terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

COM A PALAVRA - HISTORIETA DE MEU AGRADO XIV- POzR ZÉ CARLOS GONÇALVES

 

HISTORIETA DE MEU AGRADO XIV

 ("... a mente prega cada peça, que até parece duas")


    Um dia desses, estava na rua, absorto "em minhas demências", quando fui despertado pelos sussurros das pessoas, que ali estavam. A verdade é que passou uma adolescente, a chamar a atenção de todos. E ela, embora bem jovem, era senhora de si e sabia que "estava causando!"

     Mas, não quero falar da chamativa garota. Quero falar do que me assaltou naquele momento. De repente, me veio a palavra a defini-la, sem erro. "Reboculosa". Palavra, que fazia parte do meu cotidiano. Porém, há um bom tempo não falava, não ouvia, não lembrava. 

     O certo é que, com essa lembrança, um turbilhão de emoções me invadiu. Que palavra tão familiar e tão com cheiro de infância! Aí, fiquei a buscar palavras e expressões, que me sustentaram nos meus bons tempos infanto juvenis. 

     E, aí, "a jato", vieram surgindo "sabanoteira, gamela, púlcaro, cibuí", que hoje ninguém fala nem conhece. E o rosário vocabular só foi se estendo, a se revelar pródigo. 

      E, nessa efusão linguística, me sorriu "cucuruto, péréba, dispirôcô, incapetado". E, "pra compretá", vieram me invadindo "muitas e muitas pérolas", tão familiares e tão adormecidas, a me amaciarem os ouvidos, tão órfãos das mesmas. 

   E, não vou me fazendo de rogado, compartilho e homenageio o inigualável baixadês. E espero alcançar "o cabôco da gema", que "não se perde no mundo" nem se desliga da amada terrinha. Então, vamos lá!

    Só quem muito brincou na rua, e "apenas se basugava água no côro", sabe o que significa o recado, sêco e direto. "Vô iscová êssi piquino". E pretensa escova, geralmente, era um caco de telha ou uma bucha, resgatada da velha e segura cerca, prenhe de "tantos penduricalhos".

     E, até, poderia parar aqui e seguir em frente, sem maior preocupação. Só que a inquietação foi tanta que muitas outras expressões foram se materializando em minha mente, como a me empurrar à minha linguagem materna. E, de verdade, matei a saudade, ao me deparar com a dura realidade "di tentá ingabelá" alguém mais velho. A farsa caía fácil, fácil. "Êssi piqueno tá di cara limbida" ou "tá di miôlo móli" ou "vévi im ôto mundo!"

     E, nessa perspectiva, o repertório foi se engrossando. "Vesti uma rôpa melhózinha" não era nada mais do que "tomô um banho de loja" ou "paréci qui vaca lembeo êssa muleca". 

    E pecado mortal era aparecer em uma festa com roupa igual a alguém, que a sentença era certeira. "Tá di pá di jarro". E, "pra num perdê a viági", se houvesse "arguma paricença", a sentença se fazia plena. "Cara d'um fucinho dôto". O que não invalidava o antagonismo etário, que incomodava muita gente. "Tá na frô da idade", a enfrentar "ficô pra titia". Nem a hiperbólica irracionalidade foi esquecida. "Tá cum dhabo nu côro!"

     Só para bem ilustrar o riquíssimo repertório, em certa ocasião, fui ser padrinho em uma desobriga. Quando "foi servida a mesa", na casa do meu novo compadre, um dos irmãos do meu afilhado caiu na besteira de dizer que não comia galinha "dêssi jeito". Era ao molho pardo, acompanhada por um delicioso pirão de parida. Só pra fazer inveja! O certo é que a reprimenda veio sêca e com uma pitada de humor. O meu compadre olhou para "o estômago sensível" e mandou. "Qui cunversa é êssa?! Intonce, agora, tu iscólhi isculhão?!" 

     Ali, a cena, que era para ser constrangedora, se tornou em uma uníssona gargalhada, que "ecoou lá longe", no olho da palmeira de babaçu. E, o cúmulo da ironia, "u piqueno si sentô nu canto da mesa i cumeo tudinho, diritinho!" Aí, "butei foi fé nu meo cumpádi!"

