domingo, 30 de agosto de 2026

COLUNA DO DR. ERIVELTON LAGO -DOM QUIXOTE, A VIDA REAL E O DIREITO DE INTERPRETAR: EM DEFESA DE HUMBERTO BOULHOSA

DOM QUIXOTE, A VIDA REAL E O DIREITO DE INTERPRETAR: EM DEFESA DE HUMBERTO BOULHOSA

Eu não li a obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de La Mancha. Porém, no ensino médio tive que resumi-la para apresentar um trabalho de escola para nota de fim de ano. O meu professor de história, me passou essa tarefa para um trabalho de equipe. Confesso que gostei, mas não dei a mínima para o que li. Afinal eu queria apenas ir para o terceiro ano. Porém, daí em diante sempre gostei de rever trechos ou resumos sobre o aventureiro. Depois me chamou a atenção a versão em um filme de Peter Yates, em meados de 2005. Vi no filme muitas coisas que não batiam com o livro, mas, e daí, filme é filme! Na verdade, a obra literária de Cervantes não termina quando o escritor coloca o ponto final. Às vezes, é justamente ali que ela começa. O texto sai das mãos do autor, encontra leitores e passa a admitir interpretações, divergências e até controvérsias. Alguns leitores não interpretam nada. Contudo, recentemente, vem ocorrendo uma interessante discussão silenciosa entre dois amigos advogados criminalistas: Marco Mejia, do Rio Grande do Sul, e Humberto Boulhosa, do Pará.

No livro, O Cirineu Farol da Advocacia, Humberto Boulhosa, ao fazer referência ao personagem imortal de Miguel de Cervantes, escreve, na página 130, que Dom Quixote “lê tanto sobre esses heróis e suas aventuras ao ponto de perder a noção da realidade”.

Marco Mejia faz uma objeção. Segundo sua leitura, a afirmação não representaria adequadamente toda a complexidade da obra de Cervantes. Invoca, inclusive, determinada compreensão atribuída à tradição interpretativa italiana, segundo a qual Dom Quixote jamais teria verdadeiramente perdido a noção da realidade. A crítica é intelectualmente legítima. O problema está em transformá-la numa demonstração de que Boulhosa não conhece Dom Quixote. Aí me parece que se vai longe demais.

E por uma razão muito simples: o próprio texto de Cervantes oferece sustentação para a interpretação empregada por Boulhosa. Logo no início da obra, Cervantes associa expressamente as leituras excessivas dos romances de cavalaria à alteração do juízo de Alonso Quijano. Essa relação entre leitura, imaginação e perda do juízo não é uma invenção posterior dos leitores. É um dos mecanismos narrativos utilizados pelo próprio Cervantes. Estudos contemporâneos sobre a obra observam precisamente que o narrador apresenta o fidalgo como alguém que leu tantas histórias de cavalaria que passou a tomá-las como verdadeiras e a projetar sobre o mundo presente a realidade épica dos cavaleiros andantes. Nesse ponto, errou o meu querido amigo Mejia. A obra de Cervantes tem mais de 1.000 páginas. 

O advogado Boulhosa resumiu a obra, didaticamente, em 3 páginas, pois o seu livro, O Cirineu, é apenas um “farol da advocacia”, não é um tratado sobre metafísica. A própria narrativa de Cervantes oferece exemplos inequívocos de um mundo fantasioso. Dom Quixote acredita na realidade histórica dos cavaleiros de seus livros e procura reproduzir suas aventuras no mundo concreto. Em determinado diálogo, o cônego questiona como aquelas leituras puderam afetar de tal maneira seu juízo; Dom Quixote responde reafirmando sua crença nos cavaleiros andantes. Um homem que acredita em cavaleiro andante, é o mesmo que acredita em cavaleiro errante que sai pelo mundo sem eira e nem beira, sem rumo a combater injustiça. Claro, Dom Quixote “Quijano” realmente perdera o juízo. 

Portanto, dizer que ele “perde a noção da realidade” não constitui, por si só, erro literário. É claro que a questão é mais sofisticada. Dom Quixote não perde permanentemente toda e qualquer capacidade racional. Ele é capaz de conversar, argumentar, demonstrar inteligência, formular juízos e, em muitos momentos, revelar uma sabedoria extraordinária. Sua relação com a realidade é ambígua. Há estudos e até as películas do cinema ressaltam exatamente essa tensão entre razão e delírio: diante do mundo exterior, ele interpreta determinados fatos segundo o universo cavaleiresco que construiu para si.

