quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

VIRADOURO É A GRANDE CAMPEÃ E NITERÓI É REBAIXADA

A escola de samba Acadêmicos de Niterói,  que homenageou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi penalizada por problemas na dispersão de seu desfile na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A escola não perdeu pontos, mas foi multada em R$ 80 mil, mas acabou ficando na última colocação e sendo rebaixada ao Grupo de Acesso.

A Acadêmicos de Niterói, que levou para a avenida o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, foi alvo de muitas críticas, entre elas de não respeitar a família tradicional, intolerância religiosa e ainda fazer campanha antecipada para Lula, candidato à reeleição neste ano.

Para muitos carnavalescos, a escola não soube contar a história de um personagem, preferindo trazer uma visão política totalmente centrada na figura de Lula e não de sua mãe, como a própria sinopse do enredo prometia.

Campeã – Como era esperado, após os três dias de desfiles, a Viradouro, que já havia levado o Estandarte de Ouro 2026, foi a melhor escola do Grupo Especial e, portanto, a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro.

A Viradouro desfilou na segunda noite e apresentou o enredo “Pra cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria. A campeã do Carnaval teve nota máxima em todos os quesitos apreciados pelos jurados.

FOI UM CARNAVAL TRANQUILO

 

O Carnaval do Maranhão 2026 entrou para a história pelo recorde de público e pela segurança. Foram mais de 5,4 milhões de pessoas nos circuitos de São Luís. Nenhuma ocorrência grave foi registrada nos circuitos oficiais da festa promovida pelo Governo do Maranhão na capital ou nos circuitos do interior do estado. Não houve casos de homicídio, feminicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte ou qualquer outro crime grave durante os dias de programação.

Em São Luís, também não houve apreensão de armas de fogo ou drogas nos circuitos oficiais organizados pelo Governo do Maranhão. Além disso, a Secretaria de Estado da Segurança Pública contabilizou redução significativa nos registros de roubos e furtos de aparelhos celulares em relação ao ano passado.

O balanço foi apresentado ontem, Quarta-feira de Cinzas (18) pelo secretário de Estado da Segurança Pública, Maurício Martins, durante entrevista coletiva ao lado do comandante da Polícia Militar, coronel Wallace Amorim; do delegado-geral da Polícia Civil, Manoel Almeida; do subcomandante do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Francisco dos Anjos; e de demais comandantes das forças policiais do estado.

Esses resultados são reflexo de um planejamento consistente e da atuação integrada de todo o Sistema de Segurança Pública do Maranhão, aliado ao uso da tecnologia. Empregamos mais de 8 mil policiais no reforço dos circuitos oficiais em todo o estado e utilizamos um sistema de reconhecimento facial, com câmeras e drones, no circuito da Litorânea, com monitoramento em tempo real, para garantir paz e segurança aos foliões e trabalhadores”, destacou o secretário.

Queda nos índices – Entre os principais indicadores da Operação Carnaval do Maranhão 2026 está a redução de aproximadamente 40% nos casos de furto de celulares no circuito da Litorânea: foram 116 registros em 2025, contra 70 em 2026.

Outro dado expressivo foi a queda de 98% nos roubos de celulares — de 41 ocorrências registradas no ano passado para apenas um caso em 2026

POESIA - PAPÉIS AMARELOS - JOSÉ SARNEY





 Papéis amarelos


Revisitando a Casa da Infância, no Outono

Na máquina em que escrevo

o teclado

de santa alucinação.


Sozinha brilha e aparece

entre tipos e aranhas

a amarga madrugada

do recordar.


Na terra em que meus olhos descobriram o mundo

abre-se

a flor da memória.

Verdes campos

em que me fiz igual a eles.

Surgem

nuvens, um pântano, uma cacimba.

Depois o velho poço.

O poço que amarga o relembrar

onde enchi de água o balde ralado

pedras pretas, musgos do tempo

plantas penduradas que teimavam em crescer

nos encaixes das juntas de fungos negros.

Sapos boiando,

o lancear da corda trazendo o balde.

O poço não é o poço

é um espelho

meu rosto copiado

nas águas guardadas

no fundo de mim.