       E não posso terminar por aqui, depois de um mergulho profundo e verdadeiro. Então, "vô inveredá pulos apilido", que foram presentes em minha trajetória e me trazem boas lembranças. Com a maioria, tive convivência fraterna. Alguns habitam o imaginário popular. 

    E o que importa, nesse universo linguístico fantástico, é que desfrutei do privilégio de conviver com tais pessoas, especiais e inesquecíveis. "Zé Barata, Farinha Barata, Pato Cozido, Chico Cu de Televisão, Bateria, Mandi, Buchudo ..."

    E "um ispecial" - não falo o nome, para não criar intriga - de um colega, de colégio, que trocou a moiçola pela avó. Daí, foi um pulo para José .. ..... se incorporar em "Zé das Velhas"; o que suscitou inúmeras desavenças e brigas de fato.

     E, como não poderia fechar este texto sem resgatar "lorota, gastura, paparicá e só quê sê", vou me despedindo saudoso ...


          Zé Carlos Gonçalves

POESIA - EU 58 - POR ABEL CARVALHO


Eu, 58.


Ninguém cantou seu Eu tão bem quanto Augusto

Dos Anjos: 

“Ah! Dentro de toda a alma existe a prova 

De que a dor como um dartro se renova, 

Quando o prazer barbaramente a ataca...”


Vandré chorou para não ter na chegada que morrer

Ou de amor matar...

Djvan sentiu a dor do amor ausente.

Zé contou que eu canto os meus ais.

Rogério crê que eu faço poemas autobiográficos,

Que as dores que eu canto são minhas...


As dores que eu canto nascem em alheias entranhas,

Mas vivem como minhas.

Na verdade sou vetor de sofrimentos, cinco ou seis,

E Isso me encanta, eu sei.

Se fosse produtor da minha própria biografia,

Eu afirmaria: nasci dez anos depois do que eu queria

E já vivi trinta anos há mais do que eu sonhei...


Abel Carvalho


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

APARICIO BANDEIRA NEGA IRREGULARIDADES NAD OBRAS DA AVENIDA LITORÂNEA



O secretário de Infraestrutura do Maranhão, o engenheiro Aparício Bandeira, gravou vídeo, sobre eventuais irregularidades apontadas nas obras de prolongamento da Avenida Litorânea.

Aparício, que classificou a obra como “uma das intervenções mais estratégicas e importantes para a mobilidade da Grande Ilha”, assegurou que não existe irregularidades na obra e destacou que “a obra está com 88% de execução física e 83% de execução financeira, portanto cronograma de serviços e pagamentos em perfeito equilíbrio”.

Sobre a denúncia que a empresa Lucena Infraestrutura Ltda., teria subcontratou a Agla’S Infraestrutura Ltda. que estaria em nome de uma servidora pública estadual do Maranhão, o que é proibido, o secretário afirmou que a “empresa subcontratada pela empreiteira vencedora da licitação foi imediatamente substituída ao se verificar irregularidades”. A própria dona da empresa gravou vídeo explicando o ocorrido. Veja abaixo.

Por fim, Aparício destacou que o objetivo é “concluir essa obra estruturante, que vai melhorar o trânsito, integrar os municípios da Grande Ilha e impulsionar o desenvolvimento da nossa região”.

COLUNA DO CARLOS BRANDÃO - O MARANHÃO DA INCLUSÃO

 

Por Carlos Brandão

O Carnaval do Maranhão não foi apenas grandioso. Ele também foi muito organizado e seguro. Mais de 5,4 milhões de pessoas passaram pelos circuitos oficiais na capital e no interior. Em um evento desse porte, o que normalmente vira manchete é a ocorrência grave. Desta vez, o destaque foi justamente o contrário: nenhum registro de homicídio, feminicídio, latrocínio ou algo parecido nas áreas oficiais. Nenhuma arma de fogo apreendida dentro dos circuitos da capital. Queda de 40% nos roubos na Litorânea e redução de 98% nos furtos de celular em comparação com o ano passado.