É aí que encontro mérito na observação de Mejia. Se alguém interpretar a frase de Boulhosa em sentido clínico, absoluto e permanente, como se Dom Quixote tivesse perdido completamente qualquer contato com a realidade durante toda a narrativa, a afirmação realmente exigiria ressalvas. Mas não me parece que seja isso que Boulhosa esteja dizendo. Boulhosa escreve literatura. E a literatura trabalha também com metáforas, sínteses e imagens. “Perder a noção da realidade”, naquele contexto, pode perfeitamente significar que o personagem permitiu que o universo imaginário das leituras se sobrepusesse ao mundo sensível. E é exatamente isso que acontece quando um moinho deixa de ser apenas um moinho porque, aos olhos de Dom Quixote, tornou-se um gigante.

O moinho continua existindo. A realidade objetiva não mudou. Quem mudou foi o olhar de Dom Quixote sobre ela. E talvez esteja justamente aí uma das maiores genialidades de Cervantes. Dom Quixote não vive simplesmente fora da realidade. Ele reinterpreta a realidade a partir da fantasia que passou a habitar dentro dele. Por isso, a fronteira entre loucura, imaginação, idealismo e realidade constitui uma das riquezas inesgotáveis do personagem. Há inclusive crítica cervantina que identifica dois níveis nessa “loucura”: a crença de que os romances de cavalaria relatavam fatos verdadeiros e a convicção de que ele próprio poderia restaurar aquele universo cavaleiresco no mundo em que vivia.

Por essa razão, fico, nessa pequena controvérsia literária, mais próximo da formulação de Humberto Boulhosa, sem considerar equivocada a provocação de Marco Mejia que é um homem inquieto, mas a inquietude não pode se transformar em uma crítica que beira a deslealdade. Mejia, assim percebo, chama nossa atenção para a complexidade filosófica de Dom Quixote. Boulhosa utiliza uma síntese literária de Dom Quixote. As duas coisas não são incompatíveis. Talvez o equívoco esteja apenas em exigir de uma frase metafórica aquilo que exigiríamos de uma tese acadêmica sobre Cervantes. Imagino que uma metáfora não precisa carregar nas costas quatro séculos de crítica literária para ser legítima. 

Aliás, há uma ironia deliciosamente cervantina nessa discussão: estamos debatendo se Dom Quixote perdeu ou não a noção da realidade justamente porque Cervantes conseguiu criar um personagem no qual realidade e imaginação nunca permanecem inteiramente separadas. “Dom Quixote vê aquilo que os outros não veem”. Acho que um dia ouvi isso do professor de história, o maranhense Teixeira. Onde há hospedaria, encontra castelo. Onde existe uma mulher comum, encontra Dulcineia. Onde existem moinhos, aparecem gigantes. E onde a realidade lhe oferece uma vida ordinária, ele encontra a possibilidade extraordinária da aventura.

Por isso, quando Humberto Boulhosa escreve que Dom Quixote leu tanto sobre heróis e aventuras “ao ponto de perder a noção da realidade”, não vejo desconhecimento da obra. Vejo uma metáfora perfeitamente defensável, amparada, inclusive, pelo ponto de partida narrativo escolhido pelo próprio Cervantes. Marco Mejia tem razão ao advertir que Dom Quixote é maior e mais complexo do que a simples figura de um homem desconectado da realidade. Mas Humberto Boulhosa também tem razão ao perceber que alguma ruptura com a realidade precisava acontecer para que Alonso Quijano pudesse transformar-se em Dom Quixote. Porque, se ele enxergasse apenas aquilo que todos enxergavam, o moinho continuaria sendo moinho, a hospedaria continuaria sendo hospedaria e Alonso Quijano jamais teria se tornado Dom Quixote de La Mancha.

E talvez seja essa a beleza definitiva do personagem: Dom Quixote não perdeu simplesmente a realidade. Ele ganhou outra. Uma realidade impossível para os outros, mas suficientemente verdadeira para fazê-lo montar em Rocinante e sair pelo mundo em busca de novas aventuras em companhia de Boulhosa e Mejia.

