O Supremo Tribunal Federal (STF) terá uma empresa especializada para fazer o “acompanhamento e análise da presença digital” nas redes sociais sobre as opiniões das pessoas com relação a Corte. O pregão eletrônico está marcado para o dia 11 de maio deste ano, e o valor máximo que o STF pretende pagar é de R$ 249 mil.
De acordo com o edital, o serviço prevê acompanhamento contínuo e em tempo real de menções ao tribunal em plataformas como X (ex-Twitter), Instagram, YouTube, Facebook e TikTok. A empresa contratada deverá coletar e analisar dados em grande escala, utilizando ferramentas profissionais para geração de relatórios, identificação de tendências, classificação de sentimento (positivo, negativo ou neutro) e mapeamento de influenciadores digitais.
Com os relatórios mensais, o STF quer saber os impactos de suas postagens; o sentimento do público nas publicações envolvendo a Corte e até quem são os “principais formadores de opinião nas redes sociais que debatem sobre assuntos afetos ao STF, com análise de posicionamento e influência/capacidade de repercussão”.
A decisão ocorre em meio a uma crise de imagem do STF. Dois institutos de pesquisa – DataFolha e AtlasIntel – mostra que a maior parte dos atuais dez magistrados é avaliada negativamente pela população. Segundo os levantamentos, 60% dos entrevistados declaram não confiar no STF


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