quinta-feira, 20 de agosto de 2026

ACAO DE CARLOS BRANDÃO CONTRA DECISÃO DE FLÁVIO DINO CAIU NA MESA DE TOFFOLI

Depois de sorteio, realizado na tarde de onten,quarta-feira (19), caberá ao ministro Dias Toffoli analisar no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) por parte do governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB).

A defesa de Brandão quer retirar do STF e devolver ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a investigação sobre o suposto envolvimento do governador maranhense em crimes apurados pela Polícia Federal. Os advogados entendem que a atuação de Dino configura uma “usurpação de competência constitucional” e viola a garantia fundamental do juiz natural, que seria justamente o STJ.

Além disso, a defesa do governador afirma que Dino não tem a imparcialidade necessária para conduzir as investigações contra políticos que, mesmo tendo sido seus aliados, atualmente integram um grupo adversário daquele ao qual o ministro pertenceu antes de chegar ao STF

FLAVIO DINO É CRITICADO PELO LIDER DA OPOSIÇÃO NO SENADO


A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afastando o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, (TCE-MA), Daniel Brandão, segue repercutindo em todo o Brasil.

Agora, o Líder da Oposição no Senado, senador Rogério Marinho (PL-RN), teceu duras críticas a postura que tem sido adotada por Dino no STF. Marinho ressalta a necessidade de preservação da imparcialidade entre os Poderes e de se discutir os limites de atuação do STF.

O senador deixa claro que não é contra investigações e punições, mas que não é razoável que Dino, depois de ter sido governador do Maranhão por dois mandatos, atue em processos que envolvam o Estado e o grupo político com o qual rompeu politicamente. Além da imparcialidade de Dino, Rogério Marinho questiona ainda a competência do STF nesse episódio, que envolve o governador do Maranhão, Carlos Brandão.

Marinho também deixa claro que as críticas feitas à conduta de Dino, servem também para o ministro Alexandre de Moraes.

Por fim, diante das atuações políticas de pelo menos dois ministros do STF, o senador Rogério Marinho defendeu uma reforma no Judiciário para que a democracia prevaleça e que as disputas políticas sejam feitas pelos políticos.

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA IRACEMA VALE REBATE ACUSAÇÕES DO ASSASSINO CONFESSO DA TECH OFFICE

 

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (MDB), em vídeo postado na noite de ontem, quarta-feira (19), rebateu fortemente as acusações feitas por Gilbson Cutrim, assassino confesso e condenado pelo assassinato de João Bosco no chamado “Caso Tech Office”.

Gilbson Cutrim afirmou, sem nenhuma prova, que Iracema Vale teria participação na morte do agiota Josival Cavalcanti, conhecido como Pacovan.

Iracema reagiu e afirmou que a denúncia não assusta, já que nunca teve contato com Pacovan. A presidente da ALEMA fez alguns questionamentos interessantes.

A quem interessa que a palavra de um bandido ganhe visibilidade? A quem interessa destruir reputações por meio de mentiras de um assassino? A quem interessa que o Maranhão se transforme em um palco de um espetáculo em que acusações absurdas valham mais do que a verdade? E porque que isso acontece justamente agora, num período eleitoral?”, questionou.

Sem meias palavras, Iracema afirmou que essas acusações infundadas são armações políticas. A presidente do parlamento estadual maranhense assegurou ainda que não medirá consequências para manter sua honra e dignidades.

Para mim, está tudo orquestrado politicamente. Eu não vou me calar. Essa é a maior violência política que uma mulher como eu poderia sofrer. Não deixarei que manchem minha história de vida. Minha trajetória comprova uma vida limpa e de trabalho, ao contrário de quem me acusa, que não tem uma biografia, mas uma extensa ficha policial”, finalizou

SAO LUÍS SEDIARÁ FORUMDE CIDADES DIGITAIS E INTELIIGENTES

Nesta quinta-feira, portanto  hoje, (20), a capital maranhense será sede do Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes. O evento regional, promovido pela Rede Cidade Digital (RCD) em parceria com a Prefeitura de São Luís, reúne prefeitos, gestores, secretários e servidores públicos do Maranhão interessados no acesso a soluções tecnológicas para a gestão pública e impulsionamento do desenvolvimento socioeconômico local por meio da adoção de ferramentas digitais e inovadoras.

A programação começa às 8h, no Espaço Cultural Humberto de Maracanã, no Centro Histórico. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pela página oficial do evento.

Com a realização do fórum, São Luís reafirma seu protagonismo regional e se posiciona como referência em transformação digital, inovação pública e sustentabilidade. Como cidade anfitriã, a gestão municipal lidera as discussões sobre modernização da gestão e ganha ainda mais visibilidade, colocando a capital em destaque no cenário estadual e nacional.