Aparecem o pé de urucu

com as cachopas espocadas

a mangueira onde dormiam as galinhas

e a horta onde as mãos de minha avó

esmagavam folhas de vinagreiras

e onde o cavalo preto, Graúna,

relinchava com a descarga

das cargas de palmito.

Este remoer

acorda solidões esquecidas

junto aos pés de figo, no limoeiro,

no pé de romã, de grumos que

traziam a felicidade dos bons anos.


Encontro uma moça de cabelos longos

ajoelhada.

É minha mãe rezando.

Meu pai a falar das coisas de Deus

meus irmãos com as pequenas mãos

entrelaçadas nas cantigas de roda

na pureza de que tudo seriaeterno

e nada tombaria.


Os anos se escondem nas saudades

que desaparecem

deixando apenas encardidos ossos.

Onde estão? Esmagados no silêncio.

Só tu, alma minha, tens a ressurreição

que surge sem sol

cresce sem água, abre flores,

dá frutos e ilumina

esse travo do ter existido

na sombra da memória.


O padroeiro no altar.

A seus pés a oração

de implorantes perdões

por todos os pecados

que depois soubemos não eram.


Nas colunas pobres do templo

cobrindo as pedras carcomidas

as tintas imitavam o mármore

esperança do fausto dos grandes santuários.

A Basílica de São Pedro

não tem a beleza da cor de terra

da capela-morta da igreja

do Senhor São Bento.


Acorda, saudade do possível.

Abram meus olhos

para ver estas sombras

da alma que corre em busca

de agarrar-se ao que passou, para fugir.

Casa da minha infância.


As janelas pintadas de azul

bancos toscos, mesas gastas

os gostos dos pratos do angu

de todos.


Meu avô, minha avó, meu pai,

minha mãe, meus irmãos,

o riso de festa

na algazarra daqueles dias

em torno dessa mesa de alegrias e mangas.

Aos meus olhos, boiava a felicidade eterna.


Lágrimas chegaram. Flores murchas.

Um corpo velado: José Adriano.

Foi o primeiro.

E começou o mistério do vazio.

Os anos foram se amontoando no corredor

até serem tantos que não se pode ver.

A varanda é um só longo espaço morto.

Limpa a mesa, sem cadeiras e olhos.


Tudo é um instante

que sobrevive com lágrimas secas.

Não está morto. Vive eterno.

Volto à casa

Posso vê-la aberta, janelas e portas escancaradas

o vento derrubando as mangas-caianas, a chuva caindo

as biqueiras correndo

dos telhados envelhecidos

a água santa no sortilégio do amor passado.

Volto ao batente da despedida.

Olho para trás.

O que viveu vive e

está morto

e foge dos meus olhos

e de minhas mãos.


As candeias de azeite

não iluminam mais

porque o escuro clareia.

A luz não existe mais.

Toda memória está cega

na saudade morta.


Eu mesmo não estou em mim,

liberto para sempre da felicidade.


 


 


O Quarto de Tijolos

Era diferente.

O vermelho do barro cozido,

lugar das preces.

Irregulares quadrados no chão,

cheios de sombras sugeridas e fugazes.

Um leão, uma cobra,

um velho, um pênis, uma coxa.

As formas se misturavam em mudanças de cores e linhas.

Sempre voltava para revê-las.

Fugiam dentro dos meus olhos.

Outros contornos nasciam

no mistério desse quarto.


Ao fundo, o santuário polido de preto,

com folhas de palhinhas de Reis,

porta de vidro em arcotosco,

restos de presépios.

Santana, Santo Antônio, Santo Irineu

— com as mãos separando no peito o hábito jesuíta.

Os santinhos coloridos de papel, desbotados,

tintas velhas, caras desfeitas.

O oco Menino Jesus cheio

com os umbigos

de todos nascidos na casa:

meu pai, meu tio, meusirmãos

e minha irmã. De Pinheiro chegou,

seca relíquia amassada de pele,

o meu,

e ali ficou com os outros para sempre.


Amas, as velhas comadres,

tiradeiras de rezas e ladainhas,

o latim das vilas velhas.