Erivelton Lago  - Advogado Criminalista. 

DIAGNOSE - COLUNA DO DR.OTAVIO PINHO FILHO - OSTEOGÊNESE IMPRRFEITA

Osteogênese imperfeita tipo I é o tipo mais leve. Algumas crianças podem ter apenas os sintomas de esclera azulada e dor muscular e nas articulações causadas por articulações frouxas. As crianças com esse tipo podem ter um risco maior de sofrer fraturas durante a infância.

A osteogênese imperfeita tipo II é o tipo mais grave e é fatal. Os bebês geralmente nascem com muitos ossos partidos. O crânio pode ser tão macio que ele não consegue proteger o cérebro contra a pressão exercida na cabeça durante o parto e isso pode causar hemorragia dentro e ao redor do cérebro e resultar no natimorto. Estes bebês têm braços e pernas curtos e escleras azuladas. Os bebês com esse tipo podem morrer subitamente nos primeiros dias ou semanas de vida.

A osteogênese imperfeita tipo III é o tipo mais grave que não é fatal. As crianças com este tipo têm uma estatura bastante baixa e coluna curvada e sofrem de fraturas frequentes. Este tipo faz com que os ossos se quebrem com lesões mínimas, geralmente quando as crianças começam a andar. Essas crianças também têm um crânio muito grande e um rosto com formato triangular, causado pelo desenvolvimento acentuado da cabeça e o subdesenvolvimento dos ossos da face. Deformidades do tórax são comuns. A cor da esclera varia.

A osteogênese imperfeita tipo IV varia amplamente em gravidade e pode causar deformidades. A criança com esse tipo tem ossos que se fraturam facilmente durante a infância, antes da puberdade. A cor da esclera é normalmente branca. A criança tem baixa estatura. Crianças com esse tipo podem se beneficiar do tratamento e a taxa de sobrevida é alta.

A osteogênese imperfeita tipo V pode incluir o endurecimento da membrana entre os ossos do antebraço, o que limita a mobilidade. As crianças têm um osso do braço (rádio) deslocado na altura do cotovelo. Os ossos podem crescer de forma anômala enquanto cicatrizam de fraturas.

Diagnóstico de osteogênese imperfeita

Antes do nascimento, às vezes, um ultrassom pré-natal, biópsia de vilosidades coriônicas ou amniocentese

Após o nascimento, avaliação médica e, às vezes, análise celular ou exames genéticos

Antes do nascimento, a osteogênese imperfeita pode ser detectada em gestantes por meio de um ultrassom pré‑natal. É possível que os médicos façam outros exames, tais como uma biópsia de vilosidades coriônicas ou uma amniocentese, para fazer o diagnóstico.

Após o nascimento, o médico faz o diagnóstico da osteogênese imperfeita com base nos sintomas e no resultado de um exame físico. Caso o diagnóstico não esteja claro, o médico pode coletar uma amostra de pele para ser examinada ao microscópio (biópsia) para analisar um tipo de célula do tecido conjuntivo denominada fibroblasto ou ele pode coletar uma amostra de sangue para examiná‑la quanto à presença de determinados genes.

As radio­grafias podem mostrar as estruturas ósseas anômalas sugestivas de osteogênese imperfeita.

Um exame denominado audiometria costuma ser realizado na infância para monitorar a audição.

Tratamento de osteogênese imperfeita

Bifosfonatos

Hormônio do crescimento

Às vezes, denosumabe, teriparatida e/ou suplementos de vitamina D

Não existe cura para a osteogênese imperfeita, mas existem tratamentos disponíveis para controlar os sintomas e algumas complicações.

Um tipo de medicamento denominado bifosfonato pode ajudar a fortalecer os ossos e diminuir a dor óssea e reduzir o risco de fraturas e da curvatura da coluna vertebral. Os bifosfonatos podem ser administrados por via intravenosa (por exemplo, o pamidronato ou o ácido zoledrônico) ou tomados por via oral (alendronato).

As injeções do hormônio do crescimento, além dos bifosfonatos, podem melhorar o crescimento e a resistência dos ossos em algumas crianças.

O denosumabe é um medicamento semelhante aos bifosfonatos, pois ajuda a prevenir a perda óssea e ele costuma ser administrado na forma de injeção. Ele pode ajudar algumas pessoas com osteogênese imperfeita.

