sexta-feira, 10 de julho de 2026

LAHÉSIO BONFIM É ANUNCIIADO POR BRAIDE COMO AEGUNDO SENADOR


O pré-candidato do PSD ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, anunciou, na noite desta quinta-feira (09), o nome do segundo senador da sua chapa para as eleições de 2026.

Depois do deputado federal André Fufuca (PP), Braide anunciou que o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), vai integrar sua chapa na disputa ao Senado.

“O nosso pré-candidato a senador, Lahesio Bonfim, já tá escalado pra entrar em campo no time da mudança! Estamos unindo quem quer o bem do nosso estado. É assim que a transformação que começou na nossa capital vai chegar em todo Maranhão!”, anunciou Braide.

Vale lembrar que Lahesio era pré-candidato ao Governo do Maranhão, mas mudou de rota e abdicou da disputa ao Palácio dos Leões, anunciando sua pré-candidatura ao Senado.

Com o anúncio desta quinta-feira, Braide fechou a composição de sua chapa. Além dos dois pré-candidatos ao Senado – André Fufuca e Lahesio Bonfim, o pré-candidato do PSD terá como vice-governadora a empresária Elaine Carneiro (PSD)

ROSEANA SARNEY NAO DEVERÁ DISPUTAR ESSA ELEIÇÃO

 

Apesar de estar bem posicionada nas pesquisas para o Senado e ter uma reeleição encaminhada para a Câmara Federal, a ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB), não deve disputar as eleições 2026.

Roseana inicialmente abdicou da disputa ao Senado, o que permitiu ao grupo político do governador Carlos Brandão convidar o deputado Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) para concorrer ao Senado. Só que além da disputa do Senado, Roseana também deve anunciar que não disputará a reeleição para Câmara Federal.

A decisão de Roseana foi tomada em família e com apoio irrestrito do marido, Jorge Murad. Apesar de estar caminhando para a cura, a deputada federal seguirá com foco total no combate ao câncer de mama triplo negativo, considerado um dos tipos mais agressivos da doença.

Apesar de não disputar as eleições, Roseana apoiará a chapa do pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo MDB, Orleans Brandão. Além disso, a ex-governadora deverá trabalhar nos bastidores pelas pré-candidaturas do MDB, em especial de Hildo Rocha para Câmara Federal e Maria Fernanda Sarney, que é sobrinha de Roseana e filha do empresário Fernando Sarney. Maria Fernanda, que deve disputar uma vaga para Assembleia Legislativa, é a comandante dos portais IMirante e G1Maranhão.

Os anúncios oficiais devem acontecer nos próximos dias.

OPINIÃO -; ACERVO NÃO É ESMOLA - JADER CAVALCANTE

*Acervo não é esmola*

*Jáder Cavalcante**


Tenho visto, com certa frequência, escritores maranhenses (alguns conhecidos meus) publicando fotografias nas redes sociais ao lado da diretora da Biblioteca Pública Benedito Leite, registrando a entrega, em doação, de exemplares de suas obras ao acervo da instituição.

Respeito profundamente o gesto de cada autor. Trata-se de uma decisão pessoal, movida, quase sempre, pelo desejo de compartilhar conhecimento e de tornar sua produção acessível ao público. Mas meu respeito vem revestido de discordância, que não é dirigida aos escritores, mas, sim, ao modelo que, aos poucos, parece naturalizar uma inversão de responsabilidades.

Publicar um livro no Brasil, especialmente fora dos grandes centros editoriais, é um verdadeiro ato de resistência. O escritor precisa pesquisar, idealizar, escrever, contratar serviço de revisão, editoração, capa, imprimir e divulgar a obra. Na maioria das vezes, tudo isso é custeado com recursos próprios. Pouquíssimos recuperam o investimento financeiro realizado, sem contar, é claro, com o tempo gasto na criação da obra, e isso nunca é contabilizado financeiramente — sabe aquele adágio de que “tempo é dinheiro”?

Ao mesmo tempo, o poder público (estadual e municipal) destina milhões de reais à contratação de atrações nacionais para grandes eventos festivos, principalmente, o carnaval e as festas juninas. Não discuto a importância dessas manifestações culturais, mas me pergunto por que o mesmo empenho não se traduz em políticas permanentes de valorização da produção intelectual maranhense.

