ouviu falar em que cantores nordestinos tenham sido chamados para grandes eventos ocorridos no centro-sul do país, principalmente no Sudeste, como a Vaquejada de Barretos. Enquanto isso, os artistas de lá vêm para cá, os ditos sertanejos, e recebem todo esse dinheiro.

O que sobra para os artistas famosos nordestinos é quase nada. Diria eu, com ousadia, que para aqueles pequenos que estão começando, ou para os músicos, deve ficar abaixo de nada, até porque passam seis meses, oito, dez meses para receber pelo serviço prestado, enquanto que os de fora recebem antecipado.

É perfeitamente lícito, num regime capitalista, que com dinheiro privado se promovam eventos fechados, que cobrem o preço que quiserem, porque vai lá quem quer e pode pagar. E não há problema nisso. Agora, com o dinheiro público, parece que isso não pode perdurar.

Foi essa a denúncia, em larga escala, começada com Flávio José, a voz do forró nordestino, que se recusou a a cantar na Bahia enquanto essas regras estiverem postas. O poeta do forró, Petrúcio Amorim, fez agora em Caruaru uma denúncia em que ele seria tirado dos palcos principais e jogado para a zona rural, apesar de ser natural de Caruaru. Maciel Melo, Santana, Flávio Leandro, Aldemário, Del feliz seguem na mesma toada (sem trocadilho).

Mas até Roberto Carlos, de quem sou um enorme fã, é chamado para cantar na festa de Caruaru. E eu acharia lindo se ele fizesse um disco só com forró ou com músicas nordestinas, mas não é o caso. Então, é preciso dar um basta nisso. Essa denúncia precisa ser encampada por todos para alterar esse quadro.

Então entra a questão: o que fazer? Eu acho que a primeira regra seria buscar uma coalizão pacífica, independente de orientação político-partidária, entre governadores e prefeitos, pelo menos dessas grandes cidades, para que nos respectivos estados e municípios fosse formulada uma lei cuja espinha dorsal fosse única, dizendo que é vedada a liberação de recursos públicos para pagamento de cantores, músicos, artistas em geral, instalação de palco, divulgação, etc., que não for destinado exclusivamente a favor de cantores e de artistas da região Nordeste, com licitação e inscrição prévia pelos interessados, bem como dos valores máximos a serem pagos por diversas categorias.

Os demais podem até se apresentar nos locais públicos, desde que inteiramente patrocinados pelo dinheiro privado. No dia em que isso existir e que as regras ficarem bem claras (e é preciso ter muito cuidado para evitar que a redação traga alguma inconstitucionalidade), que se garanta isonomia, que seja assegurada a possibilidade de se fazer convênios com estados de outras regiões que deem o mesmo tratamento e efetivamente contratem os nossos artistas para lá se apresentarem, os deles devem ter o mesmo tipo de tratamento aqui. O que não está acontecendo. No momento, se tira dos paupérrimos estados nordestinos para pagar aos que já estão bem abastados. Enquanto isso, aqui, os mesmos empresários e os mesmos políticos é que se beneficiam.

Então, a partir do momento em que essa regra for montada e acrescentada, por exemplo, de que mesmo de transferências federais não pode haver esse repasse se não mantiver essa regra básica — essa é a ideia geral para ser burilada — e, evidentemente, em um outro momento, também partir para que a nível nacional seja editada uma lei em que os artistas das regiões Sul deem prioridade aos sulinos, sudeste aos sudestinos, Centro-Oeste aos centro-oestinos e assim por diante.

A ideia de generalizar, chamando a todos nós de 'nordestinos' foi criada para ofender e humilhar o povo trabalhador do Nordeste; no entanto, foi ela que serviu de amálgama para nos unir e acabarmos com nossas diferenças e hoje somos uma só nação. A luta está apenas começando. Mas toda caminhada começa no primeiro passo, como diria o genial Acioly Neto. Avante!


Luiz Carlos de Barros Figueiredo 

Desembargador do TJPE.




POESIA - SERTÃO EM CARNE E OSSO - ZÉ DA LUZ

 


SERTÃO EM CARNE E OSSO


No romper das alvorada,

Quando alegre a passarada

Se desmancha em cantoria,

Anunciando ao sertão

A sua ressurreição

No despontar de outro dia!


Nos galho das baraúna

Os magote de graúna

Quando o seu canto desata,

Parece uns vigário véio

Cantando o santo evangéio

Na igreja verde da mata!


Canta nas tarde morena

Quando o sol vai descambando,

Se despedindo da terra,

Beijando a crista da serra,

Deixando o céu tão bonito,

Que o sol redondo e vermêio

Parece, mal comparando,

Um grande chapéu de couro

Na cabeça do infinito!


