terça-feira, 1 de setembro de 2026
ANDRÉ CAMPOS AOROVA LRMEI DE INCENTIVO A CULTURA EM SÃO LUIS
A Câmara Municipal de São Luís aprovou o Projeto de Lei de autoria do vereador André Campos que prevê a concessão de incentivo fiscal para pessoas jurídicas contribuintes do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) que financiarem projetos culturais no município.
A aprovação reforça uma trajetória de André Campos marcada pela proximidade e pelo incentivo à cultura local. Ao longo dos anos, o vereador tem acompanhado, apoiado e defendido manifestações culturais, artistas, grupos e projetos que ajudam a preservar a identidade e as tradições de São Luís.
Agora, essa atuação ganha mais um importante instrumento. O projeto aprovado busca estimular a iniciativa privada a investir diretamente na cultura, ampliando as possibilidades de captação de recursos para festivais, festas, eventos, projetos e manifestações artísticas de diferentes portes.
“A cultura sempre fez parte da minha história. Conheço de perto a luta de quem mantém nossas tradições vivas e sei o quanto precisamos criar oportunidades para fortalecer esse setor. Esse projeto é mais um passo para garantir que a cultura de São Luís tenha mais incentivo, investimento e condições de crescer”, destacou André Campos.
Reconhecida pela riqueza de suas manifestações culturais, artísticas e folclóricas, São Luís possui uma extensa cadeia produtiva ligada ao setor. Além de preservar a identidade da cidade, a cultura gera trabalho e renda para artistas, produtores, técnicos, artesãos, empreendedores e inúmeros profissionais.
A proposta cria uma ponte entre poder público, iniciativa privada e sociedade civil, incentivando empresas a participarem ativamente do desenvolvimento cultural da capital e contribuindo para o fortalecimento da economia criativa.
Para André Campos, investir em cultura é também investir nas pessoas, na identidade e no desenvolvimento de São Luís. Uma bandeira que não começou agora e que segue presente em sua atuação pública.
Que esse exemplo sirva de exemplo para vereadores de outras cidades.
IMIRANTE/MIRANTE NEWS LANÇAM REGRAS DO BEBATE
Na próxima quinta-feira (03), às 10h, teremos a realização do Debate Imirante/Mirante News com a presença de todos os candidatos ao Governo do Maranhão.
O debate será mediado pela jornalista Carla Lima e terá duas horas aproximadamente. O encontro será realizado nos estúdios do Grupo Mirante, tendo transmissão ao vivo pela Rádio Mirante News FM, Imirante.com e no YouTube.
O debate terá quatro blocos, sendo que o primeiro será iniciado com a apresentação dos candidatos e cada um tendo um tempo de dois minutos. Logo depois, candidato pergunta para candidato, com perguntas de temas livres. A dinâmica sempre terá 30 segundos para a pergunta, um minuto e 30 segundos para a resposta, um minuto para a réplica e um minuto para a tréplica.
No segundo e terceiro blocos, candidato perguntará para candidato. A diferença é que no segundo bloco teremos perguntas com temas sorteados, mas no terceiro bloco volta a ser tema livre. Vale ressaltar que cada candidato poderá perguntar e responder uma vez em cada bloco.
Por fim, o quarto bloco será destinado às considerações finais dos candidatos, com dois minutos para cada um dos participantes.
Caso algum candidato não compareça ao debate, o espaço destinado a ele permanecerá vazio, com uma placa de identificação. Mesmo ausente, o candidato continuará participando dos sorteios previstos na dinâmica do encontro. Os demais candidatos poderão inclusive direcionar perguntas ao candidato ausente, desde que não sejam feitas ofensas pessoais
BRAIDE E ORLEANS ESTÃO RMPATADOS TECNICAMENTE -; APONTA PESQUISA
Depois da autorização da Justiça Eleitoral, foram divulgados os números da pesquisa INOP, na noite de ontem, segunda-feira (31), contratada pelo Jornal Pequeno.
De acordo com o levantamento, a eleição estaria empatada entre os candidatos Eduardo Braide (PSD) e o Orleans Brandão (MDB). A pesquisa aponta Braide com 42,54% e Orleans com 42,08%x. O terceiro colocado seria Felipe Camarão (PT) com 5,42% e na quarta posição aparece Roberto Rocha (PRTB) com 3,88%. Os demais não alcançaram 1%. Veja acima os números.
No cenário espontâneo, onde não apresentados os nomes dos candidatos temos um novo empate. Eduardo Braide teria 31,35%, enquanto que Orleans Brandão surge com 31,12%.