O vermelho dos tijolos gastos

permanece pálido.

Os cantos fundos, as rezas altas.

Meu avô lendo o visionário Isaías

e Deus

presidindo a mesa da família

nas noites das ladainhas,

entoadas no latim

das velhas.


Nestas visões,

tudo desaparece e volta.

Vem a escuridão,

e as chuvas daqueles ermos,

no esconderijo do barro.


— Conta, Debum, a história de Santa Maria.

“Ela era mulher do Alegre e o Diabo veio atravessá-la

na malhada do Jenipapo.

Quando ela viu que era o Capeta,

jogou-se na lagoa e de repente

nasceram capins e canaranas tão altas

que ele não pôde encontrá-la.

Chegou molhada, tremendo de frio, na igreja

e Monsenhor Conduru mandou fazer

uma imagem de cedro cheiroso para guardar seu corpo.”


— Conta, Debum, outras histórias.

“Era uma vez um menino chamado José,

ele está aqui,

dentro de ti.

Dorme.”


Noites e visões de fantasmas,

monstros, curacangas e fogo-preto.

Passos lentos e escondidos

da falecida tia Zica

andavam no quarto de tijolo,

assombrado e guardado

por mil cavalos de vento,

mil bestas de bem-te-vis,

apelos e terços,

rosários e hortelãs,

cheiros daquele cômodo

que até hoje destroça

com seus gemidos do tempo,

um escravo daquele vermelho barro,

cozido por sete fornos,

no fogo dos campos cheios

que encheram minha infância

e não queimarão jamais.


José Sarney 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

PARTE DO TETO DO BARRACÃO DE ESCOLA DE SÃO LUIS, DESABA

Durante as fortes chuvas que atingiram a capital maranhense na noite de ontem,  terça-feira (17), parte do teto do barracão da escola de samba Mocidade da Ilha acabou desabando. O local anteriormente funcionava o antigo Clubão da Cohab.

No barracão estavam sendo confeccionadas as fantasias carnavalescas para o desfile que ocorrer no próximo fim de semana. Infelizmente, com a queda de parte do teto, quatro pessoas ficaram feridas, sendo dois adultos e duas crianças.

Em nota divulgada pelas redes sociais, a Mocidade da Ilha afirmou que todos os colaboradores que trabalhavam no barracão no momento do desabamento “estão fora de situação grave”. No entanto, parte das fantasias da Mocidade da Ilha ficaram danificadas. As demais escolas de samba do Maranhão se solidarizaram com a Mocidade da Ilha pelo ocorrido.

O Corpo de Bombeiros informou que uma vistoria será realizada para avaliar as condições estruturais do imóvel. A Defesa Civil também deve ser acionada para emitir um laudo técnico e determinar se há risco de novos desabamentos. A área ficará isolada até a conclusão das análise

POESIA - INSEPARÁVEL- ALEX BRASIL

 


INSEPARÁVEL


O que mais nos une,

não é o fato de termos

um para o outro

vivido completamente:

é o nosso amor inesgotável,

que ao tempo está imune;

um amor assim permanente,

livre, e no entanto, inseparável.


Alex Brasil 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

ACIDENTE COM ONIBUS COM TRABALHADORES MARANHENSES DEUXA AEIS MORTOS



Na madrugada desta segunda-feira (16), na BR-153, em São Paulo, um ônibus com trabalhadores maranhenses tombou e deixou seis mortos.

O veículo teria saído de Centro Novo do Maranhão e tombou na Rodovia Transbrasiliana, próximo a Marília-SP. A Polícia Rodoviária Federal afirma que um dos pneus teria estourado e sendo decisivo para o acidente, que ainda deixou outras 33 pessoas feridas.

O ônibus transportava trabalhadores rurais que seguiam para Santa Catarina, onde atuariam na colheita de maçãs.


