Está previsto para esta sexta-feira (31), enfim, o encontro prometido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), para tratar do rompimento entre Dinistas e Brandonistas.
A reunião deveria ter acontecido antes da viagem das recentes viagens internacionais de Lula, mas a incompatibilidade de agenda acabou por adiar duas vezes a conversa, que deve ser realizada na tarde desta sexta-feira.
O clima que já não era dos melhores, desde a última passagem de Lula pelo Maranhão, no início de outubro, piorou bem com a divulgação de áudios e print’s graves e comprometedores, que envolvem dois deputados federais – Rubens Júnior (PT) e Márcio Jerry (PCdoB) – e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino.
Diante do rompimento de Dinistas e Brandonistas, nenhum dos lados deve ceder para apoiar as pré-candidaturas já postas do vice-governador Felipe Camarão (PT) e do secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão, respectivamente. A alternativa seria encontrar um nome, terceira via, que agrade os dois grupos, algo complicado na atual conjuntara.
Além disso, Camarão, em recente evento em Tuntum, deixou claro que disputará o Governo do Maranhão, com ou sem apoio de Brandão. “Eu não vou renunciar, eu não vou desistir. Retroceder nunca, render-se jamais. Eu sou vice-governador do estado e sou candidato a governador no ano que vem, com ou sem Brandão. A decisão é dele. Se ele quiser renunciar e me apoiar, nós caminharemos juntos. Se ele não quiser, eu enfrento o sobrinho dele ou quem tiver pra gente enfrentar no debate político e nas urnas”, afirmou.


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