UM DIA, UMA POESIA
Um dia, um ponto facultativo
A roupa estendida no varal
A solução pras dores do quintal
São Rosas do Deserto que cultivo
O copo cheio, o gole compulsivo
No amanhecer cinzento e anormal
De um triste feriado nacional
Que lento corre frio e impreciso
Nao posso te negar que já sofri
O que te prometi não esqueci
Nem vou ficar na tua vida ausente.
Que seja o teu sorriso como for
Receba meu mais puro e imenso amor
Escrito e embrulhado pra presente.
Zé Lopes


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