COM A PALAVRA - HISTORIETA DE MEU AGRADO XIV -POR ZÉ CARLOS GONÇALVES

 

HISTORIETA DE MEU AGRADO XIV

 ("... a mente prega cada peça, que até parece duas")


    Um dia desses, estava na rua, absorto "em minhas demências", quando fui despertado pelos sussurros das pessoas, que ali estavam. A verdade é que passou uma adolescente, a chamar a atenção de todos. E ela, embora bem jovem, era senhora de si e sabia que "estava causando!"

     Mas, não quero falar da chamativa garota. Quero falar do que me assaltou naquele momento. De repente, me veio a palavra a defini-la, sem erro. "Reboculosa". Palavra, que fazia parte do meu cotidiano. Porém, há um bom tempo não falava, não ouvia, não lembrava. 

     O certo é que, com essa lembrança, um turbilhão de emoções me invadiu. Que palavra tão familiar e tão com cheiro de infância! Aí, fiquei a buscar palavras e expressões, que me sustentaram nos meus bons tempos infanto juvenis. 

     E, aí, "a jato", vieram surgindo "sabanoteira, gamela, púlcaro, cibuí", que hoje ninguém fala nem conhece. E o rosário vocabular só foi se estendo, a se revelar pródigo. 

      E, nessa efusão linguística, me sorriu "cucuruto, péréba, dispirôcô, incapetado". E, "pra compretá", vieram me invadindo "muitas e muitas pérolas", tão familiares e tão adormecidas, a me amaciarem os ouvidos, tão órfãos das mesmas. 

   E, não vou me fazendo de rogado, compartilho e homenageio o inigualável baixadês. E espero alcançar "o cabôco da gema", que "não se perde no mundo" nem se desliga da amada terrinha. Então, vamos lá!

    Só quem muito brincou na rua, e "apenas se basugava água no côro", sabe o que significa o recado, sêco e direto. "Vô iscová êssi piquino". E pretensa escova, geralmente, era um caco de telha ou uma bucha, resgatada da velha e segura cerca, prenhe de "tantos penduricalhos".

     E, até, poderia parar aqui e seguir em frente, sem maior preocupação. Só que a inquietação foi tanta que muitas outras expressões foram se materializando em minha mente, como a me empurrar à minha linguagem materna. E, de verdade, matei a saudade, ao me deparar com a dura realidade "di tentá ingabelá" alguém mais velho. A farsa caía fácil, fácil. "Êssi piqueno tá di cara limbida" ou "tá di miôlo móli" ou "vévi im ôto mundo!"

     E, nessa perspectiva, o repertório foi se engrossando. "Vesti uma rôpa melhózinha" não era nada mais do que "tomô um banho de loja" ou "paréci qui vaca lembeo êssa muleca". 

    E pecado mortal era aparecer em uma festa com roupa igual a alguém, que a sentença era certeira. "Tá di pá di jarro". E, "pra num perdê a viági", se houvesse "arguma paricença", a sentença se fazia plena. "Cara d'um fucinho dôto". O que não invalidava o antagonismo etário, que incomodava muita gente. "Tá na frô da idade", a enfrentar "ficô pra titia". Nem a hiperbólica irracionalidade foi esquecida. "Tá cum dhabo nu côro!"

     Só para bem ilustrar o riquíssimo repertório, em certa ocasião, fui ser padrinho em uma desobriga. Quando "foi servida a mesa", na casa do meu novo compadre, um dos irmãos do meu afilhado caiu na besteira de dizer que não comia galinha "dêssi jeito". Era ao molho pardo, acompanhada por um delicioso pirão de parida. Só pra fazer inveja! O certo é que a reprimenda veio sêca e com uma pitada de humor. O meu compadre olhou para "o estômago sensível" e mandou. "Qui cunversa é êssa?! Intonce, agora, tu iscólhi isculhão?!" 

     Ali, a cena, que era para ser constrangedora, se tornou em uma uníssona gargalhada, que "ecoou lá longe", no olho da palmeira de babaçu. E, o cúmulo da ironia, "u piqueno si sentô nu canto da mesa i cumeo tudinho, diritinho!" Aí, "butei foi fé nu meo cumpádi!"

       E não posso terminar por aqui, depois de um mergulho profundo e verdadeiro. Então, "vô inveredá pulos apilido", que foram presentes em minha trajetória e me trazem boas lembranças. Com a maioria, tive convivência fraterna. Alguns habitam o imaginário popular. 