Zé da Luz

BEM VINDO JULHO

 


terça-feira, 30 de junho de 2026

PT DEFINE NOMES PARA DEPUTADO FEDERAL E ESTADUAL

 


O PT, que sempre tem grande votação na disputa para Presidência da República no Maranhão, definiu os nomes para as disputas de vagas na Assembleia Legislativa e da Câmara Federal nas eleições de 2026.

O partido quer mudar a realidade das últimas eleições proporcionais no Maranhão, quando o PT não consegue repetir o bom desempenho que os candidatos à Presidência da República tem no estado maranhense.

Vale lembrar que o PT integra a Federação Brasil da Esperança, ao lado do PCdoB e PV.

Na disputa para a Câmara Federal, o PT inscreveu 15 nomes, sendo os mais cotados: o deputado federal Rubens Júnior e os ex-deputados Bira do Pindaré e Zé Carlos.

Para a briga de vagas na Assembleia Legislativa, o PT apresentou 20 nomes, com destaque para: ex-prefeita de Vitorino Freire, Luanna Rezende, Cricielle Muniz, Zé Inácio e Paulo Romão

BAIXO PARNAÍBA ESTÁ COM IRACEMA VALE


A Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão e pré-candidata a deputada federal, Iracema Vale, e a primeira-dama de Paço do Lumiar e pré-candidata a deputada estadual, Maedja Campos, cumpriram uma intensa agenda política no último domingo (29), percorrendo três importantes municípios da região do Baixo Parnaíba Maranhense: São Benedito do Rio Preto, Belágua e Urbano Santos. Política

Acompanhadas pelo prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, esposo de Maedja Campos, as lideranças participaram de encontros marcados por grande participação popular, reunindo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças  políticas e comunitárias, além de centenas de apoiadores que demonstraram entusiasmo com as pré-candidaturas.

A primeira agenda aconteceu em São Benedito do Rio Preto, onde a comitiva foi recebida pelo prefeito Wallas Rocha, vereadores, lideranças e pela população do município. O encontro foi marcado por diálogo, acolhimento e demonstrações de apoio ao projeto político liderado por Iracema Vale e Maedja Campos. Política

Em seguida, a agenda seguiu para Belágua, onde o prefeito Neném Pontes, o ex-prefeito Herlon Costa, vereadores, lideranças e a comunidade receberam a comitiva em mais um grande encontro de fortalecimento político e aproximação com a população.

Encerrando o dia, Urbano Santos recebeu a terceira agenda, com uma grande mobilização liderada pelo prefeito Clemilton Barros, pelo vice-prefeito Herlon Júnior, vereadores, lideranças e moradores do município, consolidando mais um momento de diálogo e construção de parcerias.

Nos três municípios, a expressiva participação popular evidenciou a receptividade às pré-candidaturas de Iracema Vale, à Câmara Federal, e Maedja Campos, à Assembleia Legislativa, reforçando a presença política das duas lideranças na região do Baixo Parnaíba Maranhense. Política

“Foi um domingo muito especial. Passamos por três importantes municípios do Baixo Parnaíba e, em cada um deles, encontramos carinho, confiança e muita vontade de construir um Maranhão cada vez mais forte. Quero agradecer aos prefeitos, vereadores, lideranças e, principalmente, à população pela recepção calorosa. Seguiremos trabalhando, ouvindo as pessoas e fortalecendo esse diálogo que sempre foi a base da nossa caminhada”, disse Iracema Vale.

“Viver esse momento ao lado da nossa amiga Iracema Vale, do meu esposo Fred Campos e de tantas lideranças foi motivo de muita alegria e gratidão. Receber o carinho das pessoas em São Benedito do Rio Preto, Belágua e Urbano Santos aumenta ainda mais a nossa responsabilidade de continuar trabalhando com dedicação, sensibilidade e compromisso. Seguimos firmes, ouvindo as pessoas e construindo um Maranhão com mais oportunidades para todos”, pontuou Maedja Campos.


LULA LIDERA CORRIDA PRESIDENCIAL

Pesquisa BTG/Nexus, divulgada na tarde  de ontem, segunda-feira (29), aponta que as eleições para a Presidência do Brasil serão decididas no 2º Turno.

De acordo com o levantamento, o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47% das intenções de voto. O petista é seguido de perto pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) que registra 44%.

O resultado é um empate técnico, de acordo com a margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo.

Vale ressaltar que Lula aparece na frente de todos os demais pré-candidatos nos cenários de 2º Turno feitos no levantamento. Lula teria 47% contra 39% do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e Lula teria 48% contra 38% o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).