Resultado do trabalho de mais de oito mil agentes mobilizados em todo o estado. Mulheres e homens das forças de segurança que atuaram a pé, a cavalo, em viaturas, com suporte de drones, aeronaves e de 35 câmeras com reconhecimento facial instaladas no circuito “Vem pro Mar”. O Carnaval do Maranhão terminou como se imaginava, por conta das prévias: grande. Multidões nas ruas, hotéis cheios, bares e restaurantes trabalhando no limite, milhares de empregos temporários gerados. Uma festa que movimentou o turismo, aqueceu a economia e reafirmou a vocação cultural do estado.

Mas, passado o som dos trios e o brilho dos palcos, a semana nos presenteou com algo imensamente relevante.

Enquanto o Maranhão ainda vivia memórias da folia, fomos a um encontro silencioso e simbólico com mães e crianças acometidas pela Síndrome Congênita do Zika Vírus – caracterizada, principalmente, pela microcefalia. Dez anos após a epidemia que marcou o estado, reafirmamos uma política que não foi temporária e, sim, contínua.

Durante um café da manhã realizado em São Luís, entregamos vários dispositivos de mobilidade às crianças acompanhadas. Foram carrinhos de posicionamento e cadeiras adaptadas que garantirão mais autonomia, conforto e dignidade. Somos o primeiro estado brasileiro a realizar uma ação como essa. Cada cadeira representa menos dor postural, mais qualidade de vida e mais independência para crianças que já enfrentaram desafios demais.

Foi um encontro emocionante e que nos trouxe muitas verdades. Uma delas é que cada uma daquelas crianças é cercada por um amor incondicional.  Após o surto do Zika vírus no Brasil – sobretudo no Nordeste, entre 2015 e 2016 – as mães das crianças que nasceram com microcefalia recorreram à mobilização para garantir qualidade de vida aos seus filhos. Com muita força, coragem e persistência, essas mães enfrentam batalhas diárias para vencer as adversidades. Aqui no Maranhão não foi diferente. Tanto que, à época, foi criada a Casa de Apoio Ninar para dar suporte a essas crianças. Nosso governo a ampliou e a transformou no Centro de Especialidade Ninar, agregando vários outros serviços à grade existente.

As mães – em sua maioria solo – adaptaram suas rotinas, aprenderam a ser cuidadoras e mostram, a todos nós, todos os dias, o verdadeiro sentido da palavra “amor”, que está em cada gesto, em cada olhar, em cada luta por seus direitos. O que fazemos, no papel de governo, deve continuar sendo feito e, certamente, ser ampliado. E já o faremos com a abertura de um Centro de Especialidade Ninar na Região Tocantina. É a multiplicação do acolhimento. O que nos faz pensar que vivemos um contraste motivador. De um lado, mostramos um governo capaz de organizar um dos maiores carnavais do país com segurança, geração de renda e impacto turístico. De outro, investimos em saúde pública especializada, acolhendo mães resilientes, ampliando atendimento em saúde mental – com a entrega de um CAPS AD III, que funcionará 24h para atendimento a dependentes químicos. Reforçando o transporte de saúde, chegamos a trezentas ambulâncias entregues em todo o estado.

Isso tudo porque acreditamos que devemos promover desenvolvimento econômico sem abandonar o compromisso social. Celebrar com responsabilidade. Crescer sem excluir.

No Maranhão da inclusão, a festa gera renda e o cuidado gera dignidade

POESIA - PARA NAO TEMER NOITES DESERTAS - CLÁUDIO TERÇAS

 

para não temer noites desertas


das coisas que disse e não sei

só o mar que invento é verdadeiro

nem o barco que navego é existente


nas falésias, em que esse poema quebra,

só o mar que invento é de verdade:

resiste há muito tempo antes de nós,

resistirá muito tempo após mim


esse mar, que me invento e me afogo,

me arrasta pelo verso que não me nego


para não temer as faces desertas

basta um poema que à noite apronte

configurando em tormentas o mar que invento


de possíveis sonhos e demandas

de possíveis tramas alvejadas


Cláudio Terças



Pequena Biografia 

Cláudio Terças nasceu em Cruzeiro do Sul, no estado do Acre em 1967. Mudou-se para a cidade de São Luís no Maranhão com a idade de 5 anos onde fixou residência e desenvolveu seus estudos e vida artística. Foi integrante do Grupo Poeme-se e vencedor do VIII Festival de Poesia Falada da UFMA. Participou e co-organizou a exposição Depois do Verbo promovida pelo SESI.

