O esporte do Brasil está de luto. Morre na tarde de ontem, sexta-feira (17), o ex-atleta de basquete da seleção brasileira, Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, aos 68 anos.
A morte de Oscar Schmidt, que deixou esposa (Maria Cristina) e dois filhos (Filipe e Stephanie), estava em sua casa, na cidade de Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo, quando passou mal. O ex-atleta chegou em parada cardiorrespiratória (PCR) na unidade de saúde e sem vida. Oscar lutou, ao longo de mais de 15 anos, contra um tumor cerebral. Ele é irmão do apresentador Tadeu Schmidt, atualmente no Big Brother Brasil.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
Oscar Schmidt nunca fez parte da maior liga de basquete mundial, a NBA, mas foi por opção própria. O ex-jogador chegou a ser draftado pelo New Jersey Nets — atual Brooklyn Nets — em 1984, mas optou por não atuar nos Estados Unidos, pois jogadores da NBA não podiam jogar por suas seleções.
O título mais marcante da carreira foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis (Estados Unidos). Na ocasião, marcou 46 pontos numa final histórica contra os Estados Unidos e ajudou na vitória brasileira por 120 a 115. Ele é o maior pontuador da história das Olimpíadas e ícone do basquete mundial. Até 2024, era o maior pontuador da história da modalidade, com 49.737 em 1.615 jogos. Só foi superado por LeBron James, outra lenda do esporte


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