O levantamento registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-07572/2026, ouviu 2.600 eleitores, entre os dias 19 a 26 de agosto. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima de 3,02 pontos percentuais
ROBERTO COSTA FORTALECE APOIO AOS PRODUTORES FAMILIARES E IMPULSIONAA NOVA FEIRA DA AGRICULTURA FAMILIAR
Roberto Costa fortalece apoio aos produtores familiares e impulsiona a Nova Feira da Agricultura Familiar
A Praça de Santa Teresinha, em Bacabal, transformou-se em um grande espaço de valorização da produção rural na última sexta-feira (28), durante a realização da 2ª edição da Nova Feira da Agricultura Familiar. Com uma estrutura ampliada, moderna e padronizada, o evento reuniu mais de 200 agricultores, distribuídos em barracas personalizadas, além de espaços dedicados ao artesanato e uma movimentada praça de alimentação com pratos típicos da roça.
Promovida pela Prefeitura de Bacabal, a feira atraiu um expressivo público e garantiu um forte movimento de vendas para os produtores, contribuindo diretamente para a geração de renda e para a valorização do trabalho desenvolvido nas comunidades rurais do município.
A satisfação dos moradores e visitantes que passaram pelo local também demonstrou a importância da iniciativa. Cleonice Correia destacou a qualidade dos produtos e os preços acessíveis encontrados na feira. “Uma excelente ideia, uma oportunidade de propor para esse pessoal que trabalha com a agricultura trazer a mercadoria deles para vender para a gente aqui. Nós estamos de parabéns por ter produtos fresquinhos, colhidos da hora e baratos”, afirmou.
Lúcia Miranda também elogiou a organização e a variedade oferecida pelos produtores. “Muito organizada, muito boa, muita coisa barata e uma diversidade de produtos: legumes, verduras, bolo, artesanato... Muito bom o que o prefeito está fazendo, o trabalho dele. Nota 10, porque ele merece!”, disse.
Para quem estava do outro lado das bancas, o resultado também foi positivo. O produtor rural Manoel da Silva, do povoado Alto Fogoso, comemorou a procura pelos produtos e destacou a evolução da feira. “Estamos vendendo bem. Fava, feijão, arroz de roça... A macaxeira já acabou! Cada ano que passa, mais organizada e melhor fica. É um incentivo muito grande do prefeito para a gente plantar e trabalhar mais no campo”, afirmou.
Antônia Araújo, produtora rural da comunidade Sapucaíba, também teve os produtos rapidamente comercializados. “Trouxe caldo de cana, feijão e abóbora, e já vendi tudo! Trouxe mais de 100 litros de caldo e não sobrou nada. Foi muito bom para a venda, para se divertir e tudo. É uma bênção de Deus”, relatou.
Além da comercialização direta dos produtos, a Nova Feira da Agricultura Familiar amplia a visibilidade do trabalho realizado pelos agricultores e aproxima quem produz de quem consome. A iniciativa também movimenta outros segmentos, como alimentação e artesanato, criando um ambiente de circulação de renda e valorização da cultura e dos costumes do campo.
Ao avaliar a segunda edição, o prefeito Roberto Costa destacou que o fortalecimento da agricultura familiar passa por ações que vão além da realização da feira, com investimentos no preparo das terras, assistência técnica e apoio ao transporte da produção.
“É o compromisso que nós temos com a cidade e com o setor de produção de Bacabal, principalmente o rural. Nós temos feito um investimento muito grande de aragem das terras, acompanhamento técnico e apoio para que eles possam transportar a sua produção. Bacabal está no caminho de voltar a ser uma cidade que consegue atender às demandas de toda a produção dentro das feiras e mercados”, afirmou.
Roberto Costa ressaltou ainda a qualidade dos alimentos produzidos no município e a importância de criar espaços permanentes para que os agricultores possam comercializar sua produção.
“A produção local tem a qualidade de ser sem agrotóxicos, e a Feira da Agricultura Familiar é o ápice de todo esse trabalho que temos feito junto aos agricultores para que eles tenham a oportunidade de apresentar seus produtos para toda a cidade”, completou.
Com produtores satisfeitos, produtos comercializados e grande participação popular, a segunda edição da Nova Feira da Agricultura Familiar reforça a importância de aproximar o campo da cidade e criar novas oportunidades para quem vive da produção rural. Mais do que um espaço de vendas, a feira se consolida como uma vitrine da agricultura familiar de Bacabal e como uma iniciativa que transforma a produção das comunidades rurais em renda, alimento e desenvolvimento para o município.
PONTO DE VISTA- COITADO DE FLAVIO DINO - POR ELIO GASPARI
COITADO DO FLÁVIO DINO
Depois que a casa caiu, a decisão de se vasculhar equipamentos eletrônicos de jornalistas parece ser de responsabilidade difusa. O ministro Flávio Dino, do STF, disse que está sofrendo “agressões e injustiças” ao ser vinculado à ilegalidade essencial do procedimento. O artigo 5º da Constituição Federal, no seu inciso XIV, diz que “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.” Pode ser um exagero, mas está lá.
