O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou e decidiu retirar o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e sua mulher, Viviane Barci de Moraes, das sanções da Lei Magnitsky, utilizada pelo governo norte-americano para sancionar estrangeiros.
A medida foi publicada na página oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, ontem, sexta-feira (12). O comunicado do governo americano não explica as razões para a retirada da lista dos dois nomes, que estavam desde julho deste ano.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, utilizou as redes sociais para lamentar a decisão.
“Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano”, diz trecho da Nota Oficial.
Já Alexandre de Moraes, deve estar com sorriso de orelha a orelha
ALEXANDRE DE MORAES AGRADECE A LULA
Depois da retirada de seu nome e da esposa das sanções da Lei Magnitsky, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, se posicionou sobre o assunto.
O ministro classificou como uma vitória do judiciário e da democracia.
“Vitória do judiciário brasileiro. O judiciário brasileiro que não se vergou a ameaças, a coações, e não se vergará e continuou com imparcialidade, seriedade e coragem. A vitória da soberania nacional”, destacou.
Moraes também fez questão de agradecer ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pelo empenho para reverter a situação.
“O presidente Lula, desde o primeiro momento, disse que o país não iria admitir qualquer invasão na soberania brasileira. A verdade, com o empenho do presidente Lula e de toda a sua equipe, a verdade prevaleceu. E nós podemos dizer, dizer com satisfação, com humildade, mas com satisfação, que foi uma tripla vitória, a vitória do judiciário brasileiro”, finalizou.
No comunicado do Governo dos Estados Unidos não foi explicado as razões para a retirada da lista dos nomes de Moraes e Viviane Barci de Moraes, incluídos desde julho de 2025.



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