Os impostos pagos pela sociedade existem justamente para financiar serviços públicos. Cultura também é serviço público. Bibliotecas públicas não deveriam depender da generosidade dos autores para atualizar seus acervos. Deveriam possuir dotação orçamentária específica para adquirir livros, especialmente, daqueles que produzem conhecimento e literatura no próprio estado.

Há ainda um aspecto escondido nas entrelinhas dessa bondade: ao doarem sistematicamente suas obras, os próprios autores podem, ainda que involuntariamente, contribuir para o desprestígio econômico e simbólico do livro. A gratuidade, quando se transforma em regra, tende a transmitir a ideia de que aquele bem não possui valor de mercado ou de que sua aquisição não exige investimento. O livro deixa de ser visto como resultado de um longo processo intelectual e passa a ser percebido como algo que pode ser obtido sem qualquer contrapartida. Essa percepção não favorece o escritor, nem fortalece a cadeia produtiva do livro.

A Biblioteca Pública Benedito Leite é um patrimônio cultural do Maranhão. Justamente por isso, precisa ser fortalecida por meio de políticas públicas consistentes, e não sustentada pelo sacrifício daqueles que já enfrentaram enormes dificuldades para publicar seus livros. Beira a crueldade a administração da Biblioteca aceitar com normalidade que escritores entreguem suas obras gratuitamente àquele templo do conhecimento. Tudo lá dentro é pago — água, luz, limpeza, segurança, reformas, conservação, restauro, etc. Por que a atividade-fim da Biblioteca deveria contar com o beneplácito da parte mais frágil do sistema?

Valorizar um escritor não é apenas abrir espaço para uma fotografia no momento da entrega de um exemplar. Valorizar um escritor é reconhecer que seu trabalho possui valor econômico, intelectual e cultural. É comprar seus livros para que eles integrem o acervo público, remunerando dignamente quem dedicou anos de estudo e trabalho para produzi-los.

Assim como a viúva do Evangelho deu tudo o que tinha, muitos escritores maranhenses também entregam à Biblioteca Pública exemplares que lhes custaram meses — às vezes anos — de trabalho e investimento. A diferença é que, no episódio bíblico, aquela oferta possuía um sentido religioso; aqui, a doação acaba suprindo uma responsabilidade que deveria ser do Estado. Bibliotecas públicas existem para preservar livros; governos existem para garantir que eles cheguem às estantes por meio de políticas públicas, e não pela renúncia de quem os escreveu.


* Jáder Cavalcante é professor, revisor de textos e escritor de literatura pedagógica (português e inglês) e ficcional. É membro fundador da Academia Literária do Maranhão (ALMA), onde ocupa a cadeira 21, patroneada por Aluísio Azevedo.

POESIA - ANDARANDEI - TORQUATO NETO

andarandei


não é o meu país

é uma sombra que pende

concreta

do meu nariz

em linha reta

não é minha cidade

é um sistema que invento

me transforma

e que acrescento

à minha idade

nem é o nosso amor

é a memória que suja

a história

que enferruja

o que passou


não é você

nem sou mais eu

adeus meu bem

(adeus adeus)

você mudou

mudei também

adeus amor

adeus e vem


Torquato Neto 

SEXTOU COM MUÇÃO

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

CRÔNICA - O DUELO ENTRE A GRAMÁTICA E A VOZ - ZEZINHO CASANOVA


O DUELO ENTRE A GRAMÁTICA E A VOZ 


Na praça central de Bacabal, o sol já tinha decretado trégua e a lua começava a subir por trás da torre da Igreja de Santa Teresinha. O povo se aglomerava em um círculo imperfeito, atraído não por milagres, mas por uma briga de palavras que prometia ser mais sangrenta que briga de faca. De um lado, ajustando o nó de uma gravata borboleta que parecia estrangular seu pescoço fino, estava o Professor Aderbal, gramático emérito, autor de três manuais de sintaxe e terror de gerações de alunos do Colégio Nossa Senhora dos Anjos. Do outro, com um chapéu de couro puído e uma viola que parecia extensão de seu braço, estava Chico Timbira, repentista cuja fama corria o Mearim mais rápido que notícia ruim.

