A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que facultou a ida de Antonio Carlos Camilo Antunes, “o Careca do INSS” e Maurício Camisotti, para prestar esclarecimentos na CPMI.
O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, decidiu entrar com um mandado de segurança para assegurar a presença dos investigados, pois entende que a presença de ambos é fundamental para as investigações sobre as fraudes em descontos de consignados de aposentados e pensionistas.
“Nós entendemos que é fundamental a presença dos dois indiciados, dos dois investigados, porque já estavam comprometidos a comparecer e eles, diante dos parlamentares, podem inclusive nos ajudar a esclarecer com muita rapidez tudo o que aconteceu. Respeito a decisão do ministro, mas entendo injustificável dar o direito de não comparecerem, uma vez que estão presos e que tem muito a dizer a CPMI”, afirmou.
O “Careca do INSS” e Camisotti foram presos na última sexta-feira (12) pela Polícia Federal e tem depoimentos na CPMI previstos para hoje, segunda-feira (15) e quinta-feira (18), respectivamente.


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