A pesquisa ouviu 2.009 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 26 e 28 de junho. O levantamento tem nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-08521/2026

COLUNA DO CARLOS BRANDÃO - 30 DE JUNHO - DIA NACIONAL DO BUMBA - MEU- BOI

 

Por Carlos Brandão

Há sentimentos que a gente não consegue explicar,  apenas sentir. Com o Bumba Meu Boi é assim. Quem nasce no Maranhão conhece essa sensação. Basta o som das matracas começar, uma toada surgir ao longe ou o brilho dos bordados aparecer para que algo desperte em nós. É como reencontrar uma parte da nossa própria história.

Por isso, escrever sobre o Bumba Meu Boi nunca é apenas sobre cultura: é descrever quem somos. Em um país tão diverso quanto o Brasil, poucas manifestações populares conseguem reunir tantos elementos ao mesmo tempo: música, dança, teatro, fé, tradição, festa e identidade caminham juntos no Bumba Meu Boi. Sua história guarda marcas dos povos indígenas, africanos e europeus que ajudaram a formar o Maranhão ao longo dos séculos. Talvez seja justamente essa capacidade de reunir diferenças que explique sua força.

No auto, desfilam personagens que fazem parte do imaginário de gerações: Pai Francisco, Catirina, o Amo, os caboclos, os índios, os cazumbás, os vaqueiros e tantos outros rostos conhecidos do nosso povo. Mas a força dessa tradição vai além dos personagens. Cada maranhense encontra nela um pedaço de si, uma lembrança da infância, da família ou da comunidade onde cresceu.

O Bumba Meu Boi não pertence apenas a uma cidade, a um grupo ou a uma região. Ele faz parte da vida do Maranhão inteiro.

Essa riqueza aparece também nos seus diferentes sotaques: na batida vibrante da Matraca, na ancestralidade da Zabumba, na delicadeza da Baixada, na identidade própria do Costa de Mão e na sonoridade da Orquestra. Cada um carrega uma trajetória particular, seus instrumentos, seus rituais e sua forma de emocionar. São expressões distintas, mas unidas por um mesmo sentimento: o orgulho de ser maranhense.

Quando apresentei, ainda como deputado federal, o projeto que instituiu o dia 30 de junho como Dia Nacional do Bumba Meu Boi, sancionado em 2009 – uma decisão que nasceu da escuta do povo -, acreditava que essa manifestação merecia ser reconhecida em todo o país. O tempo mostrou que esse reconhecimento poderia ir ainda mais longe.

Em 2019, o Complexo Cultural do Bumba Meu Boi do Maranhão recebeu da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Foi uma conquista celebrada por todos nós e que confirmou algo que o povo maranhense sempre soube: o Bumba Meu Boi ocupa um lugar especial entre as grandes expressões culturais brasileiras.

Num mundo que muda em velocidade cada vez maior, preservar a cultura é também preservar a memória, os vínculos e a identidade de um povo. O Bumba Meu Boi continua exercendo esse papel de maneira singular. Aproxima gerações, fortalece comunidades, movimenta a economia, impulsiona o turismo e projeta o nome do Maranhão para além de nossas fronteiras.

Neste 30 de junho, celebramos mais do que uma tradição. Celebramos o sentimento de pertencimento que une os maranhenses.

Porque, enquanto houver uma matraca tocando, uma toada sendo cantada e um coração maranhense batendo forte de orgulho, o nosso Bumba Meu Boi continuará vivo. E, com ele, continuará viva a própria alma do Maranhão.

POESIA - AO LONGO DA VIDA - ABEL CARVALHO



 

Ao longo da vida


Ao longo da vida ruminei metade das minhas ideias.

Ao longo da vida abortei, pelo menos, metade dos filhos que fiz.

Sem arrependimentos.

Posso construir novas ideias.

Sem arrependimentos.

Posso gerar novos filhos.

Mas ainda há tempo?

O tempo me escorrega entre os dedos como água...

É vã a tentativa de segurá-lo.

Ao longo da vida plantei sementes,

Umas brotaram outras não.

Não separarei o joio do trigo,

Não quis ir além.

Ao longo da vida colecionei sustos,

Algum justos outros não.

Ao longo da vida fui justo,

Passageiro da paixão.

Ao longo da vida fiz versos,

Alguns certos outros não.

Ao longo da vida desisti, insisti,

Disse não.

Hoje acredito em poucas coisas,

Menos ainda no amor.

Ao longo da vida escondi tudo que um pai tem que esconder e contei tudo que um irmão tem que contar.

Ao longo da vida fui assim...

Ao longo da vida amei duas vezes

E esqueci de mim.

Ao longo da vida usei como  armas o lápis, o papel, a canção e a poesia.

Em algum tempo fiz da minha vida um hino...

Outrora fui menino.

No fim da vida te encontrei e te perdi.

Fiz do meu jeito.

Eu mereço...

Nem me pergunte:

Eu sou feliz.


Abel Carvalho