O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), como ele mesmo classificou, tomou a decisão mais difícil de sua vida e decidiu abrir mão de dois anos e oito meses de mandato como prefeito da capital maranhense para disputar o Governo do Maranhão, nas eleições de 2026.
No entanto, essa não é a única decisão importante que Braide precisa tomar visando as eleições deste ano.
Braide precisa agora decidir alianças para 2026 e decidir sua chapa, os nomes para o Senado e vice-governador.
Só que a maior expectativa é para saber se Braide fará ou não aliança com os dinistas, incluindo o pré-candidato do PT ao Governo do Maranhão, o vice-governador Felipe Camarão, outrora adversários nas eleições municipais, mas que estão “cavando” uma aproximação com o ex-prefeito de São Luís.
O problema é que se para os dinistas a união aparenta ser extremamente vantajosa, alguns aliados de Braide questionam se essa aliança seria mesmo benéfica para o agora pré-candidato ao Governo do Maranhão pelo PSD.
O primeiro ponto é que o PSD terá candidato a Presidência da República, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, mas a chapa poderia ter dois nomes nessa disputa, um do PSD e outro do PT.
O segundo ponto é que Braide tem sido um dos poucos políticos com alta popularidade que, até agora, tem ficado de fora da polarização Lula x Bolsonaro. Um aliança com o PT pode afastar eleitores de Bolsonaro (leia-se direita).
O último ponto é que muitos também não conseguem enxergar vantagem na união com dinistas, afinal existe uma rejeição grande ao ex-governador maranhense e atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afinal, Braide tem que tomar outras decisões importantes nas próximas semanas.


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