A teriparatida é uma forma sintética do hormônio da paratireoide. Esse medicamento estimula a formação e aumenta a resistência dos ossos. Ele é administrado na forma de injeção sob a pele. A teriparatida não pode ser administrada a crianças.

A vitamina D é uma vitamina que ajuda o corpo a absorver cálcio e fósforo, que são essenciais para se ter ossos saudáveis. Se pessoas com osteogênese imperfeita não tiverem uma quantidade suficiente de vitamina D (deficiência de vitamina D), os médicos administram suplementos de vitamina D.

Os médicos tratam os ossos fraturados da mesma maneira que tratariam crianças que não têm osteogênese imperfeita. No entanto, os ossos fraturados em crianças com osteogênese imperfeita podem se deformar ou não crescer. Assim, o crescimento pode ficar permanentemente estagnado em crianças com vários ossos quebrados e as deformações ocorrem com frequência. Para poder estabilizar o crescimento e prevenir fraturas, é possível que os médicos implantem cirurgicamente hastes metálicas em ossos longos, tais como os braços e as pernas.

Fisioterapia e terapia ocupacional ajudam a melhorar o funcionamento e a fortalecer os músculos. Tomar medidas para evitar até mesmo lesões menores pode ajudar a prevenir fraturas.

Algumas crianças com perda auditiva podem se beneficiar com um implante coclear (um aparelho que converte as ondas sonoras em sinais elétricos que são enviados a eletrodos implantados no ouvido interno).



MISSA DE SETIMO DIA DE CAZUZA


sábado, 29 de agosto de 2026

RAPIDNHAS DO SÁBADO

E com essa frase abriremos a nossa coluna de hoje.

++++++++++

E seguimos com essas reflexões 

++++++++++

E aí vai mais uma dica de português pra você aumentar o seu vocabulário 

++++++++++

E no último domingo,  o cantor bacabalense Alisson Jardim e Raquel, estiveram no Turu IV , no apartamento da linda Kelly, que foi esposa do saudoso Dr. Itaguacy Coelho. A alegria tomou conta do ambiente e lá estavam presentes,:  Azevedo irmão de Anne e sua esposa Daniele

+++++++++

E quem esteve na minha residência na tarde da última segunda-feira, foi o empresário Rachid Trabulsi Júnior, o popular Rachidim. Ele que saia de uma consulta médica, aproveitou para um cafezinho e uma boa conversa.

++++++++++

E quem esteve no último final de semana no Estádio Castelão, em São Luís, pra ver o MAC - Maranhão Atlético Clube jogar, contra o Itabaiana,  foi o professor, físico, matemático, cientista, escritor, poeta, cantor, compositor, escritor e DJ Jorge Passinho. O multifacetado vibrou com a vitória por 4x1.

++++++++++++

Outro torcedor do Maranhão Atlético Clube que foi ao Castelão pra ver a goleada  do Bode Gregório, foi o cantor, enólogo, aviador e advogado Dr. Geraldo Brasil. Ele foi acompanhado da esposa Aurilene e da filha Maria Valentina.

++++++++++

E quem estará em Bacabal na noite das estrelas , na entrega do troféu Bacabal, é a miss universo pré -teen Natalia Silva, a NattY. Ela que recebeu um convite e vai se apresentar em Angola, aparece com a Miss Maranhão Pré Teen Thais Lima.

+++++++++

E para este sábado, a linda  empresária, estilista e atriz Jan Lima, preparou uma performance para deixar o nosso dia bem mais bonito.

+++++++++

E quem aderiu a moda fitness, foi a funcionária pública Sheylla Branco. A bela menina acorda cedinho e sai para uma longa caminhada, seguida de puxados exercícios físicos. A consultora de moda está arrasando.