Na ocasião, a prefeita Esmênia Miranda receberá o título de Prefeita Inovadora 2026 pelo projeto de criação do Parque Tecnológico, como espaço de fortalecimento do ecossistema de inovação, estímulo ao empreendedorismo tecnológico e desenvolvimento de soluções para os desafios da cidade.

Para a gestora, sediar o fórum reforça o compromisso com uma gestão pública moderna, transparente e conectada às demandas da sociedade. “É um prazer sediar o fórum e receber este importante reconhecimento em nome da Prefeitura da nossa capital. Estamos colhendo os frutos das transformações tecnológicas que promovemos ao longo dos anos. Vamos continuar trabalhando pelo fortalecimento da governança pública, sempre buscando por boas práticas que tornem o serviço público mais eficiente, transparente e próximo do cidadão”,afirmou a prefeita.

Programação – A programação será voltada à apresentação de temas estratégicos relacionados à transformação digital dos municípios de várias regiões do Brasil, com destaque para a aplicação da inteligência artificial na gestão pública, a modernização da saúde, a inovação na educação e o uso de dados para aprimorar a tomada de decisões.

Entre os palestrantes confirmados estão a secretária municipal de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais (Semispe), Verônica P. Pires, além de representantes das prefeituras de Riachão, Imperatriz, Timon, São José de Ribamar, Bacurituba e especialistas de instituições e empresas que atuam nas áreas de tecnologia e inovação.

“Para São Luís, sediar esse encontro tem um significado muito especial. Somos a cidade anfitriã desse primeiro evento presencial da Rede Cidade Digital no Maranhão, fortalecendo nossa posição como referência em inovação, transformação digital e modernização da gestão. É uma oportunidade para aprender, compartilhar experiências e construir novas soluções que pensem a tecnologia e a inovação como ferramenta de melhoria da gestão pública”, ressalta a titular da Semispe


HOJE OS BANCOS NAO ABREM, É GREVE


As agências bancárias do Maranhão estarão fechadas hoje ,vquinta-feira (20/08), durante a paralisação nacional de 24 horas aprovada pelos bancários do país. A mobilização envolve trabalhadores de bancos públicos e privados em todo o estado.

A categoria cobra reajuste digno, reposição das perdas salariais, participação nos lucros, defesa do emprego, saúde e melhores condições de trabalho. Os bancários também rejeitam qualquer tentativa de retirada de direitos.

Em São Luís, a concentração será na Praça Deodoro, no Centro. No interior, haverá mobilizações em diversas cidades, com faixas, adesivos e atividades nas agencias

Os bancários também aprovaram estado de greve e poderão ampliar a luta caso não haja avanços nas negociações. A próxima rodada com a Fenaban está marcada para segunda-feira (24/08)



CRÔNICA - O SONHO DOBRADO NA BOLSA - POR ZEZINHO CASANOVA

O sonho dobrado na bolsa

A chuva despencava sobre São Luís Gonzaga do Maranhão como se tentasse lavar as irregularidades do calçamento de pedra, mas lá embaixo, onde o asfalto se misturava à lama, a cidade apenas parecia se fechar em uma melancolia cinzenta. Dalva estava encostada na moldura da porta do bar "Esquina da Sorte", observando as gotas pesadas formarem cortinas translúcidas sobre o mundo. O cheiro de terra molhada se fundia ao aroma barato de cigarro e ao perfume adocicado que ela usava para tentar mascarar a rotina.

Seu reflexo na vidraça embaçada mostrava uma mulher que o espelho insistia em datar, mas que os olhos, ainda ávidos, se recusavam a aceitar. Dalva não era apenas o corpo que circulava entre os homens que buscavam esquecimento ou companhia barata. Dentro de sua cabeça, ela ainda guardava o caderno de caligrafia que um antigo professor, lá no tempo de menina, havia chamado de "o mais bonito da turma". Ela ainda era a menina que sonhava em ser costureira de vestidos de noiva, alguém que desenhava rendas nos cadernos como se pudesse, de fato, tecer um destino diferente.

Um carro passou devagar, as luzes dos faróis cortando a penumbra, e ela sentiu o calafrio que qualquer mulher na rua conhece bem: o misto de vulnerabilidade e a necessidade de não se deixar abater pelo medo. Ela ajeitou a franja com os dedos, um hábito nervoso que mantinha desde a adolescência em Carolina, antes de a vida tomar os rumos de espinho e poeira que a trouxeram até ali.

— Está vindo alguém, Dalva? — Perguntou Joca, o dono do bar, enquanto limpava o balcão com um pano encardido de tão usado.

Dalva não respondeu de imediato.

— Você podia ter outra vida. — Disse Joca.

— Escolha é palavra bonita quando a barriga já jantou.