Na tipologia dos comportamentos existe a figura do coitadinho profissional. Seja qual for a conduta criticada, tudo resulta da má-fé do outro. Dino entrou num enredo da política maranhense criando um problema federal, constitucional, porque achou que podia se defender valendo-se de uma arma eficaz, porém tóxica. O mais incrível é que funcionou por cinco meses, e se a irmandade do Supremo não acordar, acaba associado a coitadinhos profissionais de todas as espécies. A decisão irá ao plenário do tribunal.
Aos fatos:
Na política maranhense há de tudo. Dino tem 37 anos de vida pública honrada e é perseguido por um blogueiro. No início deste ano, o blogueiro Luís Pablo noticiou que Dino e familiares seus usavam uma caminhonete blindada do Tribunal de Justiça maranhense em suas movimentações.
No dia 4 de março, o ministro Alexandre de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal, acompanhado pelo Ministério Público, e determinou a apreensão de celulares, computadores, tablets, documentos e outros dispositivos eletrônicos que possam auxiliar na investigação. A decisão também permitia a análise do conteúdo armazenado nos aparelhos, inclusive dados guardados em serviços de armazenamento em nuvem.
À época, a decisão foi condenada por entidades jornalísticas. Palavras ao vento, estava aberto o precedente. A apreensão desses equipamentos de qualquer jornalista expõe suas conexões e, com isso, suas fontes.
Passaram-se seis meses e a diligência deu o resultado desejado e previsto. A proteção constitucional do sigilo da fonte foi para o espaço. Era o que a PF, o MP, Moraes e Dino queriam.
A fonte seria Raimundo Cutrim, ex-secretário de governo do Maranhão. Cutrim está em prisão domiciliar determinada por Flávio Dino desde julho, por causa de outras atividades. As quizilas da política maranhenses têm de tudo, nunca precisaram atropelar a Constituição por decisão monocrática de um ministro do Supremo.
Seu advogado pergunta: “Investigam um jornalista que faz denúncia, investiga o advogado que o orienta, a fonte… E não investigam a denúncia? É muito estranho”. Põe estranho nisso.
A essa altura, Dino explica que nunca usou veículos do Tribunal de Justiça de forma irregular, pois um convênio dá transporte e segurança aos ministros do STF em trânsito pelo Estado. Tudo nos conformes. O problema de Pindorama está nos conformes dos hierarcas. No Império, nos conformes, magistrados conseguiam para seus serviços negros contrabandeados que, pela lei, seriam libertos. Tudo legal.
Há meses, o distinto público é bombardeado por notícias dando conta de que o Supremo Tribunal Federal combate os penduricalhos da magistratura. As associações de juízes sustentam que cada um deles é legal, e é. Semelhante bizarrice tem a mesma origem que a decisão de apreender equipamentos de jornalistas.
Do folclore maranhense
O cacique maranhense Vitorino Freire (1908-1977) odiava José Sarney e era um arsenal de frases e piadas. Foi ele quem levou para o anedotário político a expressão que “jabuti não sobe em árvore, alguém pôs ele lá”.
Hoje ele é nome de município, porém pouco lembrado. Para se ter uma ideia do seu estilo, aqui vai um.
Certo dia, Vitorino visitou o ministro do Exército, general Sylvio Frota com um pote de doce e disse:
“General, aqui vai um doce de jaca lá do Maranhão, sugiro que o deixe na sua sala de jantar, num lugar bem visível, porque o Sarney anda dizendo que o senhor é diabético.”
Frota não era diabético, nem Sarney dizia que era.
Em 1968, depois da edição do AI-5, Vitorino e outros 20 senadores protestaram num telegrama ao presidente Costa e Silva.
A iniciativa caiu mal e 34 assinaram uma carta ao presidente Médici louvando a edição do Ato.
Sete assinaram os dois, inclusive Vitorino.
Médici guardou poucos papéis, entre eles esses dois documentos.
Fake news e o STF
A decisão do ministro Edson Fachin de levar ao plenário a decisão monocrática de apreender celulares, computadores e tablets de um blogueiro será um teste de vida ou morte para o inquérito das fake news.
Sob o controle do ministro Alexandre de Moraes, essa sucessão de devassas já completou sete anos e se ninguém se incomodar, chegará aos dez.
O sigilo da fonte e Trump
Donald Trump aborreceu-se porque repórteres noticiaram que sua segurança detectou falhas na segurança no Boeing de 400 milhões de dólares que ele ganhou da família real do Qatar. Queria saber as fontes, interrogou repórteres e seus familiares, mas não recorreu à apreensão de seus equipamentos. A Constituição americana não assegura o sigilo das fontes, assegura a liberdade de expressão e, com ela, põe fora da lei as tentativas de inibi-la.