    E o que importa, nesse universo linguístico fantástico, é que desfrutei do privilégio de conviver com tais pessoas, especiais e inesquecíveis. "Zé Barata, Farinha Barata, Pato Cozido, Chico Cu de Televisão, Bateria, Mandi, Buchudo ..."

    E "um ispecial" - não falo o nome, para não criar intriga - de um colega, de colégio, que trocou a moiçola pela avó. Daí, foi um pulo para José .. ..... se incorporar em "Zé das Velhas"; o que suscitou inúmeras desavenças e brigas de fato.

     E, como não poderia fechar este texto sem resgatar "lorota, gastura, paparicá e só quê sê", vou me despedindo saudoso ...


          Zé Carlos Gonçalves

POESIA - O PRECO - POR ABEL CARVALHO

 


O preço


Manter-me longe de ti

É mais que um preço,

É adereço, endereço de elegia,

Fim de alforria,

Condenação, delação,

É um pecado eterno e sem fim.


Manter-me longe de ti

Me enclausura, me fere, me eterniza infeliz,

Me escraviza como algoz e juiz,

Mas não me diz fostes tu quem quis.


Manter-me longe de ti dói, corta, machuca,

É heresia guia de um mundo sem destino,

Sem hino, ninho ou placenta.


Manter-me longe de ti não te alimenta.

Manter-me longe de ti é loucura,

Fissura, devaneio,  Alcorão decorado,

Navalha cega cortando nosso pecado,

Condenação, sina, mil dias de embriaguês e poesia,

Anarquia, desdém sem trem, sem limites,

Um dia que não querias,

Aurora que não vivias,

Uma hora

Um minuto que não vem.


Abel Carvalho



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

CONVOCADOS OS SUPLENTES DE VEREADORES DE TURILANDIA

Diante da mudança de prisão domiciliar para prisão preventiva de oito vereadores de Turilândia-MA, o presidente da Câmara de Vereadores, Daniel Barbosa Silva, convocou os suplentes desses parlamentares para assumirem os respectivos mandatos.

A convocação já foi oficializada e os vereadores convocados tem um prazo de 48 horas para assumirem os cargos, pois do contrário o não comparecimento ou a falta de manifestação dentro desse período implicará na perda da vaga para o próximo suplente da lista, seguindo a ordem de classificação.

Foram chamados os suplentes de três partidos: PRD –  João de Deus Soares dos Santos, Gleydson Froes Silva e Leopoldo Sá de Sousa; UNIÃO BRASIL – Manoel Estrela Guedes, José Nilton Pereira, Sebastiana Vieira Moraes e Marta de Lima Moreira Matos; e SOLIDARIEDADE – Valdemir Froes Chagas.

Tiveram a prisão preventiva decretada: Gilmar Carlos Gomes Araújo, Mizael Brito Soares, José Ribamar Sampaio, Nadianne Judith Vieira Reis, Sávio Araújo e Araújo, Josias Fróes, Carla Regina Pereira Chagas e Inailce Nogueira Lopes. Apenas os vereadores Daniel Barbosa Silva e José Luís Araújo Diniz permanecem em prisão domiciliar e com tornozeleira eletrônica.

A mudança na Câmara de Vereadores ocorre em um momento em que a própria Prefeitura de Turilândia vive um período de interinidade, com interventor já nomeado para a função. Trata-se de Thiago Josino Macêdo.

ROSANA SARNEY RECEBE ALTA HOSPITALAR


Uma boa notícia no início do Carnaval 2026: a ex-governadora e atual deputada federal Roseena Sarney (MDB) recebeu alta hospitalar.

Roseana se submeteu a uma cirurgia, no início da semana, para retirada de um tumor. O procedimento ocorreu no o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

A cirurgia foi mais uma etapa de uma luta que a ex-governadora trava contra um câncer de mama triplo negativo, considerado um dos tipos mais agressivos da doença

O Blog deseja a nossa querida guerreira Roseana, muita saúde e uma urgente recuperação.