quarta-feira, 6 de maio de 2026

MAIS UM NA DISPUTA PELO GOVERNO DO MARANHÃO



Teremos mais um nome para a disputa pelo Governo do Maranhão nas eleições de 2026. O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) anunciou que terá pré-candidato ao comando do Palácio dos Leões.

A pré-candidatura de Saulo Arcangeli ao Governo do Maranhão ocorrerá na próxima sexta-feira (08), às 18h30, no Auditório do Curso de História da UEMA, no Centro Histórico da capital maranhense. No mesmo evento, o PSTU lançará o nome do maranhense Hertz Dias como pré-candidato à Presidência da República.

Neste processo eleitoral de 2026, o PSTU tem reafirmado que seu compromisso é com a construção de candidaturas verdadeiramente de esquerda, voltadas à organização da classe trabalhadora e à luta por uma ruptura com as engrenagens do sistema capitalista.

Quem são – Saulo Arcangeli é professor da UEMA, servidor do Ministério Público do Trabalho, dirigente licenciado da Central Sindical e Popular Conlutas, do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU(Sintrajufe) e do Sindicato dos professores(as) da UEMA e UEMASul (Sinduema), além de conselheiro licenciado do Conselho da cidade de São Luís, do Conselho Estadual das cidades do Maranhão e com atuação no Movimento de Defesa da Ilha e Conselho Gestor da Resex Tauá-Mirim.É doutor em Políticas Públicas, com forte intervenção nas pautas sociais, trabalhistas e ambientais, que reivindicam qualidade de vida da população, como o fim da escala 6×1(sem redução salarial), combate à informalização(com geração de trabalho e renda dignos), decretação da Resex Tauá-Mirim na zona rural de São Luís, Tarifa zero no transporte público e o cumprimento dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores.

Hertz Dias é professor das redes públicas municipal e estadual, membro da Secretaria de Negros do Pstu, um dos fundadores do Movimento Quilombo Urbano no Maranhão, e rapper do Gíria Vermelha, encabeça lutas como a da Reparação histórica para a população negra, combate a todas as formas de opressão, como machismo, racismo, xenofobia, capacitismo e LGBTfobia, demarcação e titulação de terras indígenas e quilombolas, uma reforma agrária revolucionária, pelo fim da escala 6×1, com redução para jornada 36 horas e sem redução de salários, o fim do arcabouço fiscal e do pagamento da dívida pública, a revogação das reformas previdenciária, trabalhista e do Novo Ensino Médio e direitos para os trabalhadores por aplicativo

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