++++++++++

E o compositor e poeta R. Cavalcante, me enviou um clipe muito engraçado da música " O Paulo Entrou" do saudoso cantor Dió. Adorei e matei a saudade do meu grande amigo

++++++++++

E quem acompanha as redes sociais do Dr. Bento Vieira, viu que no último final de semana, apesar de vários posts, dois merecem destaque. O primeiro, ele se mostra abatido, assustado e  com um ar de decepção , logo após a passagem do candidato a senador Lahesio Bonfim pelo parque aquático Dona Benta.

https://www.instagram.com/reel/DcWpmM1DHn2/?igsi=MWxyNjFiOG5ubmxtbg==

Já o segundo ele aparece irritado, raivoso e detonando o candidato a Governador Eduardo Braide e o coordenador da campanha Marcos Miranda.

https://www.instagram.com/reel/DcbSmLJB3ba/?igsi=ZzE5bjhheHc4N2Fj

https://www.instagram.com/reel/DcbT_J_BjgL/?igsi=MXh5enJqdXZybjNjZg==

+++++++++

E como as redes sociais não perdoam, o candidato a deputado federal Bento Vieira ou Bento Pitbull como também é conhecido, deu uma forte mordida naquele que ele mais incentivou na sua candidatura a  Vereador, o Antônio Cutrim, aquele que se auto intitulou de Polêmico. Foi mesmo muito bafafá.


+++++++++

E achei a última foto que fiz com meu amigo cantor, fotógrafo, museólogo  Guido Maranhão, dias antes dele partir pra eternidade. 
+++++++
E na última terça feira, eu perdi um grande amigo e o Brasil perdeu um grande músico. Júnior Barreto era um exímio violonista,  tocou comigo em shows, bares, festivais e gravações de discos. Era muito requisitado. Vá em paz.
++++++++++
Banda Progença, me acompanhou em muitos shows por muitos anos - Kadu Ribeiro - Baixo, Berg - Teclados, Oliveira  -- Bateria e percussão, Zé Lopes - Voz, Mano Lopes - Violão, Júnior Barreto, Guitarra e violão.
Júnior Barreto, você vai fazer muita falta aqui na terra, mas o céu ganhou um grande músico.
++++++++++
Recebi na manhã de quarta-feira em minha residência, a agente de Saúde Luciene Frazão e a  enfermeira Camila Mesquita. Simpáticas e grandes profissionais , respondi muitas perguntas relativas a minha saúde e já fui encaminhado para alguns exames.  
++++++++
E o nosso querido amigo Teté, que sofreu uma lesão no pé,b goza da comodidade e do conforto de fazer seu tratamento em casa com a enfermeira esteta Dawyane Alencar, especialista em tratamento de feridas.
++++++++++
E em São Luís, quem esteve na noite da última quarta feira no Teatro Arthur Azevedo vendo a Orquestra da Polícia Militar do Maranhão se apresentar, foi o atleta sênior e professor Silinha. O garoto ficou encantado com o que viu e ouviu
++++++++++
E já está chegando o novo livro do bacabalense Zé Lopes, "Repente Urbano". Diagramado e revisado por Marcelo Chalvinski, orelhas escritas pelo poeta Paul Getty e prefácio do poeta e advogado Dr  Edivaldo Santos, a obra literária tem o patrocínio de Roberto Costa, Mayra Sampaio Pires, Edvan Brandão e João Alberto.  Em poucos dias estarão a venda.

+++++++++

 Local: RESTAURANTE GRAMA VERDE - Parque Araçagy - São José de Ribamar-Ma 

data: 07 de setembro a partir das 14h

++++++++

 Essa semana o médio Mearim teve um evento grandioso realizado pela UEMA,bfoi o Congresso Intersaberes na era da IA,e,a Professora Doutora Lindoracy Santos,  submeteu o trabalho   NEUROTECNOLOGIA E DESIGN DE AMBIENTES DE APRENDIZAGEM :A MODULAÇÃO DA CARGA COGNITIVA VIA INTERFACES CÉREBRO- COMPUTADOR.

Dra. Lindoracy Santos: irá  brevemente  para os EUA   aprimorar conhecimentos na área!

++++++++++







E revirando o álbum de recordação em busca de preciosidades encontramos essa no acervo do Blog. Nesse último sábado de agosto, lembrando da Expoaba, o saudoso cantor Adelino Nascimento ladeado pelos amigos Tita Vasco e Zé Lopes 

++++++++++

E a galera da charge 

++++++++++

A turma da montagem foi de palavras esquecidas

+++++++++

E como somos o país da piada pronta escolhemos essas para alegrar o nosso sábado

++++++++++

E a nossa coluna de hoje tem o oferecimento de Point dos Mariscos.