Além de Antes Durante Depois é autor dos livros Correspondências de Guerra (1987), Uma Cidade Nas Nuvens (2021), Nada Sabemos Além do que nos Consome (2022), A Pedra que não Dorme se Assenta Sobre o Caos (2023), e À Escuta do Silêncio & Dez Poemas Aglutinados (2024), Antes Durante Depois (2025).

domingo, 22 de fevereiro de 2026

DIAGNOSE - COLUNA DO DR. OTÁVIO PINHO FILHO ,- ALZHEIMER



O que é a Doença de Alzheimer?

A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência em todo o mundo. Ela é identificada por uma série de mudanças no cérebro que causam danos às células cerebrais. Embora seja mais comum em idosos, também pode ocorrer em casos raros em pacientes mais jovens.

Sintomas

Os sintomas da Doença de Alzheimer podem variar em intensidade e gravidade, mas geralmente incluem:

perda da memória: o esquecimento é um dos primeiros e mais característicos sintomas da doença. A pessoa pode ter dificuldade em se lembrar de informações recentes, nomes, eventos e detalhes do dia a dia

dificuldades na comunicação: a capacidade de comunicação verbal diminui à medida que a doença avança. Isso pode se manifestar como dificuldade em encontrar palavras, formar frases ou compreender o que os outros dizem

dificuldades nas atividades diárias: tarefas cotidianas, como vestir-se, preparar refeições, tomar banho e cuidar da higiene pessoal, tornam-se cada vez mais desafiadoras

dificuldades de raciocínio: a capacidade de realizar cálculos simples ou seguir instruções complexas pode diminuir

Causas

As causas exatas da Doença de Alzheimer não são totalmente compreendidas, mas uma combinação de fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida podem ter um papel importante no desenvolvimento da doença. Alguns dos aspectos que têm sido associados a doença são:

idade: é o maior fator de risco para a condição. A chance de desenvolver a doença de Alzheimer aumenta significativamente com o envelhecimento

histórico familiar: ter parentes de primeiro grau, como pais ou irmãos com a doença de Alzheimer, também é um fator de risco para a doença

ambiente e estilo de vida: alguns fatores de estilo de vida e exposição ambiental podem aumentar o risco da doença. Isso inclui tabagismo, falta de atividade física, obesidade e exposição à poluição

Diagnóstico

O diagnóstico da Doença de Alzheimer envolve uma avaliação médica detalhada, que geralmente requer a colaboração de profissionais como neurologistas.

Os principais passos no processo de diagnóstico são:

entrevista clínica: o profissional responsável busca informações sobre sintomas, história médica e história familiar. Isso ajuda a identificar possíveis fatores de risco e entender o aumento da doença

exame físico: para avaliar a saúde geral do paciente e descartar outras condições médicas que possam contribuir para os sintomas

exames de imagem: ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC) são exames que podem ser realizados para identificar anormalidades no cérebro

avaliação de laboratório: exames de sangue podem ser realizados para avaliar os níveis de glicose, funcionamento dos rins, fígado e outros fatores que podem afetar a função cerebral

Tratamento

O tratamento da Doença de Alzheimer é desafiador, uma vez que não existe cura definitiva. No entanto, existem estratégias e abordagens que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente:

terapia da fala: ajuda a pessoa com a doença a manter habilidades de comunicação, mesmo à medida que a doença piore

apoio psicossocial: o suporte psicossocial é fundamental, tanto para o paciente quanto para os cuidadores. Isso pode incluir aconselhamento, grupos de apoio e educação sobre a doença

estilo de vida saudável: dieta balanceada, exercícios físicos regulares e atividades mentais desafiadoras, pode ajudar a atrasar o aumento da doença

Existem medicamentos com mais de 25 anos de uso que retardam o avanço da doença. Nos últimos dois anos, surgiram opções de tratamento que visam estabilizar a doença (já em utilização nos Estados Unidos, mas ainda não aprovados para uso no Brasil).