O tema do duelo fora sorteado por uma menina da plateia: "A Língua do Povo".

Aderbal tomou a frente, pigarreando como se fosse iniciar uma aula magna. Ergueu o dedo indicador, rígido como uma régua.

— Nobre auditório, peço vênia e atenção,

Para expor com clareza a correta dicção.

A língua é um templo, sagrado e formal,

Não se deve macular com gíria de quintal.

Sujeito e predicado em nupcial harmonia,

Seguindo a norma culta, a luz da sabedoria.

Quem fala 'nós vai' comete um pecado mortal,

Pois fere a concordância, o pilar gramatical!

Houve aplausos tímidos, vindos principalmente das professoras aposentadas que ocupavam os bancos da frente. Aderbal sorriu, satisfeito com sua defesa da pureza linguística.

Chico Timbira nem se mexeu. Apenas dedilhou a viola, tirando um acorde menor que soou como um lamento zombeteiro. Olhou para o professor com a paciência de quem ensina o caminho da roça a um doutor perdido.

— Seu doutor fala bonito, com a boca cheia de dente,

Mas esquece que a língua é bicho vivo e quente.

O povo não pede licença pra dizer o que sente,

O 'nós vai' chega mais rápido, atropela o presente.

Sua gramática é cerca de arame farpado,

Prende o boi no pasto, deixa o verso amarrado.

Mas minha viola é vento, pulando o cercado,

E a fala do povo corre solta, sem pecado!

A plateia explodiu. Risos, assobios. Um homem gritou:

- Eita, que o violeiro deu um nó na gravata do professor!

Aderbal sentiu o rosto queimar. Aquilo era uma afronta à lógica. A língua não podia ser "bicho solto". Sem regras, haveria o caos. Sem a norma, como diferenciaríamos a barbárie da civilização?

Ele respirou fundo e contra-atacou, buscando refúgio nos clássicos.

— Citas o vento, ó bardo de estrada e poeira,

Mas esqueces Camões, a nossa grande bandeira!

A língua de Lusa não é feita de asneira,

Exige estudo, suor e labuta inteira.

Seu verso é improviso, carece de estofo,

É como casa de taipa, de barro e de mofo.

A minha sintaxe é pedra, alicerce robusto,

E teu linguajar chulo me causa só susto!

Chico Timbira riu alto, um som que ecoou na praça.

— Camões era caolho, mas enxergava longe,

Não ficava trancado rezando como monge.

Ele viveu no mar, na guerra, na confusão,

A língua dele tinha sal, sangue e paixão.

O senhor quer prender a palavra no dicionário,

Fazer dela museu, coisa de antiquário.

Mas a palavra quer rua, quer feira, quer bar,

Quer ser dita errada pra poder se misturar!

O povo vibrava. Aderbal percebeu que estava perdendo o terreno. Sua lógica cartesiana não tinha poder contra a força telúrica do repente. A gramática era uma ferramenta de exclusão; o repente era uma festa de inclusão.

— Misturar é confundir! — gritou Aderbal, perdendo a métrica e a compostura. — É nivelar por baixo! É destruir o patrimônio!

Chico Timbira parou a viola. O silêncio caiu pesado. Ele se aproximou do professor, olhando-o nos olhos.

— Doutor, patrimônio é o que o povo guarda no peito,

Não o que tá no livro, mofando no leito.

A língua só morre quando ninguém mais a usa,

E o senhor tá matando ela com esse nó na gravada.

Solta o nó da gravata, deixa o verbo correr,

Que a gramática serve pra gente se entender,

Mas na hora do aperto, do choro e do riso,

A gente fala como o coração pede, sem juízo.

Com um último acorde rasgado, Chico encerrou o duelo. A praça inteira aplaudiu, não apenas o vencedor, mas a verdade que ele cantara. Aderbal ficou ali, parado, sentindo o peso de seus manuais e a leveza insuportável da língua viva que o cercava.

- Seu Chico eu  tenho uma admiração secreta por vocês violeiros. – Admitiu o professor.

-E eu pelos professores, mas não tive oportunidade de estudar. – Respondeu chico.

- Quero te confessar uma coisa. – Afirmou Aderbal.