+++++++++

E com essa frase encerraremos a nossa coluna de hoje.

++++++++++

E aí meu amigo Lambal , a política chegou, e tem gente comprando voto. O que o senhor acha?



sexta-feira, 28 de agosto de 2026

CANTORIA SOLIDÁRIA REUNE ARTISTAS MARANHENSES NO MIOLO CAFÉ BAR

SÃO LUIS - Cantoria Solidária reúne artistas maranhenses no Miolo Café Bar


A música maranhense se reuniu em uma noite de solidariedade no Miolo Café Bar, na Avenida Litorânea, durante a Cantoria Solidária a Beto Ehong. O encontro contou com a presença de nomes como Wilson Zara, Sérgio Habibe, Flávia Bittencourt, Nosly, Marcony Almeida, Aziz Jr. e outros artistas.

A noite também celebrou o aniversário de Flávia Bittencourt, reunindo músicos, poetas e amigos em um momento de confraternização e arte.

Entre as participações, estiveram a poetisa Cássia Pires e o poeta e escritor Marcello Chalvinski, que recitou o poema Umbral, criando a introdução para a canção Retrovisor, de Fagner, interpretada por Wilson Zara

UMBRAL


nos dentes cegos

de uma certa palavra

tudo evaporava


só uma antiga alegria

por força de incerta magia

sobreviveu incrustada


tal palavra despossuía

o perfume próprio que exalava

& em cada morfema jazia

uma flor que a devorava


o significado da palavra

constantemente evoluía

pois o seu significante 

também se transformava


máquina fora da linguagem

a miragem temporal resultante

exibia uma única engrenagem

& um silêncio epistolar repetia

cada instante é uma mensagem

um dia tudo será poesia.


Marcelo Chalvinski 

PROLONGAMENTO DA AVENIDA LITORÂNEA QUASE CONCLUIDA

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), recebeu, na tarde de ontem, quinta-feira (27), o ministro das Cidades, Vladimir Lima, e juntos estiveram visitando a obra de prolongamento da Avenida Litorânea

Na oportunidade, Brandão afirmou que a obra está 84% concluída e que será entregue a população maranhense no fim do mês de setembro. O governador fez questão de ressaltar e agradecer a parceria com o Governo Lula para a obra que vai mudar a realidade da Grande Ilha.

“A nova Litorânea está avançando. Hoje, recebemos o ministro das Cidades, Vladimir Lima, para acompanhar de perto essa obra que já está 84% concluída e que vai transformar a mobilidade na Grande Ilha. Uma parceria do nosso governo com o presidente Lula para melhorar a vida dos maranhenses, com mais mobilidade e infraestrutura”, destacou o governador.

Ê TA MARANHÃO PRA TER PESQUISA!

 

Depois do registro das pesquisas INOP, pelo Jornal Pequeno, e Aferir, pelo Jornal O Imparcial, tivemos mais um levantamento registrado para mensurar o atual momento eleitoral no Maranhão.

A pesquisa é do IPSensus e foi registrada pelo Farol Pesquisa e Comunicação no dia 26 de agosto. O levantamento ouvirá 1.000 eleitores, entre os dias 24 e 29 de agosto, com data prevista de divulgação para 01 de setembro.

Com isso, até agora, teremos três pesquisas no Maranhão divulgadas na próxima semana

LULA VENCERIA APERTADO NO SEGUNDO TURNO, DIZ PESQUISA

 De acordo com pesquisa do instituto Poder Data/Aya, sobre as eleições para a Presidência do Brasil,  divulgada na noite de ontem, quinta-feira (27), teríamos um empate técnico no 2º Turno do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com os seus três principais adversários: Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

No cenário estimulado de 1º Turno, a pesquisa mostrou Lula com 38% e Flávio com 35%, o que também seria considerado empate técnico.

Num confronto de Lula e Flávio Bolsonaro no 2º Turno, o petista teria 45% contra 44% do filho do ex-presidente, com 9% de Branco/nulo e 2% Não sabem.

Num confronto de Lula e Romeu Zema no 2º Turno, o petista teria 44% contra 43% do ex-governador de Minas Gerais, com 10% de Branco/nulo e 2% Não sabem.