Ela observou um grupo de rapazes rindo na mesa do canto, ignorantes quanto à existência dela, exceto pelas vezes em que precisavam de um olhar ou de um consolo passageiro. "Humanizar" era uma palavra que ela nunca usara, mas sentia na pele a falta que ela fazia. Para aqueles homens, ela não tinha biografia, não tinha infância, não tinha planos para além do próximo pôr-do-sol. Ela era a paisagem noturna, a funcionalidade da carne, um vulto que atravessava a calçada.

Pensou em sua mãe, na casa de taipa que ficara para trás. Pensou em como, se a vissem naquele momento, a julgariam pela régua da moralidade alheia, sem nunca perguntar quanto custou a ela manter a sanidade.

A prostituição, para Dalva, não era uma "escolha" feita em um escritório, mas uma deriva que foi acontecendo centímetro a centímetro, perna a perna, degrau a degrau, até que o solo embaixo dela já era outro. Ela se lembrava de ser amada, de ter sentido a pele ser tocada com respeito, algo que parecia ter ficado preso em algum ano anterior à virada do milênio.

A chuva aumentou, o som nas telhas de zinco tornando-se um rufar de tambores de guerra. Dalva sentiu um aperto no peito, uma vontade quase infantil de correr para debaixo de algum telhado seguro, mas não havia para onde ir. O seu "lugar" era ali, onde as esquinas de outrora se confundiam com a precariedade do agora. Ela olhou para a própria mão, enfeitada com um anel de bijuteria barata que soltava tinta verde nos dedos. Ainda havia ali a beleza das mãos que um dia desenharam rendas.

— A vida não é o que a gente faz quando não tem saída, Joca. — Ela disse, de repente, quebrando o silêncio do bar.

Joca parou a limpeza, confuso.

— Falou alguma coisa, Dalva?

Nada. — Ela forçou um sorriso, um daqueles que usava como armadura. — Só estava pensando que essa chuva vai estragar o movimento.

Mas não era pelo movimento que ela chorava por dentro. Era pelo reconhecimento de que, embora a rua estivesse cheia de homens, ela se sentia como se vivesse em um vácuo.

Foi então que a porta do bar se abriu outra vez. Um menino de não mais que oito anos entrou correndo, encharcado da cabeça aos pés. Apertava contra o peito um caderno protegido por um saco plástico já rasgado nas pontas.

Olhou para dentro do salão com a timidez de quem sabia que aquele não era um lugar para crianças.

— Moço... tem um copo d'água?

Joca apontou com o queixo para o balcão.:

— Dalva, pega uma água pra ele.

Ela encheu um copo de alumínio e o entregou. O menino bebeu depressa, respirou fundo e devolveu o copo com as duas mãos. Nesse instante, seus olhos encontraram os dela. Não havia curiosidade. Não havia malícia. Nem julgamento. Apenas gratidão.

— Obrigado, dona.

Dalva demorou um segundo para responder. Havia muito tempo ninguém lhe dirigia uma palavra tão simples. Sorriu sem perceber.

— Vai com cuidado. A chuva ainda não terminou.

O menino fez que sim com a cabeça, apertou novamente o caderno contra o peito e saiu correndo pela rua molhada. Dalva acompanhou seus passos até que desaparecessem atrás da cortina de chuva. Então olhou para as próprias mãos. As mesmas mãos que tantos conheciam sem jamais cumprimentar naquela noite, sentiram que ainda existia fora do papel que o mundo insistia em lhe dar.

Ao ver uma luz tremeluzir na poça de água à sua frente, Dalva se lembrou do vestido de noiva que nunca costurou nem vestiu.

Pouco depois, a chuva começou a perder força. As gotas grossas transformaram-se em pingos espaçados, até que restou apenas o som da água escorrendo pelas calhas enferrujadas.

Joca apagou uma das luzes do bar.

— Pode fechar, Dalva. Hoje a noite morreu mais cedo.

Ela apenas assentiu. Empurrou a cadeira para debaixo da mesa, ajeitou a alça da bolsa no ombro e caminhou devagar até a porta. Antes de sair, abriu a bolsa de couro já gasta pelo tempo.

Entre um batom sem tampa, um pente de dentes quebrados e algumas notas dobradas, retirou um pedaço de papel amarelado. Desdobrou-o com o cuidado de quem toca uma fotografia antiga. Era um desenho. Um vestido de noiva. A renda havia sido desenhada a lápis, com linhas delicadas que o tempo quase apagara. Dalva passou a ponta dos dedos sobre o papel.

Sorriu. Não um sorriso de felicidade. Mas de reconhecimento. Dobrou novamente o desenho, alisando cada vinco com paciência, e guardou-o de volta na bolsa. Então saiu. A rua ainda brilhava sob a água da chuva na terra do cuxá. Ela caminhou sem pressa entre as poças que refletiam as luzes dos postes. Naquela noite, ninguém a chamou. Ninguém a assobiou. Ninguém lhe pediu nada. Era apenas uma mulher atravessando a cidade. E, por alguns quarteirões, isso lhe pareceu suficiente.