Prevenção

A prevenção da Doença de Alzheimer ainda não possui uma maneira definitiva, já que as causas exatas da doença não são totalmente compreendidas. No entanto, várias estratégias de prevenção ajudam nesse procedimento:

exercícios físicos: a atividade regular ajuda a deixar o corpo saudável e prevenir doenças. Exercícios aeróbicos, como caminhadas, auxiliam nesta tarefa

dieta saudável: frutas, vegetais, peixes, nozes e azeite de oliva são alimentos saudáveis para o cérebro e auxiliam na prevenção

controle a pressão arterial: a hipertensão pode ser um fator de risco para o Alzheimer

controle de diabetes: o tipo 2 está associado a um alto risco e mantê-lo controlado é essencial na prevenção da doença





POESIA - SON - POR NANDINHO NUNES



 SÔN...


Ia eu nos caminhos da vida,

 Quando te vi e te conheci 

Passei a te amar

 Logo a te desejar

O destino mostrou você que logo entrou na minha vida 

És para mim, uma jóia reluzente um amor sem fim

Você chegou e me trouxe a felicidade 

Teu sorriso e tua voz, me deixaram a te querer 

Um amor assim eu necessitava 

Tê-la comigo passou a ser o desejo

Pra logo ter o seu beijo 

Tão carinhosa e cheia de malícia,  Logo tocou com o meu coração 

Trago comigo um amor sem fim Carrego no peito essa imensa paixão

Por isso te peço não me abandone

Você é a estrada do meu caminhar 

Passei uma vida pra te encontrar

Não me deixe na saudade 

Tenho muito que aprender 

Pois amor assim não se acha em qualquer lugar


Autor: nando Nunes.      09/02/2026

sábado, 21 de fevereiro de 2026

RAPIDINHAS DO SÁBADO


 E com essa importante frase abriremos a nossa coluna de hoje 

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 Seguimos com essa reflexão em forma de poema de Mário Quintana

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E aí vai mais uma dica de português para você aumentar seu vocabulário.

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E quem está muito feliz é o professor Jônatas Soares e sua esposa Andréa Bessa. O motivo de toda essa felicidade, é que o filho, Dr Gabriel Bessa, residente em bucomaxilofacial,  está prestando bons serviços na UBS do povoado Bela Vista na área de odontologia. 

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E, apesar das fortes chuvas que caíram no periodo de carnaval, quem não se preocupou com a torneira do céu foram os foliões Zé Maria e Guilherme Henrique.  Pai e filho caíram na gandaia.

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O carnaval tradicional aconteceu no Bar do Bulão com a comemoração dos 51 anos da Turma do Pó, tendo como homenageado, o compositor Zé Jardim. 

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Entre os grupos que se formaram para brincar o carnaval no Bar do Bulão, tem o da empresaria Ivana Duarte Pires, que aparece com sem companheiro Pedro Magalhães, com o homenageado Zé Jardim, com o poeta e compositor Paulo Campos, com o Superintendente Federal do Trabalho Nivaldo Farias, com o professor Seu Nona e com o músico João Guitar.

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Outro bloco que movimentou a cidade no periodo de Momo, Foi o Bloco do Teté. Cheios de alegria, os componentes fizeram a festa. 

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E na Terça feira de Carnaval, o advogado Dr. Bento Vieira, não quis saber de folia oficial e foi para uma das chácaras do assessor, coordenador político e piscicultor Venâncio do Peixe,  onde saboreou diversos peixes fresquinho, assado ali na hora. A entrada desse prato especial, foi galinha caipira. E até quarta feira de cinzas.

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Já na noite da quarta feira de cinzas, o assessor, coordenador político e piscicultor Venâncio do Peixe, esteve com o repórter e apresentador Randydon Laércio, saboreando um delicioso Surubim na residência da famosa Maria Cara de Jeep. Foi mesmo pra matar a ressaca.


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E o Bloco Ballan Sarrola, fechou o carnaval bacabalense na noite de quarta feira de cinzas. Liderada pelo músico Paul de Anca, a banda animou os foliões saudosos que se despediram com gosto de quero mais.