Num confronto de Lula e Ronaldo Caiado no 2º Turno, o petista teria 44% contra 43% do ex-governador de Goiás, com 10% de Branco/nulo e 2% Não sabem.

A pesquisa foi feita entre os dias 23 e 26 de agosto, com as entrevistas de 2.400 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-04974/2026.

COM A PALAVRA - MENSAGENS ESCRITAS OU AUDIOS? POR HERNANE FREITAS

 

As pessoas que enviam mensagens escritas em vez de áudios têm quatro características marcantes, de acordo com a psicologia

Prefere mandar mensagens escritas no WhatsApp em vez de gravar áudios? A psicologia explica o que essa escolha pode revelar sobre sua personalidade

Você é do time que manda mensagem escrita no WhatsApp ou prefere gravar áudio durante suas conversas

De acordo com a Associação Americana de Psicologia, pessoas que priorizam a comunicação por texto buscam controle, consistência interna e clareza emocional. Elas não evitam o contato, mas escolhem um canal no qual possam se expressar sem improvisação, considerando cuidadosamente tanto o conteúdo quanto o impacto da mensagem.

1. Pessoas introvertidas

A preferência pela escrita é bastante comum entre pessoas introvertidas. Ao contrário do que muitos pensam, elas não evitam o contato social, mas costumam administrar sua energia emocional com mais cautela. 

As mensagens de texto oferecem um ambiente mais confortável para interagir, sem a pressão de responder imediatamente ou a necessidade de se expor por meio da voz.  Então, esse formato permite que participem das conversas no próprio ritmo, preservando seu bem-estar emocional.

1. Comunicadores reflexivos

Outro perfil frequentemente associado às mensagens escritas é o das pessoas reflexivas. Elas tem a tendência de analisar cuidadosamente o que desejam comunicar antes de enviar uma resposta.

A escrita funciona como uma ferramenta que possibilita organizar pensamentos, revisar argumentos e garantir que a mensagem represente exatamente suas intenções. Por isso, costumam valorizar a clareza, a coerência e a precisão das palavras escolhidas.

1. Pessoas independentes e autônomas

A escolha pelo texto também é frequente entre indivíduos que valorizam autonomia e independência. Como a comunicação escrita não exige respostas instantâneas, ela permite mais tempo para refletir e formular opiniões sem a influência da pressão do momento. 

Esse comportamento costuma estar relacionado à segurança nas próprias decisões e à capacidade de sustentar posicionamentos de forma tranquila e racional.

Assim, para a psicologia, escolher mandar mensagens escritas em vez de áudios está longe de ser uma simples preferência e, em muitos casos, essa escolha pode refletir traços importantes da personalidade, como introspecção, empatia, reflexão e autonomia emocional.

1. Pessoas com alta empatia

Muitos adeptos das mensagens de texto também demonstram grande preocupação com o impacto que suas palavras podem causar nos outros. A comunicação escrita oferece a oportunidade de ajustar o tom da conversa, evitar interpretações equivocadas e transmitir emoções de maneira mais cuidadosa. 

Em vez de agir por impulso, essas pessoas costumam considerar como a pessoa do outro lado da tela vai receber a mensagem, buscando reduzir desconfortos e possíveis conflitos.

Hernane Freitas


Este artigo foi enviado ao blog pelo colaborador Jamir Lima 

POESIA - O FATO - TORQUATO NETO


O fato


Na água em que me lavo,

o teu escarro. No prato em que almoço,

a tua moléstia.

Nas coisas que eu me afirmo,

a tua ideia. Na minha voz

que fala e chora e cala,

a tua mentira.

Atrás de mim passeias livremente

e não te barro

não me volto e não te enxergo.

Te sinto apenas a repetição de minha angústia

vezes dois

e te imagino torto

e te sei um fato ereto em minhas costas,

caminhando.


Assustam-me os meus dedos: são os teus,

magros, inúteis.

Reparo à toa num espelho: a minha face

não é mais a minha, mas a tua

e teu desdém.

Na rua, amigos me perguntam como vou.

Digo: vai mal, vai mal…

e deixo que teus passos me insinuem na ida

e me obstruam a vinda.

Sempre estou lá. Não saio

do arcabouço do meu corpo.

Calabouço?


Digo: balanço — mas por detrás sussurras:

masmorra indissolúvel na qual te encontras.

E eu fico.


Torquato Neto