José  Casanova

POESIA - TOMARA - VINÍCIUS DE MORAES

 Tomara


Tomara

Que você volte depressa

Que você não se despeça

Nunca mais do meu carinho

E chore, se arrependa

E pense muito

Que é melhor se sofrer junto

Que viver feliz sozinho


Tomara

Que a tristeza te convença

Que a saudade não compensa

E que a ausência não dá paz


E o verdadeiro amor de quem se ama

Tece a mesma antiga trama

Que não se desfaz

E a coisa mais divina

Que há no mundo

É viver cada segundo

Como nunca mais


Vinícius de Moraes 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

RÉU CONFESSO DO TECH OFFICE É DESMENTIDO POR CARLOS BRANDÃO

Vazou, no dia de ontem, terça-feira (18), o depoimento para a Polícia Federal do assassino confesso do homicídio no edifício Tech Office, Gilbson Júnior.

O condenado afirmo que frequentava o Palácio dos Leões para fazer reuniões com o governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), e seu sobrinho, Daniel Brandão. Gilbson chegou a afirmar que usava a vaga número 6 para estacionar.

O governador voltou a se manifestar sobre o episódio. Brandão, mais uma vez, negou qualquer envolvimento com o crime e afirmou que nunca recebeu Gilbson no Palácio dos Leões. Além disso, o governador postou uma foto onde funciona o tal estacionamento 6, citado no depoimento.

Não há sequer uma prova de todas essas inverdades que estão sendo ditas. Por isso, afirmo categoricamente que são mentirosas. Nunca tive relação com esse assassino confesso. Nunca o recebi no Palácio, nem em qualquer lugar. A vaga 6 no estacionamento do Palácio dos Leões, que ele diz que ocupava, está há 6 anos preenchida por um gerador”, afirmou Brandão.

POLÍCIA FEDERAL NÃO VÊ CRIME EM ATITUDE DO BLOGUEIRO LIIS PABLO

E agora ? a inteligência da Polícia Federal emitiu relatório que embasou as medidas de busca e apreensão relacionadas às reportagens do jornalista Luís Pablo, mas o relatório afirma não haver indícios de que ele tenha cometido violação de sigilo funcional. O documento também diz não ser possível “apontar com máxima certeza” que o jornalista tenha recebido dinheiro para publicar matérias sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são da jornalista Malu Gaspar.

Apesar das conclusões da PF, o ministro Alexandre de Moraes afirmou, ao autorizar as diligências, haver indícios relevantes da prática do crime de perseguição contra Dino. Para isso, citou uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se posicionou favoravelmente às medidas.

Desde novembro de 2025, Luís Pablo publicou reportagens questionando o uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por Flávio Dino e familiares. O ministro sustenta que não houve irregularidade. Em março deste ano, o jornalista foi alvo de uma operação determinada por Moraes, na qual foram apreendidos dois celulares, um notebook e um pen drive.

A análise dos equipamentos permitiu aos investigadores identificar o ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim como fonte das informações. Mensagens examinadas pela PF mostram que Cutrim enviou imagens e documentos ao jornalista por meio do WhatsApp. O relatório também registra que os dois chegaram a se encontrar pessoalmente, mas não aponta participação de Luís Pablo em atos de perseguição

ORLEANS BRANDÃO TERÁ O MAIOR TEMPO DE PROPAGANDA ELEITORAL

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) divulgou, na noite de ontem,.terça-feira (18), o tempos dos candidatos ao Governo do Maranhão na propaganda eleitoral gratuita no Rádio e TV.

O candidato Orleans Brandão (MDB), que pertence a coligação “Por Todo Maranhão” (Republicanos, PDT, MDB, Podemos, PRD e Solidariedade) ficou com 4 minutos e 1 segundo em cada bloco destinado à eleição para governador.

Já Felipe Camarão (PT), que pertence a coligação “Brasil Justo, Maranhão Grande” (formada por PSB, Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV — e Federação PSOL/Rede) ficou com 3 minutos e 28 segundos.

Eduardo Braide (PSD) ficou o terceiro melhor tempo. O ex-prefeito de São Luís está na coligação “Pra Transformar o Maranhão” (PSD e Novo) e terá 1 minuto e 30 segundos.

Os demais candidatos ficarão com parcelas apenas nas inserções diárias da programação de TV e Rádio. A propaganda eleitoral gratuita acontecerá entre 28 de agosto e 1º de outubro.

A distribuição do tempo leva em consideração critérios da legislação eleitoral, especialmente a representação dos partidos e federações na Câmara dos Deputados