- Diga meu amigo letrado. -  . Pediu o violeiro.

- Meu avô falava igualzinho o senhor.

Silêncio.

- Então o senhor já conhecia essa língua desde menino.

 Ambos sorriram. Lentamente, Aderbal levou a mão ao pescoço e afrouxou o nó da gravata.

José Casanova

Professor, Jornalista, Escritor e Cronista

Membro da Academia Bacabalense de Letras

POESIA - FERNANDO PESSOA


Não sou nada.

Nunca serei nada.

Não posso querer ser nada.

À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,

Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é

(E se soubessem quem é, o que saberiam?),

Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,

Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,

Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,

Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,

Com a morte a pôr umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,

Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.


Fernando Pessoa 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

ORLEAN E EDVALDOARRASTAM MULTIDÃO

O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, e o pré-candidato a vice-governador em sua chapa, Edivaldo Holanda Júnior, deram início a uma nova etapa da pré-campanha em São Luís. A primeira agenda desse novo momento aconteceu em uma grande festa popular na ultima segunda-feira (6), na área Itaqui-Bacanga, onde eles foram calorosamente recebidos por cerca de 10 mil moradores e lideranças comunitárias dos mais de 50 bairros que compõem a região. 

A partir de agora, Orleans e Edivaldo percorrerão juntos todas as regiões da Ilha e do Maranhão, dialogando com a população e ouvindo as principais demandas de cada comunidade para subsidiar a construção do plano de governo.

No ato, que contou também com a presença do governador Carlos Brandão, Orleans iniciou seu pronunciamento agradecendo ao ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior por ter aceitado integrar o projeto  político ao seu lado. Ele destacou a trajetória administrativa de Edivaldo à frente da Prefeitura de São Luís e afirmou que o reconhecimento que ele usufrui hoje da população é reflexo do grande trabalho realizado durante sua gestão, principalmente nos bairros da periferia, onde tem grandes feitos.

Quero começar agradecendo ao Edivaldo por ter aceitado caminhar ao nosso lado. Ele deixou a Prefeitura de São Luís com cerca de 80% de aprovação, resultado do excelente  trabalho que realizou em toda a capital. Tenho certeza de que sua experiência será fundamental para construirmos esse novo projeto e que ele nos ajudará muito a planejar importantes  ações para São Luís”, afirmou. 

Na sequência, Orleans  ressaltou que Edivaldo conhece profundamente a realidade das comunidades ludovicenses, enfatizou sua atuação em setores estratégicos da administração pública, especialmente infraestrutura urbana e assistência social, área  que foi desmantelada na atual gestão.

Não tenho dúvidas de  que escolhemos o melhor pré-candidato a vice que poderíamos ter. Edivaldo sabe como trabalhar por São Luís. Tem grandes feitos aqui na área Itaqui-Bacanga e em toda a capital, além de conhecer as comunidades ludovicenses como ninguém.”, afirmou Orleans.

Na ocasião, ele assumiu ainda o compromisso de priorizar investimentos voltados aos bairros da área Itaqui-Bacanga, que enfrentam problemas históricos relacionados à deficiência dos serviços públicos municipais, especialmente nas áreas do transporte coletivo, de infraestrutura e mobilidade urbana.

O novo ciclo da pré-campanha ocorre em um cenário de crescimento em São Luís. Levantamentos recentes têm apontado avanço de Orleans Brandão na capital maranhense, refletindo a intensificação de sua presença junto às comunidades  ludovicenses. Edivaldo Holanda Júnior chega nesse momento para reforçar ainda mais o projeto político para a capital, onde tem grandes feitos. 

Ao iniciar a caminhada pela região Itaqui-Bacanga, Edivaldo Holanda Júnior destacou o simbolismo do momento e relembrou sua relação histórica com a comunidade. “Hoje é um dia muito especial. Estamos começando essa nova caminhada pela região Itaqui-Bacanga, uma área onde deixei muitas marcas positivas, fruto de muito trabalho e compromisso com a população”, disse.

Edivaldo lembrou das transformações que proporcionou à área quando esteve à frente  da Prefeitura de São Luís e afirmou que agora o sentimento é de abandono.

