Crise grande no Ministério Público do Maranhão. No dia de ontem , domingo (11), um dia após a decisão do Procurador-Geral de Justiça em exercício do MP no Maranhão, Orfileno Bezerra Neto, que recomendou a soltura de todos os presos na Operação Tântalo II, os promotores do GAECO reagiram.
Todos os promotores que integram GAECO formalizaram um pedido de exoneração coletiva das funções (clique aqui). A decisão inédita foi comunicada ao procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira.
Os promotores deixam claro que o fator determinante para o pedido de exoneração coletiva foi a posição da Procuradoria-Geral de Justiça, que recomendou a soltura dos investigados presos em Turilândia, na Operação Tântalo II.
Apesar de reafirmem o respeito institucional à Procuradoria-Geral, os promotores destacam que a divergência tornou inviável a permanência no grupo, uma vez que compromete “a convergência mínima necessária” ao funcionamento do GAECO. Por isso, solicitaram a exoneração imediata das funções.
A desembargadora Graça Amorim ainda não se posicionou diante da estranha recomendação do Ministério Público do Maranhão.


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