No Brasil, por decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes, a Constituição blindou o sigilo da fonte, mas ele liberou o conteúdo de equipamentos eletrônicos de jornalistas. Deu no que deu.
Num caso de choque em torno das fontes de uma reportagem de Judith Miller, do New York Times, ela ficou 85 dias na cadeia.
Em 2003, Miller escreveu que a ditadura iraquiana de Saddam Hussein tinha um arsenal de armas químicas e de destruição em massa. Fonte? Zero. O caso foi investigado e Miller recusou-se a revelá-la. Ela também não identificou quem lhe passou o nome de uma agente clandestina da Central Intelligence Agency. A fonte teria cometido um crime.
Miller teve ampla solidariedade e o apoio do publisher do Times.
As armas químicas e de destruição em massa eram uma invenção de Ahmed Chalabi, ex-ministro iraquiano e fonte de Judith Miller.
O Times reconheceu que algumas de suas reportagens estavam erradas e livrou-se dela em 2005.
Jornalista premiada, sua cobertura das armas de Saddam deu-lhe o estrelato e o declínio.
Cruz eleitoral
Pela primeira vez em 30 anos a importação de calçados superou a exportação. Virou pó um quarto da receita vinda dos calçados vendidos para os estados.
Os candidatos da bancada brasileira de Donald Trump ganharam mais um peso para carregar em outubro.
Elio Gasoari
POESIA - A RAZÃO - ABEL CARVALHO
A razão
Todos os meus sofrimentos
Me foram impostos por mim mesmo
São frutos vindos da minha indecisão
E dos meus medos
Geram as dores das quais
Não consigo fugir
Pior que a dor do sonho que não veio
É a dor da ilusão de sonhar
Que o sonho é verdadeiro
Derradeiro como se me faltasse
Alguma coisa de forma permanente
Diferente da tua presença
Que não consigo esquecer
Se deito acordo a meia noite
Empreito mais uma madrugada
De solidão e frio
Cio até a última lágrima secar
Odeio ver o sol de uma nova manhã
Aparecer como uma onda fervilhante
Com os odores exalados dos pruridos
Da consumpçao que não consigo
Evitar e verter como a ausência que nunca existiu
Mas que embala devaneios que singram
Migrando de forma áspera e dura
O amor que não consigo esquecer
E outra vez me rouba a consciência e a razão
Assim me impondo a mim mesmo um futuro que não quis
Abel Carvalho
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
PESQUISA REVELA SUBIDA DE AUGUSTO CURY
De acordo com a nova pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (31/8), mostra o atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), liderando as intenções de voto no primeiro turno e empatando tecnicamente com Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, na disputa pela Presidência da República.
No entanto, a grande novidade do levantamento é o candidato Augusto Cury (Avante), que em pouco tempo conseguiu algo que muitos tentaram e não conseguiram. Cury já assumiu a terceira colocação e alcançou dois dígitos com 11%. Na última pesquisa BTG/Nexus, no início do mês, ele tinha apenas 2%.
Em eventual disputa de segundo turno, Lula registra 46% das intenções de voto, contra 45% do Flávio Bolsonaro – empate técnico, os dois mantendo os mesmos percentuais da pesquisa anterior.
Foram ouvidos 2.005 eleitores entre os dias 28 e 30 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa BTG Pactual/Nexus está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08900/2026
E TEM MAIS PESQUISA ELEITORAL NO MARANHÃO
Mesmo faltando mais de um mês para a data do 1º Turno das eleições 2026, é bem provável que este ano já tenha batido o recorde do número de pesquisas eleitorais.
Na ultima sexta-feira (28), tivemos o registro de mais uma, chegando a cinco pesquisas registradas somente nesta semana.
A mais nova é do Instituto Verita, que vai ouvir 1.525 eleitores, entre os dias 28 de agosto e 01 de setembro. A previsão é que seja divulgado na quinta-feira (03). A única coisa estranha do levantamento é que a Verita é a própria contratante.
Além da Verita, tivemos outras quatro pesquisas registradas na semana passada, são elas: INOP (pelo Jornal Pequeno), Instituo Aferir (pelo Jornal O Imparcial), IPSensus (pela Farol Pesquisa e Comunicação) e Atlas Intel (Rádio e TV Difusora).
No entanto, novamente a Justiça Eleitoral barrou a divulgação da pesquisa INOP. Ou seja, se as pendências não forem sanadas, novamente não poderá ser publicizada. De qualquer forma, quatro devem ser divulgadas



















