Os quatro principais pré-candidatos ao Governo do Maranhão poderiam ter escolhido outras disputas nas eleições de 2026 e por esse motivo, três deles, após o fim do pleito, podem se arrepender.
O pré-candidato do PSD, Eduardo Braide, para disputar o Governo do Maranhão, precisou renunciar ao cargo de prefeito de São Luís e abrir mão de dois anos e oito meses do seu segundo mandato. Uma eventual derrota seria sofrida para Braide, já que ficaria quatro anos sem mandato, só podendo encarar uma nova disputa nas eleições de 2030.
O pré-candidato do MDB, Orleans Brandão, que tinha uma eleição encaminhada para a Câmara Federal, atendeu ao pedido do seu grupo político e vai encarar uma dura disputa ao Governo do Maranhão. Para fortalecer a pré-candidatura de Orleans, o governador Carlos Brandão permaneceu no cargo e abdicou de concorrer ao Senado, mesmo liderando as pesquisas eleitorais. Uma eventual derrota de Orleans poderia ser tanto ruim para ele como para Brandão, já que ambos ficariam sem mandatos.
O pré-candidato do PT, Felipe Camarão, poderia disputar uma vaga para o Senado ou para a Câmara Federal, disputas menos beligerantes, até mesmo porque será a sua primeira disputa efetiva nas urnas. No entanto, Camarão decidiu se candidatar ao Governo do Maranhão e correr o risco de ficar sem mandato.
O pré-candidato do NOVO, Lahesio Bonfim, é outro político que teve seu nome lembrado para outras disputas, como Senado e Câmara Federal, mas o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes decidiu apostar no excelente desempenho que teve na disputa para o Governo do Maranhão em 2022, quando ficou em segundo lugar, para novamente tentar ser governador, afinal o arrependimento pode bater em alguns após a disputa eleitoral de 2026


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