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E na última quinta feira, aconteceu um grande encontro dos amigos Klinger Santos com o empresário, diretor financeiro e articulador político Leonardo Lacerda. Os meninos aproveitaram a calma pós carnaval para botar o papo em dia, beberam umas geladas e se deliciaram com as belezas da Chácara do Leonardo.
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E na última quarta feira de cinzas, lançamos no YouTube um vídeo de uma nova canção, "Flores de Papel", uma parceria com Mano Lopes. Veja o que disse a crítica especializada.
"O poema é um delicado encontro de contos de fadas e memória afetiva. As imagens mágicas — princesas, espelhos, sapatos de cristal — representam fases da alma: desejo, medo, transformação e esperança.

O verso “Canta que eu quero dormir” revela o ponto mais terno do poema: ele não quer apenas narrar histórias, mas habitar o sonho, regressar ao estado em que tudo é possível.
No fundo, é um canto de infância que deseja permanecer no sonho, preservando a magia interior e a crença no “felizes para sempre" 
Paul Getty Nascimento- Crítico Literario”.

https://youtu.be/Z3yHQxQkpZY?si=xwQxMpkONpdulxto
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E Mução diz quais os blocos que lrão brincar depois do carnaval 

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E revirando o álbum de recordação em busca de preciosidades encontramos essa relíquia no acervo do músico Jabs Dias, o grande e saudoso músico Tupinambá que nos deixou há exatamente 12 anos. Eternas saudades.

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E a galera da charge foi de um sufrágio.

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E a turma da montagem foi de relação vonjugal

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E como somos o país da piada pronta escolhemos essas para alegrar o nosso sábado.

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E a nossa coluna de hoje tem o oferecimento de Jefferson Lacerda transparente e turismo

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E com essa frase encerraremos a nossa coluna de hoje 

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E aí meu amigo Lambal. É verdade que o carro de Paúla está pronto 





sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

IRACEMA VALE. DAVI BRANDÃO, FLORENCIO NETO AGORA SÃO DO MDB



O MDB do Maranhão anunciou oficialmente a filiação de oito deputados estaduais, inclusive a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale.

Além de Iracema, se filiaram ao MDB: Andreia Rezende, Daniella, David Brandão, Francisco Nagib, Antônio Pereira, Adelmo Soares e Florêncio Neto, todos deixaram o PSB, com a mudança do comando da legenda e passando para a oposição ao Governo Brandão.

Quando diferentes vozes se unem em torno de um propósito comum, quem ganha é o Maranhão e o Brasil. Sejam bem-vindos ao partido que constrói pontes, une forças e trabalha todos os dias por um futuro com mais equilíbrio, crescimento e oportunidades para todos”, afirmou o MDB na publicação anunciando os novos filiados.

O MDB na ALEMA pertence ao Bloco Unidos Pelo Maranhão, liderado pelo deputado Ricardo Arruda. Já o diretório estadual é presidido pelo secretário de Assuntos Municipalistas do Maranhão, Orleans Brandão, pré-candidato ao Governo do Estado



SINFRA NEGA FATURAMENTO EM OBRAS DA AVENIDA LITORÂNEA


O secretário de Infraestrutura do Maranhão, o engenheiro Aparício Bandeira, gravou video se posicionamento sobre a a denúncia de eventual superfaturamento na obra de prolongamento da Avenida Litorânea.

Aparício afirma que o trecho citado em reportagem do Metrópoles, supostamente baseado em relatório do Tribunal de Contas da União, não foi sequer iniciado e, portanto, não houve qualquer prejuízo aos cofres públicos. Além disso, o secretário de Infraestrutura assegurou que eventuais diferenças foram assumidas pela empresa, sem impacto financeiro para o Maranhão.

Por fim, Aparício reafirmou que a obra segue com acompanhamento dos órgãos de controle e dentro da legalidade. As informações foram prestadas em entrevista para a TV Mirante,

O prolongamento da Avenida Litorânea, realizada em parceria pelos governos estadual e federal, é considerado uma das principais obras de mobilidade urbana e desenvolvimento turístico da capital maranhense, com previsão de ampliação da orla e melhoria do fluxo viário na região