Executamos muitas obras que transformaram São Luís e esta região, como o Hospital da Mulher, obras de drenagem profunda em pontos críticos, pavimentação asfáltica de dezenas de ruas, reforma de unidades de saúde e tantas outras ações que melhoraram a vida da população ludovicense”, ressaltou.

Durante o discurso, ele também lamentou o distanciamento entre  Poder Municipal e as lideranças politicas nos últimos anos. “Infelizmente, há muito tempo as lideranças de São Luís deixaram de ser ouvidas. Isso é algo lamentável porque é ouvindo as pessoas que conseguimos conhecer os problemas e construir as soluções que elas realmente precisam”, frisou. 

Encerrando sua fala, Edivaldo convocou os moradores da região Itaqui-Bacanga a se engajarem na pré-campanha e ampliarem a mobilização em favor da continuidade das ações desenvolvidas no estado. “Eu peço a cada um de vocês que caminhe conosco. Vamos de casa em casa, conversar com as famílias, levar essa mensagem de esperança e de trabalho. Vamos mostrar que esse grupo tem compromisso com o Maranhão e que precisa continuar realizando as obras e as ações que transformam a vida das pessoas”, concluiu

PREFEITURA DE BACABAL REALIZA FESTIVAL DO PESCADOR ARTESANAL NO POVOADO JARDIM NESTE SABADO (12)


Prefeitura de Bacabal realiza 1º Festival do Pescador Artesanal no Povoado Jardim neste sábado (11)

A Prefeitura de Bacabal realiza neste sábado, dia 11 de julho, o 1º Festival do Pescador Artesanal do Povoado Jardim, um evento voltado à valorização da cultura ribeirinha, das tradições locais e do trabalho dos pescadores artesanais do município.

A programação terá início às 7h da manhã e contará com uma série de atividades esportivas, culturais e recreativas ao longo de todo o dia. O festival terá partidas de futebol masculino e feminino, competição de tarrafa, concurso do melhor jogador de tarrafa, concurso de história de pescador, disputa do melhor prato de pescado, campeonato infantil de baladeira, corrida de canoas, apresentações culturais, concursos de dança e diversas premiações.

Além de celebrar as tradições das comunidades ribeirinhas, o evento busca reconhecer a importância dos pescadores artesanais para a cultura e a economia local, promovendo um momento de integração entre moradores, visitantes e comunidades da região.

O encerramento da programação acontece a partir das 20h, com apresentações musicais de Eva Gomes e da Radiola Império do Rei, garantindo muita animação para o público presente.

O 1º Festival do Pescador Artesanal do Povoado Jardim é uma realização da Prefeitura de Bacabal, por meio da gestão Nova Bacabal, reforçando o compromisso do município com a valorização das manifestações culturais e das comunidades tradicionais.

NOVA PESQUISA, NOVO CENARIO




Pesquisa Econométrica, contratada pelo Jornal Pequeno, deve ser a primeira a mensurar o atual cenário eleitoral no Maranhão, após a mudança de rota do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), que desistiu de disputar o Governo do Maranhão e disputará uma vaga ao Senado.

O levantamento foi registrado no dia 06 de julho e ouviu 1.598 nos quatro primeiros dias do mês. A tendência é que a pesquisa seja divulgada no dia 12 de julho.

Para o Governo do Maranhão, o levantamento disponibilizou sete nomes: André Luís (Missão), Eduardo Braide (PSD), Enilton Rodrigues (PSOL), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB), Roberto Rocha (Novo) e Saulo Arcangeli (PSTU).

O detalhe é que a pesquisa foi a primeira a incluir o nome dos atuais sete pré-candidatos ao Governo do Maranhão. A pesquisa Real Big Data, que pode ser divulgada hoje, quarta-feira (08), não incluiu o nome de Saulo Arcangeli (PSTU).

Para o Senado, a pesquisa disponibilizou doze nomes ao eleitor: André Fufuca (PP), Antonia Cariongo (PSOL), Duarte Jr. (Avante), Eliziane Gama (PT), Hilton Gonçalo (Mobiliza), Lahesio Bonfim (Novo), Pedro Lucas (União Brasil), César Pires (PSD), Roseana Sarney (MDB), Simplício Araújo (DC), Weverton Rocha (PDT) e Franklin Douglas (PSOL)